Iughetti explica a importância que a Premium II teria. “Seria uma refinaria equidistante das outras refinarias de Pernambuco e Premium I. Assim, facilitaria a logística de abastecimento da Região Nordeste. Além disso, ampliaria os investimentos em atividades periféricas, como metal-mecânica, mecânicas de grande porte, indústrias petroquímica e capacitação de mão de obra local”.
Se algumas decisões têm características políticas, o consultor argumenta que essa foi econômicas mesmo. No entanto, critica a descontinuidade como um desrespeito ao Ceará. “Com certeza, essa é uma decisão que deveria ser vista com o Governo do Estado, que ofereceu à Petrobras todas as condições para essa refinaria”.
Para Iughetti, a Petrobras tem a obrigação de ressarcir, de alguma forma, o governo. “É inquestionável o que o Governo investiu e deu todas as contrapartidas possíveis”, afirmou.
Polo PetroquímicoA transferência do Polo Petroquímico do Porto do Mucuripe para o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP) está associada à Refinaria. Por isso, esse empreendimento também acaba prejudicado.
“Pode haver uma esperança, mas vai demandar a matéria-prima como petróleo de outros estados, o que encarece a logística de abastecimento.
Outra refinariaO secretário de Desenvolvimento de São Gonçalo do Amarante, Victor Samuel, afirma que há empresas fora do Brasil interessadas em investir em refinarias.
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