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terça-feira, 25 de março de 2014

PREÇO DE REFEIÇÃO EM FORTALEZA

25/03/2014 17h14 - Atualizado em 25/03/2014 17h14

Refeições dos operados sairiam pela metade do preço do prato normal (Foto: Alexandre Lopes/G1)

Refeição em Fortaleza custa R$ 27,34, incluindo bebida, sobremesa e café.No Brasil, o preço médio da refeição é de R$ 30,14.

Comer fora de casa custa, em média, R$ 27,34, em
Fortaleza (Foto: Alexandre Lopes/G1)
Pesquisa mostra que Fortaleza está em terceiro lugar entre as capitais com menor preço de refeições fora de casa, com custo médio de R$ 27,34 em refeição completa (prato, bebida, sobremesa e café), seguida de São Luís (MA), com R$ 27,23. A capital do Mato Grosso do Sul, Campo Grande, é a capital onde o preço da refeição é mais acessível: R$ 24,53. No Brasil, o preço médio da refeição é de R$ 30,14.  É na região Centro-Oeste que custa mais caro se alimentar fora de casa: R$ 31,44.
A pesquisa, feita pelo Instituto Datafolha a pedido da  Associação das Empresas de Refeição e Alimentação (Assert), foi realizada em 49 cidades, das quais, 21 capitais. Foram pesquisados quatro tipos de pratos: o comercial, o self-service, executivo e à la carte. A soma dos preços dos quatro tipos resultou no valor médio cobrado em cada uma das cidades.
Considerando as 8 capitais da Região Nordeste pesquisadas – excluindo Teresina (PI) – o Ceará ocupa a primeira posição e tem o preço do prato comercial e de self-service mais baixos:  R$ 12,24 e R$ 17,09 em média, respectivamente. No preço do prato executivo, a capítal cearense ocupa a sexta posição, entre oito capitais pesquisadas, com valor médio de R$ 39,61, enquanto o prato à la carte, com valor médio de R$ 40,44 está em quarto lugar entre as capitais.
A Assert que faz a pesquisa há onze anos diz que esse levantamento mostra que nos últimos anos os alimentos pressionam fortemente a inflação. "Para uma inflação de 5,91% em 2013, o preço de refeição fora do lar, objeto dessa pesquisa, o aumento chegou a 9,49%. Quer dizer, é um número significativo e que demonstra que a refeição fora do lar tem pressionado a inflação", explica Artur Almeida, presidente da Assert.
A pesquisa também mostra que o consumidor está mais exigente. Ele quer comida saudável no prato, com  mais frutas e saladas. Segundo a pesquisa,  a tendência é seguida por  82% dos restaurantes, bares, lanchonetes e padarias. Mas nada disso fez o consumidor deixar de lado um dos pratos mais tradicionais da cozinha. A combinação do arroz com feijão teve  crescimento de 30% no país, e na Região Nordeste, o aumento foi ainda maior: 40%.

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