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sexta-feira, 12 de março de 2021

Demanda por motos 0 km dispara e fila de espera chega a 60 dias no Ceará. Efeitos da segunda onda do coronavírus em Manaus afetaram produção de motocicletas novas. Preços subiram entre 30% e 35% no Estado


Legenda: Medo do transporte público e crescimento do delivery devem continuar aquecendo a demanda em 2021
Foto: José Leomar

O medo das aglomerações no transporte público e o fortalecimento do delivery como alternativa de sobrevivência para os cearenses e brasileiros que ficaram sem trabalho durante a pandemia levaram a busca por motocicletas novas a um crescimento de 35% no Ceará. A informação é de Wellington Holanda, diretor do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Estado do Ceará/Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Sincodiv/Fenabrave).

A elevada demanda poderia estar impulsionando o faturamento das concessionárias de motos no Estado, não fosse a baixa oferta ocasionada pelas consecutivas paralisações na produção de veículos em Manaus, no Amazonas.

De acordo com os números mais recentes da Fenabrave, no Ceará, foram emplacadas 7,5 mil motos no primeiro bimestre deste ano, queda de 22,3% na comparação com igual período de 2020, quando foram registrados 9,7 mil emplacamentos.

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