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quinta-feira, 5 de novembro de 2020
Pensionistas idosos estão na mira do Pente-fino do INSS


Covid-19: novembro começa com ocupação de leitos de UTI em torno de 60% no Ceará

OCeará iniciou novembro com a média de ocupação de leitos de UTI para pacientes com Covid-19 em torno de 60%, considerando os quatro dias já passados. De acordo com dados da plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), atualizados às 20h04 de ontem, 4, a taxa de equipamentos de terapia intensiva ocupados era 59,42%. No dia 3, o dado era 58,64%, equanto nos dias 1º (61,44%) e 2 (60,12%) a ocupação estava acima de 60%.
Nas enfermarias, no início deste mês, não houve oscilação significativa, indo de 28,71% no dia 1º para 31,54% nessa quarta-feira. Apesar do Ceará estar em alerta com o recente incremento no número de casos confirmados do novo coronavírus e também eventual crescimento da procura por atendimento de pessoas com sintomas da doença, o percentual de leitos tem se mantido na casa dos 50 e 60% (UTI) e 20 e 30% de enfermarias desde outubro, sem grandes saltos. A última vez que o dado esteve acima de 70% foi no dia 17 de outubro, quando se tinham 73,98% dos leitos de UTI exclusivos ocupados no Estado.
Mesmo com alta de novos casos, UTIs do Ceará têm a menor ocupação por Covid-19 em 20 dias
- Hospitais privados apontam mais atendimentos a casos suspeitos
Ontem, filtrando as informações para leitos de administração pública, se tinham 68,75% das UTIs ocupadas e 32,08% de enfermarias. Na particular, o percentual de UTIs era menor (62,5%), porém o de enfermarias era maior (52,63%). Nas unidades de saúde geridas por entidades sem fins lucrativos o dado era de 45,95% nas UTIs e 20,71% em enfermarias.
Em boletim diário da situação da Covid-19 no Hospital Unimed Fortaleza, o diretor Elias Leite informou que ontem eram 90 pacientes internados no local, dois a mais que o dia anterior. Desses, 29 estavam em UTI (quatro a mais que terça-feira) e 15 precisando de respiradores (três a mais que o dia passado). Quanto aos atendimentos, 216 pacientes chegaram às emergências da Unimed com sintomas de Covid-19, até a meia noite de terça-feira, número que cresceu comparado com a segunda, 139.
Na rede particular da Capital, conforme o IntegraSUS, dois hospitais têm elevada ocupação de seus leitos de UTI ativos: Monte Klinikum, com seus oito leitos ativos 100% ocupados e Otoclínica, com 91,67% (11 de 12 leitos ocupados). O Hospital Gênesis tem 11 leitos de UTI ocupados, representando 45,83% de ocupação. O Hospital Antônio Prudente, da rede Hapvida, tem 4 de seus 6 leitos de UTI sendo utilizados, indicando 66,67% de ocupação.
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL E A PANDEMIA
Caixa está tratando os idosos por uma régua tratada por ela mesma como a verdadeira. Uma pessoa idosa chega, diz que é idosa e o que quer. Aí recebe uma senha.A senha sequer aparece no monitor onde estão outras senhas. A pessoa idosa, de risco para a doença pandêmica, fica mais de uma hora numa espera infinda até que desiste, por medo da aglomeração de uma agência e vai embora. E mais: é comum ver pessoa com enormes dificuldades de mobilidade sendo tratada de maneira absolutamente comum, como eu vi na agência da avenida Barão de Studart, ontem, por volta de 11 da manhã ao meio dia. Um desrespeito que põe em risco a saúde de gente de alto risco para a pandemia.
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quarta-feira, 4 de novembro de 2020
Supremo pode impor ideologia única nas escolas e retirar direitos sobre filhos
Supremo Tribunal Federal decidirá, no próximo dia 11 de novembro, se a Educação brasileira será regida por uma única ideologia em matéria de comportamento. Se a decisão for tomada neste sentido, os pais poderão perder direitos sobre seus filhos. Trata-se da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5668, proposta pelo PSOL, que pretende obrigar as escolas de todo o país a adotarem os princípios de que as pessoas não nascem homens ou mulheres, mas escolhem o sexo depois, a Ideologia de Gênero.
Financiada por entidades internacionais como a Ford Foundation e o bilionário George Soros, a ideologia já foi amplamente rejeitada pela população. Em 2014, a ideologia foi retirada do Plano Nacional de Educação através de deputados após intensa conscientização. Já em 2015, foi a vez dos vereadores e deputados serem conscientizados pela população, que compareceu em peso às casas legislativas contra a doutrinação ideológica de seus filhos. Vencidos no legislativo, os extremistas LGBT decidiram apelar às esferas superiores, onde não há possibilidade de discussão com a sociedade.Com dinheiro vindo de fora do país, extremistas do gênero recebem formação e dispõe de ONGs para exercer pressão sobre autoridades e ampliar seu poder na sociedade, o que fazem com a ajuda da mídia televisiva e de todo o país.
A resistência possível
A notícia de que o STF decidiria sobre isso alarmou famílias em todo o Brasil diante da possibilidade de perder direitos sobre seus filhos, em um ambiente escolar já cada vez mais dominado por ativistas radicais vindos das universidades. Pais de famílias, cristãos e conservadores vêm apostando em uma possível forma de reação à tentativa de ampliar a perseguição às famílias: trata-se do PL 4754/2016, que tipifica a usurpação de competência do poder legislativo por parte dos ministros do STF como crime de responsabilidade passível de Impeachment. Pais e mães de todo o país vem telefonando e mandando e-mails para deputados e senadores pedindo que pautem o projeto que pode ser uma esperança para milhares de famílias que desejam manter o poder de tomar decisões sobre a educação de seus filhos.
Caso seja decidido pela obrigatoriedade de adesão à ideologia, escolas de todo o Brasil terão poderão ensinar aos alunos todas as formas de sexualidade existentes, sem que pais ou familiares possam interferir no processo de educação sexual mantido pelos educadores. Além disso, a educação passa a ser prerrogativa do Estado apenas e não uma responsabilidade da família, como prevê a Constituição Federal.
A possível decisão do STF pode ameaçar tratados internacionais de direitos humanos assinados pelo Brasil, como a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), de 22 de novembro de 1969, que prevê, em seu Artigo 12, que “os pais, e quando for o caso os tutores, têm direito a que seus filhos ou pupilos recebam a educação religiosa e moral que esteja acorde com suas próprias convicções.
COVIDÃO mandados de busca e apreensão em domicílios de investigados em Fortaleza, São Paulo e Pelotas (RS).
A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria Geral da União, deflagrou a operação “Cartão Vermelho”, na manhã desta terça-feira (3). São cumpridos 27 mandados de busca e apreensão em domicílios de investigados em Fortaleza, São Paulo e Pelotas (RS).
Filha de Tom Veiga desabafa sobre morte do pai, que faleceu no dia do seu aniversário de 15 anos A menina escreveu relatos sobre a morte do pai no Twitter. Alissa Veiga perdeu Tom no dia que completou 15 anos

No dia do seu aniversário de 15 anos, Alissa Veiga, filha do Tom Veiga, intérprete do Louro José que faleceu no último domingo, 1°, perdeu o pai. No Twitter, quando a conta ainda era aberta, foi possível ver o desabafo da menina sobre o momento: “Tô sem rumo. Sem dúvidas, o pior dia da minha vida”. Alissa recebeu o apoio de alguns amigos.
Além da situação difícil de perder o pai, Tom faleceu no mesmo dia que a jovem completava 15 anos. “Eu só queria ter recebido um feliz aniversário dele”, publicou na web. “Eu não sei o que eu faço, é uma dor inexplicável”, completou. As informações são da Isto É e A Crítica.com.
Alissa é filha do ator com Alessandra Veiga, com quem foi casado por 14 anos. Eles se separaram em 2018. Os dois também são pais de Adrian. Tom tinha mais dois filhos, Amanda e Diego, de um relacionamento anterior à Alessandra.
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Tom foi encontrado morto no fim da tarde de domingo, 1°, em sua residência na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ele era ator e foi intérprete do personagem Louro José por mais de 20 anos.
O corpo de Tom será enterrado nesta quarta-feira, 4, em São Paulo.

