Estado não terá uma religião oficial, obrigatória, mas também não vai perseguir nenhuma religiosidade, querer se intrometer em seus rituais e liturgias”, argumenta Constantino. “E a crença pode ser de foro íntimo, subjetiva, pessoal, mas o culto não: é justamente a comunhão dos crentes que compartilham daquela mesma fé. Não é uma simples ‘aglomeração’, como uma festinha.
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