O dólar voltou a ganhar tração ante o real com a demissão de Pedro Parente da presidência da Petrobras prejudicando a percepção dos investidores, sobretudo os estrangeiros, sobre a condução da economia brasileira, após o desconto do diesel para cessar a greve dos caminhoneiros ter gerado impacto sobre as contas públicas. Às 12:18, o dólar avançava 0,74 por cento, a 3,7520 reais na venda, depois de ter subido 6,66 por cento em maio, terminando o mês a 3,7367 reais. O dólar futuro tinha alta de 0,78 por cento. Na máxima da sessão, a moeda foi a 3,7654 reais, justamente quando saiu.
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