A openDemocracy publicou um artigo intitulado “A crise do coronavírus mostra que é hora de abolir a família” em seu site, onde a autora Sophie Lewis argumenta contra as deficiências percebidas na família nuclear que supostamente a crise teria exacerbado.
Família nuclear é um termo usado para definir um casal de adultos, homem e mulher, e pode ter qualquer número de crianças. Historicamente, a família nuclear é a unidade familiar predominante e o fundamento de uma sociedade estável.
Sophia Lewis diz no artigo que a crise é o momento certo para as pessoas “se libertarem do lar da família nuclear”.
O artigo afirma que os lares são ambientes inseguros e o coronavírus chinês levará a um aumento no abuso, fazendo fortes alegações de que os domicílios particulares apresentam “estupro de crianças” e “bullying da classe LGBT”.
A autora afirma que pessoas LGBTs não estão seguras dentro de casas.
“O grupo LGBT e especialmente os muito idosos e muito jovens, não estão seguros lá: seu florescimento no lar capitalista é a exceção, não a regra”.
O artigo continua afirmando que as famílias estão repletas de pais patriarcais e os ambientes familiares são inseguros devido à “mistificação da forma de casal; a romantização do parentesco; e a higienização do espaço fundamentalmente inseguro que é propriedade privada”.
O artigo pede principalmente uma série de propostas socialistas, que devem ter precedência sobre a família. Ao mesmo tempo, o artigo também não oferece uma solução real para o que substituiria a unidade da família nuclear. pesquisa realizada pela Gallup mostra que quase 9 em cada 10 crianças (89%) relatam sentir “felicidade” ficando em casa com os pais durante a crise do coronavírus
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