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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Os conselhos dos companheiros petistas, copiado do modelo chavista está sendo eliminado pelo Bolsonaro.

A imagem pode conter: 11 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé e texto

STF derruba leis que obrigavam bloqueio de celular em presídio Associação de operadoras de celular questionou leis em quatro estados. Para maioria do STF, somente União pode legislar sobre telecomunicações.

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (3), por oito votos a três, derrubar a validade de leis estaduais de Bahia, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina que obrigam operadoras de telefonia celular a instalarem equipamentos para bloqueio do sinal nos estabelecimentos prisionais.

Na avaliação da maioria do STF, somente a União pode legislar sobre telecomunicações e, portanto, as leis em vigor nos estados são inconstitucionais. Os ministros destacaram que as empresas de telefonia não podem sofrer o ônus de gastar mais com os bloqueadores em razão das leis estaduais.

O Supremo analisou cinco ações apresentadas pela Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel) contra as leis dos quatro estados e considerou procedente as ações, declarando a inconstitucionalidade das leis.

Do G1, em Brasília

INAUGURAÇÃO DA NOVA SEDE DO IPEM - INSTITUTO DE PESOS E MEDIDAS DE SOBRAL

Endereço: Aeroporto Virgílio Távora- Derby Presenças do Representante Gaspar vice-superintendente adjunto do ipem, Coordenador Regional do IPEM Ismerino Vasconcelos Mendes, presidente do Sindicato dos taxistas de Sobral Adarico,presidente da Câmara Carlos do Calixto Municipal,representando o setor de regularização fundiária António Aragão, representante do prefeito Secretário Inácio Ribeiro

Jaibaras recebeu a nova creche Zuli Albuquerque. Na ocasião, foi assinada a ordem de serviço para a reforma da quadra poliesportiva do distrito. #ocupaSobral

DESTAQUES NACIONAIS DO SN

EM JANEIRO DE 2020
Topiques aceitarão pagamento com cartões de crédito.

REFORMA TRIBUTÁRIA
Ceará é favorável a imposto único, mas quer manter incentivos fiscais.

SAÚDE EXAMES
DIAGNOSTICADOS EM 2018
Fortaleza é a 2ª capital com mais diabéticos

A Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2018) aponta que 9,5% das pessoas de 18 anos ou mais entrevistadas em Fortaleza alegaram portar a doença
Além da predisposição genética, os principais fatores de risco para o desenvolvimento da diabetes tipo 2 estão ligados aos maus hábitos, como a alimentação inadequada e o sedentarismo

Fortaleza é a segunda capital do Brasil com o maior percentual de diagnóstico de diabetes no ano passado, atrás apenas do Rio de Janeiro. É o que aponta a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2018). Ao todo, 9,5% das pessoas de 18 anos ou mais entrevistadas em Fortaleza no ano passado alegaram portar a doença. Os números, levantados pelo Núcleo de Dados do Sistema Verdes Mares, foram divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Ministério da Saúde.
O resultado mostra um crescimento de 1.9 pontos percentuais em relação a 2017, quando 7,6% dos entrevistados da Capital declararam possuir o diagnóstico, o que colocava a cidade na 9ª posição no ranking nacional. As mulheres apresentaram a maior incidência da doença no levantamento mais recentes, em 10,7% dos entrevistados de 2018. Já 8,1% dos homens ouvidos alegaram estar com a doença. 
A Vigitel Brasil 2018 também aponta a frequência de adultos com diabetes que referiram tratamento medicamentoso da doença. Neste caso, 86,7% das pessoas entrevistadas no período disseram tratar a patologia em Fortaleza, sendo 89,7% homens e 89,7% mulheres. 
Além da predisposição genética, os principais fatores de risco para o desenvolvimento da diabetes tipo 2 estão ligados aos maus hábitos, como a alimentação inadequada e o sedentarismo, segundo explica a médica endocrinologista do Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC), Ana Flávia Torquato. "O motivo pelo qual tem crescido a diabetes no Brasil e em Fortaleza são os hábitos de vida. A população está cada vez mais obesa então o foco deve ser melhorar a alimentação e praticar atividade física regular", orienta.
Segundo a especialista, a doença se torna mais comum com o envelhecimento da população, uma vez que cai a produção da insulina, ao mesmo tempo que aumenta a resistência a ela. A médica alerta, ainda, para a característica assintomática da diabetes tipo 2, que pode não apresentar sintomas por muitos anos. 
"Tem pessoas que passam até 10 anos sem saber e quando descobrem é porque já apresenta alguma complicação. O problema da diabetes são as complicações associadas à ela, como doenças renais, perda da visão, amputações e a nível cardiovascular. A principal causa de mortes por diabetes é infarto agudo do miocárdio e a insuficiência cardíaca", destaca.

Brasil tem maior criação de empregos no primeiro semestre desde 2013

Somente em junho, foram abertas 48.436 vagas com carteira assinada. Dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.
A economia brasileira gerou 408.500 empregos com carteira assinada no primeiro semestredeste ano, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (25) pelo Ministério da Economia.
O saldo é a diferença entre as contratações e a demissões. Nos seis primeiros meses deste ano, o país registrou 8.221.237 contratações e 7.812.737 demissões.

De acordo com o governo, trata-se do melhor resultado, para este período, desde 2014, ou seja, em cinco anos. No mesmo período do ano passado, por exemplo, foram abertas 392.461 vagas com carteira assinada.

Os números de criação de empregos formais do primeiro semestre, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro e maio. Os dados de junho ainda são considerados sem ajuste.

Após três anos seguidos de demissões, a economia brasileira voltou a gerar empregos com carteira assinada em 2018, quando foram abertas 529.554 vagas formais, de acordo com dados oficiais.

Os números oficiais do governo mostram também que, em junho deste ano, a criação de empregos formais somou 48.436 vagas com carteira assinada. Segundo o governo, esse é o melhor resultado para esse mês desde 2013 – quando foram abertas 123.836 vagas formais.

Já nos últimos 12 meses, segundo o Ministério da Economia, foram criados 524.931 postos de trabalho formais. Com o resultado de junho, o estoque de empregos estava em 38,819 milhões no final do mês passado. No final do mesmo mês de 2018 eram 38,294 milhões.

Os números do governo revelam que, no primeiro semestre deste ano, houve abertura de vagas em sete dos oito setores da economia.

O maior número de empregos criados aconteceu no setor de serviços. Já o comércio foi o único setor que demitiu no período.

Indústria de Transformação: +69.286
Serviços: +272.784
Agropecuária: +75.380
Construção Civil: +57.644
Extrativa Mineral: +3.181
Comércio: -88.772
Administração Pública: +15.657
Serviços Industriais de Utilidade Pública: +3.340

Segundo o governo, houve abertura de vagas formais, ou seja, com carteira assinada, em quatro das cinco regiões do país nos seis primeiros meses deste ano.

Sudeste: +251.656
Sul: +111.455
Centro-Oeste: +76.110
Norte: +4.472
Nordeste: -35.193
Somente no mês de junho deste ano, segundo o Ministério da Economia, foram realizadas 15.520 admissões e 5.343 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente. Como o total de admissões nessa modalidade foi maior que o de demissões, houve um saldo positivo de 10.177 empregos no período.

O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado.

No mês passado, as principais contratações dentro dessa modalidade de contrato foram: vigilante, porteiro de edifícios, recepcionista, bombeiro civil, assistente de vendas, recepcionista de casas de espetáculo, faxineiro, vendedor do comércio varejista, porteiro de locais de diversão e soldador.

Foram registradas ainda, no mês passado, 5.922 admissões nas novas modalidades de regime de trabalho parcial e 4.495 desligamentos, gerando saldo positivo de 1.427 empregos.

As novas modalidades de trabalho parcial, definidas pela reforma trabalhista, incluem contratações de até 26 horas semanais com restrições na hora extra ou até 30 horas por semana sem hora extra.

 governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.606,62 em junho. Em termos reais (após a correção pela inflação), houve alta de 1,56% no salário de admissão, ou de R$ 24,79, na comparação com o mesmo mês de 2018.

Em relação a maio de 2019, porém, houve uma alta real de 1,42%, ou de R$ 22,57, no salário médio de admissão, informou o Ministério da Economia.

Com informações do portal G1

Ceará perde sete mil postos de trabalho no 1º semestre

Comércio, construção civil e indústria da transformação encerraram, juntos, mais de 10 mil empregos com carteira assinada no Estado, segundo o Ministério da Economia

O comércio puxou o maior número de fechamentos de postos de trabalho no Estado no 1° semestre
Com influência do encolhimento no número de empregos em setores historicamente estratégicos para o Ceará como a indústria de transformação e o comércio, o Estado encerra o primeiro semestre de 2019 amargando a perda de 6.994 postos de trabalho no mercado formal. Somente em Fortaleza são 4.883 postos a menos no período, de acordo com dados divulgados ontem (25) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
No comércio, de janeiro a junho, foram perdidas 4.704 vagas de trabalho, número que decorre de 43.228 admissões e 47.932 desligamentos. Também foram penalizados pela recessão econômica os empregos na construção civil, com 4.278 vagas formais a menos. A indústria de transformação aparece logo em seguida na lista com 1.985 postos. Juntos, os três segmentos acumulam perdas de 10.967 empregos formais no período.
Para o analista de Mercado de Trabalho do Sistema Nacional de Emprego do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (Sine/IDT), Mardônio Costa, os resultados observados especialmente no comércio e na indústria de transformação no Estado refletem a forte retração no consumo. “Com isso, a capacidade de produção das indústrias fica ociosa. O nível de investimento é baixo”, explica o analista.
Costa reforça que a estimativa inicial de crescimento da soma de riquezas produzidas pelo País, o Produto Interno Bruto (PIB), era de 2,5% no início do ano e, conforme o último relatório divulgado pelo Banco Central, na segunda-feira (22), despencou para 0,82% – que representou uma alta de 0,01% ante a semana anterior, a primeira após vinte reduções consecutivas na projeção do mercado.

“Nós temos, no Ceará, 467 mil desempregados. Isso afeta a disposição ao consumo. A indústria têxtil e a indústria de calçados estão sofrendo justamente porque esses itens estão ficando em segundo plano”, explica o analista. Conforme os números do Caged, os dois segmentos foram responsáveis por perdas de 765 postos e 1.962 postos de trabalho formal no primeiro semestre, respectivamente.
Na outra ponta, os serviços evitaram uma deterioração ainda maior do estoque de empregos no Estado. De janeiro a junho, foram 4.575 postos de trabalho com carteira assinada criados, segundo o Caged.

O analista de Mercado de Trabalho do Sine/IDT lembrou ainda que, ao passo que os números do mercado de trabalho formal retraem, o crescimento da informalidade e da subutilização (quando o empregado trabalha menos em relação ao que tem disponibilidade para exercer) aponta para uma recuperação da economia ainda distante. “O nível de informalidade no Ceará chega a 55% da população ocupada no Estado, enquanto, no Brasil, esse número chega a 45%”, lamenta Costa.
Uma economia anêmica há pelo menos sete anos é a correnteza contra a qual o poder público segue lutando contra, amparado na atração de investimentos, na avaliação do titular da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet), Maia Júnior. 
Ele também lamenta que a indústria têxtil e de calçados esteja entre as mais apenadas com a redução nos postos de trabalho formais, conforme apontam os dados do Caged, mas destaca a geração de empregos em outros segmentos, entre os quais o de energias renováveis.

“Nós captamos algumas empresas do início do ano para cá e trabalhamos o crescimento das energias alternativas, com empresas como a Aeris e a Vestas (ambas de área de energia eólica), que iam ofertar 1.200 vagas e agora já falam em ofertar 1.600 vagas de trabalho”, ressalta Maia Júnior. De acordo com ele, uma das estratégias é continuar buscando recuperar esses segmentos da indústria diante da crise. “Nossa produtividade é muito baixa”, lamenta.
Com um olhar para o futuro, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho destaca os resultados positivos do setor de serviços, com destaque para o turismo, além do ramo agropecuário, responsável por 348 novos postos em junho, apesar de acumular perdas de 966 vagas de trabalho nos últimos seis meses.

Mesmo com expectativas positivas devido à chegada de grandes empresas ao Estado e com o desenvolvimento do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp), Maia Júnior acredita que, para a expectativa do empresariado melhorar, o Governo Federal deve fazer o “dever de casa”. 
“É preciso melhorar a segurança jurídica, simplificar processos que encarecem o Custo Brasil, para que o empresário inicie 2020 confiando que pode voltar a investir”, aponta.

Tremor de magnitude 3.2 atinge a cidade de Quixeramobim

Desde o dia 17 de março deste ano foram registrados mais de 1.200 tremores na região

Moradores ficaram com rachaduras nas casas após tremores registrados na última quarta-feira na Zona Rural da cidade de Madalena.
Um tremor de magnitude 3.2 atingiu a cidade de Quixeramobim, na noite desta quinta-feira (25), de acordo com os dados do Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN), que monitora abalos sísmicos na região. Desde o dia 17 de março deste ano, foram registrados mais de 1.200 tremores na área.
Na quarta-feira (24), mais de 100 abalos foram registrados nas cidades de Madalena, Quixeramobim e Boa Viagem. Segundo o laboratório, o tremor em Quixeramobim ocorreu às 21h44 e foi sentido por moradores das localidades de Fogareiro, São Joaquim, Agrovila de Passagem, Canaubinha, Veneza do distrito de Manituba, Poço Cercado do distrito de Damião Carneiro e povoado de Pau Ferro. 
De acordo com a Defesa Civil de Madalena, além de Quixeramobim, moradores de várias localidades de Madalena e Boa Viagem relataram que sentiram o abalo. 
O auxiliar de serviços gerais e morador da zona rural da cidade de Madalena, Ednaldo Rodrigues, explicou ao Diário do Nordeste que o tremor desta quinta-feira foi mais forte do que o observado na noite anterior. Na casa do Ednaldo, os moradores saíram da residência no momento do abalo. "Todo mundo correu para fora de casa. Tremeu toda casa, passamos cerca de duas horas fora", acrescentou.

Subtenente Farjado falece em Sobral

Ele sofreu um infarto fulminante em casa e apesar de ser socorrido para o hospital por uma ambulância do Samu, não resistiu e morreu na noite dia 25 de julho de 2019. Fazia parte da segurança patrimonial do 3º. BPM. Morava na Cohab 3. Nasceu no bairro Campo dos Velhos.