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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

BOICOTE GERAL EM TODO O BRASIL . PASTELARIA COMIDA CHINESA.

Zelma Rodrigues Rodrigues
4 de agosto
..Nossa amigos venho pedir a Vcs que compartilhem essa mensagem . Chineses estão a bastante tempo aqui no Brasil abrindo pastelarias e matando nossos animais Vc pode está comendo carne de cachorro no seu lanche não colaborem com essa crueldade não comam mais em pastelarias chinesas por favor
Oficialmente, o delagado Josélio Azevedo de Sousa, da Polícia Federal, ouviu…
JOSIASDESOUZA.BLOGOSFERA.UOL.COM.BR|POR BLOG DO JOSIAS

CARTÃO DE CRÉDITO

Taxa de juros do cartão de crédito bate 415,3% ao ano, informa BC
Segundo relatório, a taxa de inadimplência subiu 0,1 ponto percentual, atingindo 3,3%

22/12/2015 10:57 / atualizado 22/12/2015 15:42
Taxa de juros do cartão de crédito bate 415,3% ao ano - FreeImages

BRASÍLIA - A taxa de juros do cartão de crédito continuou em disparada e bateu 415,3% ao ano no rotativo em novembro - aumento de 10,1 pontos percentuais (pp) em relação a outubro e de 83,7 pp no acumulado do ano, segundo relatório do Banco Central (BC). Quando se considera pagamento parcelado do cartão e à vista, o percentual médio subiu para 99% por ano - o patamar mais elevado da série histórica do banco, iniciada em março de 2011.



O custo do cheque especial também subiu e atingiu 284,8% ao ano - o que representa alta de 6,7 pp entre outubro e novembro e de 93 pp em 12 meses. É a maior taxa desde maio de 1995, quando era de 286,2%, de acordo com o BC. Já a taxa do crédito pessoal ficou em 120,4% ao mês, caindo em relação a outubro, mas com alta de 18,5 pp em um ano.



Apesar disso, os juros dos empréstimos concedidos a pessoas físicas e jurídicas, com recursos livres e direcionados, ficaram praticamente estáveis em novembro, em 30,4% ao ano - com pequena redução de 0,1 ponto percentual na comparação com o mês anterior. O mesmo aconteceu com os spreads (diferença entre o custo de captação dos bancos e o valor cobrado dos tomadores na ponta), que ficaram em 19,4%, em média. Já a taxa de inadimplência subiu 0,1 ponto percentual, atingindo 3,3%.

Entre janeiro e novembro, os juros subiram em média 6,7% pontos percentuais e o volume de crédito na economia somou R$ 3,176 trilhões - alta de 5,3%, na comparação com o mesmo período do ano passado, passando de 53,7% do Produto Interno Bruto (PIB) para 53,8% do PIB.

Os dados do BC mostram que apesar da expansão das operações de crédito, o volume dos empréstimos está se desacelerando devido à queda na atividade econômica, ao endividamento das famílias, que sofrem com perda na renda e desemprego. Diante disso, a instituição revisou a expansão do crédito de 9% para 7% em 2015 e manteve este patamar no próximo ano - quando o país estará sob o comando da nova equipe econômica.

A instituição revisou para baixo as concessões de bancos públicos e privados. Já a estimativa para a ampliação das operações de crédito em proporção ao PIB passa de 53% para 54% neste ano; e 55% em 2016.

- Essa desaceleração do crédito se deve principalmente à atividade econômica. Isso acaba refletindo em várias modalidades. Do lado das famílias, é uma tendência que já ocorre há algum tempo. De certa forma, o crédito habitacional ganhou espaço, houve ampliação do comprometimento de renda com o crédito habitacional. Claro que o o mercado de trabalho se expandindo em ritmo menor é outro fator que contribuiu para essa moderação do crédito às famílias - disse Tulio Maciel, chefe do Departamento Econômico do BC.

Ele destacou a elevação do crédito renegociado, que somou R$ 25,438 bilhões em novembro - alta de de 15,2 pp em 12 meses. Por outro lado, o relatório do BC mostra que os financiamentos de veículos estão despencando, com queda de 11,4% no ano. No mesmo período do ano passado, o recuo era de 4,5%. Também está havendo uma desaceleração do crédito imobiliário, devido a piora nas condições de financiamento (alta nos juros e aumento no valor de entrada). Os financiamentos habitacionais subiram 14,6% no ano, a metade do percentual de alta registrado no mesmo período de 2014, que era de 28%.

Maciel destacou que a crise na economia afeta diretamente às empresas, reduzindo a procura por linhas de financiamento de capital de giro. Por outro lado, as concessões do BNDES que cresciam a um ritmo de 28% no ano passado baixaram para 10,7% entre janeiro e novembro deste ano, devido à decisão governo em diminuir o papel do banco na expansão do crédito, em condições mais facilitadas ao setor produtivo. A Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) subiu de 5% para 7,5% no período e os subsídios foram revisados.

ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS

Depois de dois meses consecutivos de queda, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) voltou a registrar alta em dezembro. A proporção de famílias que relataram ter dívidas com cheques pré-datado e especial, cartão de crédito, carnês de lojas, empréstimo pessoal e prestação de carro e seguro alcançou 61,1% este mês — leve alta em relação aos 61% observados em novembro e aumento maior em comparação com os 59,3% registrados no mesmo período do ano passado.

A alta foi observada apenas no grupo de famílias com rendimentos superiores a dez salários mínimos. Nessa faixa de renda, a parcela de famílias endividadas foi de 56,0% — alta de 1, 4 ponto percentual na comparação com novembro. Entre aquelas que recebem menos de dez salários mínimos, o percentual teve leve queda, passando de 62,3%, em novembro, para 62,2% em dezembro. Na comparação anual, ambas as faixas de renda apresentaram alta.

A proporção de famílias com contas ou dívidas em atraso alcançou 23,2% – o maior nível desde junho de 2012. Em novembro o percentual era 22,7%, e em dezembro de 2014, de 18,5%. A parcela de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes, aumentou de 8,5%, em novembro, para 8,7% em dezembro, ficando acima também dos 5,8% registrados em dezembro do ano passado.

LAVA JATO

Dilma se elegeu com dinheiro roubado da Petrobras. Renan está em seis inquéritos da Lava Jato
O Brasil está nas mãos desta gente há 13 anos. Não é surpreendente que cerca de seis mil chefes de família estejam perdendo seus empregos todos os dias no…
IMPRENSAVIVA.COM

Empresa responde por morte de trabalho mesmo sem culpa

Mesmo tendo fornecido treinamento e os equipamentos de segurança necessários, a empresa responde no caso de o empregado morrer no exercício…
Mesmo tendo fornecido treinamento e os equipamentos de segurança necessários, a empresa responde no caso de o empregado morrer no exercício da função. É que a responsabilidade, nesse caso, não decorre da culpa do empregador, mas do risco da profissão. Com esse entendimento, a 1ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou uma madeireira a indenizar os dependentes de um operador de motosserra, que morreu após uma árvore cair sobre ele.
O trabalhador usava equipamentos de proteção individual, fornecidos pela empresa, quando o acidente aconteceu. Por isso, a companhia argumentou que não poderia ser responsabilizada, já que havia tomado as medidas de segurança para que o operador exercesse a função. Segundo o empregador, o fato foi uma adversidade.
A viúva e os dez filhos, cinco deles menores, requereram quase R$ 650 mil de indenizações por danos morais, materiais e pensão. O Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (SC) considerou o incidente uma fatalidade e manteve a sentença da 2ª Vara do Trabalho de São José, que já havia isentado a empresa. Para o TRT-12, diante da constatação de que o trabalhador era capacitado para exercer a função e usava EPIs, a madeireira não poderia ser responsabilizada.
A família recorreu, e o TST reformou a decisão. Para o relator do caso, ministro Walmir Oliveira da Costa, apesar da conclusão de que não houve ilicitude por parte da empresa, ela pode ser responsabilizada em razão da teoria do risco profissional, disposta no artigo 927 do Código Civil.
Segundo essa teoria, o contratante responde de forma objetiva nos casos em que o dano resulta da atividade do trabalhador. "Sob essa perspectiva, a jurisprudência do TST vem reconhecendo a responsabilidade objetiva do empregador não sob o enfoque da culpa, mas com apoio no risco profissional", afirmou.
Por unanimidade, a turma declarou a responsabilidade civil da empregadora e determinou o retorno do processo ao TRT-12 para decidir o valor da indenização. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.
Processo RR-135685-10.2009.5.12.0032
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FAZENDA

Fruto de turbulência política, Brasil deve cair mais do que os 1,5 % previstos anteriormente, chegando a uma retração de 3%, trocando em miúdos, o Brasil
REVOLTABRASIL.COM.BR|POR REVOLTA BRASIL

A família Picciani e Walter Faria, da Itaipava, têm juntos pedreira comprada de um morto e avaliada em R$ 70 milhões
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PETROBRÁS


O valor de mercado da Petrobras , com a queda das ações da estatal ontem na Bovespa, caiu ao equivalente a US$ 27 bilhões. Em setembro de 2010, v...
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RIO CLAMA POR SAÚDE

Hospital da Mulher, na Baixada, fecha por falta de condições de atendimento
Unidade é referência no atendimento de gestantes de alto risco. Funcionários afirmam que não possuem insumos básicos.
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RJ precisa de R$ 350 milhões para reabrir emergências, diz Pezão
Governador possui reunião com a presidente Dilma na quarta (23). Secretário de Saúde anunciou que deixará o cargo.
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ÁGUA PARA O CEARÁ

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CPMF

MINISTRO DO PLANEJAMENTO

Empossado no cargo nesta terça-feira, 22, o novo ministro do Planejamento, Valdir Simão, ressaltou que a prioridade do governo para próximo ano é a aprovação no Congresso Nacional da reforma no sistema de Previdência. Ele disse acreditar que é possível aprovar a mudança em 2016.
"Nós precisamos discutir alternativas para retardar a entrada na inatividade. Nós temos hoje uma mudança significativa na nossa pirâmide demográfica em função da redução da taxa de natalidade, mas também pelo aumento da expectativa de vida das pessoas. E nós temos que adaptar o sistema para que ele tenha sustentabilidade, que ele se equilibre para garantir o benefício para as futuras gerações", afirmou Simão em sua primeira entrevista como ministro do Planejamento.
Durante o discurso, ele também reforçou a necessidade de aprovação da reforma para garantir o equilíbrio atuarial das contas da Previdência.
"O retardamento para a aposentadoria pode se dar pelo limite de idade ou por uma conjunção entre idade e tempo de contribuição. E isso tem que ser rapidamente debatido e buscarmos uma fórmula que atenda a nossa expectativa de médio e longo prazo e que possa ser aprovado pelo Congresso Nacional", emendou.
Apesar de ser considerado com um dos temas mais espinhosos para o governo, uma vez que afeta a milhares de pessoas, o ministro defendeu que as discussões em torno da reforma da Previdência avance mesmo num período eleitoral. No próximo ano estão previstas as disputas municipais.
"Temos que fazer esse debate que é urgente. E a sociedade tem que estar consciente que, para garantir a sustentabilidade do regime geral de Previdência Social, nós precisamos fazer esses reajustes", ressaltou.
Segundo ele, dentro do horizonte do governo também está a aprovação do novo imposto, a CPMF, que ajudaria no equilíbrio das contas da União de 2016. "A CPMF está prevista e ela é muito importante para que possamos alcançar o resultado primário previsto para o ano que vem. Portanto, vamos trabalhar para a sua aprovação também", defendeu.
Pedaladas
De acordo com o ministro, nos próximos dias, integrantes da equipe econômica devem anunciar a forma que encontraram para o pagamento das "pedaladas fiscais" deste ano, estimadas em R$ 57 bilhões. Deste total, R$ 22,4 bilhões são referentes aos pagamentos em atraso ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e outros R$ 20,7 bilhões ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Também existem R$ 1,5 bilhão à Caixa e R$ 12,3 bilhões ao Banco do Brasil.
"Nós estamos discutindo e nos próximos dias tomaremos a decisão. Eu pessoalmente defendo que devemos limpar essa agenda e o que for possível pagar esse ano devemos pagar", afirmou.
Valdir Simão também minimizou a reação negativa do mercado após a confirmação da substituição do ministro da Fazenda Joaquim Levy por Nelson Barbosa, que até então ocupava Planejamento. "Precisamos trabalhar todos os dias. Não é possível fixarmos uma data. Como disse é muito importante fazer as coisas, demonstrar que temos capacidade de transformar essa realidade. Certamente, vamos conseguir reverter esse quadro e transmitir mais segurança e atrair novamente investidores e retomar o crescimento", afirmou Simão.
Fonte: O Globo

Especialista em contas públicas vê cenário de crise aguda com influência do PT na Fazenda
FINANCISTA.COM.BR|POR WERUSKA GOEKING

DELEGADO DA DELEGACIA MUNICIPAL DE POLÍCIA CIVIL DR. JOÃO HENRIQUES DE SOBRAL













Já assumiu a Delegacia Municipal de Polícia Civil, o delegado Dr. João Henrique da Silva Neto. 

Ele fala sobre a sua metodologia de trabalho. 

Contas 2014 de Dilma

Relator apresenta parecer pela aprovação Acir Gurgacz (PDT-RO) disse que pensou nos futuros governantes
Foto: Jorge William/Agência O Globo
OGLOBO.GLOBO.COM

POR CRISTIANE JUNGBLUT
22/12/2015 17:04 / atualizado 22/12/2015 19:23
Relator das contas presidenciais de 2014, senador Acir Gurgacz (PDT-RO) - Agência Senado

BRASÍLIA - O relator das contas presidenciais de 2014, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), rejeitou a a recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU) e apresentou parecer pela aprovação das contas da presidente Dilma Rousseff do ano passado. Acir disse que as contas foram aprovadas com “ressalvas”, como em outros anos. O senador, que é aliado de Dilma, disse que seguiu a Constituição e que pensou nos futuros governantes. Ele disse que os decretos assinados por Dilma ou pelo vice-presidente Michel Temer não são ilegais e têm previsão na legislação orçamentária.

Acir disse que o TCU é apenas um órgão acessório do Legislativo e que pensou nos futuros presidentes e não na presidente Dilma Rousseff. A presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO), senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), disse que o parecer será votado na CMO até dia 11 de março.

— Tenho boa relação com a presidente Dilma e com a oposição. Não fizemos o relatório pensando na presidente e sim no país. Além disso, a rejeição de contas causa inlegibilidade e não perda de mandato, segundo a própria OAB. E o TCU é um órgão assessor, quem vota é a Comissão Mista de Orçamento e o Congresso. A prerrogativa é do Congresso — disse o senador.

No caso das “pedaladas” fiscais junto ao BNDES e à CEF, ele disse que o pagamento não preocupa.

— Não está de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, mas não é crime, porque não houve contratação de crédito pela União. O governo não é o ordenador de despesas — disse o senador.
TCU não deve responsabilizar Temer por decretos assinados
Senado pede auditoria do TCU sobre decretos assinados por Temer
'Pedaladas’ infringiram LRF e precisam ser pagas, decide TCU

As ressalvas dizem respeito às “pedaladas” e ao volume de restos a pagar de 2012 a 2014, com um estoque de R$ 227 bilhões no ano passado. Ele disse que a União foi inadimplente nos pagamentos, mas que o governo não cometeu crime.

— Esses decretos assinados pela presidente ou pelo vice estão autorizados pela LDO e pela LOA. Não há ilegalidade, irregularidade — disse ele.

Ele argumentou que Dilma adotou manobras orçamentárias devido ao cenário macroeconômico.

— Foram as questões econômicas que aconteceram no meio do ano, o que provocou uma readequação do Orçamento — disse ele.
O parecer diz: “ Como encontramos o vínculo de responsabilidade da presidente, e como os argumentos apresentados pelo TCU não são relevantes o suficiente para levar à rejeição das contas, nosso relatório conclui pela aprovação das contas, porém com ressalvas”.

São três ressalvas: falta de aderência ao cenário econômico-fiscal com o que fato ocorria na economia; compromissos vencidos e não pagos; e restos a pagar em soma vultosa.

— É uma anistia pontual para a Dilma, é jogar com a Dilma. Uma página repugnante da nossa história — reagiu o representante do PSDB na CMO, deputado Domingos Sávio (MG).