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domingo, 18 de janeiro de 2015

SOBRAL LADRÃO É LINCHADO


O indivíduo foi socorrido para um hospital.
No fim da noite deste sábado (17), um homem identificado apenas como Pedro Henrique foi espancado após tentar assaltar duas pessoas na Margem Esquerda do rio Acaraú.

As vítimas conseguiram surpreender o elemento e em seguida linchá-lo. Uma ambulância do Samu foi acionada e o homem socorrido para o hospital Santa Casa.

Segundo informações, Pedro Henrique é suspeito de assaltar motoristas na Avenida Senador Fernandes Távora fazendo o uso de pedras.

DESRESPEITO AOS BRASILEIROS

sábado, 17 de janeiro de 2015


Vídeo revolta internautas ao mostrar Jean Wyllys desprezando e desrespeitando os brasileiros; assista


Imagem: Reprodução/Yotuube
Um vídeo que está sendo compartilhado massivamente na internet tem gerado revolta entre os internautas. No recorte de uma entrevista, Jean Wyllys despreza e desrespeita a população brasileira, afirmando que ela não deve ser consultada a respeito de temas importantes, tais como a pena de morte e a redução da maioridade penal, pelo fato de ser ignorante e mal informada.

Dessa maneira, Jean Wyllys rotula como ignorantes e incapazes todos aqueles que divergem de suas opiniões nessas temáticas. Veja:
Corruptos desviam R$200 bilhões por ano no Brasil, afirma ONU

MUDANÇAS RECENTES PROPOSTAS DO GOVERNO DÁ AO MINISTRO DO TRABALHO EXPLICAÇÕES




Foto: Iano Andrade – Gabinete Digital/PR

O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, afiançou nesta quinta-feira (15), durante “Face to Face” do Portal Brasil, que as mudanças recentes, propostas pelo governo, não subtraem qualquer direito dos trabalhadores brasileiros. “Este é um compromisso da presidenta. De, não só mantê-los, mas melhorá-los. A proposta [de mudança nas regras] tem como objetivo combater fraudes. Tem, como meta, buscar um maior controle na concessão dos benefícios”, destacou ele.

Para o ministro, há um consenso, entre todos, de que “é fundamental e indispensável” um maior controle e um aprofundamento mais amplo para proteger a sustentabilidade do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que é constituído com dinheiro do trabalhador. “Nossa tarefa, enquanto gestor do fundo, é zelar pela sua exequibilidade e sustentabilidade a fim de que os trabalhadores, que há muitos anos mantém vinculo empregatício, quando necessitarem, encontrem um fundo robusto e rentável. Portanto, as medidas objetivam o aperfeiçoamento deste controle”, ratificou.

Seguro-desemprego – As questões relativas a mudanças nas regras da concessão do seguro-desemprego ocuparam grande parte do bate-papo do ministro do Trabalho com os internautas no Facebook. Daiane Francelino tinha dúvidas sobre quando as novas regras começariam a entrar em vigor. “Fui demitida da empresa há algumas semanas e, como não encontro trabalho, vou entrar com o pedido de seguro”, relatou.

De acordo com o ministro do Trabalho, a vigência da nova medida provisória para o seguro-desemprego na modalidade formal passa a valer 60 dias após a data da publicação no Diário Oficial da União (DOU), o que ocorreu no dia 30 de dezembro de 2014. “Portanto, você tem direito a requerer o benefício pelas regras anteriores até este prazo”, afirmou – o que vale para todas as pessoas na mesma situação de Daiane.
Já Ketila Diniz queria saber se tem direito ao seguro-desemprego alguém que foi demitido da empresa em que trabalha e tem oito meses ativos de carteira assinada. Manoel Dias reafirmou que a vigência da medida provisória começa 60 dias a partir da data de publicação, que foi em 31 de dezembro. “Quem solicitar o seguro antes disso, será regido pela legislação anterior, segundo a qual é necessário ter recebido salário relativo a cada um dos seis meses anteriores à data da dispensa.”

Ele acrescentou que, segundo a nova legislação, para ter acesso ao benefício, pela primeira vez, o trabalhador deverá ter recebido, pelo menos, 18 salários nos últimos 24 meses imediatamente anteriores à data da dispensa.

Luh Azevedo perguntou se tem direito ao seguro, pois ficou no emprego por um ano e três meses e foi demitida agora. Manoel Dias disse que, sendo essa a primeira solicitação, verificados os demais critérios, quanto ao tempo de emprego, sim. “Porém é importante entender que existem outros critérios que, seja na nova regra ou na anterior, devem ser verificados, como por exemplo, o período aquisitivo. Neste sentido, o Ministério do Trabalho está providenciando a publicação de respostas detalhadas dos possíveis casos para melhor esclarecimento.”

O ministro aconselhou as pessoas a procurarem uma unidade do ministério mais próxima de onde moram, para buscar esclarecimentos para casos específicos, como esse.

Outra internauta, Crislen Santana, contou que trabalha há 14 meses em uma empresa e será dispensada em março, quando completará16 meses de serviço. “Este não é meu primeiro emprego e já fui beneficiada pelo seguro desemprego duas vezes anteriormente. Neste caso, terei direito a receber o benefício? Porque não entendi a forma como foi colocada, que a primeira entrada tem que ter no mínimo 18 meses de contribuição. Segunda entrada, 12 meses. E terceira entrada, seis meses. Para mim, não ficou claro como essas normas se aplicarão aos que já estão no mercado de trabalho há algum tempo e não ingressando.”

Mas Dias lembrou que, a partir da terceira solicitação, as regras não sofreram alteração.

Por fim, acerca dos requisitos para obter o seguro-desemprego, Débora Ilana Abrahão questionou se as alterações trazidas pela MP 665/2014 alcançam todos os trabalhadores, independentemente da data da assinatura da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), ou são válidas somente para aqueles que tiverem a carteira assinada a partir da entrada em vigor da MP.

Segundo Manoel Dias, “a regra alcança a todos os trabalhadores com contrato de trabalho assinado”.

Abono salarial – Outra questão que suscitou muitas perguntas entre os participantes do Face to Face foram as mudanças nas regras da concessão de abono salarial. Filipe Henriques, por exemplo, queria saber o que significa conceder o abono em medida proporcional. “Refere-se ao salário mínimo ou ao salário ganho pelo funcionário? O motivo da minha pergunta é devido ao fato de eu ganhar mais de um salário mínimo e de ter se falado que isto seria pago de maneira proporcional, dependendo do período trabalhado.” Manoel Dias esclareceu que o pagamento do abono é proporcional ao salário mínimo.

O ministro do Trabalho explicou que, para ter direito a esse benefício, o trabalhador precisará cumprir pelo menos seis meses seguidos de serviço, se receber até dois salários mínimos.

Rafael Toledo queria saber se o valor seria proporcional. “Assim se o trabalhador trabalhou 12 meses, dentro do ano-base, ele receberá o valor total?”, perguntou. Segundo Manoel Dias, a medida determina que o trabalhador precisa trabalhar, no mínimo, 180 dias ininterruptos no ano em curso para ter acesso ao benefício, bem como estar cadastrado no Programa de Integração Social (PIS), na iniciativa privada, ou Programa de Formação do Servidor Público (Pasep), para servidores públicos, por no mínimo há cinco anos.

Sobre esse tema, a internauta Caroline Bortoletto relatou ter fechado cinco anos de cadastro no PIS-Pasep em 2014. E queria saber se já tinha direito de receber em 2014 ou somente a partir deste ano de 2015. O ministro respondeu que a pessoa, ao cumprir cinco anos de inscrição no PIS, e cumpridos os demais critérios, poderá receber a partir do próximo calendário de pagamento, o que se dá de julho do ano corrente a junho do ano seguinte.

Blog do Planalto

BLOGUEIRO SAUDITA CONDENADO A 1000 CHIBATADAS

O ministro explicou que o Canadá mantém relações abertas com o país árabe e “continuará a promover um diálogo permanente e respeitoso com a Arábia Saudita.
Esposa e filhos do blogueiros estão refugiados no Candadá, que levará 50 chibatadas toda sexta-feira
OPOVO.COM.BR

IMPOSTO DE RENDA MAIOR PARA PRESTADORES DE SERVIÇO PJ

ARRECADAÇÃO

Joaquim Levy sinaliza que reajuste da tabela do IR será de 4,5%

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, sinalizou nesta segunda-feira (19) que a presidente Dilma vetará o reajuste de 6,5% na tabela do Imposto de Renda aprovado pelo Congresso e deve retomar a proposta inicial de 4,5%, insuficiente para compensar a inflação do ano passado, que foi de 6,41%. Leia mais (01/19/2015 - 20h14)
|16.Jan.15 - 11:32
| Atualizado em 18.Jan.15 - 09:34


"IR maior para "PJ" é visto com ressalva"AE

Parlamentares aliados ao governo e oposição veem com ressalva o sinal da equipe econômica de que pode levar ao Congresso, ainda neste ano, um novo projeto para aumentar o Imposto de Renda (IR) dos prestadores de serviço.

Candidato ao comando da Câmara, o atual líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), afirma que o tema ainda "é controverso" entre os parlamentares.

O presidente do DEM, senador Agripino Maia (RN), avalia que o governo erra ao insistir no aumento de tributos em detrimento do corte de gastos.

Já o ministro de Relações Institucionais, Pepe Vargas (PT-RS), responsável por conduzir as negociações do governo com o Congresso, acredita haver espaço para tratar do tema. "Não existe ainda nada encaminhado. Mas, caso seja, minha posição será a de defender os interesses do governo. Vamos conversar e tentar votar", afirmou. 
 ISTOÉ Online

JIHADISTISTAS EM GUERRA SANTA CONTRA O PAPA



Num movimento que parece orquestrado, quatro fundamentalistas da imprensa brasileira (Reinaldo Azevedo, Guilherme Fiúza, José Roberto Guzzo e Ricardo Noblat) decidiram liderar uma guerra santa contra o papa Francisco; o motivo: o fato de o pontífice declarar que as religiões não devem ser insultadas, após condenar o ataque à redação do Charlie Hebdo; para os jihadistas da imprensa brasileira, a liberdade de expressão deve ser encarada como um valor absoluto, mesmo que essa não seja a realidade da França (basta pensar no humorista Dieudonné) nem dos Estados Unidos (alô, Wikileaks); ordem do Instituto Millienium?
247 - Dois dias atrás, o papa Francisco fez declarações sensatas que, aos olhos de quatro fundamentalistas da imprensa brasileira, foram consideradas heréticas. "Não se pode ofender, ou fazer guerra, ou assassinar em nome da própria religião ou em nome de Deus", disse ele. "Acho que os dois são direitos humanos fundamentais, tanto a liberdade religiosa, como a liberdade de expressão", completou, antes de afirmar que "há um limite para a liberdade de expressão".

Foi o bastante para que quatro jihadististas, num movimento aparentemente concatenado, se unissem uma espécie de guerra santa contra o sumo pontífice. O primeiro foi Reinaldo Azevedo, ex-coroinha, que simplesmente mandou o papa calar a boca (leia mais em Reinaldo sugere que o papa Francisco se cale). Também sem nenhuma sofisticação, José Roberto Guzzo, diretor editorial de Veja, afirmou que o papa viajou na maionese (assista aqui), em entrevista... à Veja.

Ricardo Noblat, do Globo, também usou uma metáfora para se referir ao caso. Disse que o papa Francisco "pisou feio na bola" (leia aqui). "Duvido que Francisco concorde com a morte como meio de se responder a uma ofensa. Mas foi a impressão que deixou", disse ele. Ou Noblat não leu o que o papa disse, ou foi mal-intencionado. Voltando à primeira declaração de Francisco, eis o que disse o pontífice: Não se pode ofender, ou fazer guerra, ou assassinar em nome da própria religião ou em nome de Deus".

Neste sábado, foi a vez de Guilherme Fiúza, também do Globo, que, para variar, misturou o assunto da semana com a política brasileira. "Talvez uma das figuras mais representativas deste momento esquisito seja o Papa Francisco. Sua Santidade tem provavelmente uma espécie de João Santana ao pé do ouvido, para soprar-lhe as últimas tendências do mercado", disse ele, condenando o que considerou uma defesa do Islã radical feita por Francisco (leia aqui).

Cartilha do Instituto Millenium

Nem todo mundo sabe, mas as famílias Civita e Marinho são sócias e mantenodoras do Instituto Millenium, um think tank criado para tentar organizar o "pensamento correto" da elite brasileira. É desse instituto, apoiado também por empresas como a Gerdau, que saem os Fiúzas, Mainardis, Magnolis, Guzzos, Contantinos e afins.

Pode-se imaginar que os quatro colunistas tenham tido a ideia simultânea de iniciar sua guerra santa contra o papa Francisco – hoje, uma das figuras mais populares e admiradas do mundo. Mas também não deve ser descartada a hipótese de uma blitz coordenada, como ocorreu em Paris com o ataque ao Charlie Hebdo e ao mercado judaico.

Se você não quiser refletir muito sobre as declarações do papa Francisco, nem é preciso. Basta olhar para quem levantou a voz contra suas declarações. Se os jihadistas da imprensa brasileira estão contra o papa, não tenha nenhuma dúvida: ele só pode estar certo.

WhatsApp Dez truques para incrementar


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Com 700 milhões de usuários, o WhatsApp é o aplicativo de mensagens mais popular do mundo
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