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sábado, 30 de julho de 2022
preço da gasolina registra queda nos postos pela quinta semana seguida, é o que aponta a pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Na bomba, o preço do litro da gasolina caiu de R$ 5,89, na semana passada, para R$ 5,74 nesta semana (entre os dias 24 e 30 de julho). A queda representa 2,54%.
O valor é o mais registrado pela agência desde junho de 2021, quando chegou R$ 5,69. Desde que entrou em vigor a redução de tributos do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nos estados, o combustível foi o que mais recuou, ficando 20,2% mais barato.
O etanol também registrou baixa nesta semana 2,5%, passando de R$ 4,32 para R$ 4,21. Já o preço médio do litro de diesel está estável, apesar da leve queda de 0,26%, passando de R$ 7,44 para R$ 7,42.
Nesta sexta, também começou a valer a redução de R$ 0,15 no preço médio de venda da gasolina nas refinarias às distribuidoras. O valor do litro passou de R$ 3,86 para R$ 3,71, uma baixa de 3,88%, que não é repassada imediatamente ao consumidor. É a segunda redução feita pela Petrobras em menos de dez dias.
(Gazeta Brasil)
Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já falam abertamente, ainda que apenas para o chamado “público interno”, sobre a tendência de negar registro à candidatura de Jair Bolsonaro à reeleição.
Um ex-ministro que integrou o TSE há poucos anos confirmou à coluna essa expectativa. Disse inclusive ter ouvido de um veterano funcionário, conhecido pela isenção profissional, que Alexandre de Moraes, vice-presidente, nem mesmo pede reserva quando cita a possibilidade.
Barrado no baile
A falta de registro impede que dispute a eleição o candidato escolhido na convenção do próprio partido. Nome e número nem aparecem na urna.
Não deu certo
Ciente desse risco, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, fez gesto de simpatia visitando o ministro Edson Fachin. Não alterou o clima.
Subestimando as ruas
Nas conversas de cafezinho, considera-se que o apoio da oposição e da imprensa serão mais fortes que a reação imprevisível dos bolsonaristas.
Medo de quê?
Intriga a insegurança de quem articula o impedimento da candidatura do presidente: afinal, a julgar pelas pesquisas, não há perigo de sua vitória.
(Diário do Poder)
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