Segundo o banco, a forte redução foi impactada pelo aumento da inadimplência, especialmente no setor do agronegócio, e pela alta nas provisões para perdas com crédito, que somaram R$ 15,9 bilhões, mais que o dobro em comparação ao 2º trimestre de 2024. Alterações regulatórias também contribuíram para a pressão sobre o lucro.
No acumulado do primeiro semestre, o Banco do Brasil lucrou R$ 11,2 bilhões, queda de 40,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Especialistas avaliam que o cenário exige atenção, já que a elevação da inadimplência e as mudanças nas regras de provisão podem seguir afetando os resultados nos próximos trimestre.
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