Pesquisar este blog

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Nas últimas 24 horas, país registrou 1.354 óbitos e 41.393 casos da pandemia, indica o boletim do consórcio de imprensa
Cíntia Cruz
29/07/2021 - 20:00 / Atualizado em 29/07/2021 - 20:07Movimentação com aglomeração na Saara, no Rio de Janeiro Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo/19-07-2021


Receba notícias em tempo real no app.BAIXAR


RIO — O Brasil notificou 1.354 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, elevando para 554.626 o total de vidas perdidas para o coronavírus. A média móvel foi de 1.070 óbitos, uma redução de 14% em comparação ao cálculo de duas semanas atrás.


Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo, que reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h.

Foram registrados também 41.393 novos casos da doença em território nacional, elevando para 19.838.909 o total de pessoas que já se contaminaram com o vírus. A média móvel foi de 44.974 diagnósticos positivos, um aumento de 10% em comparação ao índice de 14 dias atrás, mas dentro da margem considerada estável.


A “média móvel de 7 dias” faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com a vista duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos e das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados, abafando o “ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

Vacinação

Vinte e três unidades federativas do Brasil atualizaram seus dados sobre vacinação contra a Covid-19 nesta quinta-feira. Em todo o país, 98.912.578 pessoas foram parcialmente imunizadas com a primeira dose de uma das vacinas, o equivalente a 46,71% da população brasileira. Já 40.232.066 pessoas estão totalmente imunizadas (com as duas doses ou com a vacina de dose única), ou seja, 19% da população nacional.


Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou a aplicação 1.448.528 doses, sendo 710.110 vacinas de primeira dose, 649.393 de segunda dose e 89.025 de dose única.






MAIS LIDAS NO GLOBO

1.

Camila Zarur
2.

O Globo
3.

Marcos Nunes e Paolla Serra
4.

André de Souza
5.

Alfredo Mergulhão
MAIS DE SAÚDE
VER MAIS
Para comentar é necessário ser assinante

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal
LOGIN
COMENTÁRIOS
CARREGAR MAIS COMENTÁRIOS


















© 1996 - 2021. Todos direitos reservados a Editora Globo S/A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Já é a?5h 4oqFaça login

CEARA: SITUAÇÃO DA DENGUE PREOCUPA NO MUNICÍPIO DE SOBRAL, OS AGENTES DE COMBATE AS ENDEMIAS VEM TRABALHANDO NA ELIMINAÇÃO DO AEDES AEGYPTI.

 

secretaria de Saúde de Sobral está em alerta sobre a situação da Dengue no município, o aumento das notificações preocupa muito. A Unidade de Vigilância de Zoonoses vem trabalhando para que a população esteja   protegida, Sobral já contabiliza mais 640 notificações e 49 casos confirmados.



Os Agentes de Combate as Endemias (ACE) vem trabalhado diariamente no combate a dengue, tanto nas visitas  casa a casa  nos 112 mil imóveis com nos trabalhos de bloqueios, como Peri-focal e no uso em aplicações a Ultra Baixo Volume (UBV).



Além do trabalho dos Agentes de Combate as Endemias é muito importante a conscientização da população Sobralense, pois 80% dos depósitos positivos estão dentro das residências como:

Baldes, ralos, pias, tanques, gela-água  etc.

Bairros como Alto do Cristo, Domingos Olímpios, Expectativas, Junco e os distritos de Caioca e Jordão, Rafael Arruada hoje estão em alerta máxima. 

 Vamos juntos vencer o Aedes aegypti.






FUNDO ELEITORAL 'FUNDÃO ' CONGRESSO NACIONAL APROVA COM PREVISÃO DE R$ 5,7 BI PARA CAMPANHAS EM 2022 O texto segue agora para a sanção ou veto do presidente Jair Bolsonaro

 Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira (15/07/2021) o projeto de LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para 2022 com previsão de elevar os recursos para a campanha eleitoral do ano que vem de R$ 2 bilhões para R$ 5,7 bilhões.
O texto segue agora para a sanção ou veto do presidente Jair Bolsonaro.

Essa verba dos cofres públicos é dividida entre os partidos políticos para bancar a campanha e é hoje o principal mecanismo de financiamento público dos candidatos.

O relator do projeto, deputado Juscelino Filho (DEM-MA), alterou a versão original da proposta, enviada pelo governo em abril. A mudança prevê que o fundo de financiamento da campanha eleitoral terá o valor de 25% da verba da Justiça Eleitoral em 2021 e em 2022, além de uma parte das emendas de bancada estaduais.

Sem a mudança feita por Juscelino Filho, não haveria um patamar mínimo para o financiamento da campanha. Com o texto aprovado, o Congresso estabelece um piso mínimo para o fundo, que, segundo técnicos que participaram das negociações, é de aproximadamente R$ 5,7 bilhões.

Isso representa quase o triplo do valor defendido pelo Ministério da Economia, que queria manter o patamar de R$ 1,8 bilhão. Integrantes da pasta classificaram o aumento como "altíssimo", mas evitam falar sobre a estratégia a partir de agora e se o ministro Paulo Guedes irá defender o veto a esse dispositivo.

Com medidas de interesse dos parlamentares, a votação da LDO foi acelerada. O parecer de Juscelino Filho foi protocolado na madrugada, a votação na comissão que cuida do Orçamento ocorreu pela manhã e, à tarde, já houve sessão do Congresso para aprovar o projeto.

Além de inflar o fundo eleitoral, o Congresso inseriu na LDO dispositivos para poder ampliar a fatia que controlará no Orçamento do próximo ano, chamados de emendas de relator.

Apesar das críticas de deputados e senadores contrários ao financiamento público de campanha eleitoral, houve pouca resistência nas votações do projeto ao longo desta quinta.

Em 2020, ano de eleição municipal, o Congresso tentou emplacar uma transferência de quase R$ 4 bilhões. Mas teve que recuar por causa da repercussão negativa e do desgaste político. O valor foi então estabelecido em R$ 2 bilhões.

O montante almejado por líderes partidários para o fundo em 2022 também é bem superior ao repartido em 2018, última campanha para eleição presidencial e do Congresso. Em 2018, os recursos somaram cerca de R$ 2 bilhões, em valores corrigidos pela inflação.

Até 2015, as grandes empresas, como bancos e empreiteiras, eram as principais responsáveis pelo financiamento dos candidatos. Naquele ano, o STF (Supremo Tribunal Federal) proibiu a doação empresarial sob o argumento de que o poder econômico desequilibra o jogo democrático.

Para as eleições de 2018 foi criado então o fundo eleitoral, de R$ 1,7 bilhão (cerca de R$ 2 bilhões com correção pela inflação), que se somou aos recursos já existentes do fundo partidário, em torno de R$ 1 bilhão.

Apesar da proibição do Supremo, há brechas que mantêm o desequilíbrio em favor dos mais ricos, devido às doações de empresas feitas por meio de seus executivos, como pessoa física, além do autofinanciamento -ou seja, a possibilidade de os candidatos bancarem suas próprias campanhas, limitados apenas pelo teto estabelecido para cada candidatura.

O cálculo da divisão dos R$ 5,7 bilhões do fundo eleitoral de 2022 ainda será finalizado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Isso depende de alguns critérios previstos em lei, como tamanho das bancadas no Congresso.

Em 2020, PT e PSL foram os que mais receberam verba. Seguindo a mesma fatia, esses partidos receberiam mais de R$ 550 milhões cada um em 2022.

No entanto, o percentual de cada partido deve ser alterado para a campanha de 2022. No PSL, por exemplo, é esperado que metade da bancada de 53 deputados irá sair da sigla quando o presidente Jair Bolsonaro decidir em qual legenda se filiará.

Deputados do Novo tentaram derrubar o aumento dos recursos, mas tiveram o pedido rejeitado pela maioria.

"Em um país sem saneamento e com escolas fechadas há um ano e meio, é um absurdo destinar R$ 6 bilhões para fazer campanha política. Essa não é a prioridade", afirmou a deputada Adriana Ventura (Novo-SP).

O relator defendeu a ampliação. "Estamos vinculando ele [o fundo eleitoral] ao orçamento da Justiça Eleitoral e achamos que é importante para o exercício da democracia dos partidos", argumentou.

Novo, PSOL, Cidadania e Podemos foram os partidos que se manifestaram contra o aumento do fundo eleitoral na Câmara. Como a proposta de redução do valor do fundo foi rejeitada na Câmara, não houve votação específica desse tema no Senado.

(FOLHAPRESS)

WhatsApp possibilita denunciar condutas ou contatos inapropriados na própria ferramenta, diretamente na conversa, através do menu do aplicativo. A polícia orienta que as pessoas que caíram no esquema sem saber da ilegalidade registrem um Boletim de Ocorrência e também denuncie nos chats das redes sociais.

ESPECIALISTAS ALERTAM PARA 'GOLPE DO PIX DE R$ 1' EM GRUPOS NO WHATSAPP QUE PROMETEM LUCRO FINANCEIRO, NO CEARÁ.

Além dos prejuízos financeiros, os participantes desse tipo de esquema podem responder criminalmente.
Convites para entrar nos esquemas de pirâmide por meio de PIX podem ser encontrados nas redes sociais. — Foto: Reprodução
A plataforma de mensagens instantâneas WhatsApp registrou o aumento de grupos que prometem lucro financeiro mediante a transferência, por meio de PIX, de pequenos valores, que variam entre R$ 1 e R$ 10. A iniciativa, que começou a chamar atenção no Ceará, propõe que cada usuário recrute mais pessoas. Especialistas alertam que a prática tem características de pirâmide financeira, considerada crime no Brasil, de acordo com a Lei nº 1.521/1951.

O modelo de negócio não sustentável funciona por meio da indicação desenfreada de novos membros, até que o esquema quebre.
No caso do WhatsApp, uma pessoa cria o grupo e vai acionando outras, que só entram depois do pagamento do valor, geralmente de R$ 1. Esses participantes têm que recrutar novos, que pagam o mesmo valor para quem convidou, mas chega o momento que a pirâmide se rompe, pois, não tem mais como lucrar, deixando várias pessoas no prejuízo. A ação é divulgada principalmente através de anúncios nas redes sociais.
O presidente da Comissão de Direito da Tecnologia da Informação da Ordem dos Advogados do Brasil Secção Ceará (OAB-CE), André Peixoto, afirma que as pessoas que estiverem na base da pirâmide são as que mais vão sofrer prejuízos.
"O problema da pirâmide é que ela não se sustenta, ela não se baseia numa economia real. A partir do momento que você não consegue mais pessoas para constituir essa base da pirâmide o sistema todo vai ruir. E aquelas pessoas que naquele momento estiverem na base, elas vão sofrer o prejuízo, enquanto aquelas que estiverem no topo vão ter conseguido, até aquele momento, lucro, sem qualquer tipo de trabalho, serviço ou algo que tenha sido efetivamente produzido", alerta.
Dados vulneráveis
André Peixoto ressalta ainda que quem participa do esquema deixa os dados pessoais vulneráveis.

"Quando você entra nesse grupo, quando você faz as transferências, acaba expondo seu nome, muitas vezes a foto do perfil, o telefone, os dados bancários e também a informação que você é suscetível a esse tipo de golpe, a esse tipo de proposta, é atraído por esse tipo de situação. Então, além do problema da pirâmide em si, que parece muito inofensivo, porque são contribuições de pequenos valores, mas também você está vulnerabilizando seus dados pessoais".
Participantes podem ser incriminados
Conforme o advogado criminalista e professor da Universidade Federal do Ceará (UFC), Nestor Santiago, quem participa do esquema, além do prejuízo financeiro, pode responder criminalmente.
"Quem estimula a participação nesse tipo de crime, está praticando um crime que nós chamamos de crime de menor potencial ofensivo. O que as pessoas devem ter atenção é que não existe dinheiro fácil, ou seja, se você deseja participar nesse tipo de pirâmide é possível que você vá perder dinheiro. Ainda que seja pouco dinheiro, você vai ter o prejuízo de ser incriminado dentro dessa conduta de pirâmide", explica Nestor.

Fonte: G1 CE