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terça-feira, 13 de setembro de 2016

DILMA DINHEIRO SUIÇA

A revista Istoé que já circula em todo o País, revela em reportagem que o discurso governista que deve cair por terra é o das contas na Suíça, pois foi encontrada uma conta aberta na Suiça em 2012 sob orientação de Giles (Dilma) para receber propina da Queiroz Galvão na “Operação Angola”. Foram ao menos US$ 237 mil depositados na conta CH3008679000005163446, aberta no banco Morgan Stanley. [ 169 more words ]

A revista Istoé que já circula em todo o País, revela em reportagem que o discurso governista que deve cair por terra é o das contas na Suíça, pois foi encontrada uma…
PENSABRASIL.COM

Jornalista agredido em Sobral

Jornalista é agredido por dois homens e acusa prefeito veveu como mandante

Uma cena triste aconteceu na cidade de Sobral no final de semana, quando um profissional da imprensa foi literalmente agredido.

O jornalista Wellington Macedo foi agredido, segundo Ele, por uma pessoa ligada ao grupo político do PDT, o cidadão agressor tem um tio que é candidato a Vereador na Coligação do IVO Gomes(PDT). O mais grave da história é que os dois que agrediram Wellington Macedo, nunca tiveram qualquer contato pessoal ou desavença que justificasse tal ato de violência. Wellington Macedo acusa o Prefeito Veveu Arruda como mandante desse ato de violência sofrido pelo mesmo.
Segundo o Jornalista Wellington Macedo, mesmo se dirigia com sua Câmara para seu carro para guardar seus instrumentos de trabalho, quando foi seguido por dois caras, que o agrediu com muita violência e que após bater no repórter, os mesmos foram se esconder dentro do comitê do PDT que fica localizado no Arco do Triunfo.

Veja a que nível chega a campanha de Sobral, numa demostração de que a história política de Sobral começa a tomar um novo rumo.
Fonte: Sobral Agora.

Câmara cassa mandato de Eduardo Cunha por 450 votos a 10


O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (12) por 450 a favor, 10 contra e 9 abstenções a cassação do mandato do deputado afastado Eduardo Cunha. A medida põe fim a um dos mais longos processos a tramitar no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, que se arrastava por 11 meses e interrompe o mandato de um dos políticos mais controvertidos dos últimos anos. Com o resultado, Cunha perde o mandato de deputado e fica inelegível por oito anos, mais o tempo que lhe resta da atual legislatura.

A sessão que culminou com a cassação do mandato de Cunha começou por volta das 19h, mas foi suspensa poucos minutos depois pelo presidente da Casa Rodrigo Maia (DEM-RJ), que esperava maior quórum e retomada pouco depois das 20h. Na retomada falaram o relator do processo no Conselho de Ética, Marcos Rogério (DEM-RO), o advogado de Cunha, Marcelo Nobre, e o própro deputado afastado.

Rogério rebateu argumentos da defesa e de aliados de Cunha, segundo os quais o fato de ele ter mentido sobre a existência de contas no exterior em depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras é um crime de menor gravidade. O relator acusou Cunha de ter faltado com a ética e o decoro parlamentar ao utilizar de manobras para postergar o processo. O relator disse que Eduardo Cunha omitiu, ao longo de anos, da Câmara dos Deputados e nas sucessivas declarações de renda, a propriedade de milhões de dólares em contas no exterior.

O advogado de defesa de Cunha disse que o parlamentar está sendo submetido a um linchamento e que o parecer do Conselho de Ética que pede a cassação do mandato do peemedebista não conseguiu a prova material da existência de contas no exterior. Já Eduardo Cunha disse que o processo contra ele, que pode resultar na cassação do seu mandato, é de natureza política e não tem provas. Ao fazer sua própria defesa no plenário da Câmara, Cunha atacou o governo do PT, disse que está sendo perseguido e que o processo é uma “vingança”. "Eu estou pagando o preço de ter o meu mandato cassado por ter dado continuidade ao processo de impeachment. É o preço que eu estou pagando para o Brasil ficar livre do PT", disse o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Aliados de Cunha tentaram até o fim uma última manobra. O deputado Carlso Marin (PDB-RS) apresentou uma questão de ordem para que fosse votado um projeto de resolução no lugar do parecer do Conselho de Ética, o que poderia resultar numa pena mais branda, como a suspensão de mandato. A iniciativa foi indeferida por Maia. Segundo o presidente da Câmara, os deputados iriam votar, como fizeram, o parecer do Conselho de Ética, pois o projeto de resolução “não é objeto de deliberação do plenário, assim não é possível receber emendas, fazer destaque em matérias constantes dos autos”, disse.

Marun ainda tentou recorrer da decisão e pedir a suspensão da sessão, mas o pedido não recebeu apoio do plenário. Diante do resultado Maia deu seguimento à sessão com as falas dos deputados inscritos. Depois que quatro parlamentares se manifestarem, dois a favor e dois contra, os deputados aprovaram um requerimento pelo encerramento da discussão. Durante todo o processo de votação, Cunha permaneceu em frente à Mesa, conversando com deputados.

Na noite desta segunda-feira, os deputados aprovaram o parecer do Conselho de Ética que pediu a cassação do mandato de Cunha por ele ter mentido durante depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras sobre ter contas secretas na Suíça que teriam recebido dinheiro do esquema de pagamento de propina envolvendo a Petrobras e investigado na operação Lava Jato.

Durante todo o processo, Cunha negou que ser o proprietário de quatro contas no exterior apontadas pela Procuradoria-Geral da República como sendo dele e de seus familiares. Cunha disse que apenas tem trustes, tipo de negócio em que terceiros passam a administrar bens do contratante, e que os valores têm origem em operações comerciais e no mercado financeiro, como a venda de carne enlatada para países da África.

Segundo o relatório aprovado no Conselho de Ética, de autoria do deputado Marcos Rogério (DEM-RO), os trustes foram usados pelo presidente afastado da Câmara para ocultar patrimônio mantido fora do país e receber propina de contratos da Petrobras. O deputado diz no parecer que Cunha constituiu os trustes no exterior para viabilizar a "prática de crimes".

Eleito para a presidência da Câmara dos Deputados em fevereiro de 2015 por 267 votos, derrotando em primeiro turno o candidato do governo Dilma, Arlindo Chinaglia (PT-SP) que obteve 136 votos, Cunha teve a sua trajetória marcada pelo aparecimento de que atuava como lobista no esquema de corrupção envolvendo a Petrobras e também duro embate que promoveu contra o governo da ex-presidenta Dilma Rousseff.

Com uma campanha montada em cima da insatisfação da base aliada do governo, Cunha, após a sua eleição, começou um processo de distanciamento e enfrentamento com o governo. A tensão crescente resultou, em julho, daquele ano no anúncio do seu rompimento com o governo Dilma Rousseff. Na ocasião Cunha disse que passaria a integrar as fileiras da oposição. Ele também começou a trabalhar para que o PMDB tomasse a mesma postura.

O anúncio do rompimento ocorreu em meio a escalada das denúncias que levaram o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a incluir o nome de Cunha em uma lista com o nome de políticos suspeitos de integrarem o esquema de corrupção e pagamento de propina envolvendo a Petrobras e investigado na Operação Lava Jato.

Entre as denúncias estava a feita pelo ex-consultor da empresa Toyo Setal Júlio Camargo que relatou à Justiça Federal do Paraná que Cunha lhe pediu propina de US$ 5 milhões. Cunha acusou o Palácio Planalto de ter se articulado para incriminá-lo.


Fonte: Agência Brasil

Ex-presidente da Casa foi acusado de mentir à CPI sobre contas no exterior. Processo se arrastou por 10 meses; Cunha chegou a ser afastado pelo STF.G1.GLOBO.COM

CARMEM LÚCIA DÁ MAL EXEMPLO AOS BRASILEIROS

O QUE É ISSO MINISTRA?
Indicada em 2006, para o STF pelo  ex-presidente e hoje, réu, Lula da Silva, a ministra parece querer mostrar a sua gratidão a um sujeito que há muito já deveria está preso e bem preso.
Estarrecidos com o gesto, os brasileiros vêm à nova presidente do STF convidar Renan Calheiros, com mais de nove processos tramitando no Tribunal e, para completar, em total desrespeito a população, incluir nesse convite o famigerado “Lula Brahma”.
Partindo do principio de que, segundo o dito popular: dizeis com quem andas eu te direi quem és. A Ministra Carmem Lúcia começou mal a sua gestão, pois sem pestanejar, mandou um recado curto e grosso ao juiz  Sérgio Moro: “Lula é meu  e ninguém lambe”.
Tudo indica que o âmbito do Superior Tribuna Federal, no dia reservado a posse da Ministra Carmem Lúcia, estará exalando um horrível mau cheiro de corrupção, porque, segundo a imprensa, além de Renan, Lula e outros, o ministro petista, Dias Toffoli, que foi delatado pelo presidente da OAS, também  será empossado  na vice-presidência do Supremo.

Diante do exposto, chega-se a conclusão, que a confiabilidade do STF, que antes ainda  existia na cabeça do povo brasileiro, está  se esvaindo e sendo dilacerada por esse gesto impensado ou bem pensado – pois  só quem sabe  a definição do fato, é ela, a Ministra.