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sábado, 9 de janeiro de 2021

Meruoca: Prefeito Herton Alves destaca dívidas de quase 2 milhões deixada pela gestão passada, além de escolas sucateadas, hospital faltando tudo na saúde, uma cidade suja

Estamos tentando resolver todos estes problemas e afirmar o compromisso de campanha em darmos o melhor à população meruoquense..
Roney Edler Bjj, José Gerson Araújo e outras 101 pessoas
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Lira e Baleia: veja o que defendem os candidatos à Câmara Candidatos à presidência começaram nesta semana a percorrer Estados em busca de votos. Ambos querem vacina e reformas

 

Candidatos à presidência da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e Baleia Rossi (MDB-SP)
REPRODUÇÃO/CÂMARA DOS DEPUTADOS
Os dois candidatos com maiores chances de vitória na eleição à presidência da Câmara em 1º de fevereiro, os deputados Baleia Rossi (MDB-SP) e Arthur Lira (PP-AL) começaram nesta semana as campanhas pelo país para mostrar as suas propostas aos seus eleitores, que são os 512 deputados. Para se eleger, é necessário o apoio de ao menos 257 deputados. 

Mas as propostas dos candidatos interessam a todos os brasileiros, já que o vencedor irá comandar a Câmara dos Deputados, e portanto a pauta das leis que definem tudo no País, pelos próximos dois anos. Potencialmente quatro, já que na próxima legislatura o mandato pode ser renovado. 

Na campanha, Lira esteve em capitais das regiões Norte e Centro-Oeste. Já Baleia Rossi começou pela capital do Piauí, no Nordeste. Veja abaixo o que defenderam os candidatos nesta semana: 

Baleia Rossi (DEM-SP)

Bloco: PT, PSL, MDB, PSB, PSDB, DEM, PDT, Cidadania, PV, PCdoB e Rede
REPRODUÇÃO CÂMARA DOS DEPUTADOS
Vacina para todos 


Volta do auxílio emergencial ou ampliação do Bolsa Família 

Tributação dos mais ricos

Responsabilidade fiscal 


Aprovação da reforma tributária 

Instalação de CPIs 

Pautar pedidos de convocação de ministros 

Arthur Lira (PP-AL)

Bloco: PP, PL, PSD, Republicanos, Avante, Patriota, Solidariedade, Pros e PSC
Bloco: PP, PL, PSD, Republicanos, Avante, Patriota, Solidariedade, Pros e PSC
REPRODUÇÃO CÂMARA DOS DEPUTADOS
Aprovação da PEC Emergencial

Aprovação da reforma admnistrativa 

Aprovação da reforma tributária  

Acelerar a vacinação 

Que a vacinação comece pelo Amazonas 

Previsibilidade da pauta da Câmara 

AUXÍLIO CAMPANHA REFORMA VACINAÇÃO
LIRA
BALEIA
Nova tecnologia ajuda médicos a passarem na residência
Medcel
Médico Brasileiro: “Fazer isso todas as manhãs pode recuperar a pele flácida (sem cremes)”

Governo do Ceará solicita 1,4 milhão de doses da vacina da Pfizer para aplicação no Estado, Com mais esse pedido oficial, o Governo do Estado passa a aguardar imunizantes contra a Covid de três laboratórios distintos

Governo do Ceará requisitou 1,4 milhão de doses do imunizante contra a Covid às farmacêuticas americana Pfizer e alemã BioNTech. A informação é do titular da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), Dr. Cabeto, que não detalhou quando a requisição foi feita, mas informou ao SVM que o Estado tem tecnologia adequada para armazenar a vacina que requer temperaturas baixíssimas (- 70 °C e - 80 °C) diferentemente das demais já cogitadas para uso no Ceará, como a de Oxford/AstraZeneca e a Coronavac. Ambas requerem temperaturas de armazenamento entre 2 °C a 8 °C. 




"Nós temos um memorando que trata de 1.400.000 doses de CoronaVac para que, se a produção da Sinovac for em grande escala, como eles estão dizendo na China, para além do que está fornecido ao plano nacional de imunização, se houver disponibilização, nós temos uma proposta de fazer a aquisição. A mesma quantidade nós solicitamos à Pfizer", explica o secretário.



Dr. Cabeto reforça que “é bom lembrar que o Ceará, através de uma parceria com a Universidade Federal do Ceará, tem capacidade para estocagem a menos 70 graus. Para estocar a vacina da Pfizer que inclui uma logística muito mais complexa”.








Embora a atualização do plano de operacionalização para vacinação contra Covid-19 no Estado já mencionasse preparo para uso de imunizantes de diversos laboratórios, a requisição oficial à Pfizer ainda não havia sido anunciada publicamente pela gestão estadual. 
Logística para uso de vacina da Pfizer

No plano de vacinação consta que houve visitas aos ultra refrigeradores da UFC "para possível armazenamento da vacina Pfizer". No documento, também há a informação que devido à dificuldade em manter uma cadeia de frio homogênea em todo o Estado, a orientação, caso a substância da Pfizer seja disponibilizada, é que ela seja aplicada em Fortaleza e nas cidades da Região Metropolitana, por conta do armazenamento. 

Com a requisição oficializada, o Estado aguarda imunizantes de três laboratórios distintos: a vacina produzida pela Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca - que será replicada pela Fiocruz; o imunizante feito pela farmacêutica chinesa Sinovac, que no Brasil é produzido pelo Butantan, em São Paulo; e a das farmacêuticas Pfizer e BioNTech.

A intenção, reforça Cabeto, é através de aquisições próprias adiantar o processo de vacinação no Estado.
“Nós esperamos que essas outras iniciativas sejam exitosas, para que o Estado possa se antecipar e garantir a sua população uma vacinação em maior escala, para que a gente possa suplantar essa pandemia de forma mais rápida”, ressalta. 

O secretário disse ainda que com a produção que está negociada com a Fiocruz (vacina da AstraZeneca) e com o Butantan (Coronavac), o Ceará tem “uma previsão de completar essas 1.740.000 vacinações, ou seja, o dobro disso de doses, até o final de julho”.

Conforme Cabeto, o Estado tem montando uma estrutura para a vacina e 210 localidades serão usadas para distribuição do imunizante no interior. Além disso, o Estado já possui, segundo ele, 8 milhões de seringas com agulhas compatíveis para garantir o processo de imunização.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

PROGAS

 

Brasil tem recorde de 180 mil novas armas de fogo registradas na PF em 2020

Mortes por arma de fogo tiveram crescimento reduzido no país após Estatuto do Desmarmamento Foto: Daniel Marenco/Agência O Globo

Quase 180 mil novas armas de fogo foram registradas na Polícia Federal (PF) em 2020, um recorde em relação aos anos anteriores. A pauta armamentista é um dos principais focos do governo Bolsonaro, que tem facilitado o acesso a esses itens no Quase 180 mil novas armas de fogo foram registradas na Polícia Federal (PF) em 2020, um recorde em relação aos anos anteriores. A pauta armamentista é um dos principais focos do governo Bolsonaro, que tem facilitado o acesso a esses itens no país.

Segundo dados obtidos pela BBC News Brasil com a Polícia Federal, foram registradas 179.771 novas armas no ano de 2020, um aumento de 91% em relação ao número de 2019, que teve 94.064 no total, batendo uma marca de 84% de alta. O patamar alcançado em 2020 é o maior de toda a série histórica, que teve início em 2009.

Ao todo, os dois primeiros anos do governo Bolsonaro registraram 273.835 novas armas, um aumento de 183% em relação ao total de armas registradas em 2018 e 2017 (96.512).

Recentemente, Bolsonaro anunciou que o governo zerou imposto de importação de revólveres e pistolas, o que na prática torna o produto mais barato. A decisão foi derrubada posteriormente pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin.

De acordo com a BBC, a categoria cidadão foi a que teve maior número de novas armas registradas na Polícia Federal no ano passado: foram 122.378, representando quase 70% do total.

Nos últimos dez anos, graças às medidas que flexibilizaram o acesso às armas de fogo do governo Bolsonaro, a quantidade de armamento na mão de cidadãos comuns aumentou 601%.

Entre as mudanças implementadas pelo governo nos últimos dois anos está o aumento no limite de armas e munições que pessoas com porte de arma podem adquirir. Além disso, o governo também liberou o acesso a armas de maior potencial ofensivo..

Segundo dados obtidos pela BBC News Brasil com a Polícia Federal, foram registradas 179.771 novas armas no ano de 2020, um aumento de 91% em relação ao número de 2019, que teve 94.064 no total, batendo uma marca de 84% de alta. O patamar alcançado em 2020 é o maior de toda a série histórica, que teve início em 2009.

Ao todo, os dois primeiros anos do governo Bolsonaro registraram 273.835 novas armas, um aumento de 183% em relação ao total de armas registradas em 2018 e 2017 (96.512).

Recentemente, Bolsonaro anunciou que o governo zerou imposto de importação de revólveres e pistolas, o que na prática torna o produto mais barato. A decisão foi derrubada posteriormente pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin.

Transmissão entre jovens de bairros nobres iniciou segunda onda de Covid-19 em Fortaleza, diz SMS. Quase 50% dos casos confirmados da doença no último trimestre de 2020 se deram entre pessoas com idades entre 20 e 39 anos, segundo boletim.

A segunda onda de casos confirmados de Covid-19 em Fortaleza cresceu a partir da transmissão do vírus iniciada entre jovens residentes em bairros nobres da capital, como Aldeota, Meireles e Papicu. A informação consta no boletim epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), divulgado nesta sexta-feira (8).

A maioria das infecções no mês de dezembro do ano passado, por exemplo, ocorreu entre pessoas de 20 a 39 anos (47%), enquanto entre os idosos essa taxa ficou abaixo de 20% no mesmo período. 



Desde o mês de outubro do ano passado, observa-se o retorno do crescimento de casos da doença com mais intensidade em Fortaleza. Já neste mês, conforme a análise da SMS, os bairros de alto e muito alto IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) concentrava o maior aglomerado de infecções. 

Em novembro e dezembro, os casos permaneciam com maior evidência nas mesmas áreas, mas dessa vez já com dispersão em áreas periféricas de todas as regionais de Fortaleza. 

"Sumarizando, a segunda onda do ciclo epidêmico cresceu a partir de cadeias de transmissão iniciadas entre jovens dos bairros mais favorecidos do município", aponta a SMS.

Conforme o boletim, existe o risco da disseminação da doença para outras regiões da cidade, entretanto, a propagação ainda não aconteceu devido a uma maior barreira imunológica entre os habitantes mais afetados pela primeira onda, que não puderam praticar um isolamento social completo.

Uma menor mortalidade observada agora relaciona-se à maior contaminação de jovens, entre os quais o risco de complicações é consideravelmente reduzido.

Até a noite desta sexta-feira (8), o Ceará registra 343.887 casos confirmados de Covid-19 com 10.137 óbitos pela doença. São 35.990 casos em investigação. O Estado já aplicou 1.338.025 exames para detectar o novo coronavírus. O número de pessoas que já se recuperaram da doença é de 274.636.

"Não dá pra falar em lockdown neste momento", diz secretário da Saúde do Ceará Escrito por Inácio Aguiar e Bárbara Câmara, metro@svm.com.br 20:25 / 08 de Janeiro de 2021. Atualizado às 20:31 / 08 de Janeiro de 2021 Para Carlos Roberto Martins, o Dr. Cabeto, estabelecer um novo isolamento rígido seria “precoce”, visto que a situação epidemiológica do Ceará é diferente dos demais estados brasileiros


Para doutor Cabeto, é preciso considerar as particularidades do cenário no Estado.
O retorno ao isolamento social rígido não está nos planos do Governo do Ceará, pelo menos, no momento. Apesar do aumento no número de casos da doença, observado desde os meses finais de 2020, o titular da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), Carlos Roberto Martins, Dr. Cabeto, acredita que seria precoce considerar um novo lockdown.

Camilo suspende festas de Carnaval e prorroga decreto de isolamento social

>Dezembro teve maior número de atendimentos por coronavírus em UPAs desde pico da pandemia na Capital

O secretário avalia que o Ceará tem uma realidade epidemiológica diferente de outros Estados. Em comparação a Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, três unidades da Federação que, segundo ele, vivenciaram cenários menos graves da pandemia, inicialmente, com um número menor de pacientes infectados, e, possivelmente, uma taxa menor de pessoas imunizadas.

“O Ceará tem uma realidade em que o número de testagens é maior proporcionalmente à população. Então os nossos números mostram que é possível fazer medidas de forma pontual com mais eficiência", afirma o doutor Cabeto. "O fato de o Estado semanalmente se reunir com a comissão técnica e tomar decisões em cima disso tem propiciado a gente não estabelecer lockdown precoce”.

Contudo, para sustentar um cenário em que o isolamento social rígido não volte a ser obrigatório, o secretário reforça que é crucial manter o uso de máscaras e evitar grandes aglomerações, principalmente em ambientes fechados.

“Estou falando principalmente para aqueles que têm menos de 40 anos, que podem infectar pessoas de maior risco, e fazer um quadro epidemiológico diferente no Ceará”, alerta. Tais medidas também contribuem, diz ele, para manter o funcionamento da economia e permitir a reabertura das escolas públicas.

Ainda nesta semana, em entrevista ao Sistema Verdes Mares, o neurocientista Miguel Nicolelis, coordenador do Comitê Científico de Combate ao Coronavírus do Consórcio Nordeste, declarou que na falta de uma vacina e outras terapias medicamentosas, o lockdown é “a única medida possível para evitar o colapso do sistema de saúde”.

Para Cabeto, porém, é preciso considerar as particularidades do cenário no Estado. “O Ceará tem sim ascensão do número de casos restritos, principalmente em Fortaleza, à Regional II. Não é proporcional ao aumento da mortalidade, mas eu entendo que o Nicolelis trata de uma forma global. Acho que, em relação ao Ceará, isso é um pouco precoce”, reforça.

Brasil passa de 8 milhões de casos de Covid-19 e tem a maior média móvel de mortes dos últimos 128 dias Foram 1.379 óbitos e 84.977 registros de novas infecções nas últimas 24 horas

Cemitério de Manaus tem ala reservada para mortos pela Covid-19 
RIO — O Brasil registrou nesta sexta-feira 1.379 mortes e 84.977 casos por Covid-19 nas últimas 24 horas. Com isso, já são 201.542 vidas foram perdidas para o novo coronavírus, além de 8.015.920 pessoas infectadas. A média móvel de mortes ficou em 872, a maior desde 3 de setembro, há 128 dias. A de casos ficou em 45.294.


A "média móvel de 7 dias" faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o "ruído" causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

O número total de casos registrados nesta sexta-feira foi o maior desde o início da pandemia. No entanto, o estado do Paraná registrou mais de 30 mil casos antigos que foram revisados.


Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde.
Fiocruz e Butantan pedem à Anvisa autorização emergencial de uso para vacinas

Também nesta sexta-feira, a Fiocruz e o Instituto Butantan pediram à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a autorização para uso emergencial de suas vacinas. A Fiocruz desenvolve sua fórmula com a Universidade de Oxford em parceria com o laboratório britânico AstraZeneca. O Instituto Butantan pediu autorização emergencial de uso para a CoronaVac, desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac. O prazo para análise de ambos os pedidos é de dez dias.

Um lote emergencial de 2 millhões de doses da vacina de Oxford foi comprada pelo governo federal e será importada do laboratório Serum, da Índia. A expectativa é que as doses cheguem ao Brasil nos próximos dias, sejam rotuladas na Fiocruz e distribuídas no Brasil. Além do pedido de autorização emergencial de uso, a Fiocruz deve solicitar o registro definitivo até o dia 15 de janeiro.

Nesta quinta-feira, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou que o governo também comprou um total de 100 milhões de doses da CoronaVac que serão produzidas no Instituto Butantan, de São Paulo.
Defensoria pede adiamento do Enem por crescimento de casos de Covid-19

A Defensoria Pública da União (DPU) pediu nesta sexta-feira o adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) à Justiça Federal da 3ª Região, devido ao aumentos de casos da Covid-19. As provas do exame estão previstas para ocorrer de forma presencial nos dias 17 e 24 deste mês e de forma virtual em 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

"Temos agora uma prova agendada exatamente no pico da segunda onda de infecções, sem que haja clareza sobre as providências adotadas para evitar-se a contaminação dos participantes da prova, estudantes e funcionários que a aplicarão", escreveu a DPU na peça.

Procurados pelo GLOBO, Inep e MEC ainda não se manifestaram sobre o pedido da DPU.

O documento pede que a prova seja adiada "até que possa ser feito de maneira segura, ou ao menos enquanto a situação não esteja tão periclitante quanto agora". Ao todo, mais de 5,7 milhões de inscrições foram confirmadas nesta edição, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

MAIS E MAIS 
Ludmilla de Lima
Ana Leticia Leão e Dimitrius Dantas
Vitor Seta
Bruno Góes, Julia Lindner e Maurício Ferro

 

Lewandowsk intima Pazuello a prestar informações ao STF - Portal de Prefeitura