O padre Emídio Moura, da cidade de Frecheirinha, fez um desabafo público ao comparar a atuação das forças de segurança do Ceará com a do estado do Piauí, após um caso de latrocínio registrado na cidade de Batalha.
Segundo o religioso, crim1nosos oriundos do Ceará teriam praticado o cr1me em território piauiense, mas, em um intervalo de apenas 15 dias, a polícia daquele estado conseguiu identificar e prender todos os suspeitos. A eficiência da operação foi destacada pelo padre como exemplo de resposta rápida e eficaz.
Em contrapartida, ele relembrou um episódio ocorrido há 216 dias, quando a Casa Paroquial de Frecheirinha foi invadida, segundo ele, com o mesmo modus operandi. Até o momento, o caso não teria tido o mesmo desfecho em termos de investigação e prisões.
O padre também relatou o impacto emocional do ocorrido, afirmando que, mesmo com problemas de saúde — incluindo um stent em uma coronária —, passou por momentos de grande tensão durante o episódio.
Em tom crítico, ele questionou a atuação dos órgãos de segurança pública do Ceará e levantou dúvidas sobre o andamento do boletim de ocorrência do caso. “Será que ainda existe ao menos o BO do assalto?”, indagou.
Ao comparar os dois estados, o religioso atribuiu nota máxima à segurança pública do Piauí e zero ao Ceará, gerando repercussão nas redes sociais. Ele também rebateu críticas sobre a participação de líderes religiosos em debates políticos, levantando questionamentos sobre quem, de fato, conduz as políticas de segurança: autoridades religiosas ou o governo estadual.
Por fim, o padre fez um alerta em tom de desabafo, sugerindo que, diante da insatisfação, moradores da região da Ibiapaba poderiam até cogitar uma aproximação maior com o estado vizinho.
O caso reacende o debate sobre segurança pública, eficiência investigativa e a relação entre sociedade, política e instituições no combate à crim1nalidade.
Fonte: @blogjunior.rodrigues
Fotos: Reprodução/ Redes Sociais
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