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sexta-feira, 10 de abril de 2020

O Ceará está adotando uma série de medidas de contenção de gastos para tentar manter o equilíbrio fiscal e uma delas será o congelamento dos salários de servidores estaduais. Enquanto estiver em vigência o decreto de calamidade pública, não se fala em aumento salarial, nem de reposição da inflação para os servidores. E nem se pode falar disso, diga-se de passagem. A regra é para todos os poderes estaduais e o Ministério Público.

Crise econômica gerada pela pandemia do coronavírus atinge em cheio as receitas do poder público no País. Não se fala mais na possibilidade de impacto, mas sim no tamanho do rombo. O Estado quer fazer uma economia de R$ 100 milhões com custeio para manter os investimentos principalmente na Saúde. Todos os detalhes estão na matéria "Estado projeta economia de R$ 100 mi ao conter gasto com pessoal".


Pode parecer amargo para o servidor, mas há, pelo menos, 11 estados brasileiros em sérias dificuldades de pagar a folha de servidores, como em Minas Gerais, que o governo vai pagar na semana que vem uma parcela dos salários de março. E não há prazo para pagamento da segunda parcela. No Ceará, pelo menos por enquanto, ainda não há esse risco. Há também outra garantia: não há risco de corte de salários para os servidores no horizonte dos próximos três meses, que é uma estimativa de duração da crise, calculada pelos técnicos do Estado.

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