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quinta-feira, 27 de novembro de 2025

projeto de lei “Antifacção” do governo Luiz Inácio Lula da Silva:

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Sérgio Moro ataca  “Crime organizado privilegiado” O senador Sérgio Moro criticou duramente o projeto de lei apelidado de “Antifacção”, em tramitação no Congresso, que propõe reduzir a pena mínima para integrantes de organizações criminosas de 3 anos para 1 ano e 8 meses de reclusão. Segundo Moro, o texto cria uma categoria de “crime organizado privilegiado”, beneficiando presos que sejam primários, com bons antecedentes e sem liderança ou financiamento de facções. Para ele, a proposta contradiz o discurso de endurecimento contra facções criminosas, justamente quando tramitam no Congresso outras matérias que buscam classificar organizações como Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como terroristas. “O governo Lula não consegue abandonar a ideia do criminoso coitadinho, mesmo com a escalada da violência e do crime organizado no país.” — Sérgio Moro Essa discussão levanta questões fundamentais: A legislação penal está evoluindo no ritmo da violência organizada? Reduzir penas para determinados perfis de criminosos fragiliza o sistema ou cria exceções legítimas? Como equilibrar direitos, justiça e incentivo à reforma social no combate às facções? 👉 E você, qual sua opinião: esse projeto representa retrocesso ou adaptação necessária?
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Paraíso é cheio de flores, cores vibrantes e “uma sensação de paz e amor”

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Robert Marshall diz que o 



Muitos se perguntam: o que acontece depois da morte? Há um “outro lado”? Para algumas doutrinas, existem destinos diferentes — e, segundo Robert Marshall, ele esteve lá. O norte-americano afirma não apenas ter visitado o Paraíso, como também ter “se encontrado com Jesus”.

Marshall contou sua história no podcast Next Level Soul e em seu próprio site. Ele afirma ter “morrido três vezes” após se afogar com o próprio sangue que invadiu seus pulmões, provocando hipóxia aguda, insuficiência respiratória e parada cardíaca. Segundo ele, o período de falta de oxigenação teria levado os médicos a determinarem morte cerebral. Marshall diz ter sido reanimado três vezes.

“Isso não foi uma experiência de quase morte. Eu realmente morri”, declarou.

O que ele diz ter visto

Durante esse período, Marshall afirma ter visitado o Céu e encontrado Jesus. Ele descreve o Paraíso como um local repleto de enormes carvalhos, flores multicoloridas, tons vibrantes e uma sensação intensa de paz e amor.

Segundo ele, foram três visitas:

1ª visita: cerca de 15 minutos

2ª visita: 17 minutos

3ª visita: 43 horas e 28 minutos — período em que permaneceu em coma por quase três dias

Suas memórias foram registradas no livro 44 Hours in Heaven (44 horas no Paraíso, em tradução livre).

O suposto encontro com Jesus

Marshall relata que, ao ver Jesus pela primeira vez, sentiu medo e pediu para voltar por causa de sua esposa. Ele afirma que, no terceiro encontro, Jesus lhe disse que seu cérebro estava destruído, mas que o enviaria de volta:

“Eu vou te mandar de volta por meio de um milagre que ninguém poderá negar: nem médicos, nem enfermeiras, nem cientistas. Todos saberão que eu sou Deus, que eu fiz isso, e que o Paraíso é real”, teria dito Jesus, segundo Marshall.

Contudo, haveria uma condição: ele teria de compartilhar com todas as pessoas que encontrasse como — e por que — Jesus teria lhe devolvido a vida, além de responder a qualquer pergunta sobre o que aprendeu no Paraíso.

Logo em seguida, afirma, acordou pela terceira e última vez após ser novamente reanimado pelos médicos.

Fogo do céu

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Irã enfrenta uma mudança religiosa inesperada e crescente.

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Relatos apontam que o 
Segundo líderes cristãos, um número cada vez maior de iranianos estaria deixando o islamismo e abraçando o cristianismo, impulsionados por encontros pessoais de fé, redes clandestinas e relatos de experiências espirituais.

Eles afirmam que esse movimento já teria alcançado a marca de mais de 1 milhão de convertidos, tornando-se um fenômeno considerado sem precedentes no país.

A participação nas mesquitas diminuiu de forma tão acentuada que milhares delas estariam fechando as portas, o que, segundo clérigos locais, reflete uma crise interna profunda no sistema religioso tradicional.

Para grupos que acompanham a situação, essa “revolução silenciosa” está remodelando o cenário espiritual do Irã longe dos olhos do governo.

#Irã #Cristianismo #Conversões #Religião #OrienteMédio