A Polícia Federal acionou, na quinta-feira (21), durante a Operação Hashtag, a tropa de elite Comando Operacional Tático (COT), que atuava no Rio de Janeiro, na segurança dos Jogos Olímpicos 2016, para prender os dois mais perigosos membros do Estado Islâmico do Brasil. Um desses alvos morava no Ceará, o outro, no Mato Grosso do Sul.
O cearense Daniel Freitas Baltazar, preso pela Polícia Federal na Operação Hashtag, planejava, segundo investigação, construir bombas para explodir em atentado terrorista durante os Jogos Olímpicos na Rio de Janeiro.
A Operação investiga 14 suspeitos de planejar atos terroristas no evento esportivo. No total, já foram 11 brasileiros presos na ação, um ainda está foragido. A PF já divulgou o nome dos 13 alvos da iniciativa, porém manteeve a identidade do 14º, por ser menor de 18 anos.
FBI
As informações sobre uma suposta célula terrorista ligado ao Estado Islâmico, que motivou a Operação Hashtag, partiu do FBI, agência americana de investigação.
O órgão chegou a encaminhar um documento ao governo brasileiro avisando que pelo menos seis pessoas faziam apologia ao grupo terrorista e apresentavam características extremistas.
Os seis indicados pela agência americana estão presos.
(Maurício Moreira)
A PF divulgou a relação completa das 13 pessoas que foram alvo na operação, porém não detalhou em qual estado cada um foi preso. Na relação, aparecem o nome de treze pessoas, todas envolvidas na Operação Hashtag. Um 14º alvo teve a identidade preservada por ser menor. A ação prendeu 10 pessoas:
Alisson Luan de Oliveira
Antonio Andrade dos Santos Júnior
Daniel Freitas Baltazar
Hortêncio Yoshitake
Israel Pedra Mesquita
Leandro França de Oliveira
Leonid El Kadre de Melo
Levi Ribeiro Fernandes de Jesus
Marco Mario Duarte
Mohamad Mounir Zakaria
Oziris Moris Lundi dos Santos Azevedo
Valdir Pereira da Rocha
Vitor Barbosa Magalhães
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