US$ 25,186 bilhões de dólares. Esse é o tamanho do déficit nas contas externas do Brasil, no primeiro trimestre de 2014. O maior desde que o índice começou a ser medido, em 1970.
O número (que leva em conta a balança comercial, a conta de serviços e transferências) foi divulgado pelo Banco Central. A projeção atual para o ano é ainda mais desanimadora, com uma conta negativa de US$ 80 bilhões. E este valor pode aumentar ainda mais: somente em março, o rombo foi de US$ 6,2 bilhões, acima dos US$ 5,8 bilhões previstos originalmente pelo Banco Central.
Mas, de acordo com essa projeção, o déficit brasileiro será o segundo maior do planeta, atrás apenas dos Estados Unidos. Entretanto, em termos relativos, o rombo brasileiro corresponde a 3,6% do PIB, enquanto o dos Estados Unidos soma apenas 2,2% do Produto Interno Bruto.
Mas é importante ressaltar que, em 2007, o déficit norte-americano era de 4,9%, ou seja, este valor vem caindo, enquanto o nosso cresce a olhos vistos. É um retrato de que o Brasil vem andando na contramão. O mundo inteiro está deixando a crise no passado, enquanto o Brasil permanece estacionado, com uma economia vulnerável, algo que começa a refletir cada vez mais no dia a dia da população.
Mas é importante ressaltar que, em 2007, o déficit norte-americano era de 4,9%, ou seja, este valor vem caindo, enquanto o nosso cresce a olhos vistos. É um retrato de que o Brasil vem andando na contramão. O mundo inteiro está deixando a crise no passado, enquanto o Brasil permanece estacionado, com uma economia vulnerável, algo que começa a refletir cada vez mais no dia a dia da população.
É preciso animar a economia brasileira. A falta de confiança dos brasileiros e do mercado internacional está começando a cobrar um preço alto demais no Brasil, que vai ficando para trás. Falta empenho do governo em aumentar a produtividade, em atrair investimentos, em enxugar as contas públicas para o país começar a gastar menos.
Enquanto isso não acontecer, a economia brasileira vai continuar para trás. Os outros países estão crescendo, fazendo acordos bilaterais, procurando alternativas... E o Brasil assumiu o papel de espectador e está apenas observando o mundo sair da crise.
Enquanto isso não acontecer, a economia brasileira vai continuar para trás. Os outros países estão crescendo, fazendo acordos bilaterais, procurando alternativas... E o Brasil assumiu o papel de espectador e está apenas observando o mundo sair da crise.

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