O Brasil notificou nesta terça-feira 1.954, um novo recorde de mortes por Covid-19 contabilizadas em 24h. Com isso, o país alcançou a marca de 268.568 vidas perdidas desde o começo da pandemia. A média móvel foi de 1.572 óbitos, o maior patamar do cálculo desde a chegada do vírus ao país. Este é o 11º dia consecutivo que isto ocorre. A média móvel está 39% do que a registrada duas semanas atrás.
09/03/2021 com 1.954 mortes
03/03/2021 com 1.840 mortes
04/03/2021 com 1.786 mortes
05/03/2021 com 1.760 mortes
02/03/2021 com 1.726 mortes
25/02/2021 com 1.582 mortes
29/07/2020 com 1.554 mortes
06/03/2021 com 1.498 mortes
04/06/2020 com 1.470 mortes
11/02/2021 com 1.452 mortes
O estado de Goiás foi o único a não divulgar seus números de mortes, informando apenas os de infectados. Se todos os estados apresentassem dados completos, o Brasil bateria ou chegaria bem próximo de 2 mil mortes em 24h.
Desde as 20h de segunda-feira, 69.537 casos foram notificados, elevando para 11.125.017 o total de infectados pelo coronavírus. A média móvel foi de 68.167 casos, 38% maior do que o cálculo de 14 dias atrás.
Vacinômetro: Acompanhe a aplicação das vacinas contra Covid-19 no Brasil e no mundo
A "média móvel de 7 dias" faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído" causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.
Vinte e quatro unidades da federação atualizaram seus dados sobre vacinação contra a Covid-19 nesta terça-feira. Em todo o país, 8.736.891 pessoas receberam a primeira dose de um imunizante, o equivalente a 4,13% da população brasileira. A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 2.975.266 pessoas, ou 1,41% da população nacional.
Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde.
Infográfico: Números do coronavírus no Brasil e no mundo
O Observatório Covid-19 BR, grupo formado por 85 pesquisadores de instituições do país inteiro como Fiocruz e USP, publicou nesta terça-feira uma carta aberta defendendo o fechamento das escolas neste momento de alta de casos.
— Com esta nota estamos procurando chamar atenção que os riscos envolvidos na reabertura das escolas dependem do contexto local — afirma Lorena Barberia, pesquisadora da USP, que faz parte do Observatório Covid-19. — Também queremos chamar atenção ao conjunto de medidas que devem ser implantadas para garantir segurança e conseguir agir a tempo quando há casos nas escolas sejam de alunos, funcionários, ou professores.
Os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), enviaram nesta terça-feira um ofício ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, cobrando explicações sobre o cronograma de vacinação contra a Covid-19. Lira e Pacheco questionam se o cronograma apresentado no sábado pelo secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, está mantido e pedem explicações caso ele tenha sido alterado.
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