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quarta-feira, 7 de abril de 2021

CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO MUDANÇAS EM VIGOR NA PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA (12)

 

Motoristas e proprietários de veículos automotores do Ceará e de todo o Brasil devem ficar atentos às mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que começam a valer a partir da próxima segunda-feira, 12 de abril. As alterações foram sancionadas pelo Governo Federal, em outubro de 2020, assim como ficou definido que entrariam em vigor, após 180 dias.

Entre as modificações está a nova validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que atualmente é de cinco anos, para condutores até 65 anos, e de três anos, para aqueles com idade superior a 65 anos. Com a mudança, motoristas com idade inferior a 50 anos passam a ter habilitação com validade de 10 anos. Para aqueles que tiverem idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70, a validade da CNH será de cinco anos. Já para os condutores com idade igual ou superior a 70 anos, a CNH valerá por três anos.

Ceará é 4º do Brasil com mais suspeitas de reações adversas a cloroquina e hidroxicloroquina. Painel da Anvisa mostra 16 notificações de pacientes prejudicados, no ano passado, após uso da medicação que integra o Kit Covid



Legenda: De acordo com o Anvisa, as notificações por efeitos adversos associados ao uso da cloroquina e hidroxicloroquina no Ceará somam 16 suspeitas.

Ceará registrou, entre março de 2020 e o último dia 4, 16 suspeitas de reações adversas após uso de cloroquina e hidroxicloroquina. É o quarto maior número do Brasil, segundo o Painel de Notificações de Farmacovigilância da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em quantidade de registros, o Estado fica atrás apenas de Amazonas (636), São Paulo (73) e Rio de Janeiro (18). Das 16 notificações cearenses, 13 constam no painel como “recuperadas/resolvidas”. O desfecho das três restantes não é informado.

Os casos são enviados à agência por farmacêuticos ou outros profissionais de saúde, e correspondem a “suspeitas de eventos adversos”, já que, como a Anvisa destaca, “não estão disponíveis os resultados das análises para atribuir ou não a causalidade aos medicamentos”.

Incluindo no levantamento outros dois medicamentos do “Kit Covid”, a azitromicina e a ivermectina, o número de reações adversas suspeitas no Ceará sobe para 25, entre março passado e este mês – oito delas após uso do antibiótico, e uma após o antiparasitário.

Entre 2018, primeiro ano disponível no painel, e fevereiro de 2020, último mês antes da pandemia no Ceará, não houve registro de reação adversa à cloroquina e à hidroxicloroquina no Estado. No mesmo período, dois casos de eventos ligados à azitromicina foram contabilizados, ambos em 2019.
EFEITOS DO USO

Entre os eventos adversos supostamente ligados ao uso da cloroquina e da hidroxicloroquina e notificados no Painel da Anvisa estão distúrbios gastrointestinais, cutâneos, oculares, respiratórios, musculares e no sistema nervoso.

Os pacientes que mais apresentaram manifestações foram os da faixa etária entre 18 e 44 anos, com sete casos; seguidos pelos de 45 a 74 anos, com cinco registros; e maiores de 75 anos, com quatro notificações. Mulheres predominam, com dez casos, contra seis em homens.

Os meses em que o Ceará anotou suspeitas de eventos adversos pelos dois fármacos mais simbólicos do “kit Covid” foram abril (2), maio (4), junho (7), agosto, novembro e dezembro (um caso cada mês). Em 2021, ainda não houve registro.

Internado com Covid em maio de 2020, no Hospital São José (HSJ), o vendedor Francisco da Silva, 40, foi um dos pacientes que chegaram a receber como tratamento a associação entre cloroquina e azitromicina.

“Passei alguns dias tomando e parecia que tava fazendo efeito. Mas ninguém sabe, né? E depois senti uma taquicardia, um formigamento nos pés, acho que pode ter sido efeito da cloroquina, o médico disse que era possível”

A médica Lígia Kerr, pesquisadora da Universidade Federal do Ceará (UFC) e integrante da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) explica que os efeitos podem variar de acordo com cada organismo. Os principais são taquicardia, náuseas, vômito e tontura.

A especialista alerta que estudos científicos comprovam que o uso da cloroquina e hidroxicloroquina - que compõem o chamado ‘Kit Covid’ - só deve ser feito em “casos muito especiais” o que não inclui a Covid-19. “É contraindicado”, pontua a média. Ela detalha que o uso desses medicamentos podem causar importantes efeitos colaterais, levando inclusive o paciente a óbito.

“Um desses efeitos é a arritmia cardíaca. Pacientes com quadra grave da Covid podem morrer”, descreve a gravidade do uso indevido. Lígia avalia ainda que o atual número de 16 pessoas com suspeitas de reações adversas tende a crescer nas próximas semanas caso a “onda de falsas informações continue”.

“É preocupante. Há uma corrente que defende e apoia o uso do ‘kit covid’ e isso pode trazer consequências graves. A ciência tem que prevalecer. Mas, caso as pessoas continuem tomando esses medicamentos, a tendência é de surgir mais casos com reações”

infectologista
Com a crescente vertiginosa da pandemia e a baixa oferta de vacinação, acrescenta Lígia, pode se desencadear uma corrida por medicamento sem comprovação científica e danosos à saúde quando mal ministrados.

“A pandemia segue crescendo. As pessoas estão desesperadas vendo o vírus bater à sua porta e, com a falta de informação, ou incentivo equivocado, podem recorrer a esse kit. É um cenário perigoso. É bom lembrar que essa cepa atual tem carga viral dez vezes maior que a primeira”.
FALSA SENSAÇÃO DE SEGURANÇA

Além de não ser efetivo para o tratamento da Covid-19, os medicamentos podem causar uma falsa sensação de segurança, adverte a pesquisadora da UFC.

“As pessoas acham que estão seguras e tendem a relaxar nos cuidados. Já presenciei pessoas que deixaram de usar máscara sob o pretexto de estarem fazendo uso do ‘kit covid’. É uma ameaça a ela própria e às pessoas do seu convívio, pois ficam sujeitas a serem infectadas”, conclui Lígia Kerr.

Em abril de 2020, a Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) chegou a incluir o uso de cloroquina e hidroxicloroquina, associadas à azitromicina, como protocolo de tratamento de pacientes graves com Covid-19. Em maio, a pasta editou uma nova nota técnica, retirando recomendação de uso de medicamentos antimaláricos, como a Cloroquina e a Hidroxicloroquina no tratamento rotineiro de pacientes com suspeita ou confirmação da Covid hospitalizados no âmbito do Estado.

FALECIMENTO DE ANTONIO MARCOS VIANA (TOINHO ARGEMIRO), OCORRIDO NA TARDE DE HOJE DIA 07 DE ABRIL DE 2021 NA SANTA CASA DE MISERICORDIA DE SOBRAL, ESPOSO DA DALILA CABELEIREIRA RECÉM FALECIDA.

 RIPARDO TRINDADE COMUNICA: TEMOS O DOLOROSO DEVER DE COMUNICAR O FALECIMENTO DO MEU CUNHADO ANTONIO MARCOS VIANA (TOINHO ARGEMIRO), OCORRIDO NA TARDE DE HOJE NA SANTA CASA DE MISERICORDIA DE SOBRAL,  ESPOSO DA DALILA  CABELEIREIRA RECÉM FALECIDA.

Belo Horizonte - Variante inédita do coronavírus é indentificada

Com a intensa circulação do coronavírus SARS-CoV-2 e o baixo número de pessoas imunizadas, o Brasil vive o cenário ideal para a formação de novas variantes do vírus da COVID-19, além da cepa de Manaus (P.1) e do Rio de Janeiro (P.2), de acordo com especialistas. Agora, uma provável terceira variante foi identificada em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais.

Nas últimas 24 horas, 4.211 mortes causadas pela doença covid foram registradas, um novo recorde.

Senado aprova projeto que prorroga até julho prazo de entrega do Imposto de Renda 2021 Prazo de entrega acaba em 30 de abril; proposta estende para 31 de julho. Texto já foi aprovado pela Câmara, mas por ter sido modificado precisa ser novamente analisado pelos deputados.

Antônio Dori outra vítima dessa doença.

 Dori é  Esposo de Neuverina Albuquerque Servidora Pública municipal.