Açude Tucunduba
| Açude Tucunduba | |
|---|---|
| Localização | |
| Localização | Brasil |
| Divisão | Senador Sá e Marco, CE |
| Dados gerais | |
| Proprietário | DNOCS |
| Tipo | barragem |
| Vazão | 1,14 m³/s m³/s |
| Dados da albufeira | |
| Capacidade total | 40,2 milhões |
Está construído sobre o leito do rio Tucunduba no limite dos municípios de Senador Sá e Marco. Nas margens do açude estão as sedes dos distritos de Serrota (Senador Sá) e Panacuí (Marco).
Foi construído pelo DNOCS, tendo suas obras concluídas em 1919.
Sua capacidade é de 40.200.000 m³ e a vazão regularizada é de 1,14 m³/s.
O nome foi dado segundo o distrito de Tucunduba que fica as margens do Açude. O nome do distrito teve que ser alterado para Pacanui pois outros distritos no Ceará já possuem o mesmo nome.
Segundo a população local, por uma razão desconhecida, uma índia saiu correndo pelo mato gritando tucunduba originando o nome do açude até o presente momento.
Um dos momentos mais festivos do açude é a corrida de canoagem realizada em Julho.
O açude tem em sua história muitas peculiaridades que fazem dele ainda mais importante, em 1915, com o advento da seca o tucunduba ganhou muita notoriedade em toda a região, não pela a água mais pela comida e pelo o trabalho que lá era oferecido, com o grande aglomerado de gente faminta chegando quase que de uma vez só, o então engenheiro responsável pelos trabalhos, Abelardo dos Santos, fatia os afazeres para empregar mais gente, neste mesmo no ano o mesmo pede socorro ao governo para sustentar o povo que estavam arranchados nos arredores da construção, pois o número já chegava a casa dos 7 mil.

Como socorro o engenheiro recebeu do governo a construção de dois poços profundos, recebeu também reforço de armas e homens para segurança dos armazéns de comidas, que dadas as circunstancias podiam ser arrombados a qualquer momento. Nos registros, o engenheiro chegou a empregar formalmente mil trabalhadores, superando a crise e a fome naquele tempo tão difícil. Tudo isso consta no arquivo do DNOCS. A conclusão nos dados oficiais se deu em outubro de 1919 e sua primeira sangria em 27 de Março de 1930, onde uma lamina de água de 20cm lavou o escoadouro pela primeira vez. Este ano de 2018 o mesmo veio a sangrar. Estas e outras no diário de notícia de Célio Cavalcante ativo funcionário do DNOCS.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
365 DIAS