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domingo, 21 de fevereiro de 2021
Teresina deve decretar novo lockdown nesta segunda-feira Com alta de casos e ameaça de colapso
Vice-governadora do Ceará e filho são vítimas de assalto e têm carro roubado em Fortaleza

sábado, 20 de fevereiro de 2021
Universidade brasileira está desenvolvendo a primeira vacina nacional contra Covid
A primeira vacina brasileira contra a Covid-19 já está sendo desenvolvida e pelo Centro de Tecnologia em Vacinas (CT-Vacinas) da UFMG, Universidade Federal de Minas Gerais. É uma grande notícia e que traz esperança para o povo brasileiro.
A equipe está se preparando para lançar estudos clínicos em breve, seguindo todos os parâmetros da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para depois começar os testes em humanos.
“Será preparado um lote piloto para testagem em animais, e que servirá também para humanos, e usa essa formulação para o teste clínico de segurança, inicialmente, imunogenicidade, e, depois, o teste de proteção”, disse a professora da universidade parte dos estudos.
A perspectiva é que, havendo investimentos privados ou do governo federal, os testes em humanos possam ser realizados ainda em 2021, garantiu a professora.
Na fase inicial do projeto e nas alternativas buscadas pelo CT-Vacinas, foram investidos cerca de R$ 5 milhões.
“Esse processo vai ser, realmente, um marco histórico, que vai poder ser replicado para outros processos, para que o Brasil tenha independência nessa área estratégica”, disse a coordenadora do CT-Vacinas, Ana Paula.
Ela lembra que todas as vacinas usadas em humanos no Brasil atualmente são de tecnologias importadas de outros países.
“O Brasil tem competência para fazer isso. Precisa é colocar os elos da cadeia conectados”, destacou Ana Paula.
Com informações Agência Brasil
Foto: Agustin Marcarian/ Reuters
Especialistas ficam espantados com a queda drástica de casos de Covid na Índia. A Índia, um dos países mais populosos do mundo, mostrou que soube fazer a lição de casa e conseguiu derrubar de 100 mil para apenas 11 mil o número diário de novos casos de Covid-19 no país. Nas últimas três semanas a queda foi de 20%, o que deixou especialistas impressionados.
A Índia, um dos países mais populosos do mundo, mostrou que soube fazer a lição de casa e conseguiu derrubar de 100 mil para apenas 11 mil o número diário de novos casos de Covid-19 no país. Nas últimas três semanas a queda foi de 20%, o que deixou especialistas impressionados.
Os especialistas ficaram surpresos com a notícia porque quando a pandemia se espalhou no país, chegaram a existir temores reais de que afundaria o frágil sistema de saúde do segundo país mais populoso do mundo. A Índia já computou 11 milhões de casos, e mais de 155 mil mortes.
Contudo, as infecções na Índia começaram a despencar em setembro do ano passado, e agora o país está relatando uma queda de quase 90% nos casos diários, quando comparado com a época de pico, isso em todo o território nacional. Mas nada disso se trata de queda no número de testes.
A procura nos hospitais do país diminuiu nas últimas semanas, mais um fator positivo para essa queda de casos.
Quando foram registrados 9 milhões de casos em novembro, os hospitais de Nova Delhi por exemplo, ficaram lotados, com quase 90% de dos leitos de UTI ocupados. Na última quinta-feira, apenas 16% desses leitos estavam ocupados.
O governo indiano acredita a queda aconteceu, em parte, pela conscientização da população sobre o uso de máscara, que se tornou obrigatório em público no país, com uma alta multa para quem descumprir em certas cidades – e quando dói no bolso as pessoas respeitam, infelizmente.
Outra explicação dada pelo governo indiano seria que algumas áreas teriam alcançado a imunidade de rebanho. Seriam pessoas que desenvolveram imunidade ao novo coronavírus, ao adoecerem ou serem vacinadas, conforme explicou Vineeta Bal, responsável por estudar o sistema imunológico no Instituto Nacional de Imunologia da Índia.
Uma pesquisa do governo também aponta outro possível motivo pra queda de casos: mais pessoas foram infectadas nas cidades da Índia do que em vilarejos e que o vírus estava se movendo mais lentamente pelo interior do país, pela área rural.
“As áreas rurais têm menor densidade de aglomeração, as pessoas trabalham mais em espaços abertos e as casas são muito mais ventiladas”, declarou Srinath Reddy, presidente da Fundação de Saúde Pública da Índia.
Que boa notícia!
Com informações do Correio Braziliense/AgênciaEstado
Foto: Manish Swarup/AP
A Índia, um dos países mais populosos do mundo, mostrou que soube fazer a lição de casa e conseguiu derrubar de 100 mil para apenas 11 mil o número diário de novos casos de Covid-19 no país. Nas últimas três semanas a queda foi de 20%, o que deixou especialistas impressionados.
Os especialistas ficaram surpresos com a notícia porque quando a pandemia se espalhou no país, chegaram a existir temores reais de que afundaria o frágil sistema de saúde do segundo país mais populoso do mundo. A Índia já computou 11 milhões de casos, e mais de 155 mil mortes.
Contudo, as infecções na Índia começaram a despencar em setembro do ano passado, e agora o país está relatando uma queda de quase 90% nos casos diários, quando comparado com a época de pico, isso em todo o território nacional. Mas nada disso se trata de queda no número de testes.
A procura nos hospitais do país diminuiu nas últimas semanas, mais um fator positivo para essa queda de casos.
Quando foram registrados 9 milhões de casos em novembro, os hospitais de Nova Delhi por exemplo, ficaram lotados, com quase 90% de dos leitos de UTI ocupados. Na última quinta-feira, apenas 16% desses leitos estavam ocupados.
O governo indiano acredita a queda aconteceu, em parte, pela conscientização da população sobre o uso de máscara, que se tornou obrigatório em público no país, com uma alta multa para quem descumprir em certas cidades – e quando dói no bolso as pessoas respeitam, infelizmente.
Outra explicação dada pelo governo indiano seria que algumas áreas teriam alcançado a imunidade de rebanho. Seriam pessoas que desenvolveram imunidade ao novo coronavírus, ao adoecerem ou serem vacinadas, conforme explicou Vineeta Bal, responsável por estudar o sistema imunológico no Instituto Nacional de Imunologia da Índia.
Uma pesquisa do governo também aponta outro possível motivo pra queda de casos: mais pessoas foram infectadas nas cidades da Índia do que em vilarejos e que o vírus estava se movendo mais lentamente pelo interior do país, pela área rural.
“As áreas rurais têm menor densidade de aglomeração, as pessoas trabalham mais em espaços abertos e as casas são muito mais ventiladas”, declarou Srinath Reddy, presidente da Fundação de Saúde Pública da Índia.
Que boa notícia!
Com informações do Correio Braziliense/AgênciaEstado
Foto: Manish Swarup/AP
Vacinas da Pfizer e de Oxford ganham excelentes notícias contra Covid. Uma das excelentes notícias é que a vacina da Pfizer mostrou eficácia de 85%, sendo necessária apenas a aplicação de uma única dose. O estudo já foi até publicado numa importante revista científica. Esperança pro mundo inteiro. Que notícia maravilhosa.
E mais uma de fevereiro vai terminando, mas dessa vez com três excelentes notícias sobre vacinas contra a Covid-19, todas divulgadas na última sexta, 19, por cientistas.
A primeira é sobre um estudo da vacina da Pfizer/BioNTech, que foi revisado por cientistas independentes. A pesquisa mostrou que uma única dose da vacina alemã é 85% eficaz contra casos sintomáticos de Covid – com resultados entre duas e quatro semanas após a injeção.
O estudo já foi publicado pela revista científica The Lancet e teve os resultados a partir de testes com profissionais de saúde do maior hospital de Israel.
Por conta disso, os pesquisadores apoiam o adiamento da segunda dose onde houver escassez das vacinas, porque a primeira dose da Pfizer/BioNTech já garantiria uma boa proteção contra o novo coronavírus.
O Reino Unido adotou esse caminho. O país tinha atrasado para 12 semanas a aplicação da segunda dose. A Pfizer e BioNTech tinha recomendado um intervalo de três inicialmente. A Universidade de Oxford concorda com a estratégia do Reino Unido.
Sobre a segunda excelente notícia, que também diz respeito a vacina da Pfizer/BioNTech, é que agora ela não precisa mais ser congelada a – 70°C, como divulgado anteriormente pela indústria.
Se for estocada em congeladores comuns, a – 15º, a vacina tem durabilidade de duas semanas. Isso é incrível porque facilita ainda mais a distribuição em locais que não têm freezers tão potentes.
O estudo já está pronto para assinatura da agência reguladora americana, a FDA, e segue nas próximas semanas para aprovação de outras agências reguladoras dos mais variados países.
Por último, temos uma excelente notícia sobre a vacina de Oxford.
Um estudo divulgado também na sexta pela Lancet, afirma que o intervalo maior entre as doses da vacina Oxford/AstraZeneca garante ainda mais proteção contra Covid.
A vacina teria 81% de eficácia se aplicada a segunda dose num intervalo de 12 semanas entre a primeira e segunda aplicação. Já em seis semanas, a eficácia diminuiria para 55%.
No Brasil, o Ministério da Saúde em parceria com a Fiocruz já recomendam que o intervalo entre as doses dessa vacina passe para 12 semanas.
Com informações JN
Foto: Justin Tallis/Pool/Getty Images
Pesquisadora brasileira encontra proteína chave para tratar Covid
Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (18) o cronograma de entrega das doses das vacinas contra a covid-19 para os estados em fevereiro por grupo prioritário. A medida havia sido determinada em reunião realizada nesta quarta-feira (17) com os governadores.
O ministério divulgou detalhes sobre as próximas entregas, que acontecem ainda este mês: serão 2 milhões de doses da AstraZeneca/Fiocruz, importadas da Índia, e 9,3 milhões da Sinovac/Butantan, produzidas pelo instituto paulista. Em março, a pasta também aguarda a chegada de 18 milhões de doses da vacina do Butantan e mais 16,9 milhões da vacina da AstraZeneca.
O cronograma do primeiro semestre apresentado pelo ministro também leva em conta as negociações com os laboratórios União Química/Gamaleya e Precisa/Bharat Biotech, que garantirão a chegada da vacina russa Sputnik V e da indiana Covaxin, respectivamente. A previsão é de que o contrato com os dois laboratórios seja assinado ainda nesta semana.
+ Grupos que ainda não foram liberados para tomar a vacina
+ Vacina não é solução para altas taxas de transmissão, diz Gabbardo em São Paulo;
+ Entenda o significado das joias em Ur dos Caldeus
+ Médico Brasileiro: Sonolência durante o dia é sinal de alerta;
+ Político teve sua prisão confirmada pela Câmara dos Deputados em sessão nesta sexta-feira (19)
+ Presidente criticou atual gestão da estatal e afirmou que preço da gasolina poderia ser até 15% menor com fiscalização adequada
+ Produzido 100% no Brasil, satélite Amazonia-1 entrará em órbita;
Segundo o Inpe, novo satélite possibilitará o monitoramento da região costeira, de reservatórios de água e de florestas
+ Bolsonaro tem prerrogativa para nomear militares, diz Pacheco
+ Presidente anunciou tirou Roberto Castello Branco da presidência da Petrobras e colocou general Joaquim Silva e Luna
+ Com alta de covid-19, Rio Grande do Sul suspende atividades
+ Medida entrou em vigor neste sábado e vai até 1º de março por causa do aumento de casos de covid-19 no estado.
Brasil passa de 245 mil mortes Com 10 milhões de casos, por covid País contabilizou nas últimas 24 horas 1.212 mortes e 57.472 infecções; ministério estima que 9 milhões já estejam curados
Prefeitura de Forquilha(CE) suspende transportes interestaduais inclusive a empresa Guanabara, que estava utilizando sua Agencia localizada naquela cidade para levar passageiros para Fortaleza e outras cidades do Brasil. A Rodoviária de Sobral fechou suas portas para o transporte intermunicipal no dia 11 de fevereiro.
Ceará = Primeiro fim de semana em que o novo decreto estadual está em vigência, estabelecimentos comerciais e religiosos sofrerão mais alterações relacionadas ao seu período de funcionamento. Em alguns lugares, os horários, que foram reduzidos durante a atuação de segunda a sexta, serão comprimidos mais ainda aos sábados e domingos.

Daniel Silveira Câmara mantém preso

Santa Casa Misericórdia de Sobral e Hospital Regional Norte atingem ocupação máxima dos leitos de UTI
- Casa de Saúde e Maternidade São Raimundo
- Hospital Geral de Fortaleza (HGF)
- Hospital Antônio Prudente
- Hospital Municipal Dr. João Elísio de Holanda
- Hospital Otoclínica
- Hospital São Carlos
- Hospital Uniclinic
- Hospital Municipal Dr. Argeu Braga Herbster
- Hospital Regional do Cariri
- Hospital Regional Norte
- Hospital São José de Doenças Infecciosas
- Instituto Madre Tereza de Apoio a Vida (Imtavi)
- Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza
- Santa Casa de Misericórdia de Sobral
365 DIAS EM SOBRAL

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021
Empresários temem onda de demissões em grandes restaurantes, diz Abrasel Escrito por Redação, 08:45 / 19 de Fevereiro de 2021. Segundo o presidente da Associação, muitos bares e restaurantes estavam aguardando o último decreto estadual para decidir se fechariam de vez, e restrições sanitárias deverão ter um impacto muito
negativo no segmento

Os empresários do setor de restaurantes estão temendo que o Ceará registre uma nova onda de demissões de funcionários após a aplicação do novo decreto do Governo do Estado, que restringe até as 20h o funcionamento de atividades não essenciais durante a semana. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Ceará (Abrasel-CE), Taiene Righetto, contudo, ainda não é possível mensurar os impactos no segmento econômico, mas os cortes deverão afetar até os grandes restaurantes.
De acordo com Righetto, a Abrasel deverá ter um balanço inicial sobre os impactos causados pelo novo decreto na próxima segunda-feira (22). Mas ele disse que o segmento já espera um impacto semelhante ao registrado em outros estados. Segundo dados da Entidade, no Brasil, mais de 180 mil postos de trabalho foram fechados em 2020.
"A gente já sabe que vários restaurantes estavam esperando o decreto para fechar ou não. E muitos restaurantes deverão fechar em definitivo. Temos vistos muitos empresários que estão sofrendo para mandar algumas pessoas 'para fora'. Mas não sabemos mais o que esperar. Até segunda devemos ter um balanço mais geral, mas temos tanta gente que já quebrou", disse Taiene.
Impactos negativos
O presidente da Abrasel ainda disse que os grandes restaurantes também serão afetados, por "não terem mais gordura para queimar". Righetto afirmou que o decreto tem dificultado o funcionamento do setor, que já "não vinha bem". Ele ainda questionou a efetividade das medidas do decreto aplicado pelo Governo do Estado.
"Os maiores restaurantes tinham mais gordura, mas até esses não têm mais esse espaço para gastar em folha de pagamento e agora devemos ter demissões em massa", disse Righetto.
"A gente lamenta que o decreto seja pouco eficiente. O governo fica restringindo os bares e restaurantes e isso segue sem resolver o problema, e eles seguem sem conseguir mostrar os impactos do setor de bares e restaurantes. No Carnaval, tivemos várias festas clandestinas sendo que o Governo não consegue fiscalizar isso. Eu entendo que as medidas têm sido fracas. Estamos tendo muita tentativa e erro", completo.
Contato com o Governo
Righetto ainda comentou que a Abrasel está tentando um novo contato com o Governo do Ceará para tentar renegociar as medidas aplicadas no último decreto estadual. Ele comentou que a Associação deverá enviar ao comitê que avalia a situação da pandemia no Ceará os dados de uma pesquisa feita com clientes e funcionários de bares e restaurantes.
A pesquisa, encomendada pela própria Abrasel e realizada pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa Inteligente (IBPI), perguntou aos entrevistados onde eles acham que foram contaminados pelo coronavírus, em caso de infecção. Conforme a pesquisa, na opinião popular os bares e restaurantes não são locais de contaminação.
"A gente precisa reabrir esse diálogo. Eu mandei nossos dados para tentar abrir esse canal, mas estamos há 11 dias sem uma reposta ou contato com o Governo", disse Taiene.
Previsibilidade
O presidente da Abrasel ainda comentou que os empresários têm se queixado do baixo nível de previsibilidade apresentado pelo Governo antes da tomada de decisão sobre os decretos que tratam sobre as restrições sanitárias no Ceará.
"As decisões estão sendo anunciadas em cima da hora. E os fornecedores estão perguntando porque houve uma queda nas compras, mas as pessoas não estão comprando porque não há previsibilidade", defendeu Taiene.
UPAs devem ter em fevereiro dobro de casos suspeitos de Covid registrados no pico da pandemia Escrito por Redação, metro@svm.com.br 11:53 / 19 de Fevereiro de 2021. Atualizado às 12:04 / 19 de Fevereiro de 2021 Dr. Cabeto, secretário da Saúde do Ceará, afirma que este mês já superou o número de atendimentos nas unidades em maio de 2020, ápice da crise sanitária no Estado
o

A alta da disseminação do coronavírus no Ceará tem refletido de forma direta na busca por assistência nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Estado. Só até esta sexta-feira (19), cerca de 10 mil pacientes com suspeita de Covid-19 já chegaram às unidades, e número deve dobrar até o final do mês. A estimativa é do secretário estadual da Saúde, Dr. Cabeto.
Em live realizada na manhã de hoje, o gestor comparou que a quantidade de pacientes com sintomas gripais chegando às UPAs neste mês supera a registrada em maio de 2020, pico da pandemia em Fortaleza, quando uma média de 10 mil pessoas receberam assistência.
Até dia 28, contudo, os atendimentos devem bater a marca de 20 mil, dos quais aproximadamente 13% necessitam de internação hospitalar. “Temos um cenário epidemiológico que começa a se desenhar para o que vivemos em abril e maio do ano passado, com aumento dos números. 67 pessoas estão nas UPAs precisando de leitos de UTI”, revela Dr. Cabeto.
Durante o balanço do cenário da Covid no Ceará, o secretário aproveitou, ainda, para fazer um apelo à população, diante da circulação de novas variantes virais em território cearense e das novas restrições de circulação em Fortaleza.
“Estamos procurando dar ao cearense confiança, capacidade de resposta na crise e solidariedade. O momento epidemiológico é diferente, existem muitas dúvidas sobre mutações, a capacidade de contágio, a gravidade. E é possível que elas influenciem na resposta das vacinas. Por isso, é preciso isolamento. Porque quanto menos o vírus se transmitir, menos mutação tem."
Ibiapina registra chuva de 115,5 mm; Ceará tem precipitação em pelo menos 32 cidades. Estado tem tendência de chuvas reduzidas e céu com poucas nuvens
Assembleia Legislativa do Ceará reúne prefeitos para articular mobilização contra mudança territorial no Ceará
Deputados cearenses se reúnem nesta sexta-feira (19) com prefeitos da região da Ibiapaba para tratar da disputa judicial que pode fazer o Ceará perder sete municípios para o Piauí. A PGE, o Comitê de Estudos de Limites e Divisas Territoriais da Assembleia e o Ipece produziram um relatório que defende a manutenção dessa área no Estado.
Ceará corre risco de perder sete municípios em disputa territorial na Justiça com o Piauí
Sete municípios da região da Ibiapaba podem sair da jurisdição do Ceará para serem integrados ao Piauí. O impasse se arrasta no STF e, em perícia técnica realizada pelo Exército em 2018, foi indicada a mudança. Caso a Justiça decida pela mudança, serão afetados Ibiapina, São Benedito, Guaraciaba do Norte, Carnaubal, Croatá e Poranga e Ubajara.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021
Concurso do IBGE é lançado com mais de 204 mil vagas; salários passam de R$ 2 mil Escrito por Redação, 07:50 / 18 de Fevereiro de 2021. Atualizado às 08:19 / 18 de Fevereiro de 2021 Seleção oferta 204.307 vagas temporárias para três cargos: Recenseador, Agente Censitário Municipal e Agente Censitário Supervisor.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta quinta-feira (18), edital para concurso público com 204.307 vagas temporárias. A seleção oferta oportunidades para Agente Censitário Municipal (ACM), Agente Censitário Supervisor (ACS) e recenseador. Os salários podem chegar a R$ 2.558.
Distribuição de vagas
- Recenseador - o cargo exige o nível fundamental do candidato para 25 horas semanais. A remuneração mensal será por produção, calculada por setor censitário, tipo de questionário, pessoas recenseadas e registro no controle da coleta de dados. O candidato poderá simular valores de remuneração por meio de link disponível no endereço do Cebraspe. São 181.898 vagas.
- Agente Censitário Municipal - são 5.450 vagas com ganhos mensais de R$ 2.100, além de R$ 458 de vale-alimentação;
- Agente Censitário Supervisor - o certame oferta 16.959 vagas com remuneração de R$ 1.700 e auxílio-alimentação de 2.158
A carga de trabalho é de 40 horas semanais. Os contratos terão duração de até cinco meses.
Inscrições
O prazo para cadastros varia conforme o cargo escolhido. Para agentes censitários (supervidor e municipal), as inscrições serão aceitas a partir das 10h desta sexta-feira (19) até as 23h59 do dia 15 de março. A taxa custa R$ 39,49.
Para o cargo de recenseador, a inscrição abre às 10 do dia 23 de fevereiro e segue até as 23h59 o dia 19 de março. O cadastro custa R$ 25,77.
Provas
- Agentes - 60 questões
10 de Língua Portuguesa
10 de Raciocínio Lógico Quantitativo
5 de Ética no Serviço Público
15 de Noções de Administração/Situações Gerenciais
20 Conhecimentos técnicos
- Recenseador - 50 questões
10 de Língua Portuguesa
5 de Ética no Serviço Público
10 de Matemática
25 de Conhecimentos técnicos






