
Mas se trata na verdade de um foguete lançado pela China nesta segunda, que tem como objetivo pousar na Lua e trazer de volta para terra rochas lunares. Divulgada pelo jornal americano The New York Times, a missão é a primeira desse porte a ser realizada por outro país que não seja a antiga União Soviética, que fez um lançamento há cerca de quatro décadas.
De acordo com o tenente Romário Fernandes, professor de astronomia do Colégio Militar do Corpo de Bombeiros do Ceará (CMCB), o foguete foi lançado e, quando atingiu uma determinada altitude, acionou seus motores. Para realizar esse etapa o objeto começou a expelir gases, que reagiram à incidência solar e deram luminosidade ao foguete, fazendo com que ele pudesse ser visto.
"A facilidade de ver (o foguete) no Nordeste é porque aqui escurece mais cedo do que no Sul ou Sudeste. (...) Pra eles lá (sulistas e sudestinos) ainda estava claro quando o foguete passou. Se estivesse escuro seria melhor de ver", explica o astrônomo. Ainda de acordo com Romário, o pouso do objeto na Lua deve acontecer daqui a quatro dias, estando seu retorno à terra previsto para primeira metade de dezembro.
(O Povo)
De acordo com o tenente Romário Fernandes, professor de astronomia do Colégio Militar do Corpo de Bombeiros do Ceará (CMCB), o foguete foi lançado e, quando atingiu uma determinada altitude, acionou seus motores. Para realizar esse etapa o objeto começou a expelir gases, que reagiram à incidência solar e deram luminosidade ao foguete, fazendo com que ele pudesse ser visto.
"A facilidade de ver (o foguete) no Nordeste é porque aqui escurece mais cedo do que no Sul ou Sudeste. (...) Pra eles lá (sulistas e sudestinos) ainda estava claro quando o foguete passou. Se estivesse escuro seria melhor de ver", explica o astrônomo. Ainda de acordo com Romário, o pouso do objeto na Lua deve acontecer daqui a quatro dias, estando seu retorno à terra previsto para primeira metade de dezembro.
(O Povo)

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