Após sair de uma reunião nesta terça-feira, 14, com o ministro Paulo Guedes, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que uma Medida Provisória (MP) será editada para reajustar o valor do salário mínimo de R$ 1.039, de acordo com o anunciado no início de 2020, para R$ 1.045.
O piso salarial deve subir novamente para repor a inflação de 2019, que fechou o ano em 4,48%, segundo o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em janeiro. O aumento anterior do salário tinha sido de 4,1%.
Para que o novo salário mínimo entre em vigor, o governo federal ainda deve enviar a MP ao Congresso Nacional. De acordo com Guedes, a elevação afetará as despesas da União em R$ 2,3 bilhões adicionais.
Porém, o governo prevê arrecadar cerca de R$ 8 bilhões por meio de outras frentes, ainda não detalhadas pelo ministro da economia. O governo estima que a cada aumento de R$ 1 no salário se elevam em 2020 em aproximadamente R$ 355,5 milhões as despesas com benefícios da Previdência, abono e seguro desemprego e benefícios de prestação continuada da Lei Orgânica de Assistência Social e da Renda Mensal Vitalícia.
A Federação das Indústrias do Estado do Ceará irá construir uma escola de ensino médio com capacidade para atender 800 jovens do ensino fundamental e médio. As obras começam neste mês de janeiro e a previsão é abrir inscrições e matriculas no final deste ano. A nova escola irá ocupar espaço onde hoje funciona o bloco de saúde do Centro Integrado do SESI SENAI, que foi remanejado para outro local no prédio principal. Ponto positivo para o gestor da unidade, Alexandre Guimarães, e para os diretores da FIEC em Sobral, Jocely Dantas Filho, que conseguiu o benefício com o ex-presidente Beto Studart, e para Fernando Ibiapina Cunha, que irá tocar o projeto junto com o atual presidente da entidade, Ricardo Cavalcante.
















Ontem (7), o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender que o imposto seja cobrado apenas sobre o preço dos combustíveis na refinaria, e não no valor das bombas dos postos.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, reconsiderou sua própria liminar nesta quinta-feira, 9, e restabeleceu a resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) que reduziu o valor do DPVAT, seguro que cobre despesas com acidentes provocados por veículos terrestres. A norma estava prevista para entrar em vigor em 1º de janeiro de 2020, reduzindo o prêmio do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais.