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A economia deve apresentar crescimento no terceiro trimestre, segundo o Banco Central. O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado a prévia do Produto Interno Bruto (PIB), avançou 0,59% no terceiro trimestre em relação ao segundo trimestre. Na divulgação do mês passado, houve queda de 0,72% no trimestre junho-agosto ante os três meses anteriores. Já no terceiro trimestre deste ano na comparação com idêntico período de 2013, o IBC-Br registrou queda de 0,22%.
O resultado oficial do PIB do terceiro trimestre, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), será anunciado em 28 de novembro. Se confirmada a alta do PIB, a economia brasileira terá saído da recessão técnica registrada no primeiro semestre (nos dois primeiros trimestres do ano, o PIB recuou).
Em setembro, o indicador subiu 0,40%, passando de 146,66 pontos em agosto, na série dessazonalizada, para 147,25 pontos. O resultado do IBC-Br ficou acima da mediana das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelaAgência Estado (+0,2%), mas dentro do intervalo das estimativas (-0,2% a +0,5%).
Em 12 meses, houve crescimento de 0,60%. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o indicador ficou positivo em 0,01%. Até agosto, por esse critério, era verificada uma leve baixa de 0,11%. Na comparação entre os meses de setembro de 2014 e de 2013, houve expansão de 0,92%.
O IBC-Br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. Entre os componentes do indicador estão a Pesquisa Industrial Mensal e a Pesquisa Mensal de Comércio. A projeção do Banco Central para a expansão do PIB deste ano é de 0,7%, segundo o último Relatório Trimestral de Inflação (RTI) divulgado em setembro. Já pelos cálculos do Ministério da Fazenda, a economia brasileira terá expansão de 0,9% em 2014.
Os analistas de mercado estão mais pessimistas e projetam crescimento de apenas 0,21% em 2014, segundo o relatório Focus.
O resultado oficial do PIB do terceiro trimestre, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), será anunciado em 28 de novembro. Se confirmada a alta do PIB, a economia brasileira terá saído da recessão técnica registrada no primeiro semestre (nos dois primeiros trimestres do ano, o PIB recuou).
Em setembro, o indicador subiu 0,40%, passando de 146,66 pontos em agosto, na série dessazonalizada, para 147,25 pontos. O resultado do IBC-Br ficou acima da mediana das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelaAgência Estado (+0,2%), mas dentro do intervalo das estimativas (-0,2% a +0,5%).
Em 12 meses, houve crescimento de 0,60%. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o indicador ficou positivo em 0,01%. Até agosto, por esse critério, era verificada uma leve baixa de 0,11%. Na comparação entre os meses de setembro de 2014 e de 2013, houve expansão de 0,92%.
O IBC-Br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. Entre os componentes do indicador estão a Pesquisa Industrial Mensal e a Pesquisa Mensal de Comércio. A projeção do Banco Central para a expansão do PIB deste ano é de 0,7%, segundo o último Relatório Trimestral de Inflação (RTI) divulgado em setembro. Já pelos cálculos do Ministério da Fazenda, a economia brasileira terá expansão de 0,9% em 2014.
Os analistas de mercado estão mais pessimistas e projetam crescimento de apenas 0,21% em 2014, segundo o relatório Focus.
Revisões
O Banco Central revisou alguns dados do índice de atividade. Em agosto, a alta de 0,27% foi substituída pela elevação de 0,20%. A nova taxa de julho é de +1,47, e não mais de +1,52%. Em junho o dado passou de -1,46% para -1,49%. Em maio, o indicador foi alterado de -0,61% para -0,40%. Para abril, a revisão foi de +0,18% para +0,11%. No caso de março, a mudança foi de -0,07% para -0,16%.
Com a revisão dos dados, apenas o segundo trimestre foi negativo este ano. A queda da economia brasileira de abril a junho foi menor do que o apontado na ocasião. Da mesma forma, porém, a alta dos primeiros três meses do ano na comparação com o último trimestre de 2013 também foi menor do que o divulgado na época.
Com os ajustes feitos hoje pelo BC, o IBC-Br subiu 0,59% no terceiro trimestre do ano na comparação com o segundo, recuou 0,79% no segundo trimestre do ano ante o primeiro e avançou 0,09% nos primeiros três meses de 2014 ante os últimos três de 2013.
O Banco Central revisou alguns dados do índice de atividade. Em agosto, a alta de 0,27% foi substituída pela elevação de 0,20%. A nova taxa de julho é de +1,47, e não mais de +1,52%. Em junho o dado passou de -1,46% para -1,49%. Em maio, o indicador foi alterado de -0,61% para -0,40%. Para abril, a revisão foi de +0,18% para +0,11%. No caso de março, a mudança foi de -0,07% para -0,16%.
Com a revisão dos dados, apenas o segundo trimestre foi negativo este ano. A queda da economia brasileira de abril a junho foi menor do que o apontado na ocasião. Da mesma forma, porém, a alta dos primeiros três meses do ano na comparação com o último trimestre de 2013 também foi menor do que o divulgado na época.
Com os ajustes feitos hoje pelo BC, o IBC-Br subiu 0,59% no terceiro trimestre do ano na comparação com o segundo, recuou 0,79% no segundo trimestre do ano ante o primeiro e avançou 0,09% nos primeiros três meses de 2014 ante os últimos três de 2013.















