Recentemente, o Palácio do Planalto teve acesso a uma pesquisa que apontava que, pela primeira vez, a aprovação do governo da presidente Dilma Rousseff está abaixo dos 10%. Sabe-se agora que numa das simulações, o índice ótimo e bom do governo foi de apenas 8%.

Desde a redemocratização, só ex-presidente Fernando Collor havia atingido – em seu pior momento – um patamar semelhante. Nas palavras de um auxiliar direto da presidente Dilma, essa queda acentuada da popularidade tem reflexo direto no ânimo dos petistas.
“O clima de hostilidade na rua aos integrantes do PT é enorme”, observou esse auxiliar. “Há uma mistura explosiva de dois fatores que ajudam a entender esse momento do governo: uma situação econômica muito difícil e a visibilidade que ganhou a investigação do esquema de corrupção na Petrobras”, reconheceu um ministro.
De acordo com pesquisa interna do Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (PT) atingiu o ponto mais baixo em sua popularidade, agradando apenas a 7% dos eleitores. A informação foi divulgada nesta quarta, 10, pelo blog Expresso, hospedado no portal da revista Época. Segundo o texto, 75% dos entrevistados desaprovavam o governo e 18% consideram-no regular.
Os números são piores do que o do ex-presidente Fernando Collor de Melo (então no extinto PRN) em seu momento mais impopular, durante o ano de 1992. Naquele período, a aprovação do alagoano era de 9%, enquanto a desaprovação atingia 68%. 21% consideravam sua gestão regular.
Os números preocupam auxiliares de Dilma. De acordo com o blog do jornalista Gerson Camarotti, hospedado no portal G1, a desaprovação desanima a militância governista. "O clima de hostilidade aos integrantes do PT nas ras é enorme", diz um assessor não identificado. Um ministro atribuiria a impopularidade ao momento difícil na economia, associado à exposição do governo em virtude da Operação Lava Jato, que investiga escândalo de corrupção na Petrobras.
Desde a redemocratização, só ex-presidente Fernando Collor havia atingido – em seu pior momento – um patamar semelhante. Nas palavras de um auxiliar direto da presidente Dilma, essa queda acentuada da popularidade tem reflexo direto no ânimo dos petistas.
“O clima de hostilidade na rua aos integrantes do PT é enorme”, observou esse auxiliar. “Há uma mistura explosiva de dois fatores que ajudam a entender esse momento do governo: uma situação econômica muito difícil e a visibilidade que ganhou a investigação do esquema de corrupção na Petrobras”, reconheceu um ministro.
De acordo com pesquisa interna do Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (PT) atingiu o ponto mais baixo em sua popularidade, agradando apenas a 7% dos eleitores. A informação foi divulgada nesta quarta, 10, pelo blog Expresso, hospedado no portal da revista Época. Segundo o texto, 75% dos entrevistados desaprovavam o governo e 18% consideram-no regular.
Os números são piores do que o do ex-presidente Fernando Collor de Melo (então no extinto PRN) em seu momento mais impopular, durante o ano de 1992. Naquele período, a aprovação do alagoano era de 9%, enquanto a desaprovação atingia 68%. 21% consideravam sua gestão regular.
Os números preocupam auxiliares de Dilma. De acordo com o blog do jornalista Gerson Camarotti, hospedado no portal G1, a desaprovação desanima a militância governista. "O clima de hostilidade aos integrantes do PT nas ras é enorme", diz um assessor não identificado. Um ministro atribuiria a impopularidade ao momento difícil na economia, associado à exposição do governo em virtude da Operação Lava Jato, que investiga escândalo de corrupção na Petrobras.
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