Você pode até não acreditar porque a ideia é muito maquiavélica que traduz bem a confusão entre o público e o privado na política brasileira.
A presidente Dilma Rousseff está montando uma espécie de “governo paralelo” que vai ficar operando dentro das instâncias do poder mesmo após seus afastamento que deve ocorrer dia 11 de maio. A estratégia é nomear o máximo de pessoas que puder antes do dia 11 para que esses sujeitos, após a exoneração, entrem com o pedido de quarentena remunerada que durará por 4 meses. Uma espécie de “seguro desemprego” para quem fingiu que trabalhou. Desta forma o impacto sobre as contas do próximo governo será terrível.
O pior disso tudo é quatro meses remunerados pelo próprio governo será tempo suficiente para criar uma oposição destruidora contra o país que atravessa sua pior crise em toda existência.
Suspeito de corrupção no governo, ex-ministro Antonio Palocci obteve “quarentena remunerada” avalizada pela Comissão de Ética Pública.
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