O Edson Queiroz, em Santa Quitéria, será um dos 13 primeiros a serem acompanhados, através de imagens de satélite, sensores aquáticos e amostras de água. Com estes equipamentos, os órgãos farão um acompanhamento qualitativo dos recursos hídricos com a finalidade de captar informações a serem aplicadas em diferentes setores, que vão desde o abastecimento humano até o peixamento - atividade que tem por desígnio o povoamento, repovoamento e a estocagem de alevinos.
O projeto começou a ser idealizado na metade do segundo semestre de 2019, levando três meses para ser finalizado e há expectativa para que as atividades já comecem ainda neste ano. Para isso, o Estado deverá submeter a proposta ao Banco Internacional do Desenvolvimento, avaliada em R$ 1,2 milhão. O critério para a escolha dos açudes foram a localização e a sua capacidade de armazenamento.
Um dos órgãos que pode ser beneficiados com estas análises é a Cagece, por exemplo, sobre quais produtos utilizar para remover algas, considerando riscos de problema ambiental e de saúde pública, auxiliando no tratamento e sua distribuição. A Companhia de Água e Esgoto, inclusive, será o órgão responsável por realizar a análise das amostras coletadas.
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