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quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Apple confirma evento para mostrar novos iPhones no dia 9 de setembro
RIO — A Apple marcou para o dia 9 de setembro o evento de anúncio dos seus novos modelos de iPhones. A apresentação vai ocorrer no Bill Graham Civic Auditorium, em São Francisco — um lugar com capacidade para 7 mil pessoas. Acredita-se que a companhia vá revelar dois novos modelos do smarpthone: o iPhone 6S e o 6S Plus — atualizações dos modelos lançados no ano passado, com câmeras melhores e a nova tecnologia "force touch". Devido ao tamanho do espaço reservado, acredita-se ainda que a empresa possa apresentar novidades relativa.
Ceará tem o menor efetivo proporcional de policiais civis
No Estado, são 3.408 habitantes para cada policial civil. A instituição, responsável pela investigação criminal, tem efetivo de 2.576 agentes. Para pesquisadora, situação reflete na baixa resolutividade dos crimes no Ceará

Responsável pela investigação de crimes, a Polícia Civil do Ceará tem hoje o menor efetivo proporcional ao número de habitantes no Brasil. Com 3.408 habitantes para cada policial civil no Estado, a instituição tem efetivo de 2.576 agentes, entre escrivães, inspetores e delegados. No Brasil, a proporção é de 1.709 pessoas para cada policial. Os números foram divulgados ontem na Pesquisa de Informações Básicas Estaduais (Estadic), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base em dados de 2014.
Para a coordenadora do Laboratório de Direitos Humanos, Cidadania e Ética da Universidade Estadual do Ceará (Labvida-Uece), Glauciria Mota Brasil, o dado implica na baixa resolutividade dos crimes. “Se não tem policiais o bastante para atender à demanda, os crimes se acumulam sem solução. Nos anos 1980, nós tínhamos, em média, 3.500 policiais civis no Ceará. Hoje, com uma população que é praticamente o dobro, temos menos”, cita.
A pesquisadora ainda afirma que o número pode ser menor quando considerados os policiais em processo de aposentadoria ou licenciados. “E isso aumenta a sensação de insegurança, porque se não se resolvem os crimes, garante-se a impunidade”, aponta.
“Em levantamento que fizemos no Sistema de Informações Policiais (SIP) em 2014, apenas 2% dos Boletins de Ocorrência de ações civis incondicionadas (furtos e roubos) geraram inquéritos policiais. Porque, se não temos o efetivo necessário, a gente prioriza homicídio, tráfico de drogas e estelionato”. A afirmação é do presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Carreira do Ceará (Sinpol), Gustavo Simplicio.
Ele aponta problemas como os baixos salários de escrivães e inspetores para a evasão dos policiais. De acordo com Simplicio, o número ideal de policiais civis no Estado deveria ser em torno de 15 mil, efetivo que deixaria o Ceará com uma proporção de 589 habitantes por agente, aproximando-o de Roraima - o mais bem posicionado do País, conforme a pesquisa, com média de 568 habitantes por policial.
Em nota, a Polícia Civil reconheceu que “existe uma deficiência no efetivo de policiais civis no Estado, se comparado com o quadro de 20 anos atrás” e lembra que “existe um concurso em andamento que possibilitará a entrada de 763 novos policiais civis”. “Há uma preocupação e um planejamento no atual Governo em recuperar o efetivo, visto que isso deverá refletir na melhoria das condições de fazer uma Polícia investigativa, visando a reduzir a sensação de impunidade e a sensação de insegurança”, informa a nota.
Com informações do O Povo

Responsável pela investigação de crimes, a Polícia Civil do Ceará tem hoje o menor efetivo proporcional ao número de habitantes no Brasil. Com 3.408 habitantes para cada policial civil no Estado, a instituição tem efetivo de 2.576 agentes, entre escrivães, inspetores e delegados. No Brasil, a proporção é de 1.709 pessoas para cada policial. Os números foram divulgados ontem na Pesquisa de Informações Básicas Estaduais (Estadic), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base em dados de 2014.
Para a coordenadora do Laboratório de Direitos Humanos, Cidadania e Ética da Universidade Estadual do Ceará (Labvida-Uece), Glauciria Mota Brasil, o dado implica na baixa resolutividade dos crimes. “Se não tem policiais o bastante para atender à demanda, os crimes se acumulam sem solução. Nos anos 1980, nós tínhamos, em média, 3.500 policiais civis no Ceará. Hoje, com uma população que é praticamente o dobro, temos menos”, cita.
A pesquisadora ainda afirma que o número pode ser menor quando considerados os policiais em processo de aposentadoria ou licenciados. “E isso aumenta a sensação de insegurança, porque se não se resolvem os crimes, garante-se a impunidade”, aponta.
“Em levantamento que fizemos no Sistema de Informações Policiais (SIP) em 2014, apenas 2% dos Boletins de Ocorrência de ações civis incondicionadas (furtos e roubos) geraram inquéritos policiais. Porque, se não temos o efetivo necessário, a gente prioriza homicídio, tráfico de drogas e estelionato”. A afirmação é do presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Carreira do Ceará (Sinpol), Gustavo Simplicio.
Ele aponta problemas como os baixos salários de escrivães e inspetores para a evasão dos policiais. De acordo com Simplicio, o número ideal de policiais civis no Estado deveria ser em torno de 15 mil, efetivo que deixaria o Ceará com uma proporção de 589 habitantes por agente, aproximando-o de Roraima - o mais bem posicionado do País, conforme a pesquisa, com média de 568 habitantes por policial.
Em nota, a Polícia Civil reconheceu que “existe uma deficiência no efetivo de policiais civis no Estado, se comparado com o quadro de 20 anos atrás” e lembra que “existe um concurso em andamento que possibilitará a entrada de 763 novos policiais civis”. “Há uma preocupação e um planejamento no atual Governo em recuperar o efetivo, visto que isso deverá refletir na melhoria das condições de fazer uma Polícia investigativa, visando a reduzir a sensação de impunidade e a sensação de insegurança”, informa a nota.
Com informações do O Povo
Aquiraz-Ce Polícia Civil prende assaltantes de bancos com armas de guerra
O bando tinha armas de grosso calibre, munições e revólveres roubados dos vigilantes do banco de Mombaça Delegado Raphael Villarinho disse que os homens presos, em Aquiraz, são muito perigosos.


Com eles, os policiais civis encontraram dois fuzis e revólveres que foram tomados de vigilantes em um dos ataques a banco. Dois homens suspeitos de comandar uma quadrilha que atacou, pelo menos, nove bancos no Ceará de 2013 até agora, foram presos no último sábado, na Prainha, em Aquiraz.
STF declara válida delação premiada de Youssef na Lava-Jato
Em votação unânime, Corte confirmou legalidade na decisão do ministro Teori Zavascki, relator do processo

BRASÍLIA - Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou nesta quinta-feira a validade do acordo de delação premiada firmado entre o doleiro Alberto Youssef e o Ministério Público Federal. Em plenário, dez ministros da Corte afirmaram que houve legalidade na decisão do ministro Teori Zavascki, relator da Lava-Jato no STF, de homologar o acordo. Como o recurso julgado era contra decisão dele, Zavascki não participou da votação. O mais antigo integrante do tribunal, Celso de Mello, ressaltou a importância dos depoimentos do doleiro para o sucesso das investigações.
— (A delação possibilitou) penetrar nesse grupo que se apoderou do aparelho do Estado, promovendo um assalto imoral, criminoso ao Erário e desviando criminosamente recursos que tinham outra destinação, a destinação socialmente necessária e aceitável. Os depoimentos desse agente como meio de obtenção de provas revelaram-se eficazes no afastamento desse véu que encobria esse conluio de delinquentes, que estão agora sofrendo a ação persecutória do Ministério Público — afirmou o decano.
STF começa a julgar validade da delação de Alberto Youssef
TRF nega segundo pedido de liberdade para Marcelo Odebrecht
Cunha tem até o dia 9 de setembro para apresentar defesa ao STF
Ex-líder do PP e condenado no mensalão, Pedro Corrêa depõe à Justiça em Curitiba
Youssef diz que deputado Celso Pansera é quem lhe intimida
O acordo foi questionado pela defesa de Erton Medeiros Fonseca, executivo da Galvão Engenharia preso em novembro na Operação Lava-Jato. Em abril, o advogado José Luís de Oliveira Lima entrou com pedido de nulidade da decisão de Zavascki. O caso foi sorteado para a relatoria do ministro Dias Toffoli. Em uma primeira análise, ele negou o pedido. Diante de um recurso da defesa, o ministro decidiu mandar o processo para o plenário.
No habeas corpus ajuizado, a defesa afirmou que, ao homologar a delação de Youssef, Zavascki agiu “em desconformidade com o princípio do devido processo legal, gerando a produção de prova ilícita”. Isso porque, para o advogado, o doleiro não é uma pessoa de credibilidade para firmar esse tipo de acordo, pois costuma mentir em depoimentos.
Oliveira Lima também lembrou que, em delação premiada firmada antes da Lava-Jato, Youssef teria descumprido parte do acordo – portanto, não teria idoneidade para colaborar com as investigações dos desvios da Petrobras. Erton Fonseca foi preso com base em provas extraídas de depoimentos de delatores da Lava-Jato. Hoje, ele está em regime domiciliar, com tornozeleira eletrônica.
Para os ministros do tribunal, o fato de o delator ter quebrado acordo de delação anterior não impede um novo acordo. Essa avaliação caberia ao Ministério Público, e não ao Judiciário.
— O descumprimento de uma delação não acarreta a inviabilização de outra — afirmou Luís Roberto Barroso.
Os ministros também ponderaram que, por lei, os depoimentos prestados em delação premiada não podem ser usados, sozinhos, como motivo de condenação – ainda que o mesmo fato seja confirmado por mais de um delator. Por fim, os integrantes do STF declararam que a personalidade do delator não pode impedir a realização do acordo. Isso porque, se o instrumento for oferecido apenas a pessoas de bom caráter, ele será pouco utilizado.
É a primeira vez que o plenário do STF discute algum aspecto do escândalo da Lava-Jato. Até agora, as decisões sobre os desvios da Petrobras tinham ficado a cargo na Segunda Turma, formada por apenas cinco integrantes do tribunal. A turma já julgou recursos e pedidos de libertação dos acusados.
Na quarta-feira, quando o STF começou a julgar o caso, os ministros definiram que o habeas corpus é um instrumento jurídico adequado para questionar decisões deles mesmos. O entendimento pode provocar uma enxurrada de habeas corpus no tribunal – inclusive questionando outras delações homologadas por Zavascki na Lava-Jato, como a do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e a do lobista Júlio Camargo. Por lei, o habeas corpus tem prioridade na pauta de julgamentos, especialmente quando há réu preso.POR CAROLINA BRÍGIDO
27/08/2015 16:05 / ATUALIZADO 27/08/2015 16:20
BRASÍLIA - Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou nesta quinta-feira a validade do acordo de delação premiada firmado entre o doleiro Alberto Youssef e o Ministério Público Federal. Em plenário, dez ministros da Corte afirmaram que houve legalidade na decisão do ministro Teori Zavascki, relator da Lava-Jato no STF, de homologar o acordo. Como o recurso julgado era contra decisão dele, Zavascki não participou da votação. O mais antigo integrante do tribunal, Celso de Mello, ressaltou a importância dos depoimentos do doleiro para o sucesso das investigações.
— (A delação possibilitou) penetrar nesse grupo que se apoderou do aparelho do Estado, promovendo um assalto imoral, criminoso ao Erário e desviando criminosamente recursos que tinham outra destinação, a destinação socialmente necessária e aceitável. Os depoimentos desse agente como meio de obtenção de provas revelaram-se eficazes no afastamento desse véu que encobria esse conluio de delinquentes, que estão agora sofrendo a ação persecutória do Ministério Público — afirmou o decano.
STF começa a julgar validade da delação de Alberto Youssef
TRF nega segundo pedido de liberdade para Marcelo Odebrecht
Cunha tem até o dia 9 de setembro para apresentar defesa ao STF
Ex-líder do PP e condenado no mensalão, Pedro Corrêa depõe à Justiça em Curitiba
Youssef diz que deputado Celso Pansera é quem lhe intimida
O acordo foi questionado pela defesa de Erton Medeiros Fonseca, executivo da Galvão Engenharia preso em novembro na Operação Lava-Jato. Em abril, o advogado José Luís de Oliveira Lima entrou com pedido de nulidade da decisão de Zavascki. O caso foi sorteado para a relatoria do ministro Dias Toffoli. Em uma primeira análise, ele negou o pedido. Diante de um recurso da defesa, o ministro decidiu mandar o processo para o plenário.
No habeas corpus ajuizado, a defesa afirmou que, ao homologar a delação de Youssef, Zavascki agiu “em desconformidade com o princípio do devido processo legal, gerando a produção de prova ilícita”. Isso porque, para o advogado, o doleiro não é uma pessoa de credibilidade para firmar esse tipo de acordo, pois costuma mentir em depoimentos.
Oliveira Lima também lembrou que, em delação premiada firmada antes da Lava-Jato, Youssef teria descumprido parte do acordo – portanto, não teria idoneidade para colaborar com as investigações dos desvios da Petrobras. Erton Fonseca foi preso com base em provas extraídas de depoimentos de delatores da Lava-Jato. Hoje, ele está em regime domiciliar, com tornozeleira eletrônica.
Para os ministros do tribunal, o fato de o delator ter quebrado acordo de delação anterior não impede um novo acordo. Essa avaliação caberia ao Ministério Público, e não ao Judiciário.
— O descumprimento de uma delação não acarreta a inviabilização de outra — afirmou Luís Roberto Barroso.
Os ministros também ponderaram que, por lei, os depoimentos prestados em delação premiada não podem ser usados, sozinhos, como motivo de condenação – ainda que o mesmo fato seja confirmado por mais de um delator. Por fim, os integrantes do STF declararam que a personalidade do delator não pode impedir a realização do acordo. Isso porque, se o instrumento for oferecido apenas a pessoas de bom caráter, ele será pouco utilizado.
É a primeira vez que o plenário do STF discute algum aspecto do escândalo da Lava-Jato. Até agora, as decisões sobre os desvios da Petrobras tinham ficado a cargo na Segunda Turma, formada por apenas cinco integrantes do tribunal. A turma já julgou recursos e pedidos de libertação dos acusados.
Na quarta-feira, quando o STF começou a julgar o caso, os ministros definiram que o habeas corpus é um instrumento jurídico adequado para questionar decisões deles mesmos. O entendimento pode provocar uma enxurrada de habeas corpus no tribunal – inclusive questionando outras delações homologadas por Zavascki na Lava-Jato, como a do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e a do lobista Júlio Camargo. Por lei, o habeas corpus tem prioridade na pauta de julgamentos, especialmente quando há réu preso.POR CAROLINA BRÍGIDO
27/08/2015 16:05 / ATUALIZADO 27/08/2015 16:20
Caminhão seguro’ pode revolucionar o transporte em rodovias
Câmera transmite, em tempo real, tráfego à frente da carreta para o motorista atrás
Samsung propõe instalação de câmera na frente do caminhão, que transmita imagens para o motorista atrás -
RIO — Qualquer motorista que já tenha dirigido em rodovias de mão dupla sabe a agonia, e o risco, de ficar atrás de um caminhão. Por causa da falta de visibilidade, é impossível se manter atento ao que acontece à frente da carreta, e as ultrapassagens são sempre arriscadas. Pensando nisso, a Samsung desenvolveu uma tecnologia que permite ao motorista ver o movimento na estrada por câmera e monitores.
Policiais da Dakota do Norte, nos EUA, serão os primeiros no país a usar drones armados
Pesquisadores da USP desenvolvem caminhão sem motorista, pioneiro na América Latina
Intel abre código-fonte de sistema de fala eletrônica usado pelo físico Stephen Hawking
O sistema “Safety Truck” é simples. Basta instalar uma câmera sem fio na frente da cabine, que está conectada a uma pequena parede de vídeo, formada por quatro monitores instalados na traseira do baú. Dessa forma, tudo o que acontece à frente é transmitido, em tempo real, para quem está atrás.
“Isso permite que os motoristas tenham uma visão melhor para decidir quando é mais seguro ultrapassar”, diz a companhia, em comunicado. “Outra vantagem do ‘Safety Truck’ é que ele pode reduzir os riscos de acidentes causados por freadas bruscas ou animais cruzando a estrada”.
A tecnologia ainda não está disponível no mercado, mas já foi testada operacionalmente na Argentina. O próximo passo é realizar testes para a obtenção de permissões legais. Para isso, a empresa está trabalhando com ONGs e com órgãos do governo argentino.POR O GLOBO
27/08/2015 13:37 / ATUALIZADO 27/08/2015 13:42
RIO — Qualquer motorista que já tenha dirigido em rodovias de mão dupla sabe a agonia, e o risco, de ficar atrás de um caminhão. Por causa da falta de visibilidade, é impossível se manter atento ao que acontece à frente da carreta, e as ultrapassagens são sempre arriscadas. Pensando nisso, a Samsung desenvolveu uma tecnologia que permite ao motorista ver o movimento na estrada por câmera e monitores.
Policiais da Dakota do Norte, nos EUA, serão os primeiros no país a usar drones armados
Pesquisadores da USP desenvolvem caminhão sem motorista, pioneiro na América Latina
Intel abre código-fonte de sistema de fala eletrônica usado pelo físico Stephen Hawking
O sistema “Safety Truck” é simples. Basta instalar uma câmera sem fio na frente da cabine, que está conectada a uma pequena parede de vídeo, formada por quatro monitores instalados na traseira do baú. Dessa forma, tudo o que acontece à frente é transmitido, em tempo real, para quem está atrás.
“Isso permite que os motoristas tenham uma visão melhor para decidir quando é mais seguro ultrapassar”, diz a companhia, em comunicado. “Outra vantagem do ‘Safety Truck’ é que ele pode reduzir os riscos de acidentes causados por freadas bruscas ou animais cruzando a estrada”.
A tecnologia ainda não está disponível no mercado, mas já foi testada operacionalmente na Argentina. O próximo passo é realizar testes para a obtenção de permissões legais. Para isso, a empresa está trabalhando com ONGs e com órgãos do governo argentino.POR O GLOBO
27/08/2015 13:37 / ATUALIZADO 27/08/2015 13:42
APPLE
Ex-CEO da Apple anuncia dois novos smartphones para países em desenvolvimento
John Sculley, que demitiu Steve Jobs da empresa em 1985, é o dono da empresa que criou os aparelhos, a Obi Worldphone
Os dois novos modelos da Obi
RIO - A empresa Obi Worldphone, fundada pelo ex-CEO da Apple, John Sculley, anunciou na quarta-feira dois novos smartphones — o SF1 e o SJ1.5.
Veja Também
Samsung permitirá a usuários de iPhone degustar novos smartphones Galaxy
Google adia para 2016 piloto de seu smartphone modular ‘Ara’
Samsung anuncia smartphones Galaxy Note 5 e S6 Edge+, com telas gigantes
De acordo com a “CNET”, os dois aparelhos Android custam menos de US$ 250 e contribuem para levar a cabo a missão da Obi Worldphone de levar telefones de qualidade superior para mercados em desenvolvimento no mundo.
Sculley descreveu o SF1 e SJ1.5 em uma declaração: “Dois smartphones de alta qualidade, com design premium e preço excepcional para atrair os jovens mais exigentes em mercados de rápido crescimento na Ásia, África e Oriente Médio”.
O SF1, em homenagem à cidade de San Francisco, é um smartphone 4G / LTE equipado com display de 5 polegadas, resolução 1.920x1.080 e Gorilla Glass 4. O corpo é de metal e fibra de vidro, tem duplo slot para cartão SIM, processador Snapdragon 615 e câmera traseira de 13 megapixels. Ele virá em duas variações; um modelo de US$ 199 com 2GB de RAM e 16GB de armazenamento interno, e um modelo de US$ 249 com 3GB de RAM e 32 GB de armazenamento.
Já o aparelho 3G SJ1.5 3G, uma homenagem à cidade de San Jose, é mais modesto. Ele é alimentado por um processador MediaTek MT6580 Quad-Core e tem tela de 5 polegadas com alta definição Gorilla Glass 3, slot dual SIM e 16GB de armazenamento interno com memória expansível.
Sculley é talvez mais lembrado por sua controversa decisão de demitir Steve Jobs da Apple em 1985, oito anos antes de ele próprio ter sido demitido do cargo de CEO da companhia.
Desde então, o empresário americano de 76 anos tem se mantido ativo no mundo da tecnologia como investidor e fundador, tendo se envolvido com empresas como Metro PCs, antes de estabelecer a Obi, na esperança de construir um smartphone para o bilhão de pessoas esperadas para entrar no mercado nos próximos anos.por O Globo
27/08/2015 14:33 / Atualizado 27/08/2015 14:56
John Sculley, que demitiu Steve Jobs da empresa em 1985, é o dono da empresa que criou os aparelhos, a Obi Worldphone
RIO - A empresa Obi Worldphone, fundada pelo ex-CEO da Apple, John Sculley, anunciou na quarta-feira dois novos smartphones — o SF1 e o SJ1.5.
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De acordo com a “CNET”, os dois aparelhos Android custam menos de US$ 250 e contribuem para levar a cabo a missão da Obi Worldphone de levar telefones de qualidade superior para mercados em desenvolvimento no mundo.
Sculley descreveu o SF1 e SJ1.5 em uma declaração: “Dois smartphones de alta qualidade, com design premium e preço excepcional para atrair os jovens mais exigentes em mercados de rápido crescimento na Ásia, África e Oriente Médio”.
O SF1, em homenagem à cidade de San Francisco, é um smartphone 4G / LTE equipado com display de 5 polegadas, resolução 1.920x1.080 e Gorilla Glass 4. O corpo é de metal e fibra de vidro, tem duplo slot para cartão SIM, processador Snapdragon 615 e câmera traseira de 13 megapixels. Ele virá em duas variações; um modelo de US$ 199 com 2GB de RAM e 16GB de armazenamento interno, e um modelo de US$ 249 com 3GB de RAM e 32 GB de armazenamento.
Já o aparelho 3G SJ1.5 3G, uma homenagem à cidade de San Jose, é mais modesto. Ele é alimentado por um processador MediaTek MT6580 Quad-Core e tem tela de 5 polegadas com alta definição Gorilla Glass 3, slot dual SIM e 16GB de armazenamento interno com memória expansível.
Sculley é talvez mais lembrado por sua controversa decisão de demitir Steve Jobs da Apple em 1985, oito anos antes de ele próprio ter sido demitido do cargo de CEO da companhia.
Desde então, o empresário americano de 76 anos tem se mantido ativo no mundo da tecnologia como investidor e fundador, tendo se envolvido com empresas como Metro PCs, antes de estabelecer a Obi, na esperança de construir um smartphone para o bilhão de pessoas esperadas para entrar no mercado nos próximos anos.por O Globo
27/08/2015 14:33 / Atualizado 27/08/2015 14:56
DEFENSOR DOS HOMENS HETEROSSEXUAIS
Ex-candidato do PRTB é abordado por estudantes no Congresso e vaticina que presidente ‘cai do galho’ em 60 dias
M.OGLOBO.GLOBO.COM
VENEZUELA BRIGA POR COMIDA
0:40/0:40

480.619 visualizações
Faltam produtos básicos na Venezuela. Exército ocupa armazéns de empresas privadas http://bit.ly/1LUZ5cj
FINANÇAS DESTRUÍDAS
Economista e ex-conselheiro dos governos do PT disse que ficou ‘espantado’ com fala da presidente sobre futuro da economia
OGLOBO.GLOBO.COM
DILMA JORNALISTA APELA
Em comentário matinal na Rádio Jovem Pan, o jornalista Arnaldo Jabor, foi incisivo ao clamar pela renúncia de Dilma. Jabor se referiu na primeira pessoa à
REVOLTABRASIL.COM.BR|POR REVOLTA BRASIL
Arnaldo Jabor alerta para armação contra Sergio Moro e chama povo para apoiá-lo | Revolta BrasilDurante comentário recente na Rádio CBN, o jornalista Arnaldo Jabor alertou para armações que podem estar por vir contra o Juiz do caso Lava-Jato, Sergio Moro,REVOLTABRASIL.COM.BR ·23.440 COMPARTILHAMENTOS · 6 DE AGOSTO DE 2015
DRONES ARMADOS NA POLÍCIA
Policiais da Dakota do Norte, nos EUA, serão os primeiros no país a usar drones armados
OGlobo -
RIO - Agências de aplicação da lei no estado americano de Dakota do Norte estão legalmente autorizadas a armar seus drones com qualquer tipo de armas não-letais. drone Tal, no entanto, não era o objetivo inicial dos legisladores daquele estado, diz o “Engadget”.
A proposta de lei número 1328 não previa armas de qualquer espécie em drones. “Na minha opinião deveria haver uma clara linha vermelha: drones não devem ser transformados em arma”, disse o representante republicano Rick Berger — autor da proposta — em uma audiência do comitê, em março.
AEROPORTO REGIONAL DE SOBRAL
Área declarada de utilidade pública pelo Prefeito Clodoveu Arruda para fins de desapropriação e construção do Novo aeroporto de Sobral, perspectiva do Terminal de Passageiros e imagens do local a margem da CE 178.






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DÓLAR
27/08/2015 09h18 - Atualizado em 27/08/2015 11h57
Dólar opera em queda nesta quinta-feira, abaixo de R$ 3,60
Na véspera, moeda terminou o dia cotada a R$ 3,60, em queda de 0,19%.
Do G1, em São Paulo
O dólar operava em queda ante o real nesta quinta-feira (27), acompanhando outros mercados de câmbio, em meio à percepção de que diminuiu a chance de um aumento de juros em setembro nos Estados Unidos diante da turbulências financeiras nos mercados globais.
saiba mais
Acompanhe mais cotações do mercado financeiro
Às 11h49, o dólar recuava 1,33% na venda, cotado a R$ 3,5535. Veja a cotação.
Às 9h09, caía 0,38%, cotado a R$ 3,5874.
Às 10h10, caía 1,01%, cotado a R$ 3,5650.
Às 11h19, caía 1,16%, cotado a R$ 3,5596.
Após chegar a bater R$ 3,65 mais cedo, o dólar fechou em queda ante o real nesta quarta-feira (26), depois de três pregões seguidos de alta, mas continuou no patamar de R$ 3,60.
A moeda norte-americana terminou o dia cotada a R$ 3,6014 para venda, em baixa de 0,19%. Veja cotação.
Mais tarde, o Banco Central dará continuidade à rolagem dos swaps cambiais que vencem em setembro, com oferta de até 11 mil contratos, equivalentes a venda futura de dólares.
Dólar opera em queda nesta quinta-feira, abaixo de R$ 3,60
Na véspera, moeda terminou o dia cotada a R$ 3,60, em queda de 0,19%.
Do G1, em São Paulo
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Às 11h49, o dólar recuava 1,33% na venda, cotado a R$ 3,5535. Veja a cotação.
Às 9h09, caía 0,38%, cotado a R$ 3,5874.
Às 10h10, caía 1,01%, cotado a R$ 3,5650.
Às 11h19, caía 1,16%, cotado a R$ 3,5596.
Após chegar a bater R$ 3,65 mais cedo, o dólar fechou em queda ante o real nesta quarta-feira (26), depois de três pregões seguidos de alta, mas continuou no patamar de R$ 3,60.
A moeda norte-americana terminou o dia cotada a R$ 3,6014 para venda, em baixa de 0,19%. Veja cotação.
Mais tarde, o Banco Central dará continuidade à rolagem dos swaps cambiais que vencem em setembro, com oferta de até 11 mil contratos, equivalentes a venda futura de dólares.
MAIORIDADE PENAL EM CHOQUE
27/08/2015 06h00 - Atualizado em 27/08/2015 10h16
Maioria do Senado é contra PEC que reduz idade penal, apura G1
Levantamento ouviu todos os 81 senadores; 45 são contra texto da Câmara.
Para ser aprovada, proposta não pode ter mais que 32 votos contrários.

O Senado derrubará a proposta de emenda constitucional (PEC) aprovada pela Câmara que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos se mantidas as posições manifestadas ao G1 entre sexta-feira (21) e esta quarta (26) pelos 81 senadores.
O levantamento indicou que mais da metade dos senadores (45) são contrários à PEC, aprovada em dois turnos na Câmara.
Para uma alteração na Constituição ser aprovada, são necessários os votos favoráveis de três quintos do plenário – ou seja, 49 dos 81 senadores. Dessa forma, a proposta poderia ter, no máximo, 32 votos contrários.

MAIORIDADE PENAL
Congresso pode mudar legislação
propostas em discussão
texto aprovado na câmara
argumentos contra e a favor
avaliação de especialistas
posição do governo
vídeo interativo
No levantamento, 27 dos 81 senadores ouvidos se declararam favoráveis ao texto aprovado pela Câmara. Nove preferiram não declarar posição.
Para ser promulgado como emenda à Constituição, o texto necessita de duas votações favoráveis no Senado.
O presidente da Casa, Renan Calheiros, já se manifestou contrário à redução da idade penal. Mesmo assim, afirmou que a proposta tramitará no Senado, mas não estipulou prazo para isso. Se aprovada em dois turnos pelos senadores, a PEC será promulgada. Se rejeitada, será arquivada.
Os senadores responderam ao levantamento do G1 na condição de anonimato – parte deles pessoalmente, parte por telefone e parte por meio da assessoria.
A pergunta formulada aos senadores foi a seguinte: "O senhor/senhora é favorável ou contrário à proposta de emenda à Constituição aprovada pela Câmara que reduz a idade penal de 18 para 16 anos nos casos de homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte e crimes hediondos?"
Ministério Público e tempo de internação
Diversos senadores que se declararam contrários à PEC disseram que são favoráveis, em tese, à redução da maioridade penal, mas não nos termos em que a Câmara aprovou.
Vários manifestaram apoio ao projeto do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que estabelece a penalização de jovens entre 16 e 18 anos desde que proposta exclusivamente pelo Ministério Público e julgada exclusivamente por juiz especializado em questões de infância e adolescência.
saiba mais
Após manobra, Câmara aprova proposta para reduzir maioridade
Confira argumentos de defensores e críticos da redução da idade penal
Renan diz que é contra proposta que reduz maioridade penal para 16 anos
Eficácia da redução da maioridade penal divide políticos e especialistas
Em fevereiro de 2014, a proposta foi rejeitadana Comissão de Constituição e Justiça do Senado numa votação em caráter terminativo (pela qual o texto não precisa seguir para o plenário). Mas um recurso foi apresentado para que a matéria não seja arquivada e possa ser analisada no plenário. Para isso, precisa ser incluída na ordem do dia.
Outros parlamentares afirmaram que consideram suficiente o projeto de lei aprovado pelo Senado que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e aumenta o tempo de internação de menores de 18 anos que tenham cometido crimes hediondos. A matéria seguiu para votação na Câmara dos Deputados.
Pelo projeto, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), os jovens que tenham cometido esse tipo de crime poderão ficar internados em centros de atendimento socioeducativo por até dez anos. Atualmente, o tempo máximo de internação é de três anos.
Câmara dos Deputados
Na Câmara, a redução da maioridade penal chegou a ser rejeitada, em votação no último dia 1º de julho. Na ocasião, a PEC recebeu 303 votos favoráveis – eram necessários ao menos 308.
Pelo texto, poderiam ser penalizados criminalmente os jovens com 16 anos ou mais que cometessem crimes hediondos (como latrocínio e estupro), homicídio doloso (intencional), lesão corporal grave, seguida ou não de morte, e roubo qualificado. Eles deveriam cumprir a pena em estabelecimento separado dos maiores de 18 anos e dos menores de 16 anos.
No dia seguinte, porém, uma manobra do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um dos principais defensores da redução da maioridade penal, permitiu que a proposta – após sofrer modificação – fosse novamente votada e, desta vez, aprovada. A votação final, em segundo turno, ocorreu no último dia 19, e o texto foi definitivamente aprovado na Câmara.
A manobra consistiu em restringir a penalização de jovens infratores entre 16 e 18 anos para casos de homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte e crimes hediondos, com cumprimento da pena em estabelecimento penal separado dos menores de 16 e maiores de 18. Com isso, vários deputados mudaram o voto, o que permitiu a aprovação da proposta.Laís Alegretti e Filipe MatosoDo G1, em Brasília
Maioria do Senado é contra PEC que reduz idade penal, apura G1
Levantamento ouviu todos os 81 senadores; 45 são contra texto da Câmara.
Para ser aprovada, proposta não pode ter mais que 32 votos contrários.
O Senado derrubará a proposta de emenda constitucional (PEC) aprovada pela Câmara que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos se mantidas as posições manifestadas ao G1 entre sexta-feira (21) e esta quarta (26) pelos 81 senadores.
O levantamento indicou que mais da metade dos senadores (45) são contrários à PEC, aprovada em dois turnos na Câmara.
Para uma alteração na Constituição ser aprovada, são necessários os votos favoráveis de três quintos do plenário – ou seja, 49 dos 81 senadores. Dessa forma, a proposta poderia ter, no máximo, 32 votos contrários.
MAIORIDADE PENAL
Congresso pode mudar legislação
propostas em discussão
texto aprovado na câmara
argumentos contra e a favor
avaliação de especialistas
posição do governo
vídeo interativo
No levantamento, 27 dos 81 senadores ouvidos se declararam favoráveis ao texto aprovado pela Câmara. Nove preferiram não declarar posição.
Para ser promulgado como emenda à Constituição, o texto necessita de duas votações favoráveis no Senado.
O presidente da Casa, Renan Calheiros, já se manifestou contrário à redução da idade penal. Mesmo assim, afirmou que a proposta tramitará no Senado, mas não estipulou prazo para isso. Se aprovada em dois turnos pelos senadores, a PEC será promulgada. Se rejeitada, será arquivada.
Os senadores responderam ao levantamento do G1 na condição de anonimato – parte deles pessoalmente, parte por telefone e parte por meio da assessoria.
A pergunta formulada aos senadores foi a seguinte: "O senhor/senhora é favorável ou contrário à proposta de emenda à Constituição aprovada pela Câmara que reduz a idade penal de 18 para 16 anos nos casos de homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte e crimes hediondos?"
Ministério Público e tempo de internação
Diversos senadores que se declararam contrários à PEC disseram que são favoráveis, em tese, à redução da maioridade penal, mas não nos termos em que a Câmara aprovou.
Vários manifestaram apoio ao projeto do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que estabelece a penalização de jovens entre 16 e 18 anos desde que proposta exclusivamente pelo Ministério Público e julgada exclusivamente por juiz especializado em questões de infância e adolescência.
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Em fevereiro de 2014, a proposta foi rejeitadana Comissão de Constituição e Justiça do Senado numa votação em caráter terminativo (pela qual o texto não precisa seguir para o plenário). Mas um recurso foi apresentado para que a matéria não seja arquivada e possa ser analisada no plenário. Para isso, precisa ser incluída na ordem do dia.
Outros parlamentares afirmaram que consideram suficiente o projeto de lei aprovado pelo Senado que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e aumenta o tempo de internação de menores de 18 anos que tenham cometido crimes hediondos. A matéria seguiu para votação na Câmara dos Deputados.
Pelo projeto, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), os jovens que tenham cometido esse tipo de crime poderão ficar internados em centros de atendimento socioeducativo por até dez anos. Atualmente, o tempo máximo de internação é de três anos.
Câmara dos Deputados
Na Câmara, a redução da maioridade penal chegou a ser rejeitada, em votação no último dia 1º de julho. Na ocasião, a PEC recebeu 303 votos favoráveis – eram necessários ao menos 308.
Pelo texto, poderiam ser penalizados criminalmente os jovens com 16 anos ou mais que cometessem crimes hediondos (como latrocínio e estupro), homicídio doloso (intencional), lesão corporal grave, seguida ou não de morte, e roubo qualificado. Eles deveriam cumprir a pena em estabelecimento separado dos maiores de 18 anos e dos menores de 16 anos.
No dia seguinte, porém, uma manobra do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um dos principais defensores da redução da maioridade penal, permitiu que a proposta – após sofrer modificação – fosse novamente votada e, desta vez, aprovada. A votação final, em segundo turno, ocorreu no último dia 19, e o texto foi definitivamente aprovado na Câmara.
A manobra consistiu em restringir a penalização de jovens infratores entre 16 e 18 anos para casos de homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte e crimes hediondos, com cumprimento da pena em estabelecimento penal separado dos menores de 16 e maiores de 18. Com isso, vários deputados mudaram o voto, o que permitiu a aprovação da proposta.Laís Alegretti e Filipe MatosoDo G1, em Brasília
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