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quinta-feira, 10 de março de 2022

auxílio emergencial recebido indevidamente

Governo vai parcelar devolução; veja as regras 
governo federal publicou nesta quinta-feira (10) o decreto que regulamenta a devolução do auxílio emergencial recebido de forma indevida. Pelas regras, o beneficiário que não atendia aos critérios estabelecidos, mas que ainda assim recebeu o benefício, poderá ressarcir o valor aos cofres públicos à vista ou em 60 vezes. Em dezembro, o governo começou a comunicar os beneficiários que receberam os valores indevidamente. As notificações podem ser feitas por meio eletrônico, por mensagem encaminhada por telefone celular, pelos canais digitais dos bancos, correio, pessoalmente ou por edital para devolução dos valores. A partir da intimação, o beneficiário poderá optar pelo pagamento à vista ou parcelado.

“O parcelamento do débito pelo beneficiário implicará confissão do valor a ser ressarcido, renúncia expressa da interposição de recursos e desistência daqueles que eventualmente tenham sido interpostos”, afirmou a secretaria-geral da Presidência da República.

No caso de o beneficiário não efetuar o pagamento de três prestações, consecutivas ou alternadas, o parcelamento será cancelado e o cidadão considerado inadimplente. Se os valores devidos não forem restituídos, será efetuada uma cobrança extrajudicial.

Ainda de acordo com o texto, somente serão cobrados os valores devidos se o beneficiário tiver renda familiar mensal per capita superior a meio salário mínimo ou renda mensal familiar superior a três salários mínimos.

A medida vale quando for constatada irregularidades

ou erro material na concessão, manutenção ou revisão do benefício. Até dezembro, o Ministério da Cidadania registrou R$ 6,9 bilhões em devolução aos cofres públicos de valores que tinham como destino o auxílio emergencial em 2020 e 2021.

Créditos: R7.

reajuste de 18% na gasolina e 25% no diesel; GLP também fica mais caro

Petrobras anuncia 
A companhia explica que tentou conter valores cobrados das distribuidoras, mas alta mundial do petróleo após invasão russa da Ucrânia tornou aumentos necessários
 10/03/2022 
Preço da gasolina para distribuidores fica 18% mais alto.

Após 57 dias sem reajustes, a Petrobras decidiu aumentar seus preços de venda de gasolina e diesel às distribuidoras. Os novos valores passam a valer a partir desta sexta-feira (11).

A gasolina da Petrobras ficará 18% mais cara para as distribuidoras, enquanto o diesel terá aumento maior, de 25%. O GLP, também reajustado, ficará 16% mais pesado na conta. O preço final ao consumidor depende da política de cada revendedor e dos postos.

"Apesar da disparada dos preços do petróleo e seus derivados em todo o mundo, nas últimas semanas, como decorrência da guerra entre Rússia e Ucrânia, a Petrobras decidiu não repassar a volatilidade do mercado de imediato, realizando um monitoramento diário dos preços de petróleo", explicou a companhia em nota.

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Ela, no entanto, acrescentou que, "após serem observados preços em patamares consistentemente elevados, tornou-se necessário o reajuste dos preços de venda às distribuidoras "para que o mercado brasileiro continue sendo suprido, sem riscos de desabastecimento".

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A partir desta sexta-feira, portanto, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras às distribuidoras passará de R$ 3,25 para R$ 3,86 por litro.






Para o diesel, o valor médio irá de R$ 3,61 para R$ 4,51 por litro.

Também aumenta o GLP, que segundo a empresa teve o último ajuste em 9 de outubro de 2021. O preço médio, que era de R$ 3,86, passará a ser R$ 4,48 por quilo, o equivalente a R$ 58,21 por 13 hg.


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