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quinta-feira, 15 de maio de 2014

PROS - RECUO EXPLICADO - TUDO IGUAL

14/05/2014 10h08 (editada em 14/05/2014 10h57)
RECUO EXPLICADO
Ameaça de perder liderança do PROS faz Carimbão recuar no confronto com Cid e Ciro
Domingos Neto conseguiu quatro nova assinaturas e já soma nove. Falta apenas o apoio de dois deputados para assumir o cargo na Câmara.
A mudança de postura do líder do PROS, deputado Givaldo Carimbão, em menos de 24 horas está esclarecida. Num trabalho competente e individual, o deputado federal cearense Domingos Neto conseguiu o apoio de mais quatro parlamentares da bancada para destituir Carimbão da liderança do partido. Ao ser cientificado que perderia o cargo, Carimbão entrou em desespero e resolveu recuar no seu confronto com o governador Cid e seu irmão, Ciro Gomes.
Quem saiu em socorro de Carimbão foi o presidente nacional Eurípedes Junior, que usou sua doença – estar acometido de dengue- e os apelos do ministro da Casa Civil, Aloísio Mercadante, para tentar pacificar o PROS e pôr fim a guerra entre a direção nacional e o partido no Ceará. Assim, Eurípedes adiou a reunião dele com Cid e Ciro, e sinalizou que vai devolver o poder ao PROS cearense. Em troca, nesse momento Cid suspende o movimento para destituir Carimbão da liderança.
O jogo dentro do PROS está pesado. O ainda líder Givaldo Carimbão recuou em todos os seus ataques. Publicamente desistiu até de pedir a demissão do ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira. Fragilizado, Carimbão é socorrido pelo presidente Eurípedes Junior que assumiu o controle das negociações com o governador Cid, e avisou que toda a articulação agora será com ele. Sem Carimbão ter um papel de destaque.
E o entendimento entre Eurípedes Junior e o governador Cid Gomes caminha. Em Brasília, é dado como certo que a intervenção branca no PROS cearense será suspensa ainda esta semana, com a devolução da senha partidária. E quanto a troca do ministro Francisco Teixeira, está em curso um acordo que tanto agrada a Cid quanto a Carimbão e tem o aval da presidente Dilma.

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