Instalação Lichtgrenze: para celebrar os 25 anos da queda do Muro de Berlim, 8 mil balões irão dividir a atual capital alemã novamente
São Paulo – No próximo dia 9 de novembro, o mundo celebra os 25 anos da queda do Muro de Berlim. E para marcar o momento da história no qual a atual capital da Alemanha era dividida em duas, uma intervenção artística chamada Lichtgrenze ("Fronteira de Luz") irá separar a cidade novamente.
Desta vez, contudo, nada de concreto ou arame farpado. Para delimitar alguns trechos do caminho original do Muro de Berlim, serão usados 8 mil balões iluminados.
Tampouco ficará a cidade dividida por décadas: a instalação será acesa no dia 7 de novembro e permanecerá assim até o dia 9, data na qual a simbólica construção foi destruída.
No final deste dia, dezenas de voluntários irão anexar mensagens aos balões, que são inflados com gás hélio, para depois cortar as cordas que os prendem ao chão.
Vale lembrar que o material usado na produção destes balões é biodegradável. Portanto, não irá trazer impactos negativos ao meio ambiente.
Desenvolvida pelos artistas Christopher e Marc Bauder, a instalação terá 15 quilômetros de extensão e diferentes pontos deste caminho vão contar ainda com telas que exibirão histórias sobre o Muro de Berlim que se passaram naqueles exatos locais.
Muro de Berlim
O Muro de Berlim foi construído na madrugada de 13 de agosto de 1961 e tinha como objetivo demarcar a fronteira entre a Alemanha Ocidental e Oriental.
Ao longo da construção de pouco mais de 66 quilômetros de extensão, existiam ainda dezenas de torres de observação, trechos vigiados por cães de guarda e outros que contavam com cercas elétricas.
A queda do Muro, que ocorreu em 1989, deu impulso ao processo de reunificação da Alemanha, que foi então oficializado em 3 de outubro de 1990.
“Eu acho que a queda do Muro de Berlim foi um ato de vandalismo lamentável, praticado por reacionários que não toleravam as ideias de esquerda”, declarou a presidente Dilma na manhã de hoje sobre os vinte anos da queda do Muro de Berlim, que dividia a Alemanha em duas.
“Eu acho que a queda do Muro de Berlim foi um ato de vandalismo lamentável, praticado por reacionários que não toleravam as ideias de esquerda”, declarou a presidente Dilma na manhã de hoje sobre os vinte anos da queda do Muro de Berlim, que dividia a Alemanha em duas.
A presidente declarou que ligou para a premier Alemã, Angela Merkel. “Ofereci dinheiro do BNDES para ela mandar reconstruir o muro. Isso não é nada, para quem fez porto em Cuba”, declarou.
Dilma também disse que “se for preciso, podemos enviar alguns serventes de pedreiro para ajudar na obra.”
A chefe do Poder Executivo brasileiro também declarou que a derrubada do muro foi um evento importante, “pois deixou claro a superioridade do socialismo. As pessoas da Alemanha Ocidental – capitalista – corriam para o lado comunista a procura de asilo político” afirmou.
Angela Merkel, até o fechamento desta reportagem, ainda não havia se pronunciado sobre a oferta, mas o ex-líder soviético, Mikael Gorbachev mandou a presidente Dilma “ir tomar no olho do cu”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
365 DIAS