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terça-feira, 6 de janeiro de 2015
EXTINTOR ABC É SUSPENSO USO

Governo suspende obrigatoriedade do extintor tipo 'ABC' em carros do país
O Ministério das Cidades decidiu nesta segunda-feira (5) suspender a obrigatoriedade do extintor de incêndio do tipo "ABC". Esse tipo de extintor...
Denatran adia multa para extintor antigo; o novo está em falta
Extintor novo começou a equipar carros zero a partir de 2005. Pelos próximos 3 meses, infração não será punida, diz o órgão.
Extintor do tipo ABC está em falta em diversas regiões; multa será mantida
Motoristas que deixaram para última hora reclamam de falta do produto. Desde o dia 1º, rodar com extintor do tipo BC pode dar multa de R$ 127.
Sem treinamento, extintor no carro é inútil, diz associação de consumidores - Ultimas Notícias -...
A Proteste Associação de Consumidores classificou nesta terça-feira (6) de "dinheiro jogado fora" a obrigatoriedade da troca de extintores veiculares do ti...
SEGREDOS DA PETROBRÁS SÃO VAZADOS
Petrobras fecha em alta após 6 quedas e ajuda Bolsa a subir pelo 2º dia
Folha de S.Paulo - Mercado - Principal - Há uma hora
O principal índice da Bolsa brasileira fechou esta quarta-feira (7) em alta pelo segundo dia, amparado no bom desempenho de papéis de bancos, Petrobras, Vale e siderúrgicas, além do clima de menor aversão ao risco nos mercados internacionais. Leia mais (01/07/2015 - 17h52)
Alguns dos maiores segredos da Petrobras vazaram numa operação de espionagem realizada por brasileiros, entre eles um diretor da estatal indicado por deputado do PMDB
OGLOBO.GLOBO.COM
LATIFÚNDIOS BRASILEIRO
Campo
Em 2014, segundo dados parciais do Centro de Documentação Dom Tomás Balduino, da CPT, foram registrados 34 assassinatos no campo até o momento; Entre as vítimas, pessoas de comunidades tradicionais, assentados, sem-terra, posseiros, pequenos proprietários e sindicalistas
http://www.brasildefato.com.br/node/30918
Em 2014, segundo dados parciais do Centro de Documentação Dom Tomás Balduino, da CPT, foram registrados 34 assassinatos no campo até o momento; Entre as vítimas, pessoas de comunidades tradicionais, assentados, sem-terra, posseiros, pequenos proprietários e sindicalistas
http://www.brasildefato.com.br/node/30918
2014 inverteu a lógica de violência que vinha se mantendo nos últimos anos. Foram seis membros de comunidades tradicionais assassinados, conforme...
BRASILDEFATO.COM.BR
Apesar das declarações da nova ministra da Agricultura, Kátia Abreu, de que "não existe mais...
WWW1.FOLHA.UOL.COM.BR

Já as pequenas propriedades (com menos de dez hectares) respondiam por apenas 2,3% do território brasileiro classificado como estabelecimento rural. http://folha.com/no1571133
A FARSA DAS ELEIÇÕES ELETRÔNICAS NO BRASIL
a compartilharam o vídeo de Hélcio Gangana Personal Trainer: DESVENDANDO a farça da Urna Eletronica do Brasil.
AGORA EU TENHO CERTEZA QUE EXISTE FRAUDE NO #BRASIL
OITO NOVOS PLANETAS DESCOBERTOS
Cientistas encontram oito novos planetas em 'zonas habitáveis'. Entenda: on-msn.com/14sO40A
Oito novos planetas detectados nas “zonas habitáveis” de suas estrelas
www.msn.com
1420584001000
Oito novos planetas detectados nas “zonas habitáveis” de suas estrelas
www.msn.com
1420584001000
EMPREGO EM SOBRAL
Portal de Emprego
AUXILIAR DE ENFERMAGEM
LOCAL DE TRABALHO: ASILO SÃO VICENTE DE PAULO (JUVEVÊ)
REQUISITOS: CURSO DE AUXILIAR DE ENFERMAGEM, COREN-PR REGULAR
EXPERIÊNCIA NA FUNÇÃO
HORÁRIO DE TRABALHO: DAS 08:00 ÀS 17:48 - 44h semanais
BENEFÍCIOS: VT + ALIMENTAÇÃO NO LOCAL
Mais informações apenas na entrevista
Interessados clicar no link, e enviar seu currículo no email descrito na vaga.
http://www.portaldeemprego.com.br/vagas/auxiliar-de-enfermagem-em-curitiba-pr-na-area-saude/id/3526
LOCAL DE TRABALHO: ASILO SÃO VICENTE DE PAULO (JUVEVÊ)
REQUISITOS: CURSO DE AUXILIAR DE ENFERMAGEM, COREN-PR REGULAR
EXPERIÊNCIA NA FUNÇÃO
HORÁRIO DE TRABALHO: DAS 08:00 ÀS 17:48 - 44h semanais
BENEFÍCIOS: VT + ALIMENTAÇÃO NO LOCAL
Mais informações apenas na entrevista
Interessados clicar no link, e enviar seu currículo no email descrito na vaga.
http://www.portaldeemprego.com.br/vagas/auxiliar-de-enfermagem-em-curitiba-pr-na-area-saude/id/3526
Piso salarial de professores terá aumento de 13,01% e irá a R$ 1.917,78
06/01/2015 19h29 - Atualizado em 06/01/2015 21h32
Valor vale para professor de escola pública com regime de 40 h semanais.
O valor anterior era de R$ 1.697,39.
Veja a evolução do piso nacional
Confira os valores para docentes de 2009 a 2015
9501.0241.1871.4511.5671.6971.917Ano 2009Ano 2010Ano 2011Ano 2012Ano 2013Ano 2014Ano 201505001000150020002500
Aumento do piso nacional dos professores, proposto por Cid Gomes, será aplicado no Ceará, diz Camilo: http://bit.ly/14hJTUE
(Foto: Sara Maia/O POVO)
Valor vale para professor de escola pública com regime de 40 h semanais.
O valor anterior era de R$ 1.697,39.
Veja a evolução do piso nacional
Confira os valores para docentes de 2009 a 2015
9501.0241.1871.4511.5671.6971.917Ano 2009Ano 2010Ano 2011Ano 2012Ano 2013Ano 2014Ano 201505001000150020002500
Fonte: MEC
O governo federal vai reajustar o piso nacional de professores em 13,01%, e o valor passará a ser de R$ 1.917,78 para docentes de escolas públicas com 40 horas de trabalho semanais. O valor anterior era de R$ 1.697,39. O novo piso entra em vigor nesta terça-feira (6). Os estados e municípios precisam se adequar para pagar o novo salário aos professores já em fevereiro.
Segundo nota do Ministério da Educação, o ministro Cid Gomes reuniu-se nos últimos dias com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) para determinar o valor do novo piso.
saiba mais
Veja desafios na vida de um professor
Conforme a legislação vigente, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
O piso salarial passou de R$ 950, em 2009, para R$ 1.024,67, em 2010, e R$ 1.187,14, em 2011, conforme valores informados no site do MEC. Em 2012, o valor vigente era R$ 1.451; em 2013, passou para R$ 1.567; e, em 2014, foi reajustado para R$ 1.697,39. O maior reajuste foi 22,22%, em 2012.
A Confederação Nacional de Municípios enviou ofício ao MEC solicitando audiência com o ministro Cid Gomes para mudar os critérios de reajuste do piso do magistério. Segundo a entidade, o aumento do piso nacional tem sido muito superior à inflação e ao crescimento das receitas municipais.
O governo federal vai reajustar o piso nacional de professores em 13,01%, e o valor passará a ser de R$ 1.917,78 para docentes de escolas públicas com 40 horas de trabalho semanais. O valor anterior era de R$ 1.697,39. O novo piso entra em vigor nesta terça-feira (6). Os estados e municípios precisam se adequar para pagar o novo salário aos professores já em fevereiro.
Segundo nota do Ministério da Educação, o ministro Cid Gomes reuniu-se nos últimos dias com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) para determinar o valor do novo piso.
saiba mais
Veja desafios na vida de um professor
Conforme a legislação vigente, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
O piso salarial passou de R$ 950, em 2009, para R$ 1.024,67, em 2010, e R$ 1.187,14, em 2011, conforme valores informados no site do MEC. Em 2012, o valor vigente era R$ 1.451; em 2013, passou para R$ 1.567; e, em 2014, foi reajustado para R$ 1.697,39. O maior reajuste foi 22,22%, em 2012.
A Confederação Nacional de Municípios enviou ofício ao MEC solicitando audiência com o ministro Cid Gomes para mudar os critérios de reajuste do piso do magistério. Segundo a entidade, o aumento do piso nacional tem sido muito superior à inflação e ao crescimento das receitas municipais.
FIAT PÁLIO DESBANCA GOL NO MERCADO
06/01/2015 11h13 - Atualizado em 06/01/2015 18h43
27 fatos em 27 anos de reinado do Gol
Após quase 3 décadas, modelo perde liderança em vendas para Fiat Palio.
Relembre destaques da história dos carros no Brasil e no mundo no período.
Por 27 anos consecutivos o Gol foi o carro mais vendido do Brasil, mas, em 2014, o reinado foi interrompido pelo Fiat Palio, quer terminou em primeiro lugar, por apenas 385 unidades a mais emplacadas, segundo dados da Fenabrabe, a federação dos concessionários, divulgados nesta terça-feira (6).
O G1 relembra, abaixo, fatos marcantes na história do Gol e na indústria automobilística, no Brasil e no mundo, nesse período de domínio do hatch da Volkswagen no mercado. Em quase três décadas, o país viu a ascensão dos carros "mil" (1.0) e dos flex, a crise mundial que levantou preocupações como um menor consumo de combustível e a ampliação do mercado brasileiro, atualmente o quinto maior do mundo.

A Volkswagen lança o Gol no Brasil, mirando os concorrentes Chevette e Fiat 147. O motor é um 1.3, de 42 cv, refrigerado a ar.

Fiat começa a produzir o Uno, modelo mundial, com design de Giorgetto Giugiaro, famoso por desenhar Ferraris. O modelo se tornaria um dos maiores rivais do Gol.
1987 – Começa o "reinado" de 27 anos do Gol como carro mais vendido do Brasil.

Estreia o Gol GTI, primeiro carro com injeção eletrônica de combustível no Brasil. Tinha motor 2.0 de 112 cv e se tornou um dos novos "colecionáveis" do Brasil, junto com Ford Escort e Chevrolet Kadett.
1990 - Início da abertura do mercado brasileiro a produtos importados, inclusive os carros.

Fiat lança o Uno com motor 1.0, iniciando a era dos carros populares, chamados "mil (cilindradas)". Essa motorização contava com redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O Gol 1000 chegaria em 1992.
1991 – Volkswagen lança no Brasil os primeiros carros com freios ABS.

A pedido do presidente Itamar Franco é retomada a produção do Volkswagen Fusca, que tinha sido interrompida em 1986. Ele ganha o apelido de "Fusca Itamar". O modelo sai de linha definitivamente em 1996.

O Gol chega à 2ª geração (G2), que ganhou o apelido de “Gol bolinha” pelas linhas mais arredondadas. Seus novos rivais eram Fiat Uno (depois chamado de Mille) e Chevrolet Corsa. Posteriormente, o modelo passaria por duas reestilizações, que seriam comercialmente chamadas de G3 e G4.

O Fiat Palio chega às lojas como primeiro carro mundial da marca lançado no Brasil antes do mercado global.

O Fiat Tipo, na versão 1.6 MPI (foto), é o primeiro carro com airbag no Brasil.

O Gol se torna o primeiro carro flex.

O Gol chega, de fato, à 3ª geração, chamada pela montadora de G5 ou Novo Gol. Ela conviveria até o fim de 2013 com a G4, tendo, inclusive, os emplacamentos somados aos dela pela Fenabrave, a federação dos concessionários.
2008 - A crise econômica mundial começa nos Estados Unidos e contamina Europa e Ásia. A GM anuncia seu maior prejuízo na história e, no ano seguinte, entra com pedido de falência. A operação no Brasil não foi interrompida. A montadora se reergueria nos anos seguintes.
2008 - No Brasil, para proteger a indústria, o governo zera IPI para carros 1.0 e baixa o de outras motorizações, provocando um “boom” de vendas.

2008 – A crise faz as montadoras buscarem alternativas aos veículos "beberrões" e os holofotes voltaram para carros elétricos e híbridos, que combinam os dois motores. A americana Tesla lançou o Tesla Roadster (foto), 1º veículo elétrico de série nos EUA que poderia ser usado em estradas.

Fiat lança o Novo Uno, completamente mudado em relação ao modelo anterior, mas mantém as vendas do Mille. Os emplacamentos dos dois modelos são somados pela Fenabrave.

Marcas chinesas atingem um recorde no Salão de São Paulo, com 8 estandes, de Chery, que promete o QQ (foto) como carro mais barato do Brasil, Jac, Chana, Haima, Effa, Lifan, Hafei, Brilliance e Jinbei. As importações de carros de marcas que não fabricam no Brasil crescem 144% no ano.
2011 - O Gol completa 25 anos consecutivos como líder de vendas, superando o Fusca como o veículo que ficou mais tempo no topo da lista.
2011 – Governo aumenta o IPI para carros importados de fora do Mercosul e do México, atingindo as marcas chinesas.

A geração atual passa por reestilização, que deixa o Gol com cara de Fox. Ele ganha a versão Bluemotion, que promete menor consumo e emissão de poluentes.

Com queda nas vendas e pátios cheios, o governo torna a reduzir o IPI para carros. A alíquota só voltaria ao normal em janeiro de 2015.
2012 - Governo lança o Inovar-Auto, o chamado regime automotivo, um conjunto de regras que as montadoras e importadoras podem cumprir para obter benefício fiscal. O plano incentiva a produção nacional. Marcas como BMW, Mercedes-Benz, Audi, Chery e Jac Motors anunciam fábricas.
2013 – Pela primeira vez em 10 anos, a indústria brasileira fecha o ano com queda na venda de veículos, na comparação com o ano anterior.

Todos os carros novos no Brasil passam a ser obrigados a sair de fábrica com freios ABS e airbag duplo frontal. A regra faz a Volkswagen "aposentar" o Gol G4 e a Kombi, que se despediu após 56 anos em linha. A Fiat faz o mesmo com o Mille, impactando no volume de vendas do Gol e do Uno no ano.
Gol perde a liderança anual em vendas para o Fiat Palio
O Brasil tem baixa nas vendas de veículos pelo 2º ano seguido. O país deverá fechar o ano como quinto maior mercado do mundo para carros.
27 fatos em 27 anos de reinado do Gol
Após quase 3 décadas, modelo perde liderança em vendas para Fiat Palio.
Relembre destaques da história dos carros no Brasil e no mundo no período.
Por 27 anos consecutivos o Gol foi o carro mais vendido do Brasil, mas, em 2014, o reinado foi interrompido pelo Fiat Palio, quer terminou em primeiro lugar, por apenas 385 unidades a mais emplacadas, segundo dados da Fenabrabe, a federação dos concessionários, divulgados nesta terça-feira (6).
O G1 relembra, abaixo, fatos marcantes na história do Gol e na indústria automobilística, no Brasil e no mundo, nesse período de domínio do hatch da Volkswagen no mercado. Em quase três décadas, o país viu a ascensão dos carros "mil" (1.0) e dos flex, a crise mundial que levantou preocupações como um menor consumo de combustível e a ampliação do mercado brasileiro, atualmente o quinto maior do mundo.
A Volkswagen lança o Gol no Brasil, mirando os concorrentes Chevette e Fiat 147. O motor é um 1.3, de 42 cv, refrigerado a ar.
Fiat começa a produzir o Uno, modelo mundial, com design de Giorgetto Giugiaro, famoso por desenhar Ferraris. O modelo se tornaria um dos maiores rivais do Gol.
1987 – Começa o "reinado" de 27 anos do Gol como carro mais vendido do Brasil.
Estreia o Gol GTI, primeiro carro com injeção eletrônica de combustível no Brasil. Tinha motor 2.0 de 112 cv e se tornou um dos novos "colecionáveis" do Brasil, junto com Ford Escort e Chevrolet Kadett.
1990 - Início da abertura do mercado brasileiro a produtos importados, inclusive os carros.
Fiat lança o Uno com motor 1.0, iniciando a era dos carros populares, chamados "mil (cilindradas)". Essa motorização contava com redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O Gol 1000 chegaria em 1992.
1991 – Volkswagen lança no Brasil os primeiros carros com freios ABS.
A pedido do presidente Itamar Franco é retomada a produção do Volkswagen Fusca, que tinha sido interrompida em 1986. Ele ganha o apelido de "Fusca Itamar". O modelo sai de linha definitivamente em 1996.
O Gol chega à 2ª geração (G2), que ganhou o apelido de “Gol bolinha” pelas linhas mais arredondadas. Seus novos rivais eram Fiat Uno (depois chamado de Mille) e Chevrolet Corsa. Posteriormente, o modelo passaria por duas reestilizações, que seriam comercialmente chamadas de G3 e G4.
O Fiat Palio chega às lojas como primeiro carro mundial da marca lançado no Brasil antes do mercado global.
O Fiat Tipo, na versão 1.6 MPI (foto), é o primeiro carro com airbag no Brasil.
O Gol se torna o primeiro carro flex.
O Gol chega, de fato, à 3ª geração, chamada pela montadora de G5 ou Novo Gol. Ela conviveria até o fim de 2013 com a G4, tendo, inclusive, os emplacamentos somados aos dela pela Fenabrave, a federação dos concessionários.
2008 - A crise econômica mundial começa nos Estados Unidos e contamina Europa e Ásia. A GM anuncia seu maior prejuízo na história e, no ano seguinte, entra com pedido de falência. A operação no Brasil não foi interrompida. A montadora se reergueria nos anos seguintes.
2008 - No Brasil, para proteger a indústria, o governo zera IPI para carros 1.0 e baixa o de outras motorizações, provocando um “boom” de vendas.
2008 – A crise faz as montadoras buscarem alternativas aos veículos "beberrões" e os holofotes voltaram para carros elétricos e híbridos, que combinam os dois motores. A americana Tesla lançou o Tesla Roadster (foto), 1º veículo elétrico de série nos EUA que poderia ser usado em estradas.
Fiat lança o Novo Uno, completamente mudado em relação ao modelo anterior, mas mantém as vendas do Mille. Os emplacamentos dos dois modelos são somados pela Fenabrave.
Marcas chinesas atingem um recorde no Salão de São Paulo, com 8 estandes, de Chery, que promete o QQ (foto) como carro mais barato do Brasil, Jac, Chana, Haima, Effa, Lifan, Hafei, Brilliance e Jinbei. As importações de carros de marcas que não fabricam no Brasil crescem 144% no ano.
2011 - O Gol completa 25 anos consecutivos como líder de vendas, superando o Fusca como o veículo que ficou mais tempo no topo da lista.
2011 – Governo aumenta o IPI para carros importados de fora do Mercosul e do México, atingindo as marcas chinesas.
A geração atual passa por reestilização, que deixa o Gol com cara de Fox. Ele ganha a versão Bluemotion, que promete menor consumo e emissão de poluentes.
Com queda nas vendas e pátios cheios, o governo torna a reduzir o IPI para carros. A alíquota só voltaria ao normal em janeiro de 2015.
2012 - Governo lança o Inovar-Auto, o chamado regime automotivo, um conjunto de regras que as montadoras e importadoras podem cumprir para obter benefício fiscal. O plano incentiva a produção nacional. Marcas como BMW, Mercedes-Benz, Audi, Chery e Jac Motors anunciam fábricas.
2013 – Pela primeira vez em 10 anos, a indústria brasileira fecha o ano com queda na venda de veículos, na comparação com o ano anterior.
Todos os carros novos no Brasil passam a ser obrigados a sair de fábrica com freios ABS e airbag duplo frontal. A regra faz a Volkswagen "aposentar" o Gol G4 e a Kombi, que se despediu após 56 anos em linha. A Fiat faz o mesmo com o Mille, impactando no volume de vendas do Gol e do Uno no ano.
Gol perde a liderança anual em vendas para o Fiat Palio
O Brasil tem baixa nas vendas de veículos pelo 2º ano seguido. O país deverá fechar o ano como quinto maior mercado do mundo para carros.
INDÍGENAS NA AMÉRICA NÃO TEM VEZ
Luta Indígena
Ao apagar das luzes de 2014, o governo desferiu mais um golpe nos movimentos indígenas organizados, exigindo a desocupação do prédio onde funciona a CONAIE, a Confederação das Nacionalidades Indígenas do Equador; Despejo está marcado para hoje (6)
http://www.brasildefato.com.br/node/30915
Ao apagar das luzes de 2014, o governo desferiu mais um golpe nos movimentos indígenas organizados, exigindo a desocupação do prédio onde funciona a CONAIE, a Confederação das Nacionalidades Indígenas do Equador; Despejo está marcado para hoje (6)
http://www.brasildefato.com.br/node/30915
Petrobras perde posição para Vale e é quinta mais valiosa da Bolsa
Corroído nos últimos meses pela ingerência política, pela corrupção e, mais recentemente, pela queda no preço do petróleo, o valor de mercado da Petrobras caiu, nesta terça-feira (6), para a quinta posição no ranking das maiores empresas da Bolsa de Valores brasileira. Leia mais (01/06/2015 - 20h24)
Dilma veta medidas que tornariam financiamentos públicos mais transparentes
A presidente Dilma Rousseff vetou dois artigos da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2015 que dariam mais transparência a financiamentos realizados com recursos públicos. Leia mais (01/06/2015 - 19h10)
CAIXA ECONOMICA FEDERAL VAI A VENDA
Segundo editorial do ultimo dia 23, terça-feira, do site Valor Econômico, devem ser levantados pelo governo federal, cerca de R$ 15 a 20 bilhões com a venda de
WWW.REVOLTABRASIL.COM.BR
CUSTO DA RECONCILIAÇÃO DOS EUA E CUBA
Empresas americanas cobram bilhões de dólares do governo de Cuba
Processos tramitam na Justiça desde que a revolução castrista expropriou bens
POR
06/01/2015 7:00 / ATUALIZADO 06/01/2015 8:28
WASHINGTON — Quanto pode custar a reconciliação entre Cuba e Estados Unidos? As 5.913 empresas americanas que mantêm um processo oficial contra as expropriações após a chegada de Fidel Castro ao poder, em 1959, cobram um valor: mais de US$ 7 bilhões (R$ 18,8 bilhões). Esse é o valor calculado — com juros — do custo até o momento das expropriações. Foi precisamente a nacionalização sem compensação de bens de empresas americanas que deu início ao embargo dos EUA a Cuba. Uma sanção que já dura mais de 50 anos e que o processo de normalização de relações anunciado pelo presidente Barack Obama não elimina por completo. Por ter sido transformado em lei em 1996 — o Ato de Liberdade ou Lei Helms-Burton —, esse passo depende apenas do Congresso.
Mas Cuba responde com outro valor mais avassalador: mais de US$ 100 bilhões que afirma que custou o “bloqueio”, como é chamado por Havana. Entre as questões a serem resolvidas após o anúncio do restabelecimento das relações com a ilha, a cobrança de propriedade é um dos temas que podem causar mais dor de cabeça.

“Ainda não está claro quais efeitos vão ter essas mudanças (da política dos EUA para Cuba) no status das cobranças”, reconhece a Comissão para Certificação de Demandas no Exterior do Departamento de Justiça americano, que é responsável por reunir os processos das quase 6 mil entidades americanas.
O grupo de advogados especializados neste assunto Poblete Tamargo emitiu um “alerta a clientes” na semana passada indicando que este assunto poderia começar a ser discutido nas conversas em Havana no fim de janeiro, quando serão realizados os primeiros contatos bilaterais de alto nível desde o anúncio da reaproximação.
Uma porta-voz do Departamento de Estado dos EUA disse que, ainda que esta questão “siga sendo uma prioridade para o governo”, por enquanto não se pode delinear um “calendário específico” sobre quando começará a ser debatida.
Também não é um tema tão urgente, segundo vários especialistas.
— Não é imediato, não acho que seja nem de longe uma pré-condição nem uma pedra no caminho — afirma o advogado americano de origem cubana Pedro Freyre, especializado em investimentos na América Latina e no embargo a Cuba. — Outra coisa será quando se começar a analisar seriamente como desmontar o embargo à ilha. E então sim este tema poderia se transformar em uma arma política — reconhece Freyre, já que a Lei Helms-Burton estabelece como “condição essencial” para a “completa” retomada das relações diplomáticas e econômicas entre EUA e Cuba que se obtenha uma “solução satisfatória” para este assunto.
No entanto, a negociação pendente não é motivo de inquietação para Freyre.
— Quando Cuba começou a falar com os EUA, com certeza todo mundo tinha compreendido que, em algum momento, terá que se sentar para conversar sobre o tema — afirma.
Prova disso é o estudo que o governo dos EUA encomendou em 2005, quando o republicano George W. Bush ainda era o presidente, à Universidade de Nebraska para buscar um “mecanismo” que permita resolver as cobranças de propriedades.
A universidade propôs a criação, mediante tratado ou ordem presidencial, de um “tribunal bilateral” que atue como árbitro e resolva formas diversas de compensação, desde a via monetária para as demandas mais baixas a, no caso das cobranças mais altas e difíceis de serem assumidas por Cuba, “alternativas” como garantir benefícios fiscais e outros incentivos de investimento.
É o que Freyre denomina “soluções criativas” e que, no caso de Cuba, vê como a alternativa mais plausível. De um lado porque, segundo lembra, “Cuba não é o Kuwait”: não tem uma grande reserva de dinheiro que permita ao país assumir uma compensação multimilionária.
— Se de um dólar receber cinco centavos pode se considerar um sortudo — adverte.
Por outro lado, talvez o mais importante para boa parte das grandes empresas com demandas — como Coca-Cola, Colgate-Palmolive e as petroleiras Exxon e Texaco —, poderia ser muito mais vantajoso no futuro negociar um acordo que permita às companhias investir de novo no mercado cubano, no qual existem grandes possibilidades.
Por isso, o conselho de Robert Muse, outro advogado que assessora esse tipo de empresa, é mostrar “flexibilidade” na hora de negociar com Havana, já que esse tipo de acerto poderia ser uma “maneira muito boa de lançar de novo os investimentos” em uma ilha onde empresas de outros países levam décadas de vantagem sobre as americanas.
— A análise de uma empresa dos EUA que perdeu propriedade em Cuba mudou completamento em 17 de dezembro de 2014 — diz Freyre. — De ser uma elucubração em um futuro distante, que poderia acontecer ou não, o Governo agora anunciou que está mudando de política. O jogo é diferente.
Processos tramitam na Justiça desde que a revolução castrista expropriou bens
POR
06/01/2015 7:00 / ATUALIZADO 06/01/2015 8:28
WASHINGTON — Quanto pode custar a reconciliação entre Cuba e Estados Unidos? As 5.913 empresas americanas que mantêm um processo oficial contra as expropriações após a chegada de Fidel Castro ao poder, em 1959, cobram um valor: mais de US$ 7 bilhões (R$ 18,8 bilhões). Esse é o valor calculado — com juros — do custo até o momento das expropriações. Foi precisamente a nacionalização sem compensação de bens de empresas americanas que deu início ao embargo dos EUA a Cuba. Uma sanção que já dura mais de 50 anos e que o processo de normalização de relações anunciado pelo presidente Barack Obama não elimina por completo. Por ter sido transformado em lei em 1996 — o Ato de Liberdade ou Lei Helms-Burton —, esse passo depende apenas do Congresso.
Mas Cuba responde com outro valor mais avassalador: mais de US$ 100 bilhões que afirma que custou o “bloqueio”, como é chamado por Havana. Entre as questões a serem resolvidas após o anúncio do restabelecimento das relações com a ilha, a cobrança de propriedade é um dos temas que podem causar mais dor de cabeça.
“Ainda não está claro quais efeitos vão ter essas mudanças (da política dos EUA para Cuba) no status das cobranças”, reconhece a Comissão para Certificação de Demandas no Exterior do Departamento de Justiça americano, que é responsável por reunir os processos das quase 6 mil entidades americanas.
O grupo de advogados especializados neste assunto Poblete Tamargo emitiu um “alerta a clientes” na semana passada indicando que este assunto poderia começar a ser discutido nas conversas em Havana no fim de janeiro, quando serão realizados os primeiros contatos bilaterais de alto nível desde o anúncio da reaproximação.
Uma porta-voz do Departamento de Estado dos EUA disse que, ainda que esta questão “siga sendo uma prioridade para o governo”, por enquanto não se pode delinear um “calendário específico” sobre quando começará a ser debatida.
Também não é um tema tão urgente, segundo vários especialistas.
— Não é imediato, não acho que seja nem de longe uma pré-condição nem uma pedra no caminho — afirma o advogado americano de origem cubana Pedro Freyre, especializado em investimentos na América Latina e no embargo a Cuba. — Outra coisa será quando se começar a analisar seriamente como desmontar o embargo à ilha. E então sim este tema poderia se transformar em uma arma política — reconhece Freyre, já que a Lei Helms-Burton estabelece como “condição essencial” para a “completa” retomada das relações diplomáticas e econômicas entre EUA e Cuba que se obtenha uma “solução satisfatória” para este assunto.
No entanto, a negociação pendente não é motivo de inquietação para Freyre.
— Quando Cuba começou a falar com os EUA, com certeza todo mundo tinha compreendido que, em algum momento, terá que se sentar para conversar sobre o tema — afirma.
Prova disso é o estudo que o governo dos EUA encomendou em 2005, quando o republicano George W. Bush ainda era o presidente, à Universidade de Nebraska para buscar um “mecanismo” que permita resolver as cobranças de propriedades.
A universidade propôs a criação, mediante tratado ou ordem presidencial, de um “tribunal bilateral” que atue como árbitro e resolva formas diversas de compensação, desde a via monetária para as demandas mais baixas a, no caso das cobranças mais altas e difíceis de serem assumidas por Cuba, “alternativas” como garantir benefícios fiscais e outros incentivos de investimento.
É o que Freyre denomina “soluções criativas” e que, no caso de Cuba, vê como a alternativa mais plausível. De um lado porque, segundo lembra, “Cuba não é o Kuwait”: não tem uma grande reserva de dinheiro que permita ao país assumir uma compensação multimilionária.
— Se de um dólar receber cinco centavos pode se considerar um sortudo — adverte.
Por outro lado, talvez o mais importante para boa parte das grandes empresas com demandas — como Coca-Cola, Colgate-Palmolive e as petroleiras Exxon e Texaco —, poderia ser muito mais vantajoso no futuro negociar um acordo que permita às companhias investir de novo no mercado cubano, no qual existem grandes possibilidades.
Por isso, o conselho de Robert Muse, outro advogado que assessora esse tipo de empresa, é mostrar “flexibilidade” na hora de negociar com Havana, já que esse tipo de acerto poderia ser uma “maneira muito boa de lançar de novo os investimentos” em uma ilha onde empresas de outros países levam décadas de vantagem sobre as americanas.
— A análise de uma empresa dos EUA que perdeu propriedade em Cuba mudou completamento em 17 de dezembro de 2014 — diz Freyre. — De ser uma elucubração em um futuro distante, que poderia acontecer ou não, o Governo agora anunciou que está mudando de política. O jogo é diferente.
Facebook compra empresa especializada em reconhecimento de voz
Aquisição é o mais recente movimento da rede social para expandir os seus serviços para além de computadores, tablets e smartphones
POR REUTERS
06/01/2015 10:15
Homem usa um iPad com o ícone do Facebook: rede adquiriu uma nova empresa - © Stoyan Nenov / Reuters / REUTERS
RIO — O Facebook adquiriu uma companhia especializada na funcionalidade de reconhecimento de voz para dispositivos vestíveis e conectados à internet, em seu mais recente sinal de ambição para estender o seu alcance para além de computadores e smartphones.
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A empresa comunicou a aquisição da companhia wit.ai nesta segunda-feira, sem detalhar o preço da transação. Com apenas 18 meses de vida, a wit.ai é baseada em Palo Alto, na Califórnia, e desenvolve softwares que são capazes de compreender palavras faladas e escritas em linguagem natural.
O Facebook também não detalhou como pretende fazer uso da companhia, ou com qual das suas equipes a wit.ai irá trabalhar.
A trasação ocorre em um momento em que diversas empresas estão correndo para trazer conectividade à internet a uma nova gama de dispositivos, de relógios a máquinas de lavar. O reconhecimento de voz, uma tecnologia que está por trás de serviços como a assisten digital Siri, da Apple, é considerada chave na criação de novos produtos com apelo ao consumidor.
Maior rede social da internet, com 1,3 milhões de usuários, o Facebook tem aumentado os seus esforços de ir além dos PCs, tablets e smartphones com os seus serviços. Em março do ano passado, a companhia anunciou a aquisição da fabricante dos óculos de realidade virtual Oculus VR, por US$ 2 bilhões.
A compra da wit.ai é provavelmente significativamente menor. Em outubro, a companhia anunciou ter levantado US$ 3 milhões em uma rodada de investimentos com a companhia Andreessen Horowitz.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/facebook-compra-empresa-especializada-em-reconhecimento-de-voz-14975929#ixzz3O3SWVu5N
© 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
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06/01/2015 10:15
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A compra da wit.ai é provavelmente significativamente menor. Em outubro, a companhia anunciou ter levantado US$ 3 milhões em uma rodada de investimentos com a companhia Andreessen Horowitz.
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