Temperatura elevada e falta de chuva podem ser um dos motivos dos focos, tanto na Serra da Meruoca, quanto em matas, no município.
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De acordo com o Corpo de Bombeiros, que ainda não quantificou o total de incêndios nessa região, este ano, na última ocorrência, a equipe foi acionada pela população via ligação telefônica, um dos modos que, segundo a corporação, tem sido bastante eficaz, apesar de também receberem muitos trotes ao longo da semana.
Apesar de os dados quantitativos ainda não estarem disponíveis, “tem sido perceptível o aumento do número de chamadas. A maioria dos focos não têm comprovação das causas, mas devido à falta de chuva e a temperatura elevada, desse período do ano, isso contribui para as ocorrências”, revela o Corpo de Bombeiros Militar de Sobral.
Há alguns dias, o Portal Paraíso registrou um incêndio próximo à uma escola, que atende alunos do 1º ao 5º ano, no bairro Sinhá Saboia. A fumaça causou a suspensão das aulas, atingindo, também, muitas casas, no entorno da escola, além de provocar problemas respiratórios na vizinhança e assustar os pais de alunos, que correram para buscar os filhos.
De acordo com os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Ceará é o quarto estado do Nordeste que mais registrou focos de queimadas este ano. Já são 311 focos, entre os meses de janeiro e setembro. No ranking das queimadas, em primeiro lugar aparece o Maranhão com 9.197 focos, seguido pelo Piauí (3.613 focos) e Bahia (3.516).
Ao se comparar a quantidade de focos no estado, com mesmo período do ano passado, o INPE constata que até houve uma diminuição de 56%. Em 2021 foram registrados 722 casos, enquanto neste ano, apenas 311. O valor computado pelo INPE mostra que é a menor quantidade de focos registrados, desde 2017, quando foram anotados 328.
Ao se comparar a quantidade de focos no estado, com mesmo período do ano passado, o INPE constata que até houve uma diminuição de 56%. Em 2021 foram registrados 722 casos, enquanto neste ano, apenas 311. O valor computado pelo INPE mostra que é a menor quantidade de focos registrados, desde 2017, quando foram anotados 328.

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