Vacinação lenta no Brasil
A imunização começou no Brasil utilizando a aposta do governo de São Paulo na vacina chinesa CoronaVac. Em janeiro, o Ministério da Saúde entregou aos estados 10,7 milhões de doses da vacina, o único imunizante contra Covid-19 disponível no país até aquele momento.
A quantidade é suficiente para imunizar apenas cerca de 5,3 milhões dos 77,2 milhões de pessoas que formam os grupos prioritários estabelecidos pelo Plano Nacional de Imunização (PNI). Entre eles, pouco mais de 300 mil receberam a 2ª dose.
A pequena oferta de doses é reflexo da demora do governo federal em firmar os contratos de aquisição com as farmacêuticas. Até dezembro, o Brasil havia fechado acordo apenas com a Universidade de Oxford/AstraZeneca.
Nesta segunda quinzena de fevereiro, cidades pelo Brasil começam a suspender a campanha por falta do imunizante.

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