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sexta-feira, 7 de março de 2014

Carnaval sem fim - 28 parlamentares esticam feriadão de Carnaval na Assembleia e Câmara


    17 deputados estaduais e 11 vereadores não compareceram à primeira sessão após o feriadão. Na Assembleia, a violência no Carnaval provocou debate
   Ao menos 28 parlamentares de Fortaleza e do Ceará esticaram o feriadão de Carnaval e não foram trabalhar ontem. Ao todo, foram 11 faltosos na Câmara Municipal de Fortaleza e outros 17 na Assembleia Legislativa do Estado. Em ambas as Casas, porém, muitos dos que resolveram aparecer se ausentaram pouco após o registro de presenças.

    Na Câmara, 32 dos 43 vereadores registraram nas primeiras horas de sessão. O número, porém, caiu para 17 na ordem do dia – momento em que são votados projetos. Na Assembleia, apesar de 29 dos 46 deputados terem registrado presença, maior parte da sessão contou com poucas pessoas no plenário.

     Ao final da sessão de ontem, o painel da Câmara apontava ausência dos vereadores Bá (PTC), Deodato Ramalho (PT), Eulógio Neto (PSC), Germana Soares (PHS), Guilherme Sampaio (PT), Lêda Moreira (PSL), Marcos Aurélio (PSC), Martins Nogueira (Pros), Paulo Diógenes (PSD), Toinha Rocha (Psol), Wellington Saboia (PSC).

    Na Assembleia, não estavam presentes Augustinho Moreira (PV), Carlomano Marques (PMDB), Danniel Oliveira (PMDB), Delegado Cavalcante (PDT), Eliane Novais (PSB), Fernanda Pessoa (PR), Idemar Citó (DEM), João Jaime (SDD), Lucílvio Girão (PMDB), Manoel Duca (Pros), Mauro Filho (Pros), Neto Nunes (PMDB), Patrícia Saboya (PDT), Rogério Aguiar (PSD), Sarto Nogueira (Pros), Tin Gomes (PHS) e Wellington Landim (Pros).

Violência
Na esvaziada Assembleia, a violência durante o Carnaval foi assunto. O deputado Roberto Mesquita (PV) cobrou mudanças na “política fracassada” de segurança do governo Cid Gomes (Pros). Fernando Hugo (SDD) e Ferreira Aragão (PDT) reforçaram críticas à insegurança, mas tiraram a responsabilidade dos ombros do Estado e disseram que o problema é do País. “O Congresso Nacional dá as costas e defende que menores continuem espalhando fogo nas ruas”, disse Hugo.

MAIS UM MUNICÍPIO CEARENSE REGISTRA CHUVA ACIMA DE 100 mm


CROATA 07/03/2014 - 09h52
Choveu em 56 cidades do Ceará entre as 7h da última quinta, 6, e as 7h desta sexta-feira

Legenda determinada pela chuva máxima no município

















    Após a chuva de 157 milímetros (mm) que caiu no município de Ipaumirim, agora foi a vez da cidade de Croatá registrar uma forte precipitação no Ceará. De acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), o município da região de Ibiapaba teve 117 mm de chuva, entre entre as 7h da última quinta, 6, e as 7h desta sexta-feira.

  Neste período, choveu em 56 das 184 cidades do Estado. Além de Croatá, choveu forte em Pacujá (69 mm), Ipueiras (59 mm), Acopiara (53 mm), Mucambo (50 mm), Ipu (45,5 mm) e Pires Ferreira (44 mm). Na capital cearense, não houve registro de chuva.

Previsão

   A previsão da Funceme para este sábado, 8, é de chuvas isoladas, principalmente entre a madrugada e manhã no sul do Estado. Nas demais regiões, há possibilidade de chuvas isoladas, principalmente entre a tarde e a noite.
Redação O POVO Onlin
e

GARIS TRABALHANDO ESCOLTADO PELA PM NO RIO


Greve dos garis ganha adesão de merendeiros no Rio



"'Sem merenda, não tem aula', disse um dos agentes de preparo de alimentos a alunos da rede municipal"


















      


        Equipes da Tropa de Choque da Polícia Militar, de guardas municipais e de uma empresa de segurança privada escoltaram na madrugada dessa quinta-feira, 6, garis da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) que não aderiram à greve da categoria no Rio. Eles trabalharam na limpeza das principais ruas do centro e da zona sul. A paralisação foi deflagrada no sábado, durante o carnaval, e a partir de segunda-feira poderá afetar as aulas na rede municipal.
      A escolta foi feita a pedido da prefeitura, após o surgimento de várias denúncias de ameaças e agressões. A sujeira se espalha pela cidade. Além disso, a greve dos garis ganhou a adesão de agentes de preparação de alimentos, conhecidos como APAs. Eles também são funcionários da Comlurb.
     Na manhã de ontem, cerca de 400 funcionários da Comlurb, entre garis e APAs, participaram de assembleia na frente da sede da empresa, na Tijuca, zona norte, e decidiram manter a greve. "Somos nós, APAs, quem preparamos a merenda dos alunos. Sem merenda, não tem aula", disse ao Estado Leonardo Mendes, de 28 anos, um dos agentes de preparo de alimentos em greve.
    A rede municipal tem cerca de 1.500 escolas e creches e atende em torno de 675 mil alunos. A Secretaria Municipal de Educação não se manifestou até as 19h sobre a ameaça às aulas. A Comlurb informou que ainda não tem como calcular quantos APAs aderiram à greve porque eles estão de férias e só voltarão ao trabalho na segunda-feira.
Patrulha. Por volta das 10h, uma viatura do Batalhão de Choque, com quatro PMs fortemente armados, fazia a segurança de 20 garis que retiravam as montanhas de lixo acumuladas na Avenida Presidente Vargas, nas proximidades do sambódromo. "Vamos precisar de cinco dias para deixar tudo normal", contou um gari que não quis se identificar.
   No mesmo horário, mas em outro ponto do centro, na Rua Frei Caneca, guardas municipais desarmados faziam a segurança de garis. Pouco antes, por volta das 8h30, uma equipe de garis era escoltada na Lapa por seguranças de uma empresa privada, também armados.
Protesto. Após a assembleia na Comlurb, os garis saíram em passeata até a sede da prefeitura, na Cidade Nova. Depois, andaram por toda a Avenida Presidente Vargas até a Avenida Rio Branco. Eles reivindicam melhores condições de trabalho e salários. Os garis foram acompanhados por PMs do Batalhão de Policiamento de Grandes Eventos. Não houve confusão.
Os garis negaram a participação de partidos na greve. O protesto teve o apoio de um carro de som com adesivo do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal Fluminense (Sintuff). Estavam presentes Cyro Garcia, presidente do PSTU-RJ, e o ex-deputado federal Babá, fundador do PSOL.
Um dos líderes da paralisação, o gari Célio Viana admitiu que é filiado ao PR (partido do deputado federal Anthony Garotinho, adversário político do prefeito Eduardo Paes e do governador Sérgio Cabral). Em 2012, ele concorreu a vereador, mas não se elegeu. O caso foi noticiado ontem pelo jornal Extra. "O movimento não tem nada a ver com eleição. Tem a ver com luta por melhorias salariais da categoria. E quem paga nosso salário é a Comlurb, não é partido político", disse. Em seu blog na internet, Garotinho negou envolvimento com a greve.
Conhecido por suas danças irreverentes na Marquês de Sapucaí durante os desfiles das escolas de samba, Renato Lourenço, conhecido como Sorriso, apoia a greve. "A partir de hoje (ontem), me juntei ao movimento. Não sou gari só para sambar. Apoio meus colegas", disse Sorriso, há 18 anos na Comlurb.
O piso salarial dos garis é de R$ 874,79 - R$ 1.224,70, com adicional de insalubridade. Acordo fechado entre dissidentes e Comlurb garante mais 1,68% dentro do Plano de Cargos, Carreiras e Salários, com progressão horizontal. Os grevistas reivindicam salário-base de R$ 1,2 mil, que pode chegar a R$ 1.680, com o adicional. A categoria tem 15 mil trabalhadores.
Veja imagens da greve no Rio:
Profissionais de limpeza têm escolta armada para limpar ruas nesta quinta-feira, 6 - 1 (© Marcos de Paula Estadão)
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Marcos de Paula EstadãoMOSTRAR MINIATURAS

Dia Internacional da Mulher



Dia Internacional da Mulher
Frauentag 1914 Heraus mit dem Frauenwahlrecht.jpg
Poster alemão de 1914 em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, conclama o direito ao voto feminino.


Observações Relembra as lutas sociais, políticas e econômicas das mulheres.

O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do século, até a década de 1920.
Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda partidária.
Nos países ocidentais, a data foi esquecida por longo tempo e somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.
Em 1975, foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres.

Origem


Hipátia foi uma astrônoma romano-egípcia, coincidentemente assassinada no dia 8 de março de 415
A ideia da existência do dia Internacional da Mulher surge na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina, em massa, na indústria. As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. Muitas manifestações ocorreram nos anos seguintes, em várias partes do mundo, destacando-se Nova Iorque, Berlim, Viena (1911) e São Petersburgo (1913).
O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América2 , em memória do protesto contra as más condições de trabalho das operárias da indústria do vestuário de Nova York[carece de fontes].
Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada.3

Membros da Women's International League for Peace and Freedom, em Washington, D.C., 1922.
No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 de março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça.4
Poucos dias depois, a 25 de março de 1911, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 146 trabalhadores - a maioria costureiras. O número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Este foi considerado como o pior incêndio da história de Nova Iorque, até 11 de setembro de 2001. Para Eva Blay, é provável que a morte das trabalhadoras da Triangle se tenha incorporado ao imaginário coletivo, de modo que esse episódio é, com frequência, erroneamente considerado como a origem do Dia Internacional da Mulher.5
Em 1915, Alexandra Kollontai organizou uma reunião em Christiania (atual Oslo), contra a guerra. Nesse mesmo ano, Clara Zetkin faz uma conferência sobre a mulher.
Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução russa de 1917. Em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolução de Fevereiro. Leon Trotsky assim registrou o evento: “Em 23 de fevereiro (8 de março no calendário gregoriano) estavam planejadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução”.6

Berlim Oriental, Unter den Linden, (1951). Retratos de líderes da Internationalen Demokratischen Frauen-Föderation (IDFF), na 41ª edição do Dia Internacional da Mulher.
Após a Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo um dia oficial que, durante o período soviético, permaneceu como celebração da "heróica mulher trabalhadora". No entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e tornar-se-ia uma ocasião em que os homens manifestavam simpatia ou amor pelas mulheres - uma mistura das festas ocidentais do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, com ofertas de prendas e flores, pelos homens às mulheres. O dia permanece como feriado oficial na Rússia, bem como na Bielorrússia, Macedónia, Moldávia e Ucrânia.
Na Tchecoslováquia, quando o país integrava o Bloco Soviético (1948 - 1989), a celebração era apoiada pelo Partido Comunista. O MDŽ (Mezinárodní den žen, "Dia Internacional da Mulher" em checo) era então usado como instrumento de propaganda do partido, visando convencer as mulheres de que considerava as necessidades femininas ao formular políticas sociais. A celebração ritualística do partido no Dia Internacional da Mulher tornou-se estereotipada. A cada dia 8 de março, as mulheres ganhavam uma flor ou um presentinho do chefe. A data foi gradualmente ganhando um caráter de paródia e acabou sendo ridicularizada até mesmo no cinema e na televisão. Assim, o propósito original da celebração perdeu-se completamente. Após o colapso da União Soviética, o MDŽ foi rapidamente abandonado como mais um símbolo do antigo regime.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920. Posteriormente, a data caiu no esquecimento e só foi recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960, sendo, afinal, adotado pelas Nações Unidas, em 1977.

Cai participação da mulher no mercado

STJ admite novas reclamações sobre tarifas bancárias




     Três reclamações ajuizadas pela BV Financeira apontam divergências a respeito da legalidade da cobrança de tarifas bancárias. Em 2013, o STJ pactuou que a Tarifa de Abertura de Crédito e a Tarifa de Emissão de Carnê não têm mais respaldo legal

A DENGUE ESTÁ AÍ

MENSAGEM DO DIA 07 DE MARÇO DE 2014

Salmos

quinta-feira, 6 de março de 2014

    A ausência de árvores torna Sobral uma cidade sem refúgio para o forte calor. E ações inadequadas podem prejudicar as ávores existentes. No bairro Centro, por exemplo, leitores flagraram ataques que descumprem a lei e deixam moradores e transeuntes indignados.




Um "pedido de socorro" foi colocado na árvore


Eunício Oliveira seria eleito no primeiro turno, aponta Vox Populi



Eunício Oliveira venceria o governador Cid Gomes (FOTO: Roberta Tavares/Tribuna do Ceará)
O senador Eunício Oliveira (PMDB) poderia ser eleito governador do Ceará ainda no primeiro turno caso a eleição fosse realizada nesta quinta-feira (6). Segundo pesquisa divulgada pelo instituto Vox Populi, o possível candidato à sucessão estadual levaria vantagem até em um suposto confronto com o governador Cid Gomes (Pros).
Entre os dias 22 e 24 de fevereiro de 2014 foram entrevistadas 1.600 pessoas no Ceará, em pesquisa encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT).
O senador obteve mais da metade das indicações de votos válidos em todos os cenários estipulados pela pesquisa. Contra os possíveis nomes indicados pelo Pros, Eunício venceria.
Na pesquisa estimulada (com apresentação dos nomes dos pré-candidatos aos entrevistados), em um cenário de disputa entre o senador e o ex-ministro da Secretaria Especial dos Portos, Leônidas Cristino (Pros), Eunício teria 57% das intenções de voto contra apenas 9% de Leônidas. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Zezinho Albuquerque (Pros), nesse mesmo cenário, teria 6% da preferência do eleitorado.
Já contra a ex-prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT), o senador teria 47% das intenções de voto contra 19% da petista.
Na pesquisa espontânea, Eunício tem 7% das intenções de voto, contra 5% do atual governador Cid Gomes (Pros) e 2% de Luizianne.
Desejo de disputar
Lembrando que Eunício Oliveira evidencia o desejo de disputar a chefia do Palácio da Abolição, com ou sem apoio de Cid Gomes. O senador recusou, inclusive, um convite feito pela presidente Dilma Rousseff (PT) para assumiu o Ministério da Integração Nacional. Entretanto, todos os nomes dos candidatos serão divulgados apenas em junho, no período das convenções eleitorais.

ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL

CID PERGUNTOU VEVEU QUAL MOTIVO DE TANTA REJEIÇÃO EM SOBRAL

O prefeito de Sobral Veveu Arruda (PT) que é homem íntegro e humilde para ouvir ácidas críticas, parece que está ouvindo as pessoas erradas - e fica muito a desejar sua administração - que não anda - nem com algumas forças que ainda não abandonaram o barco por motivos diversos. O Blog Sobral de Prima tomou conhecimento que no último final de semana, o governador Cid Gomes (Pros) tinha perguntado o gestor sobralense, qual seria o motivo da administração de Sobral ter tanta rejeição e reclamações (?). Patrocinador da estada de Veveu Arruda (PT) na PMS, o governador Cid (Pros) sabe que o desgaste da administração veveuzista afeta também sua imagem. 
Em tempo: Na última sexta-feira (28) um empresário de Sobral chegou a subir a Serra da Meruoca para falar com o governador Cid Gomes (Pros) sobre a falta de habilidade do governo Veveu Arruda.
Fonte: Sobral de Prima

VOX POPULI/CNT DIVULGA PRIMEIRA PESQUISA AO GOVERNO DO CEARÁ E FEDERAL

Saiu a primeira pesquisa Vox Populi/CNT sobre a corrida eleitoral ao Abolição. Foram pesquisados quinze cenários ao Governo de voto estimulado, incluindo os cinco pré-candidatos do PROS que podem ser apoiados pelo governador Cid Gomes - Domingos Filho, Mauro Filho, Leônidas Cristino, Izolda Cela e Zezinho Albuquerque -, o senador Eunício Oliveira(PMDB), e a ex-prefeita Luizianne Lins, do PT. E um cenário de voto espontâneo. Leia abaixo todos os cenários da pesquisa Vox/CNT:



Fonte: Via Site Ceara News

   Dilma tem 41% das intenções de voto, diz Vox Populi

     Pesquisa mostra que petista seria reeleita no primeiro turno se eleição fosse hoje

23 de fevereiro de 2014 | 11h 09
      A presidente Dilma Rousseff (PT) venceria no primeiro turno a disputa pelo cargo caso as eleições fossem hoje, de acordo com pesquisa realizada pelo instituto Vox Populi em parceria com a Carta Capital. 
    A sondagem aponta Dilma com 41% das intenções de voto, resultado que equivale a quase o dobro de seus dois principais adversários. O senador Aécio Neves (PSDB) ficou com 17% das intenções de voto, e Eduardo Campos (PSB), com 6%.
    Os demais prováveis candidatos juntos não somaram mais de 1% das intenções de voto. São eles: Pastor Everaldo (PSC), Randolfe Rodrigues (PSOL), Levy Fidelix (PRTB), Eymael (PSDC) e Mauro Iasi (PCB).
     A pesquisa mostrou também que cerca de 20% dos eleitores não responderam ou ainda não sabem em quem votar. Outros 15% manifestaram intenção de votar nulo ou bem branco.
    A margem de erro é de 2,1 pontos porcentuais para mais ou para menos. O levantamento feito pela Vox Populi e Carta Capital foi realizado entre 13 e 15 de fevereiro, período em que foram ouvidos 2.201 eleitores em 161 municípios de todas as regiões do País.

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Deputados do PT minimizam dados de pesquisa eleitoral

Dilma Rousseff aparece em primeiro em levantamento sobre as eleições de outubro

23 de fevereiro de 2014 | 14h 05 
Deputados do PT minimizaram o fato de a avaliação positiva do governo ter interrompido a recuperação iniciada após os protestos de 2013 e afirmaram que a pesquisa Datafolha mostra que a presidente Dilma Rousseff "reúne as condições para ser reeleita".
"O fundamental é que nós reunimos as condições objetivas para vencer a eleição", resumiu o vice-presidente nacional do partido, deputado federal José Guimarães (CE), para quem a estagnação do número de eleitores que acham o governo petista bom o ótimo "não assusta".
Publicada na edição deste domingo do jornal Folha de S.Paulo, a pesquisa apontou que a avaliação positiva do governo Dilma permaneceu em 41%, mesmo patamar alcançado em novembro. Caso as eleições presidenciais fossem hoje, a presidente seria reeleita ainda no primeiro turno, uma vez que aparece com 47% das intenções de voto no levantamento, mais do que a soma dos seus prováveis adversários: o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), com 17% e 12%, respectivamente.
Petistas também afirmaram que Aécio e Campos não deslancharam e que a pesquisa revela que eles estão disputando um mesmo eleitorado. "Eles estão bebendo da mesma água, estão trocando chumbo", disse o vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas (PT-PR). "Os dois estão cada vez mais iguais, falando dos mesmo assuntos e dos mesmo temas", resumiu.
Oposição
O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), por sua vez, disse que o levantamento Datafolha trouxe bons dados para a oposição e, sobretudo, para o presidenciável tucano. "Acho animador o fato de o índice de Aécio estar em torno de 20% (de intenção de votos), que é o que ele tem nas diferentes pesquisas", afirmou o senador. Em relação a novembro, Aécio caiu dois pontos percentuais nas intenções de voto (de 19% em novembro para 17%), dentro da margem de erro.
Aloysio creditou ainda a grande vantagem nas intenções de voto para Dilma em relação aos candidatos da oposição à exposição que o cargo de presidente confere à petista. Para o senador, há uma "diferença abissal" entre a visibilidade dada a Dilma e aos demais pré-candidatos, que ainda não oficializaram suas campanhas. "É de se reconhecer que não existe campanha Aécio Neves, enquanto que a campanha dela (Dilma) é uma realidade midiática e política permanente há ao menos dois anos", disse Aloysio.
O senador tucano também classificou como "favorável" para a oposição o indicador de que 67% dos entrevistados desejarem que o próximo presidente da República adote ações diferentes do atual governo. Sobre o fato de os entrevistados terem apontado principalmente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a própria presidente Dilma Rousseff, ambos do PT, como os pré-candidatos que poderiam promover essa alteração de rumo, Aloysio disse que os nomes da oposição ainda "não encarnaram essa possibilidade de mudança", o que deve ser revertido com a proximidade do pleito. "É um estado de espírito que ainda não se materializou", disse. "Eu tenho para mim que quem tem melhores condições de encarnar esse desejo - porque tem uma força política maior e uma estrutura de partido com vocação de governo - é o Aécio", concluiu o tucano.
Joaquim Barbosa
O desempenho do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, em cenários testados pela pesquisa também foi analisado de forma diferente por petistas e tucanos ouvidos pelo Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Barbosa chegou a marcar 14% das intenções de voto e, num quadro em que a cabeça de chapa do PSB é a ex-senadora Marina Silva (17%), a disputa poderia ir para o segundo turno, caso o pleito fosse hoje. "Acho que é um desejo de ter mais alternativas na disputa", avaliou o Aloysio Nunes, que não acredita que Marina deverá substituir Campos na disputa.
Já o petista André Vargas alegou que tanto Marina quando Barbosa não representariam uma ameaça à reeleição de Dilma. "Acho improvável que ele (Joaquim Barbosa) se disponha, ele não tem o perfil psicológico para se submeter ao processo democrático", alfinetou o petista. Os dois não têm estrutura partidária: um vai ter que entrar na penúltima hora e o outro tem mais recall de imagem. Não representam uma ameaça", concluiu. 
RICARDO DELLA COLETTA - Agência Estado
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Avaliação positiva do governo Dilma volta a cair após meses de estabilidade

Segundo levantamento realizado pelo Ibope, parcela dos brasileiros que consideram gestão federal boa ou ótima passou de 43% em dezembro para 39% neste mês

21 de fevereiro de 2014 | 17h 43
São Paulo - (atualizado às 21h45) A taxa de aprovação ao governo Dilma Rousseff teve neste mês a primeira queda desde as manifestações de junho do ano passado. Segundo pesquisa Ibope/Estado, a parcela de brasileiros que considera a administração do País boa ou ótima diminuiu de 43% para 39% entre o início de dezembro e a metade de fevereiro.
Com esse refluxo, a avaliação positiva do governo voltou aos níveis observados entre agosto e novembro, quando oscilou entre 37% e 39%. Antes disso, a taxa havia sofrido um tombo, passando de 55% em pesquisa Ibope do início de junho para 31% em julho. Entre esses dois levantamentos ocorreu a massificação dos protestos de rua nas principais cidades do País.
Na época, João Santana, marqueteiro da campanha que elegeu Dilma, previu que o governo recuperaria sua popularidade em quatro meses. A profecia foi desmentida por pesquisa feita em outubro, que revelou uma avaliação positiva de 38%, 17 pontos porcentuais abaixo da registrada antes dos protestos.
Além de avaliar o governo como um todo, o Ibope pesquisou também a opinião dos brasileiros sobre o desempenho pessoal de Dilma na Presidência. Sua conduta é aprovada por 55% e desaprovada por 41%. Em dezembro, a taxa de aprovação era de 56% – ou seja, nesse caso, houve apenas uma oscilação negativa, dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
Em termos geográficos, a avaliação positiva do governo apenas oscilou negativamente, também dentro da margem de erro, nas regiões Nordeste (52% para 51%) e Sul (46% para 44%). A queda mais significativa, de 13 pontos porcentuais, ocorreu no Norte/Centro Oeste (de 45% para 32%). No Sudeste, a taxa foi de 38% para 33%.
Na divisão do eleitorado por escolaridade, a queda na aprovação se concentrou na faixa com curso superior (de 35% para 26%). No outro extremo, entre os que estudaram até a 4.ª série, a variação foi de 54% para 50%.
Idade. A pesquisa revela ainda que, quanto mais jovens os eleitores, mais eles são críticos em relação ao governo. Entre aqueles com menos de 25 anos, a aprovação à gestão da presidente é de apenas 35%. Entre os que têm 55 anos ou mais, a taxa chega a 45%.
O governo é mais bem avaliado nos municípios menores. A aprovação é de 52% nas cidades de até 20 mil habitantes e de 36% nas que abrigam mais de 100 mil moradores. Nas capitais, palco principal das manifestações do ano passado, apenas 35% veem o governo como ótimo ou bom. No interior, a taxa sobe para 42%.
Após os protestos de junho, a recuperação de Dilma foi mais acentuada em cidades do interior do País. A presidente aumentou o número de viagens e de entrevistas para rádios com alcance local, como forma de "segurar" esse eleitorado. Outra iniciativa tomada nesse sentido foi a distribuição de milhares de máquinas retroescavadeiras e tratores para prefeitos.
Metodologia. O levantamento do Ibope foi feito em 141 municípios. Foram ouvidos 2.002 eleitores. Como a margem de erro é de dois pontos porcentuais, a aprovação ao governo pode estar entre 37% e 41%. No levantamento anterior, de dezembro, poderia se situar entre 41% e 45%.
A chance de a taxa ter sido de 41% na pesquisa anterior e na atual, porém, é de apenas 0,12%, segundo cálculos do Estadão Dados –, por isso pode-se afirmar com segurança que houve queda na avaliação positiva. 
Daniel Bramatti - Estadão Dados