Pesquisar este blog

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Governo de SP suspende aumento do ICMS para genéricos e alimentos Governo estadual enfrenta uma onda de ações judiciais para impedir o reajuste do imposto previsto para começar no dia 15

Suspensão foi anunciada nesta quarta-feira (6)AGÊNCIA BRASIL
A alta no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para medicamentos genéricos e alimentos foi suspensa pelo estado de São Paulo nesta quarta-feira (6), por determinação do governador João Doria . 

A justificativa do governo é que as mudanças foram propostas em agosto de 2020, quando a pandemia do novo coronavírus regredia no estado. Atualmente, os indicadores voltam a crescer. O governo aponta também o fim da renda emergencial do governo federal como um dos motivos.

"A redução de benefícios do ICMS poderia causar aumento no preço de diversos alimentos e medicamentos genéricos, principalmente para a população de baixa renda. Decidimos, assim, suspender a vigência dos decretos estaduais que autorizam redução de benefícios fiscais do ICMS para insumos agropecuários para a produção de alimentos e medicamentos genéricos", disse Doria. "

O governo estadual enfrenta uma onda de ações judiciais para impedir o reajuste do imposto previsto para começar em 15 de janeiro. Para organizar as contas do estado por causa da pandemia do novo coronavírus, o governo de João Doria (PSDB) realizou uma reforma administrativa em outubro que resultou em um corte de 20% em incentivos, elevando a carga tributária a partir de janeiro deste ano.

No setor de alimentação, por exemplo, produtos como carne, leite, hortifrútis, pães e congelados teriam até 4,32% de impostos na composição dos seus preços nas gôndolas dos supermercados, segundo a Apas (Associação Paulista de Supermercados).

Uma força-tarefa de secretários foi criada na terça-feira (5) para intensificar a análise dos pedidos de setores econômicos para revisão da redução de benefícios fiscais e dialogar com os setores envolvidos. 

Outros setores

Sobre os combustíveis, decreto determina “complemento” à alíquota do ICMS. No caso do etanol, por exemplo, com essa medida a alíquota passa dos atuais 12% para 13,3%.

No setor de software, a Confirp Consultoria Contábil destaca aumento de 58% na alíquota, de 5,0% para 7,90%. "O objetivo da ação do governo do Estado é ajustar as contas frente aos impactos no caixa por causa do período de crise recente, contudo o resultado pesará nas contas das empresas e no bolso dos consumidores, que também enfrentam dificuldades oriundas da crise", explica, em nota, o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos, para quem é certo que haverá repasse aos consumidores.

No último mês, diversas entidades se manifestaram contra o aumento do imposto, como a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Paulista de Supermercados (Apas) a Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde), a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) e a Federação de Agricultura e Pecuária do Estado (Faesp). A Faesp divulgou nota em que afirma que, nesta terça-feira (5), realizou novas tratativas com o governo do Estado para tentar reverter o aumento do ICMS, mas, por enquanto, não obteve sucesso.

O setor agrário programa um "tratoraço" no interior do Estado nesta quinta-feira (7) contra a elevação da carga tributária.

Segundo nota da Faesp, mais de 100 sindicatos rurais, além de cooperativas agrícolas, associações e entidades ligadas ao agro, já aderiram ao movimento. "Elevar a tributação na atual conjuntura é inoportuno e prejudicial para a sociedade, pois acarretará custos de produção crescentes e encarecimento no preço dos alimentos para o consumidor final. Os cidadãos comuns, em especial os mais necessitados, é quem pagarão essa conta."

Na véspera do “tratoraço”, Doria ‘amarela’ e recua

Governo Federal zera imposto de importação de seringas e agulhas até junho Escrito por Agência Brasil, 16:22 / 06 de Janeiro de 2021. Atualizado às 16:42 / 06 de Janeiro de 2021 O Comitê-Executivo da Câmara de Comércio Exterior também suspendeu uma sobretaxa aplicada para as seringas importadas da China


Comitê-Executivo da Camex avalia o abastecimento brasileiro de produtos de saúde e promove ajustes na lista com base na avaliação do Ministério da Saúde da situação da pandemia no país

Até o meio do ano, as seringas e agulhas de outros países entrarão no Brasil sem pagar tarifas. O Comitê-Executivo da Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu zerar o imposto de importação até 30 de junho. A medida ajudará a reforçar o combate à pandemia de Covid-19.

Até agora, esses produtos pagavam 16% de alíquota para entrar no País. O Camex também suspendeu, até o fim de junho, uma sobretaxa aplicada para as seringas descartáveis importadas da China.

A decisão vem no mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Ministério da Saúde suspendeu a compra de seringas “até que os preços voltem à normalidade”. 







Desde 2009, o Brasil aplica uma medida antidumping - punição autorizada pelas normas internacionais quando um país julga haver concorrência desleal à indústria nacional - às seringas descartáveis chinesas. Desde 2015, a sobretaxa estava fixada em US$ 4,55 a cada quilograma de mercadoria importada.
Tarifa zerada

Com as duas medidas, a lista de produtos com tarifa zerada para o combate à pandemia de covid-19 aumentou para 303 produtos. Desde março de 2020, o Comitê-Executivo da Camex avalia o abastecimento brasileiro de produtos de saúde e promove ajustes na lista com base na avaliação do Ministério da Saúde da situação da pandemia no país. Até agora, foram emitidas 16 resoluções de reduções tarifárias.

Na segunda-feira (4), o Ministério da Saúde havia requisitado a fabricantes instalados no país seringas e agulhas de estoques excedentes para a futura campanha de vacinação contra a Covid-19.

Covid-19: Rede privada da Capital tem alta de 14,2% em UTI e 29,7% em enfermarias Escrito por Felipe Mesquita/Alessandro Torres, metro@svm.com.br 20:14 / 06 de Janeiro de 2021. Atualizado às 20:38 / 06 de Janeiro de 2021 Nos últimos 20 dias, oito unidades ligadas à Associação dos Hospitais do Ceará seguem registrando aumento nas internações

A rede privada de saúde de Fortaleza contabiliza altas nas internações por Covid-19, de acordo com informações do presidente da Associação dos Hospitais do Estado do Ceará (Ahece), Aramicy Pinto. O aumento está sendo registrado nos últimos 20 dias em oito unidades ligadas à entidade, pontua. 

 

Atualmente, indica o levantamento, 32 pacientes recebem cuidados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o que corresponde a um acréscimo de 14,2% em comparação ao dia 16 de dezembro, quando 28 pessoas estavam internadas nessas alas. 

Já nas enfermarias, a taxa de ocupação é ainda maior. No mesmo período, o número de pacientes atendidos passou de 47 para 61, ou seja, 29,7% a mais que na data anterior. 

“Houve aumento substancial nos internamentos clínicos e isso nos preocupa porque nós estamos pegando um contingente de pessoas da última semana, que coincide com o Natal. Com essas festas de fim de ano, tem uma tendência de alta ainda, haja vista a grande quantidade de pacientes procurando as emergências para testar se estão positivados ou não”, alerta Aramicy Pinto. 

Ainda segundo ele, o perfil de pacientes contaminados pelo novo coronavírus também mudou. “Nós tínhamos, geralmente, pacientes com mais idade. Hoje, a positividade está se concentrando no intervalo de 20 a 40 anos. Quer dizer, a juventude tem que prestar mais atenção porque ela também está suscetível como uma pessoa de 50, 60 anos, então, tem que se cuidar”, atenta. 

Sesa

Outro mapeamento evidencia a situação das unidades de saúde públicas e privadas da Capital. A plataforma IntegraSUS, da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), cuja atualização ocorreu às 16h04, mostra que entre hospitais públicos e privados, a ocupação em leitos de UTI da Capital é de 67,69% em UTIs e 42,83% em enfermarias.  

O Hospital Antônio Prudente é o único da cidade com 100% de ocupação em UTI e enfermarias, tendo 12 e 23 leitos, respectivamente, preenchidos. 

Veja a situação em cada unidade privada de Fortaleza:

Hospital Gênesis - 29,17% em UTI e 72,22% em enfermaria;
Hospital Monte Klinikum - 70% em UTI e 76,92% em enfermaria;
Hospital Otoclínica - 91,67% em UTI e 57,14% em enfermaria;
Hospital Regional Unimed - 78,85% em UTI e 75% em enfermaria;
Hospital São Carlos - 50% em UTI e 93,33% em enfermaria;
Hospital Uniclinic - 90% em UTI e 88,89% em enfermaria;
Hospital São Raimundo - 75% em UTI e 83,33% em enfermaria;
Hospital Aldeota - não há leitos ativos.

A procura demasiada por atendimento ambulatorial e internação por Covid-19, por exemplo, levou o Hospital Unimed Fortaleza a remanejar 10 leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica para o acolhimento de pacientes infectados pelo novo coronavírus, na última segunda-feira (4). 

Por meio de nota, a unidade esclareceu que segue com a UTI pediátrica, mesmo tendo sido “remanejada para outra área do hospital". Os demais leitos da ala, cujo número não foi repassado, estão voltados para o atendimento infantil de outras enfermidades.

O diretor clínico do Hospital Unimed Fortaleza, Jurandir Marques, chegou a complementar que a medida tem caráter preventivo, uma vez que há três dias, foram anotados cerca de 248 atendimentos de emergência a pacientes com sintomas de Covid-19, um dos quatro maiores registros desde o início da pandemia no Ceará.

Ajustes

No Hospital São Raimundo, o diretor médico Mozart Rolim, informou que a unidade está “tentando expandir leitos de enfermaria e UTI” para conseguir atender todos os pacientes. “Abrimos uma segunda UTI com seis leitos, com previsão de mais quatro até o fim da semana”, ressaltou.

Procurados pela reportagem do Diário do Nordeste, os hospitais Otoclínica e Monte Klinikum não quiseram se pronunciar sobre a problemática.

Para Aramicy Pinto, a situação epidemiológica da Covid-19 exige uma reestruturação das unidades para que elas possam acomodar pacientes infectados. "Eu posso dizer com muita clareza que nós já acendemos o sinal amarelo. Nós vínhamos no sinal verde, e hoje já estamos com sinal de advertência, estamos nos preparando para que se esses números continuarem a subir, tenhamos que abrir novos leitos".

vice-presidente dos EUA, Mike Pence, ao lado da presidente da Câmara, Nancy Pelosi .Após expulsão dos invasores pró-Trump, congressistas retomam sessão para oficializar vitória de Biden Vice-presidente condena invasão

WASHINGTON — Os congressistas americanos voltaram ao Capitólio por volta das 22h de Brasília para concluir o ritual de oficalização da vitória do democrata Joe Biden nas eleições de novembro. Na abertura da sessão, o vice-presidente Mike Pence fez um discurso de veemente condenação aos episódios de violência vistos mais cedo, com apoiadores de Donald Trump, insuflados por ele, invadindo o Congresso.

— Para aqueles que causaram estragos em nosso Congresso hoje: vocês não ganharam. A violência nunca vence. A liberdade vence. E esta ainda é a casa do povo — disse Pence. — Vamos voltar ao trabalho.

O presidente do Senado, o republicano Mitch McConnell, também fez um firme discurso condenando os invasores, classificando-os como "uma turba desenfreada".

—Eles tentaram perturbar a nossa democracia e falharam — disse McConnell. — O comportamento criminoso nunca dominará o Congresso dos Estados Unidos.

A sessão foi suspensa pouco mais de uma hora após começar à tarde, devido ao protesto violento que pretendia impedir a proclamação de Biden como presidente, última etapa formal do processo eleitoral.


A sessão era prevista para durar horas, já que parlamentares republicanos iriam apresentar questionamentos ao resultado oficial. É incerto se eles manterão os questionamentos, após um dos dias mais tensos da História recente dos EUA. O clima atual é muito mais amistoso, de firme repúdio de ambos os lados aos episódios vividos em Washington.

Em meio à violência e ao caos no Capitol, Pence parece ter assumido muitas das responsabilidades que tradicionalmente cabiam ao presidente. É possível deduzir de suas declarações que ele autorizou o envio da Guarda Nacional para expulsar os invasores, depois de notícias de que o secretário da Defesa de Trump, Christopher Miller, que assumiu o cargo em novembro, se recusou a fazê-lo.

O sargento de armas, principal oficial de segurança do Capitólio, anunciou que o prédio estava seguro por volta das 17h40 (19h40 no horário de Brasília).


Mais cedo, a presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi, disse em uma carta aos colegas que decidiu reiniciar a cerimônia ainda nesta quarta-feira após consultar sua equipe de liderança e fazer uma série de ligações para o Pentágono, o Departamento de Justiça e o vice-presidente, Mike Pence. Ela não fez menção ao presidente.

"Sempre soubemos que essa responsabilidade nos levaria noite adentro", escreveu Pelosi. “Também sabíamos que hoje faríamos parte da História de forma positiva, apesar das objeções infundadas ao voto do Colégio Eleitoral. Agora faremos parte da história, pois tão vergonhosa imagem do nosso país foi divulgada ao mundo, instigada no mais alto nível.”
1 de 31

Multidão de apoiadores do presidente Donald Trump ocupa o prédio do Congresso americano, interrompendo sessão de raificação da vitória do democrata Joe Biden no processo eleitoral de 2020 Foto: LEAH MILLIS / REUTERSApoiadores de Donald Trump escalam as paredes do Capitólio dos EUA, em Washington Foto: JIM URQUHART / REUTERSGrupo de manifestantes pró-Trump invadiu o prédio do Congresso, nesta quarta-feira (6) e interrompeu a sessão de confirmação da vitória de Joe Biden na eleição presidencial de novembro Foto: SAUL LOEB / AFPOs manifestantes violaram a segurança e entraram no Capitólio enquanto o Congresso debatia a Certificação de Voto Eleitoral da eleição presidencial de 2020 Foto: SAUL LOEB / AFPSegundo testemunhas, há manifestantes armados dentro do prédio, e alguns deles tentam invadir o plenário da Câmara, onde ainda estão alguns deputados Foto: SAUL LOEB / AFPPoliciais se esforçam para conter apoiadores do presidente dos EUA, Donald Trump, reunidos em frente ao prédio do Capitólio dos EUA, em Washington Foto: LEAH MILLIS / REUTERSManifestantes entram em confronto com a polícia do Capitólio durante um protesto para contestar a certificação dos resultados das eleições presidenciais dos EUA Foto: SHANNON STAPLETON / REUTERSApoiadores do presidente Donald Trump entram no Capitólio enquanto gás lacrimogêneo lançado pela polícia toma o corredor do prédio Foto: SAUL LOEB / AFPApoiador de Trump usa uma máscara de gás enquanto invade o Congresso americano Foto: BRENDAN SMIALOWSKI / AFPUm manifestante segura uma bandeira de apoio ao presidente Trump dentro do edifício do Capitólio dos EUA, perto da Câmara do Senado Foto: WIN MCNAMEE / AFPUm policial do Capitólio atira spray de pimenta em um manifestante que tenta entrar no prédio do Congresso Foto: POOL / REUTERSUm manifestante é visto pendurado na varanda do pelnário do Senado Foto: WIN MCNAMEE / AFPUm manifestante é visto dentro do Capitólio dos EUA Foto: WIN MCNAMEE / AFPManifestante detido é visto dentro do prédio do Congresso americano enquanto apoiadores de Trump protestam do lado de fora, em Washington Foto: JONATHAN ERNST / REUTERSPoliciais detêm uma mulher após um confronto com simpatizantes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, do lado de fora do Congresso americano durante sessão de confirmação da vitória do democrata Joe Biden Foto: LEAH MILLIS / REUTERSUm homem grita enquanto apoiadores de Trump se reúnem em frente ao prédio do Congresso Foto: LEAH MILLIS / REUTERSManifestantes pró-Trump entram em confronto com a polícia e as forças de segurança enquanto tentam invadir o Congresso americano Foto: JOSEPH PREZIOSO / AFPA polícia detém um manifestante durante protesto pró-Trump em frente ao Congresso amerciano Foto: ROBERTO SCHMIDT / AFPApoiadores de Trump, protestam em frente ao Capitólio dos EUA, em Washington Foto: JONATHAN ERNST / REUTERSA polícia segura os apoiadores do presidente dos EUA, Donald Trump, enquanto eles se reúnem em frente à Rotunda do Capitólio dos EUA Foto: OLIVIER DOULIERY / AFPPoliciais do Capitólio tomam posições enquanto os manifestantes invadem o prédio Foto: POOL / REUTERSManifestantes pró-Trump entram em confronto com policiais em frente ao Congresso americano, em Washington, Foto: LEAH MILLIS / REUTERSManifestantes pró-Trump entram em confronto com policiais em frente ao Congresso americano, em Washington, Foto: JOSEPH PREZIOSO / AFPApoiadores de Donald Trump confrontam policiais do lado de fora do Congresso americano Foto: BRENDAN SMIALOWSKI / AFPUm manifestante senta-se no gabinete da presidente da Câmara, Nancy Pelosi, durante invasão ao prédio do Capitólio Foto: SAUL LOEB / AFPManifestantes invadem o edifício do Capitólio dos EUA, em Washington Foto: WIN MCNAMEE / AFPManifestantes violaram a segurança e entraram no Capitólio enquanto o congressistas debatiam a Certificação da vitória de Joe Biden na eleição presidencial Foto: SAUL LOEB / AFPO deputado David Trone usa uma máscara de gás dentro do Capitólio Foto: TWITTER/@REPDAVID TRONE / via REUTERSManifestantes reunidos em frente ao Capitólio dos EUA. Protesto foi convocado pelas redes sociais, e tenta pressionar os republicanos para que apoiem a iniciativa do presidente para derrubar os resultados do Colégio Eleitoral Foto: Samuel Corum / AFPPoliciais em traje antimotim caminham em direção ao Capitólio dos EUA enquanto os manifestantes invadem o prédio Foto: TASOS KATOPODIS / AFPApoiadores de Trump invadem o Capitólio dos EUA Foto: Samuel Corum / AFP

Uma multidão de apoiadores de Trump invadiu a sede do Congresso dos EUA nesta quarta-feira por volta das 14h15 (16h15 no horário de Brasília). Por algum tempo, senadores e deputados ficaram trancados em seus respectivos plenários. Imagens postadas nas redes sociais mostraram cenas de apoiadores brigando violentamente com a polícia enquanto pelo menos uma pessoa se dirigia à tribuna da Câmara para declarar seu apoio a Trump.

Uma mulher foi baleada no ombro e morreu após ser encaminhada ao hospital em estado grave. Ao menos 13 pessoas foram presas e cinco armas foram apreendidas.

— Isso é o que vocês ganharam, rapazes — gritou o senador Mitt Romney, republicano de Utah, enquanto a confusão se desenrolava no plenário do Senado, aparentemente se dirigindo a seus colegas que lideravam a acusação para pressionar as falsas alegações de Trump de uma eleição roubada. — Isso é o que o presidente causou hoje, essa insurreição.


A agitação levou a prefeita de Washington, DC, Muriel Bowser, a declarar toque de recolher em toda a cidade a partir das 18h (20h no horário de Brasília), com duração até as 6h da manhã (8h em Brasília) de quinta-feira.

Os 1.100 soldados da Guarda Nacional do Distrito de Columbia foram acionados a pedido de Bowser, informou um oficial do Exército.

O GLOBO RECOMENDA

MUNDO
MUNDO
MUNDO
MUNDO




Conteúdo Publicitário








MAIS LIDAS NO GLOBO

1.

Daniel Gullino e Gustavo Maia
2.

Daniel Gullino, André de Souza e Gustavo Maia
3.

Ana Lucia Azevedo
4.

David Barbosa
5.

Ana Rosa Alves e agências internacionais
MAIS DE MUNDO
VER MAIS
Para comentar é necessário ser assinante

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal
LOGIN
COMENTÁRIOS
CARREGAR MAIS COMENTÁRIOS










© 1996 - 2021. Todos direitos reservados a Editora Globo S/A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.


Pra que parar aqui?
Temos uma oferta especial para você!APROVEITE
Ou desative seu bloqueador de anúncios e leia a matéria.Saiba mais

Brasil está preparado para iniciar vacinação antes de 25 de janeiro CONTRA O Covid-19 .Vacinas serão produzidas pela Fiocruz e pelo Butantan

O ministro da Saúde fez um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão na noite de quarta
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou na noite desta quarta-feira (6) que o Brasil está preparado e tem seringas suficientes para iniciar a vacinação contra a Covid-19 antes de 25 de janeiro.

Pazuello também disse que o governo vai publicar nesta noite uma Medida Provisória que trata de "medidas excepcionais" para a aquisição de vacinas e insumos. A MP determina que a coordenação da vacinação vai caber ao Ministério da Saúde e também permite, por exemplo, a compra de imunizações antes da aprovação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Novo Coronavírus Brasil tem agulhas e seringas para iniciar vacinação, afirma Pazuello Ministro da Saúde diz que o país está preparado para executar o plano nacional de imunização contra a covid-19

 O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta quarta-feira (6), em pronunciamento na cadeia de rádio e televisão, que o Brasil já conta com 60 milhões de agulhas e seringas para iniciar a vacinação contra a covid-19 no Brasil já neste mês de janeiro.

Ele contou que há ainda a garantia da Organização Pan-Americana de Saúde de que o Brasil receberá mais 8 milhões de agulhas e seringas em fevereiro, além de 30 milhões de produtos solicitados para a Abimo (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos).

A fala de Pazuello surge em meio à dificuldade para garantir seringas e agulhas para imunizar a população. Após restringir a exportação dos materiais, o governo agora zerou o imposto de importação dos itens

Leia mais: Fiocruz deve pedir uso emergencial da vacina de Oxford até sexta-feira

De acordo com Pazuello, o ministerio "esta preparado" para executar o palano operacional de vacinação contra  covid-19. A previsão feita pelo ministro no fim de dezembro era de iniciar a imunização contra a doença respiratória causada pelo novo coronavírus entre o fim de janeiro e início de fevereiro.

“O Ministério da Saúde está preparado e estruturado, em termos financeiros, organizacionais e logísticos, para executar o plano nacional e operacional de vacinação contra a covid-19”’, afirmou ele, Pazuello reforçou ainda que o Brasil já tem 354 milhões de doses de vacinas asseguradas para 2021.

Do número citado, 254 milhões de doses são da parceria entre a Fiocruz e o laboratório AstraZeneca e as outras 100 milhões produzidas pelo Instituto Butantan em parceria com a Sinovac. Ele contou ainda que há negociação com os laboratórios Gamaleia, da Rússia, Janssen, Pfizer e Moderna, dos Estados Unidos, e Biotech, da Índia. 

“O Brasil é o único país da América Latina que tem três laboratórios produzindo vacinas. Ou seja, seremos também exportadores de vacina para a nossa região muito em breve”, avaliou o ministro da Saúde.

"Asseguro que todos Estados e municípios receberão a vacina de forma simultânea, igualitária e proporcional a sua população. No que depender do Ministério da Saúde e do presidente da República, a vacina será gratuita e não obrigatória", disse.

O ministro também aproveitou o pronunciamento para se solidarizar com as famílias das quase 200 mil vítimas da covid-19 no Brasil e agradecer a todos profissionais de saúde que atuam em território nacional.

CORANAVIRUS NO MUNDO

 Pedestres atravessam uma rua vazia em Manchester, nesta terça-feira (5). Bloqueio de seis semanas da Inglaterra, que começou à meia-noite, é semelhante ao da primeira restrição nacional de coronavírus, em março do ano passado Foto: OLI SCARFF / AFPHomem caminha por uma rua quase deserta no centro de Manchester, noroeste da Inglaterra, quando a Grã-Bretanha entra em um bloqueio nacional para combater a disseminação do COVID-19 Foto: OLI SCARFF / AFPHomem passa por um café fechado em Manchester. Bares e restaurantes já estavam fechados, e as determinações para reuniões sociais também já eram bem restritas Foto: OLI SCARFF / AFPPedestres caminham ao longo do dique, perto da Tower Bridge, enquanto a Grã-Bretanha entra em um bloqueio nacional, em Londres. População só poderá sair de casa para fazer compras essenciais, praticar exercícios, para trabalhar caso seja impossível fazê-lo de casa e em outras poucas exceções Paramédico é visto entre ambulâncias do lado de fora do Royal London Hospital, no leste de Londres. Disseminação da Covid-19 está acelerando nos países com o avanço de uma cepa mais transmissível do coronavírus Foto: JUSTIN TALLIS / AFPPedestre passa por um pôster da Unicef, promovendo as vacinas da Covid-19, em Manchester Foto: OLI SCARFF / AFPUm pedestre solitário caminha pelo mercado Leadenhall, na cidade de Londres, completamente vazio Foto: TOLGA AKMEN / AFPUma rua vazia é retratada, em meio ao surto da COVID-19 em Edimburgo, Escócia Foto: RUSSELL CHEYNE / REUTERSPessoas fazem fila do lado de fora de um centro de testes de COVID-19 em Liverpool, Grã-Bretanha Foto: PHIL NOBLE / REUTERSUm ciclista percorre o Mall deserto, tendo ao fundo o Palácio de Buckingham, enquanto a Grã-Bretanha entra em um bloqueio nacional Foto: JUSTIN TALLIS / AFPBrian Pinker, 82, recebe a vacina COVID-19 da Oxford University / AstraZeneca da enfermeira no Hospital Churchill, em Oxford, Grã-Bretanha Foto: POOL / REUTERSMesas vazias são vistas na loja fechada da Apple, na avenida Kurfuerstendamm, em Berlim. a Alemanha voltou a intensificar as medidas restritivas no país nesta terça-feira Foto: ODD ANDERSEN / AFPUm pedestre solitário é visto no "Mall of Berlin", o maior shopping center da capital alemã. No país, além de estender o prazo da quarentena até o fim de janeiro, os moradores das regiões onde há maior propagação do vírus terão as viagens não essenciais restritas a um raio de 15 km Foto: ODD ANDERSEN / AFPUm ciclista de entrega de comida pedala na chuva no centro de Roma. Itália também tomou decisões semelhantes um dia após Inglaterra e Escócia anunciarem o retorno a uma quarentena total Foto: TIZIANA FABI / AFPPessoas sentam-se perto do Coliseu, um dia antes de o país voltar ao bloqueio como parte dos esforços para conter a propagação da COVID-19. Durante as festas de fim de ano, até esta quarta-feira, todos os italianos passaram grande parte do tempo na chamada zona vermelha, que só permitia que eles saíssem de casa para atividades consideradas essenciais ou para visitar apenas um amigo ou um parente Foto: GUGLIELMO MANGIAPANE / REUTERS