ELEIÇÕES 10/04/2014
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quinta-feira, 10 de abril de 2014
ÍNDICES DE CHUVAS NO CEARÁ
EM DOIS MESES 10/04/2014
Ceará registra maior volume de chuva em relação a 2013
As chuvas no Ceará e em Fortaleza estão maiores do que em 2013, mas os índices continuam abaixo da média histórica. Fortaleza registrou transtornos, na manhã de ontem, em decorrência da chuva iniciada na madrugadaCAPOTAMENTO NA ESTRADA SOBRAL A MASSSAPÊ

Um capotamento foi registrado no dia de hoje (10), por volta das 16h, nas proximidades da localidade denominada "Fazendinha", na CE 362 (estrada que liga Sobral a Massapê). O veículo que capotou foi um fiat pálio de cor preta e placas OCH-9766. Informações dão conta que o condutor do carro sofreu ferimentos leves. Fonte: Sobral 24 horas c/ Robens Dias
TAXA DE HOMICÍDIOS AUMENTA NO CEARÁ
ASSALTO CONTRA UM ADOLESCENTE NO CENTRO - LEVARAM UM CELULAR DO MESMOMAIS UMA MOTO FOI ROUBADA - DESSA VEZ FOI NA RUA SÃO CRISTOVÃO, DE ONDE LEVARAM UMA MOTO BIZ
Ceará apresenta aumento de mais de 32% na taxa de homicídios
QUINTA-FEIRA, ABRIL 10, 2014 NENHUM COMENTÁRIO
Na nova pesquisa, Fortaleza repetiu a mesma posição do ranking das cidades mais perigosas do mundo
Fortaleza ficou mais uma vez na sétima posição das cidades mais perigosas do mundo e segunda do Brasil em nova pesquisa. O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) foi responsável pelo novo levantamento sobre homicídiospor ocorridos no ano de 2012. O estudo apontou umaumento de 32,4%na taxa de homicídios por 100 mil habitantes no Ceará, entre 2007 e 2011. A Capital cearense já havia registrado as mesmas colocações em um estudo do Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal, uma Organização Não-Governamental (ONG) sediada no México.
A pesquisa revela o Nordeste como a região com o maior número de cidades violentas: Maceió (5ª posição), João Pessoa (9ª), Natal (12ª), Salvador (13ª), Vitória (14ª), São Luís (15ª) e Campina Grande (25ª). Também integraram o ranking: Belém (23ª), Goiânia (28ª) e Cuiabá (29ª).
O levantamento da ONU faz uma reflexão sobre a taxa de homicídios dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo que apresentou uma queda. Porém, em outras partes do País houve aumento. As regiões do Norte e Nordeste apresentaram as maiores porcentagens. Na Bahia e na Paraíba, a elevação da taxa chegou a quase 150%.
O Brasil foi o país com mais cidades violentas, com 11, seguido pelo México, com seis. As duas nações são as mais populosas da América Latina, continente que foi eleito o mais violento, superando a África.
Vítimas
Segundo o estudo, a taxa de homicídios entre homens é quase quatro vezes superior à das mulheres (9,7 contra 2,7 por 100 mil pessoas). Na América Latina, inclusive, o índice é maior, com (29,3 por 100 mil homens). Comparada com a Ásia, Europa e Oceania, a taxa é quase sete vezes menor, com menos de 4,5 por 100 mil homens. De acordo com o levantamento, a maioria das mulheres vítimas de homicídio é morta pelas mãos de seus parceiros ou familiares.
Porcentagens: cerca de 80% das vítimas de homicídio e 95% dos autores desse crime são homens. Quase 15% de todos os homicídios resultam de violência doméstica (63,6 mil). No entanto, a esmagadora maioria, quase 70%, de vítimas mortais de violência doméstica são mulheres (43,6 mil).
Motivação
O consumo de álcool e de drogas ilícitas aumento o risco de cometer homicídio. Segundo a pesquisa, em alguns países, mais da metade dos homicidas agiu sob a influência de alcool. Embora os efeitos de drogas ilícitas tenham sido menos documentados, cocaína e estimulantes do tipo anfetamina foram associados com comportamento violento e homicídio. Para cometer um homicídio, a arma de fogo foi o tipo de arma mais usada pelos criminosos, resultando em quatro a cada dez homicídios no mundo.
Condenação
A taxa de condenação global para homicídio doloso é de 43 condenações por 100 homicídios.
Lista dos países
Honduras conquistou o primeiro lugar do ranking dos países mais violentos, com 90,4 homicídios por 100 mil habitantes. Em seguida, estão as nações: Venezuela (53,7), Belize (44,7), El Savador (41,2), Guatemala (39,9), África do Sul (31), Colômbia (30,8), Gabão (28), Brasil (25,2) e México (21,5).
Raking das cidades
A pesquisa lista as 30 cidades mais perigosas do mundo. São elas: San Pedro Sula (Honduras), Caracas (Venezuela), Acapulco (México), Cali (Colômbia), Maceió; Distrito Central (Honduras), Fortaleza; Cidade da Guatemala (Guatemala), João Pessoas, Barquisimeto (Venezuela), Palmira (Colômbia), Natal, Salvador, Vitória, São Luís, Culiacán (México), Guayana (Venezuela), Torreón (México), Kingston (Jamaica), Cidade do Cabo (África do Sul), Chihuahua (México), Victoria (México), Belém, Detroit (Estados Unidos), Campina Grande, Nova Orleans (Estados Unidos), San Salvador (El Salvador), Goiânia, Cuiabá e Nuevo Laredo.
Pesquisas anteriores
A última pesquisa da ONG mexicana Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal, foi divulgada em janeiro de 2014, apontando Fortaleza como a sétima mais violenta do mundo. Em pesquisa divulgada no ano anterior pela mesma entidade, a cidade aparecia na 13ª posição.Fonte: O Povo - foto google imagens
ONU anuncia que Fortaleza é a sede da Copa do Mundo mais violenta
QUINTA-FEIRA, ABRIL 10, 2014 NENHUM COMENTÁRIO
Segundo a ONU, a taxa de homicídios de Fortaleza é quatro vezes maior que o limite considerado grave. O estudo confirma documento divulgado por ONG mexicana
O Brasil tem 11 das 30 cidades mais violentas do planeta. O levantamento do Escritório sobre Drogas e Crimes nas Nações Unidas foi feito com base em assassinatos ocorridos do ano de 2012 e aponta Fortaleza como a 7ª cidade mais perigosa do mundo, perdendo para Maceió, que ficou na 5ª posição.
Segundo a ONU, taxas de homicídios acima de 20 por 100 mil habitantes são consideradas como graves pelos especialistas. Fortaleza possui uma taxa de 79.42 homicídios por 100 mil habitantes, número muito acima da média.
Fortaleza é a sétima cidade mais violenta do mundo segundo levantamento da ONU (FOTO: Tribuna do Ceará)
A informação veio a confirmar o que já havia sido anunciado pela ONG mexicana Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal, em março deste ano. A ONG divulgou uma lista onde aponta que Fortaleza é a 7ª cidade mais violenta do mundo. A lista mostra ainda que 16 cidades das 50 listadas são brasileiras. E entre essas cidades seis vão receber jogos da Copa do Mundo: Fortaleza, Natal, Salvador, Manaus, Recife e Belo Horizonte.
Números
Os números são alarmantes. Até a metade de março de 2014, menos de três meses do início do ano, 766 pessoas foram mortas somente na capital, sendo 433 por ama de fogo. Os dados são da Coordenadoria de Medicina Legal (Comel). E os números oficiais da SSPDS comprovam. Em 2014, a cada dia 9,8 pessoas são assassinadas em Fortaleza.
O levantamento da ONU aponta ainda que o Iraque, no Oriente Médio, tem índice de homicídios de oito para 100 mil habitantes, muito inferior ao de Fortaleza. Um levantamento foi feito peloTribuna do Ceará e constatou que de 2007 a 2014 foram registrados 20.740 homicídios no Estado (sendo 2.860 por ano). A estatística é praticamente igual ao número de soldados mortosdurante os oito anos e nove meses da guerra do Iraque, com 21.428 (2.448 por ano).
E a situação se agrava pois o estado ainda tem 58.567 mandados de prisão em aberto, ou seja, muitos assaltantes e homicidas continuam soltos. Se fossem presos, eles lotaria toda a Arena Castelão. Os dados são do Sindicato dos Policiais Civis de Carreira do Ceará (Sinpol).
Fonte: Tribuna do Ceará
Ficar atento a sinalização de trânsito é uma postura de quem respeita a vida!
Também devemos nos conscientizar e adotar medidas de segurança para evitar acidentes.
Brasil dos Desiguais - Goiânia é a cidade mais desigual do Brasil
ONU revela que 5 capitais brasileiras têm grande diferença entre ricos e pobres
20 de março de 2010 | 0h 00Alfredo Junqueira / RIO - O Estadao de S.Paulo
Cinco cidades brasileiras estão entre as 20 mais desiguais do mundo. Relatório apresentado ontem na abertura do V Forum Urbano Mundial da Organização das Nações Unidas (ONU), no Rio, revela que Goiânia (10ª), Belo Horizonte (13ª), Fortaleza (13ª), Brasília (16ª) e Curitiba (17ª) são as que apresentam as maiores diferenças de renda entre ricos e pobres no País.
O documento "O Estado das Cidades do Mundo 2010/2011: Unindo o Urbano Dividido" também informa que o Brasil é o país com a maior distância social na América Latina. O Rio, na 28ª posição, e São Paulo, na 39ª, também são cidades com alto índice de desigualdade, de acordo com o relatório.
Nove municípios na África do Sul lideram o ranking. As capitais da Nigéria, Etiópia, Colômbia, Quênia e Lesoto também estão entre as mais desiguais. No total, 138 cidades de 63 países em desenvolvimento foram analisadas. O relatório baseia suas conclusões no coeficiente Gini - cujos indicadores medem a concentração de renda de um país.
Na avaliação do coordenador do relatório e diretor do Centro de Estudos e Monitoramentos das Cidades do Programa da ONU para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), o mexicano Eduardo Lopez Moreno, existe vínculo direto entre desigualdade e criminalidade. Mais do que custos sociais, o abismo entre ricos e pobres também provoca prejuízos econômicos. "Estatisticamente, existe sim um vínculo. É muito possível que a cidade mais desigual gere muito mais facilmente distúrbios e problemas sociais. As autoridades desses países vão deslocar recursos que deveriam ir para investimentos para conter esses movimentos sociais. O custo social acaba se traduzindo em custo econômico", afirmou Moreno.
Em termos de favelização, o estudo da ONU apresenta resultados paradoxais para o Brasil. Apesar de ter sido o país que apresentou o maior número absoluto de pessoas que deixaram de viver em condições de favelização na América Latina - 10,4 milhões -, a pesquisa mostrou que o desempenho relativo ficou abaixo dos vizinhos. Enquanto as condições de moradia melhoraram para 16% da população brasileira, esse índice ficou em 40,7% na Argentina, 39,7% na Colômbia, 27,6% no México e 21,9% no Peru.
As estimativas apresentadas na pesquisa são de que mais de 227 milhões de pessoas no mundo deixaram de viver em regiões faveladas desde 2000. Isso representa uma evolução 2,2 vezes maior do que o estimado nas Metas de Desenvolvimento do Milênio, que haviam estabelecido o objetivo de melhorar as condições de habitação de 100 milhões de pessoas até 2020.
"A situação melhorou em dez anos, mas, infelizmente, no mesmo período o aumento dos pobres urbanos é de 55 milhões", disse Anna Tibaijuka, diretora-executiva do ONU-Habitat. De acordo com a metodologia da pesquisa, deixar de viver em condição de favelização não significa necessariamente mudança de residência ou remoção de comunidade. Acesso a saneamento básico e água potável, o material utilizado nas moradias e a densidade das residências são os índices para avaliar se uma região é ou não favelada.
Para Moreno, o Brasil deve apresentar melhora de seus índices nos próximos anos por conta de programas governamentais de habitação e transferência de renda. "Bolsa-Família" e Minha Casa, Minha Vida são programas muito novos. É impossível medir agora porque essas mudanças têm uma evolução histórica. Elas vão mostrar em cinco anos os seus resultados",
CHUVA MUITA
CONTRATEMPOS 10.04.2014
Lentidão no trânsito causou reclamações; houve 43 ocorrências na Capital, segundo a Defesa Civil
Avenida Heráclito Graça, esquina com a Rua Ildefonso Albano, foi um dos principais pontos de alagamento, atrapalhando motoristas
FOTO: NATINHO RODRIGUES
A chuva que caiu sobre Fortaleza na manhã de ontem repetiu as cenas já comuns na cidade, com transtornos no tráfego de veículos, engarrafamentos, alagamentos em diversos locais e incômodos aos pedestres. Segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), de 00h até 14h, a precipitação pluviométrica registrada na Aldeota, bairro onde funciona a sede do órgão, acumulou 68,6 milímetros. Foram 19 pontos de alagamento, conforme a Defesa Civil de Fortaleza.
Apesar de ser classificada como moderada pela meteorologista da Funceme Dayse Morais, a chuva fez muitos trabalhadores chegarem atrasados, atrapalhou as vendas do comércio e provocou reclamações nos transeuntes. Mas tão previsíveis como os problemas são os locais onde eles acontecem, pois, via de regra, apresentam falhas na rede de escoamento das águas pluviais.
Entre esses pontos, destacaram-se a Avenida Heráclito Graça, quase na esquina com a Rua Ildefonso Albano; a Avenida Raul Barbosa, na altura do viaduto do via férrea; Avenida Silas Munguba, perto da Universidade Estadual do Ceará (Uece); Av. José Bastos, no cruzamento com Rua Gomes Brasil; Avenida Beira-Mar, perto do local onde o Riacho Maceió deságua, no cruzamento da Rua Tereza Hinko.
Na Raul Barbosa, engarrafamentos e aguaceiro causaram reclamações e fizeram os motoqueiros trafegarem na contramão para ultrapassar os carros. O corretor de imóveis Márcio Alcântara se queixou de atraso no trabalho. "O trânsito não flui. Isso é horrível", citou.
Já o proprietário de uma pequena confecção no bairro Parque Santa Rosa, Valter Farias, teve que enfrentar a morosidade no trânsito na Av. José Bastos. "A cidade já está cheia de água por todo canto, e olhe que a chuva nem foi tão grande assim", disse.
Pedro Silva, que trabalha comprando e vendendo carros antigos, não gostou nem um pouco da manhã de ontem. "Essa chuva atrapalhou tudo para mim", disse, por volta das 11h na Lagoa da Parangaba, ponto da já tradicional feira de veículos.
O trânsito ficou muito lento também na Avenida Washington Soares, principalmente por volta das 8h40 até 9h30, quando a chuva tornou-se mais intensa. Quem vinha no sentido Seis Bocas/Praia teve que enfrentar a falta de fluidez tráfego, sobretudo após o Fórum Beviláqua até depois do encontro dessa via com a Antônio Sales.
A Defesa Civil de Fortaleza registrou, na manhã de ontem, 43 ocorrências na cidade, com destaque para os 19 alagamentos. A Secretaria Executiva Regional (SER) VI contabilizou dez alagamentos, seguida pela Regional I (3), Regional II (2) e Regional IV (2). A Defesa Civil também apontou 14 riscos de desabamentos na Capital, sendo a maioria na Regional VI, cinco.
A Regional que apresentou mais ocorrências foi a IV com 18 casos, entre alagamentos, desabamento, risco de desabamento e inundações. Em seguida, vem a Regional I com 12, entre alagamentos, risco de desabamento e inundações. Também foram registradas ocorrências na Regional do Centro (uma), na SER V (duas), na SER IV (quatro), SER III (três) e SER II (três).
Já a Autarquia Municipal de Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC) registrou 16 colisões de veículos com vítimas e 48 sem feridos. Foram também dois atropelamentos e duas árvores caídas em vias.
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