O documento foi elaborado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, pela Sociedade Brasileira de Nefrologia e pela Sociedade Brasileira de Hipertensão.
Segundo as entidades, a mudança busca identificar precocemente pessoas em risco e estimular medidas de prevenção sem uso de medicamentos, evitando a evolução para hipertensão. Pela nova classificação, somente valores abaixo de 12 por 8 passam a ser considerados normais, enquanto aferições iguais ou superiores a 14 por 9 continuam enquadradas nos estágios de hipertensão já reconhecidos.
19/09/2025 08:51 | Atualizado há 2 dias atrás

Em publicação nas redes sociais, a Sociedade Brasileira de Cardiologia destacou que a atualização serve como orientação para a prática clínica dos profissionais da área. A entidade afirmou que o documento está alinhado às recomendações mais recentes e às evidências científicas disponíveis
*Com informações da Agência Brasil
(Foto: Divulgação/SESA/Governo do Paraná)
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