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segunda-feira, 8 de junho de 2015

INSCRIÇÕES PARA O SISU

08/06/2015 00h26 - Atualizado em 08/06/2015 05h44

Sisu do meio do ano abre inscrições para 55,6 mil vagas

Inscrições para o Sisu devem ser feitas até o dia 10 de junho.
MEC divulgou lista de vagas em 72 instituições de ensino superior.

O Ministério da Educação abriu, na madrugada desta segunda-feira (8), as inscrições para a edição do meio do ano do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). As inscrições vão até 23h59 desta quarta-feira (10) e devem ser feitas pelo site oficial do programa.
O Sisu é um processo seletivo que usa as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para selecionar estudantes em cursos de graduação de universidades federais e institutos tecnológicos de ensino superior. Para participar, é preciso ter feito o Enem em 2014 e obtido nota acima de zero na redação.
A segunda edição do Sisu 2015 selecionará alunos para 55.571 vagas em 72 instituições públicas de ensino superior. O Ministério da Educação abriu nesta terça-feira (2) a consulta de vagas.
A lista disponível na página do sistema aponta vagas em 234 cidades de 25 estados do país (não há vagas no Amazonas e no Mato Grosso). Serão selecionados estudantes para 298 carreiras em 1.564 cursos de graduação. Medicina, por exemplo, é oferecido em 24 universidades federais.
O número de vagas desta edição é maior que o da seleção de meio de ano de 2014, quando 67 instituições aderiram ao sistema e ofereceram 51.412 vagas.
Nesta edição, a única nota válida para participar do Sisu será a do Enem 2014. Para se inscrever na seleção, o candidato não pode ter tirado zero na redação.
UFMG registou mais de 186 mil inscrições e mais de 146 mil candidatos inscritos para cerca de 3,5 mil vagas (Foto: Raquel Freitas/G1)UFMG oferecerá vagas em 56 cursos no segundo semestre de 2015 (Foto: Arquivo/Raquel Freitas/G1)
CALENDÁRIO

Inscrições
8 a 10 de junho

Resultado
15 de junho

Matrícula
19, 22 e 23 de junho

Lista de espera
15 e 26 de junho
Calendário
O processo seletivo do Sisu para o segundo semestre terá apenas uma chamada e o resultado, que será divulgado no dia 15 de junho, poderá ser consultado na página do Sisu na internet. A matrícula deverá ser realizada nos dias 19, 22 e 23 de junho na instituição em que o aluno foi selecionado.
Para fazer parte da lista de espera, o candidato deve entrar no site do Sisu entre os dias 15 e 26 de junho. As universidades terão de 19 a 26 de junho para informar as vagas disponíveis no site.
Como participar
Ao acessar o sistema, os estudantes poderão checar todas as vagas disponíveis para a seleção. Porém, cada estudante poderá se inscrever em duas opções de vagas. No ato da inscrição, será preciso escolher, em ordem de preferência das vagas, a instituição, o local de oferta, o curso e o turno em que ele é ministrado.
Até as 23h59 desta quarta, o estudante poderá trocar suas opções no sistema quantas vezes quiser, e também cancelar sua inscrição. Durante o período, o Sisu informará a nota de corte de cada curso e turno, ou seja, a nota mínima para ser aprovado naquele curso, segundo o número total de inscritos e o número de vagas oferecidas. O Sisu considera apenas as últimas opções cadastradas no momento do fechamento das inscrições.
Na hora de fazer as duas opções de vaga, o candidato deve escolher uma das três modalidades de concorrência: a concorrência pelo sistema de cotas que segue a lei federal, a concorrência pelo sistema de ação afirmativa determinado pela instituição de ensino que oferece a vaga, e a ampla concorrência.

Começam hoje (8) as inscrições no Sistema de Seleção Unificada. O Sisu seleciona estudantes para vagas no ensino superior público com base nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Esta edição vai oferecer 55.576 vagas em 72 instituições públicas.

Para participar do Sisu, o candidato precisa ter feito o Enem de 2014 e não ter tirado 0 na redação. As inscrições estarão abertas até o dia 10. O resultado será divulgado no dia 15 de junho em uma única chamada e a matrícula deverá ser feita na instituição de ensino nos dias 19, 22 e 23 de junho.

ÁLCOOL IRREAL

Vídeos no YouTube mostram apenas lado glamouroso das bebidas alcoólicas, diz estudo
Pesquisadores americanos acreditam que representação irreal do consumo de álcool na web pode influenciar jovens POR MARINA COHEN
21/02/2015 7:00 / ATUALIZADO 23/02/2015 9:27

Para especialistas, jovens estão mais sujeitos a influência de vídeos que mostram apenas lado bom do álcool- Divulgação/I Hate Flash

RIO - Os muitos vídeos de humor e clipes de música pop que contêm cenas de bebedeira podem estar influenciando o comportamento de adolescentes e jovens adultos. Um estudo recente sobre vídeos do YouTube revelou que grande parte das peças que exibem consumo de bebidas alcoólicas combinam “porres homéricos” com humor e sensualidade, e raramente mostram as consequências negativas disso. Esse retrato nada fiel da realidade pode estar levando os jovens a beberem cada vez mais.

— Os jovens podem ser muito impressionáveis — adverte Primack. — Quando eles vêem o álcool sempre relacionado a humor, sensualidade e consequências positivas, tomam essas associações como verdadeiras. Já o adulto consegue analisar mais criticamente as mensagens. Por isso, é importante que os pais e professores ensinem esse tipo de análise crítica a seus filhos e alunos.

Segundo Primack, que publicará o resultado de seu levantamento na edição de março da revista “Alcoholism: Clinical & Experimental Research”, vários estudos já relacionaram filmes que contêm abuso de álcool com o comportamento dos espectadores na vida real. Mas, até então, o YouTube ainda não havia sido estudado nesse contexto com grande rigor. Então Primack e seus colegas selecionaram os 70 vídeos mais relevantes e populares do portal relacionados à intoxicação alcoólica. Depois, criaram 42 códigos em seis categorias: características do vídeo, caráter sócio-demográfico, representação da bebida alcoólica, grau de uso do álcool, as características associadas ao álcool e as consequências do álcool.

— Os 70 vídeos têm aproximadamente quatro minutos de duração e, combinados, foram vistos um terço de um bilhão de vezes — ressalta Primack, para exemplificar o enorme alcance do conteúdo.

Os vídeos tendem a mostrar mais homens do que mulheres, e quase a metade deles (44%) se refere a uma marca específica de álcool. Os sinais de intoxicação aparecem em 86% das peças, mas apenas 7% dos vídeos se referem à dependência do álcool. A pesquisa também constatou que os clipes ganham mais “curtidas” quando o humor está presente, e seus espectadores ficam com um “sentimento positivo” maior quando o nome de uma marca específica é mencionado, quando álcool é mencionado e quando a sensualidade está evidente. No entanto, o sentimento não é tão positivo quando são citadas consequências negativas — emocionais ou físicas.

PREVENÇÃO NÃO PODE SER ‘CHATA’

A psicóloga Daniela Schneider, representante do Conselho Federal de Psicologia, não tem dúvidas de que os exemplos presentes da mídia influenciam a população e ainda mais fortemente os jovens, que estão mais abertos a experimentações.

— A prova disso é a própria campanha brasileira contra o tabaco. Ela proibiu a propaganda na TV e restringiu a aparição dos cigarros em filmes, clipes etc. Depois disso, houve uma significativa no padrão de consumo do brasileiro — opina a professora da Universidade Federal de Santa Catarina, que, no entanto, aponta que a prevenção que bate na tecla do lado negativo do álcool não tem se mostrado eficaz. — Em vez disso, seria mais eficaz apresentar ao jovem outras possibilidades de prazer que não envolvam o álcool: a cultura, o esporte, o lazer... A família e a escola são têm um papel fundamental na hora de mostrar essas opções.

Diretora do Programa de Pesquisa da Família e da Juventude da Universidade de Pittsburgh, Brooke Molina considera “relevante” que bebidas de alto teor alcoólico (como vodca e uísque) apareçam com frequência em vídeos de sucesso.

— O elevado teor de álcool dessas bebidas aliado à pouca capacidade dos adolescentes de reconhecerem seus limites leva a um risco grande desees jovens desenvolverem um hábito perigoso — analisa Brooke.

Apesar de, hoje, grande parte dos vídeos serem feitos de maneira irresponsável, Primack e Brooke acreditam que o YouTube pode ser usado para educar os jovens sobre a realidade do álcool.

— Seria um bom veículo para agentes de saúde pública divulgarem material — sugere Primack. — Os vídeos deveriam mostrar de forma mais precisa as consequências do álcool. Parece uma oportunidade perdida. A Associação ALS marcou um golaço ao lançar o desafio do balde de gelo, o que não exigiu muito dinheiro e chamou atenção para a causa.

Para Brooke, os resultados da pesquisa sugerem maneiras de tornar as mensagens de prevenção mais interessantes e atrativas.

— É útil saber que os vídeos que contêm lesões ou cenas de intoxicação alcoólica agradam menos, por exemplo — comenta Brooke. — Sendo assim, precisamos pensar em maneiras de incorporar o humor, para atrair os espectadores, e as consequências negativas do consumo excessivo, para educá-los.

TECNOLOGIA ANTI-ÁLCOOL

Nova tecnologia anti-direção-alcoolizada não ligará o carro se motorista estiver embriagado
Agência dos EUA usa duas abordagens para detectar álcool na respiração do condutor
POR O GLOBO
08/06/2015 11:16 / ATUALIZADO 08/06/2015 11:55
O sistema DADSS usa dois métodos para detectar altos níveis de álcool no sangue - Reprodução / YouTube

RIO - A agência americana NHTSA (National Highway Traffic Safety Administration) revelou um inédito veículo-protótipo dotado de tecnologia de detecção avançada de álcool que poderia impedir que um veículo seja operado por um motorista bêbado.

Sobral carro colide contra muro de escola
















Por Gleison Torres


CARTÕES DE CRÉDITO ALIMENTA MERCADO ILEGAL

Mercado ilegal de crédito é alimentado pela venda on-line de cartões
Sites na web profunda comercializam dados roubados; brasileiros estão entre as principais vítimas
POR SÉRGIO MATSUURA
08/06/2015 6:00
Anúncio na internet profunda mostra cartões de crédito fraudados à venda: enquanto dados de usuários são vendidos por preços que variam entre R$ 15 e R$ 30, cartões podem ser encontrados por R$ 100 - Reprodução



RIO - O roubo de dados de cartões de crédito é um dos crimes preferidos dos hackers. Não para realizar compras em nome de outros, mas para vendê-los em um imenso mercado ilegal que funciona nas profundezas da internet. Sites hospedados em darknets — redes na web profunda que protegem o anonimato — oferecem essas informações por preços que variam entre R$ 15 e R$ 30, dependendo do volume encomendado, mas também é possível encontrar ofertas de cartões físicos por valores entre R$ 100 e R$ 300.

— É o “produto” mais ofertado nas redes anônimas — diz Marco de Mello, diretor-executivo da empresa de segurança digital PSafe. — Eles conseguem essas informações em grande volume para oferecer sempre dados válidos.

A maior parte dos cartões fraudados é de americanos, mas os cibercriminosos fazem vítimas em outros países, inclusive no Brasil. O relatório “Underground hacker markets”, elaborado no fim de 2014 pela divisão de segurança da Dell, vasculhou um desses mercados e listou 294 mil cartões de crédito brasileiros.

“Cartões de crédito roubados de EUA, Canadá, Reino Unido, Brasil, Argentina e Geórgia parecem ser especialmente abundantes”, afirma o estudo. “Esse site anunciava que tinha 14 milhões de cartões americanos para venda, 294 mil brasileiros, 342.179 de diversos países, 212.100 do Canadá, 75.992 do Reino Unido e 26.873 da União Europeia.”

E as informações são sempre renovadas para garantir o funcionamento. Uma das lojas observadas na internet profunda, por exemplo, oferece lotes com dados de cem cartões e se compromete a fazer troca caso o percentual de cartões inválidos supere 20%. No anúncio, os criminosos dizem receber “novas listas todos os dias”.

Fabio Assolini, analista de segurança da empresa de antivírus Kaspersky, explica que, no Brasil, o roubo de informações se dá principalmente por ataques de phishing. Os criminosos criam sites falsos ou mandam mensagens por e-mail ou SMS pedindo esses dados para participação em sorteios ou compra de produtos com preços abaixo do normal. E muita gente cai nesses golpes.

— A recomendação é sempre desconfiar — diz Assolini. — Evite lojas desconhecidas, confira a lista do Procon de sites fraudulentos antes de fornecer as informações. Outra dica é ter um cartão secundário, com limite pequeno, para transações na internet. Também é interessante assinar um serviço que emite um alerta por SMS a cada compra efetuada.

Nos EUA, os ataques em pontos de venda (PoS, Point of Sale, em inglês) se tornaram frequentes nos últimos anos. Os criminosos inserem malwares nos computadores que registram as compras e conseguem milhares, ou mesmo milhões, de dados em apenas um ataque. Há dois anos, a Target, segunda maior rede varejista do país, foi vítima de uma das maiores ações desse tipo em todos os tempos, com o vazamento de informações de crédito de 40 milhões de consumidores.

As darknets garantem aos criminosos um certo grau de anonimato, e como as transações são realizadas por bitcoins (moedas virtuais), não existe registro financeiro das operações. Capturar esses hackers é uma missão difícil, mas não impossível. Preso em outubro de 2013 pelo FBI, e julgado no mês passado, Ross Ulbricht foi condenado à prisão perpétua por operar o Silk Road, que era o maior mercado de drogas da web profunda. Contudo, diz Mello, o site é a ponta de um iceberg:

— Pegaram o Silk Road para servir de exemplo, mas ele é apenas um entre milhares. É bom que façam progressos, mas é preciso mais. Você já viu hacker sendo preso no Brasil?

Impunidade incentiva fraude

Diante disso, especialistas em segurança digital no Brasil pedem maior participação de órgãos do governo e integração com as companhias nas investigações, além de regras mais firmes.

— De modo geral, o cibercriminoso já se acostumou a agir com um certo grau de impunidade — diz Paulo Pagliusi, diretor-executivo da consultoria MPSafe CyberSecurity. — As empresas preferem assumir as perdas causadas pelos hackers para manter a confiabilidade da marca. O cliente é roubado, o banco ressarce, cobra da seguradora, mas para por aí. Esse ciclo estimula o crime cibernético. Nos EUA, por exemplo, a empresa é obrigada a alertar as autoridades, e o FBI é acionado para as investigações.

Por aqui, os crimes eletrônicos podem ser registrados em qualquer delegacia da Polícia Civil. Dependendo da cidade, há unidades especializadas nesse tipo de delito, como é o caso de São Paulo e Rio de Janeiro. Em municípios que não contam com essas delegacias, existem núcleos de informática que auxiliam as unidades comuns nas investigações.

A Polícia Federal (PF) também tem divisões de Repressão de Crimes Cibernéticos. No entanto, questionada sobre como age para coibir a ação desses criminosos e quantas prisões do tipo realizou nos últimos anos, a PF não respondeu ao GLOBO até o fechamento desta edição.

Na outra ponta, o comércio eletrônico tenta se proteger contra fraudes. Segundo Maurício Salvador, presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, em média 0,2% dos pedidos é efetuado com dados fraudados no e-commerce brasileiro. Mas, em algumas categorias, como smartphones e eletrônicos, o índice chega a 20%.

Quando um pedido de compra fraudulento é aprovado, o prejuízo fica com o lojista. Por isso, para reduzir as perdas, o setor está investindo em sistemas inteligentes para detecção de fraudes. Pela análise de comportamento, compras suspeitas são sinalizadas e direcionadas à confirmação de mais dados dos consumidores.

— Normalmente, as compras on-line levam um tempo. O consumidor busca as informações do produto, compara preços. Se aparece alguém e faz compras rapidamente, o sistema emite um alerta. O pedido só é finalizado após contato telefônico para confirmação dos dados cadastrais — explica Salvador.

A companhia americana Eye4Fraud é uma das que oferecem serviço de detecção de fraudes. Segundo Leo Dresdner, vice-presidente de operações da empresa, seu sistema busca dados em fóruns nas darknets para criar uma lista negra de cartões fraudados:

— O ataque contra a Target inundou o mercado com dados fraudados. Em média, nós aprovamos 99% das transações. Na época, o percentual de compras suspeitas chegou a 2,5%.

E para o consumidor, a dica é ficar atento a qualquer movimentação desconhecida no extrato do cartão.

— Os hackers fazem pequenas transações, de poucos reais, para assegurar que o cartão está funcionando. Um tempo depois é que vem a bomba — comenta Marco de Mello.

AS CORES SE ENCONTRAM EM ESCURO AVERSÃO AO CRISTIANISMO


Imagens que chocam, agridem e machucam.
Isto pode? É liberdade de expressão, dizem eles.
- Debochar da fé na porta denuda igreja pode?
- Colocar Jesus num beijo gay pode?
- Enfiar um crucifixo no anus pode?
- Despedaçar símbolos religiosos pode?
- Usar símbolos católicos como tapa sexo pode?
Dizer que sou contra tudo isso NÃO PODE? Sou intolerante né?
Foto de Marco Feliciano.
Isto pode? Esta blasfêmia pode? Profanar nossa fé pode? Debochar de símbolos sagrados publicamente pode?
CRISTOFOBIA PODE?
Perceberam os patrocinadores? 
PETROBRAS - PREFEITURA DE SP PT - CAIXA



Imagens que chocam, agridem e machucam.
Isto pode? É liberdade de expressão, dizem eles.
- Debochar da fé na porta denuda igreja pode?
- Colocar Jesus num beijo gay pode?
- Enfiar um crucifixo no anus pode?
- Despedaçar símbolos religiosos pode?
- Usar símbolos católicos como tapa sexo pode?
Dizer que sou contra tudo isso NÃO PODE? Sou intolerante né?
“Quanto deboche! Quanta falta de respeito, meu Deus! Tenho muitos amigos gays, adoro todos e respeito a opção de cada um, não vamos generalizar, mas desrespeitar quem "deu a vida por você" já passou dos limites”, escreveu Léo Moura.
Ídolo do Flamengo , o lateral direito Léo Moura atualmente joga pelo For
ESPORTES.TERRA.COM.BR



domingo, 7 de junho de 2015

Correios que deslocava-se até Sobral é assaltado na BR 222



Um carro dos Correios, que seguida de Fortaleza para Sobral, foi assaltado na BR 222 em Itapajé no final da tarde desta sexta-feira(05).
Segundo a policia, o motorista foi abordado pelos criminosos na localidade de Morera, divisa entre Itapajé e Umirim, e levado para uma estrada carroçal no Distrito de Iratinga.
A vitima relatou que o bando era formado por aproximadamente seis criminosos em três carros. Foram levados vários aparelhos eletrônicos e outros produtos que seria entregues na agencia dos correios de Sobral. Até o momento a PM não tem nenhuma informação sobre os assaltantes, que fugiram com sentido a cidade de Irauçuba.
Por Clésio Marques

ISIS MORTE

Cristãos e cidadão de todo mundo sofrendo todo tipo de morte e torturas no Iraque com o ISIS. Muitos no Brasil estão alheios a esta realidade cruel, inclusive julgando os EUA como "nação de guerra" por intervir na situação do Iraque. Mas, seja por má intenção, ou por ignorância dos fatos, tais pessoas desconhecem que milhares estão morrendo sob este regime cruel que tenta tomar toda a nação e países circunvizinhos. Há medo e terror espalhados, quando até ONU fecha os olhos para esta realidade.

CEARÁ SEM ÁGUA?

Portal DM Cel / WhatsApp (88) 9781-9626 - Publicado em 3 de junho de 2015 por Redação DM

O secretário de recursos hídricos do Ceará, Francisco Teixeira, em visita à Assembleia Legislativa do Estado, nessa terça-feira (2), afirmou que o Ceará não tem mais água.

Atualmente, o volume total armazenado em todo o território cearense é de 19,6%. Do montante, apenas duas barragens concentram a quantidade, Orós e Castanhão. Segundo o secretário, o abastecimento está garantido até o final do ano em Fortaleza e Região Metropolitana.

Para o interior do Estado, o governo deve criar poços profundos. Em Crateús, por exemplo, a situação é mais delicada. No entanto, mesmo com a perfuração de poços ainda é difícil encontrar água no Ceará.

Ao Estado, resta ainda dar início a uma campanha de conscientização do consumo de água por parte da população.


Informou // Ceará News
Foto // DV

13º salário dos servidores estaduais em 10 de julho Estado do Ceará paga primeira parcela

A primeira parcela do 13º salário dos servidores públicos estaduais será paga no próximo dia 10 de julho. O pagamento será efetuado em uma única data e representa um desembolso de, aproximadamente, R$ 400 milhões aos cofres públicos.
“Além de estarmos cumprindo com um compromisso histórico de antecipar o benefício aos nossos servidores, com o pagamento estaremos movimentando a economia cearense com a injeção desses recursos”, afirma o Secretário da Fazenda, Mauro Filho.

Segundo o Secretário, a data foi definida com o intuito de atender à modernização do sistema da Folha de Pagamento com a implantação da identidade funcional com biometria, em execução pela Secretaria do Planejamento e Gestão do Estado (Seplag), e à adequação pela Sefaz do seu sistema de pagamento a nova sistemática da Folha. “O novo sistema de identificação funcional em implantação pela Seplag dará mais segurança e controle a Folha de Pagamento do Estado”, argumenta.

Atualmente, o Estado mantém em torno de 130 mil servidores, entre ativos, inativos e pensionistas. Na primeira parcela do 13 salário, os servidores deverão receber 50% dos seus rendimentos sem qualquer desconto, pois os mesmos somente serão efetuados na segunda parcela do benefício, a ser paga em 18 de dezembro.


Informações:

Ascom/Sefaz
Fernanda Teles 8732 2033/ 9131 5115
Coordenadoria de Imprensa do Governo do Estado
Casa Civil
comunicacao@casacivil.ce.gov.br / (85) 3466.4898

sábado, 6 de junho de 2015

“Os Evangélicos”?

por Ricardo Alexandre — publicado 07/09/2014 07h40, última modificação 09/09/2014 15h03

De tanto que se falou sobre os evangélicos nas últimas semanas, nos jornais e nas redes sociais, talvez caiba uma pergunta: afinal, quem são “os evangélicos”?Agência Brasil e Wikimedia Commons
malafaia-martin.jpg
Silas Malafaia e Martin Luther King: duas faces da mesma moeda?
Homofóbicos, cortejados pela presidente, fundamentalistas. Massa de manobra de Silas Malafaia, conservadores, determinantes no segundo turno das eleições. De tanto que se falou sobre os evangélicos nas últimas semanas, nos jornais e nas redes sociais, talvez caiba uma pergunta: afinal, quem são “os evangélicos”?
A resposta mais honesta não poderia ser mais frustrante: os evangélicos são qualquer pessoa, todo mundo, ou, mais especificamente, ninguém. São uma abstração, uma caricatura pintada a partir do que vemos zapeando pelos canais abertos misturado ao que lemos de bizarro nos tabloides da internet com o que nosso preconceito manda reforçar. Dizer que “o voto dos evangélicos decidirá a eleição” é tão estúpido quanto dizer a obviedade de que22,2% dos brasileiros decidirão a eleição. Dizer que “os evangélicos são preconceituosos”, significa dizer que o ser humano é preconceituoso. É não dizer nada, na verdade.
Acreditar que há uma hegemonia de pensamento, de comportamento ou de doutrina evangélica é, em parte, exatamente acreditar no que Silas Malafaia gosta de repetir, mas é, em parte, desconhecer a história. A diversidade de pensamento é a razão de existir da reforma protestante. E continuou sendo pelos séculos seguintes, quando as igrejas reformadas do século 16 deram origem ao movimento evangélico, aos pentecostais, e estes aos neopentecostais, todos microdivididos até o limite do possível, graças, novamente, à diversidade de pensamento – sobre forma de governo, vocação e pequenos e grandes pontos doutrinários. E boa parte dessas denominações não tem sequer organização central nem “presidência”, muito menos representantes possíveis, com as decisões sendo tomadas nas comunidades locais, por votação democrática.
Assim como não existe “os evangélicos” também não existe “os pentecostais”, nem “os assembleianos”: dizer que Malafaia é o “papa da Marina Silva” como disse Leonardo Boff, apenas porque ambos são membros da Assembléia de Deus, é ignorar que, por trás dos 12,3 milhões de membros detectados pelo IBGE, a denominação é rachada entre ministérios Belém, Madureira, Santos, Bom Retiro, Ipiranga, Perus e diversos outros, cada um com seu líder, sua politicagem e sua aplicação doutrinária. A Assembléia de Deus Vitória em Cristo de Malafaia, aliás, sequer pertence à Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil.
Ignorância parecida se manifesta em relação ao uso do termo “fundamentalista”, como sinônimo de “literalista”, aquele incapaz de metaforizar as verdades morais dos livros da Bíblia. A teologia cristã debate há dois mil anos sobre a observação, interpretação e aplicação dos escritos sagrados, quais são alegóricos e quais são históricos, quais são “poesias” e quais devem ser tomados ao pé da letra. O deputado Jean Wyllys, colunista daCarta Capital, do alto de alguma autoridade teológica presumida, já chegou à sua conclusão: o que não for leitura liberal, é fundamentalista e, portanto, uma ameaça às minorias oprimidas. (Liberalismo teológico é uma corrente do final do século 19 que propôs uma leitura crítica das escrituras, completamente alegorizada, negando sua autoridade sobrenatural, a existência dos milagres, e separando história e teologia).
Só que isso simplesmente não é verdade. Dentro da multifacetação das igrejas de tradição evangélicas, há as chamadas “inclusivas”, mas há diversas igrejas históricas, tradicionais, teologicamente ortodoxas, que acreditam nos absolutos da “sola scriptura” da Reforma Protestante, mas que têm política acolhedora e amorosa com as minorias. Algumas criaram pastorais para tratar da questão homossexual, outras trabalham para integrá-los em seus quadros leigos; ou, ainda, como disse o pastor batista Ed René Kivitz, estão mais dispostos a aprender como tratar “uma pessoa que está diante de mim dizendo ter sido rejeitado pela família, pela igreja” do que discutir a literalidade dos textos do Velho Testamento.
O panorama da questão pode ser melhor entendido em Entre a cruz e o arco-íris: A complexa relação dos cristãos com a Homoafetividade (de Marília de Camargo César, daEditora Autêntica), livro que tive a honra de editar. Nele, o pastor batista e sociólogo americano Tony Campolo, ex-conselheiro do presidente Bill Clinton, diz: “Se você vai dizer à comunidade homossexual que em nome de Jesus você a ama (...) não teria que lutar por políticas públicas que demonstrem que você as ama? Pode haver amor sem justiça? Eu luto pela justiça em favor de gays e lésbicas, porque em nome de Jesus Cristo eu os amo.” Campolo, entretanto, faz distinção entre direitos e casamento: “O governo não deve se envolver nem declarar, de forma alguma, o que é casamento, quem pode ou não se casar”, ele disse. “Governo existe para garantir os direitos das pessoas. Casamento é um sacramento da igreja – governos não devem decidir quem deve ou não receber esse sacramento.” Campolo acredita que esta será a visão dominante entre cristãos americanos “em cinco ou seis anos”.
Entre os evangélicos brasileiros, há quem pense desde já como Campolo – distinguindo união civil de casamento. Há quem pense de forma ainda mais radical: que a união civil, com implicações patrimoniais e status de família, deveria valer não apenas para casais homossexuais, mas para irmãos, primos ou quem quer que se entenda como família. Há quem defenda o acolhimento dos gays nas igrejas, mas que se reserve o celibato para eles. Quem, embora sabendo que mais da metade das famílias brasileiras já não são no formato pai-mãe-filhos, ainda luta para restabelecer esse padrão idealizado. Há, sim, quem acredite que o seu conjunto de doutrinas e o seu modo de vida são fundamentais. Há aqueles ainda que, enquanto discutimos aqui, estão mais preocupados se a melhor tradução do grego é a João Ferreira de Almeida ou a Nova Versão Internacional. E há quem acorde diariamente acreditando ser o porta-voz do “povo de Deus”, pague espaço em redes de televisão para multiplicar esse delírio (mas, a julgar pelo 1% de intenção de voto do Pastor Everaldo, somente ativistas gays e jornalistas desmotivados acreditam nesse discurso). Esses são “os evangélicos”.
Na fatídica sexta-feira em que o PSB divulgou seu programa de governo, enquanto Malafaia gritava no Twitter em CAPSLOCK furibundo, o pastor presbiteriano Marcos Botelho, postou: “Marina, que bom que vc recebeu os líderes do movimento LGBTs, receba as reivindicações com a tua coerência e discernimento de sempre e um compromisso com o estado laico que é sua bandeira. Vamos colocar uma pedra em cima dessa polarização ridícula entre gays e evangélicos que só da IBOPE para líderes políticos e pastores oportunistas.”
Botelho não representa “os evangélicos” porque não existe “os evangélicos”. Mas Marcos Botelho existe e é evangélico. Assim como existe William Lane Craig, o filósofo que convida periodicamente Richard Dawkins para um debate público, do qual este sempre se esquiva; existe o geneticista Francis Collins vencendo o William Award da Sociedade Americana de Genética Humana; existe o presidente Jimmy Carter, dando aula na escola bíblica no domingo e sendo entrevistado para a capa da Rolling Stone por Hunter Thompson na segunda-feira; existe o pastor congregacional inglês John Harvard tirando dinheiro do próprio bolso para fundar uma universidade “para a glória de Deus” nos Estados Unidos que leva seu sobrenome até hoje; existe o pastor batista Martin Luther King como o maior ativista de todos os tempos; existe o jovem paulista Marco Gomes, o “melhor profissional de marketing do mundo”, pedindo licença para “falar uma coisa sobre os evangélicos”. E existe o Feliciano, o Edir Macedo, a Aline Barros, o Thalles Roberto, o Silas Malafaia e o mercado gospel. Como existe bancada evangélica, mas existem os que lutaram pela “separação entre igreja e estado” na constituição, e existem os que acreditam que levar Jesus Cristo para a política é trabalhar não para si, mas para os menos favorecidos.
Existe o amor e existe a justiça, como existe o preconceito, o dogmatismo, o engano, o medo, a vaidade e a corrupção. Não porque somos evangélicos, mas porque somos humanos.
 Ricardo Alexandre é jornalista e escritor, radialista e blogueiro, Prêmio Jabuti 2010, ex-diretor de redação das revistas Bizz, Época São Paulo e Trip. E é membro da Igreja Batista Água Viva em Vinhedo, interior de São Paulo.

CAMPANÁRIO URUOCA CEARÁ

BANDIDOS BOTAM TERROR E FAZEM ARRASTÃO
No início da noite desta sexta-feira (05).dois indivíduos em uma motocicleta  armados com pistolas botaram terror no distrito de Campanário (Uruoca/Ce)  e realizaram um fizeram um limpa num verdadeiro arrastão nos estabelecimentos comerciais: Mercantil do Sales, Mercantil Pai, Mercantil Carlos Wilson e Filho e o Bar da Vanda, deixando as vítimas traumatizadas com tanta violência utilizada. 

A população está aterrorizada com os meliantes. E, segundo informações um carro dava apoio a ação criminosa.