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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Yure Mesquita Alves - caso do assassinato de Marquinhos

 JULGAMENTO
O julgamento do réu Yuri, aconteceu ontem, dia 09/08/2017, no Fórum Dr José Saboia, em Sobral, ele foi condenado a 28  anos e 25 dias de prisão.

O caso aconteceu no mês de abril/2017, a vítima foi o vigilante da escola Monsenhor José Gerardo Ferreira Gomes, identificado por Marcos de Paiva Rodrigues, atendia por Marquinhos, 43 anos, ele estava trabalhando na escola quando foi surpreendido por um individuou identificado por Yure Mesquita Alves.

Ttragédia foi registrado na escola Monsenhor José Gerardo Ferreira Gomes (escola da Noélia), na Cohab 1. De acordo com as informações um indivíduo abordou o trabalhador e com um violão nas costas se apresentou como professor de música e pediu pra entrar na escola, em seguida o bandido anunciou o assalto, atirando na cabeça do vigilante (lado esquerdo da cabeça).

   A vítima foi um amigo identificado por Marcos de Paiva Rodrigues, 43 anos, atendia por Marquinhos (Membro de uma família bastante conhecida no Sinhá Sabóia, irmão do Paulo Pimentel, da ''Teca do Bar'', etc). O bandido levou a arma do trabalhador.
De acordo com relatos dos alunos, no momento do crime um terror se instalou no ambiente, alunos e amigos do Marquinhos choravam bastante.


DIA DOS PAIS DIA 13 DE AGOSTO DE 2017

Sindicato Calçadista realizará manhã de sol com muito forró pé de serra e diversão em homenagem ao Dia dos Pais. 
Será dia 13, próximo domingo, a partir das 12 horas. 

UVA - GOVERNO DO ESTADO APROVA PROJETOS E RECURSOS

O Governo do Ceará aprovou dois projetos para execução na Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), durante reunião de Monitoramento de Ações e Projetos Prioritários do Estado (MAPP), no dia 05 de agosto de 2017, em Fortaleza, com todos os secretários, representantes de órgãos vinculados e reitores das três universidades estaduais cearenses - UVA, UECE e URCA. 
Os projetos aprovados referem-se ao MAPP 88 (Combate a Incêndio e Pânico no campus Betânia) e MAPP 95 (Acessibilidade e Segurança Eletrônica), para o qual já foram liberados recursos no valor de R$366 mil para aquisição de uma plataforma elevatória (elevador) para o primeiro andar do prédio da Reitoria, com o objetivo de facilitar o acesso aos setores da Administração Superior da UVA, que funcionam neste andar. O projeto inclui, ainda, a instalação de portarias com cancelas eletrônicas e identificação biométrica de acesso nos quatro campi da UVA – Betânia, Junco, Derby e CIDAO.
O Projeto de Combate à Incêndio e Pânico (MAPP 88), teve liberados R$500 mil e trata da adequação de todas as instalações do campus Betânia às normas de segurança contra incêndio e prevenção de sinistros, em atendimento à legislação em vigor.
Durante a reunião, o Governador Camilo Santana também aprovou o aporte de R$60 mil para a conclusão da reforma do prédio onde funcionará a Residência Universitária da UVA (REU). Com grande parte do mobiliário já adquirido pela Universidade, a previsão da Reitoria é de que a Residência Universitária da UVA seja inaugurada em dezembro de 2017.

Câmara de Vereadores de Sobral aprova segurança para ex-prefeitos

46ª SESSÃO ORDINÁRIA Terça-feira, 1 de agosto de 2017. 
Vereadores que votaram SIM para a Guarda Municipal de Sobral realizar a segurança pessoal do Prefeito e dos ex-prefeitos. Foi 11x 07.

47ª SESSÃO ORDINÁRIA Terça-feira, 14 de agosto de 2017. 

Votaram 18 edis na segunda VOTAÇÃO ontem dia 14 de agosto de 2017. Placar da votação: 11 disseram sim. 07 disseram não. 01 se absteve de votar: José Crisóstomo B. Ibiapina (Zezão). 01 edil faltou: Dr. Estevam Ponte Filho. Repetiu-se a mesma votação com uma pequena alteração nos presentes.
A imagem pode conter: 15 pessoas, pessoas sorrindo, texto

DNA para infectar computador

Pela primeira vez, cientistas usam 
Hackers podem alterar resultados e roubar dados genéticos de terceiros

POR SÉRGIO MATSUURA - 11/08/2017 10:37 / atualizado 11/08/2017 10:41
Ao sequenciar o DNA malicioso, o computador é infectado - Dennis Wise/University of Washington
Pela primeira vez, cientistas usam DNA para infectar computador11/08/2017 10:37

RIO — O sequenciamento de material genético é um procedimento cada vez mais barato e corriqueiro. Se o Projeto Genoma custou cerca de US$ 3 bilhões no fim do século passado, hoje os testes de DNA mais simples custam menos de US$ 100. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade de Washington levantaram preocupação sobre a segurança cibernética de equipamentos que estão na fronteira entre sistemas biológicos e eletrônicos e, pela primeira vez, conseguiram inserir códigos maliciosos em uma sequência de DNA e infectaram um computador usado no sequenciamento.

— Nós não queremos alarmar as pessoas ou preocupar os pacientes sobre testes genéticos, que podem fornecer informações incrivelmente valiosas — ponderou Luis Ceze, professor associado de Washington e coautor do estudo que será apresentado na próxima semana em seminário sobre segurança cibernética. — Nós queremos dar às pessoas a noção de que com a aproximação dos mundos moleculares e eletrônicos, existem interações potenciais que realmente precisamos contemplar.

Segundo os pesquisadores, é possível, mas muito difícil, comprometer um sistema de computador com um código malicioso escondido num DNA sintético. Quando o material genético é analisado, ele o código é executado. Não existem evidências que a técnica já tenha sido explorada por hackers, mas o experimento comprova que existem falhas de segurança nos equipamentos usados em sequenciamentos, que podem dar aos atacantes capacidade de manipular resultados ou acessar informações genéticas de outras pessoas.

— Nós nos perguntamos se seria possível usar moléculas biológicas para infectar um computador pelo processamento normal do DNA — comentou Peter Ney, que também participou da pesquisa.
A “arma”: uma pequena sequência de DNA com 176 bases - Dennis Wise/University of Washington

Os pesquisadores identificaram diversas técnicas que um hacker poderia usar para comprometer um sequenciador, mas a mais fascinante é pela inserção de códigos maliciosos numa sequência de DNA. Os especialistas também fizeram recomendações para fortalecer as defesas na síntese, sequenciamento e processamento de materiais genéticos.

— Uma das grandes coisas que tentamos fazer na comunidade de segurança de computadores é evitar situações em que dizemos: “droga, os adversários estão aqui batendo na porta e nós não estamos preparados — disse Tadayoshi Kohno, coautor do estudo.

O DNA é, em seu cerne, um sistema que codifica informações em sequências de nucleotídeos. Por tentativa e erro, os pesquisadores encontraram uma forma de incluir um código executável, similar aos conhecidos malwares, em sequências de DNA sintético. Quando esta sequência é processada, o código é executado.

Teoricamente, a técnica é simples. Os computadores leem sequências binárias, de “0” e “1”. Como o DNA tem quatro bases, cada uma representa um par binário. No caso, o “A” representa “00”; o “C”, “01”; o “G”, “10”; e o “T”, “11”. O código tinha 176 bases, resultando num programinha de 44 bytes.

Além disso, os especialistas identificaram valhas galhas de segurança em programas usados para analisar dados genéticos. Alguns são escritos em linguagens vulneráveis a ataques, em parte porque eles foram desenvolvidos primeiramente para pequenos grupos de pesquisa, que não precisavam se preocupar com a segurança.

Para aumentar a segurança, o estudo recomenda que o setor siga melhores práticas no desenvolvimento de software, incorporem o pensamento hacker quando os processos foram criados, e monitorem o controle das amostras físicas de DNA, verificando as fontes antes delas serem analisadas.
Pesquisadores recomendam melhoria de segurança nos softwares e monitoramento das amostras que serão sequenciadas - Dennis Wise/University of Washington

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