AS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS
Notícia de dezembro de 2012, publicada pelo jornal O Povo, do Ceará, revela que Odorico Monteiro teria sugerido nomes para o IDGS.
Messias Barbosa Lima, um dos denunciados pelo Ministério Público, no mesmo processo, disse que a criação da organização social foi sugerida por Odorico Monteiro.
Segundo o mesmo Messias, Odorico teria falado das vantagens em contratar uma organização social, por ser isenta de imposto de renda e contribuição patronal ao INSS. Antes da constituição da entidade, teria convidado cada um dos 10 nomes que compuseram sua primeira diretoria, afirma Messias. Como Messias já era servidor municipal, sua permanência na entidade pouco durou, explicou. “No tempo em que estive na composição do IDGS não chegou a ser feito nenhum repasse da Prefeitura”, defendeu-se.
Quando o caso veio a público, o hoje candidato a deputado federal Odorico Monteiro (PT) era secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, que saiu, então, em sua defesa. Em nota, o Ministério afirmou que Odorico Monteiro ocupou a Secretaria Municipal da Saúde (de Fortaleza) apenas nos quatro primeiros meses de atuação do IDGS, período em que só foram pagos R$ 1,9 milhão. Durante esse período foram assinados cinco contratos, com a aprovação do conselho administrativo responsável, e, apesar de assinados em outubro, só foram publicados em novembro, segundo o Ministério.
O iG tentou ouvir a versão de Odorico Monteiro sobre a ação do Ministério Público. Não obteve retorno. Os demais envolvidos não foram localizados. O servidor público Reginaldo Alves das Chagas, um dos denunciados, não é qualificado na abertura da ação; seu nome é citado no decorrer do processo e, ao final, no pedido de condenação, feito pelo promotor Ricardo Rocha.
Segundo o mesmo Messias, Odorico teria falado das vantagens em contratar uma organização social, por ser isenta de imposto de renda e contribuição patronal ao INSS. Antes da constituição da entidade, teria convidado cada um dos 10 nomes que compuseram sua primeira diretoria, afirma Messias. Como Messias já era servidor municipal, sua permanência na entidade pouco durou, explicou. “No tempo em que estive na composição do IDGS não chegou a ser feito nenhum repasse da Prefeitura”, defendeu-se.
Quando o caso veio a público, o hoje candidato a deputado federal Odorico Monteiro (PT) era secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, que saiu, então, em sua defesa. Em nota, o Ministério afirmou que Odorico Monteiro ocupou a Secretaria Municipal da Saúde (de Fortaleza) apenas nos quatro primeiros meses de atuação do IDGS, período em que só foram pagos R$ 1,9 milhão. Durante esse período foram assinados cinco contratos, com a aprovação do conselho administrativo responsável, e, apesar de assinados em outubro, só foram publicados em novembro, segundo o Ministério.
O iG tentou ouvir a versão de Odorico Monteiro sobre a ação do Ministério Público. Não obteve retorno. Os demais envolvidos não foram localizados. O servidor público Reginaldo Alves das Chagas, um dos denunciados, não é qualificado na abertura da ação; seu nome é citado no decorrer do processo e, ao final, no pedido de condenação, feito pelo promotor Ricardo Rocha.
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