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terça-feira, 16 de abril de 2024

Dólar fecha no maior valor desde março de 2023 com meta fiscal e cenário externo O Ibovespa encerrou o primeiro pregão da semana em queda de 0,49%, seguindo o pessimismo de Wall Street Pessoas olham para um quadro eletrônico que mostra o gráfico das flutuações recentes dos índices de mercado no pregão da Bolsa de Valores da BM&F Bovespa no centro de São Paulo, Brasil REUTERS Da CNN* 15/04/2024 às 11:20 | Atualizado 15/04/2024 às 18:03 Compartilhe: ouvir notícia 0:00 O dólar emplacou a quarta sessão consecutiva de alta de 1,21% e encerrou o dia negociado a R$ 5,183, maior valor desde março do ano passado. Esse resultado veio na esteira de dados do varejo dos EUA, que reforçaram a perspectiva de juros altos por mais tempo. O cenário externo também influenciou o Ibovespa, que fechou em baixa de 0,49%, a 125.333 pontos, seguindo Wall Street e o pessimismo em torno do momento do primeiro corte de juros pelo Federal Reserve. Leia Mais Prates diz à CNN que conflito “por enquanto” não impacta combustíveis no Brasil Petróleo começa semana em queda, mesmo com temor gerado por ataque do Irã a Israel Goldman Sachs tem alta de 28% no lucro puxado por novos investimentos No cenário doméstico, os investidores receberam com pessimismo a notícia de que o governo federal reduziu a meta fiscal de 2025 para um déficit zero. Durante o dia, o mercado financeiro também repercutiu dados dos EUA que mostraram uma alta bem mais intensa do que o esperado nas vendas do varejo norte-americano em março. Para os investidores, isso é um sinal de que a economia norte-americana encerrou o primeiro trimestre em terreno sólido. A alta do dólar também acompanha um cenário de valorização dos juros dos títulos do Tesouro dos EUA. Os rendimentos dos Treasuries de dez anos saltaram hoje para picos desde novembro do ano passado. Enquanto isso, o mercado tenta controlar as preocupações em meio ao conflito no Oriente Médio. A avaliação, é que uma eventual retaliação de Israel ao Irã pode gerar um forte aumento dos preços do petróleo e uma pressão sobre a inflação dos EUA. *Com informações de Reuters Tópicos Dólar Ibovespa Juros Compartilhe: Mais lidas Enquete BBB 24: apenas 2 participantes recebem votação expressiva X informa STF que enviou ao Congresso dos EUA decisões de Moraes sobre moderação de conteúdo "Duna 2" estreia em duas plataformas de streaming em Abril; veja onde assistir Análise: Israel enfrenta dilema na resposta ao ataque do Irã Julgamento de Trump: promotores dizem que violações da ordem de silêncio podem levar a multa e prisão Vôlei: Bernardinho convoca Douglas para Seleção, e jogador recusa: "Ciclo encerrado" Miss Universo contesta participação da Arábia Saudita no concurso de 2024 Milei envia segunda carta a Lula e reforça “centralidade” de relações bilaterais Cuba pede que EUA aliviem sanções que estrangulam economia da ilha Jeep Compass 2025: SUV fica mais potente e barato Relacionadas Justiça devolve cargo de conselheiro da Petrobras para Sergio Machado Rezende Entenda como o conflito entre Irã e Israel pode fazer os preços do petróleo dispararem Ouro fecha em alta e renova recorde histórico em meio a tensões geopolíticas Petróleo sobe quase 1% com tensões no Oriente Médio, mas tem perda semanal Bitcoin e Ethereum têm forte queda em dia de aversão a riscos no mercado Mais Recentes da CNN China considera posição de autodefesa do Irã e não condena ataque a Israel "Ataque diplomático": ministro de Israel diz ter solicitado sanções contra o Irã a 32 países PIB da China cresce acima do esperado

Cenário externo também influenciou o Ibovespa, que fechou em baixa de 0,49%, a 125.333 pontos, seguindo Wall Street e o pessimismo em torno do momento do primeiro corte de juros pelo Federal Reserve.

Dólar fecha no maior valor desde março de 2023 com meta fiscal e cenário externo

O Ibovespa encerrou o primeiro pregão da semana em queda de 0,49%, seguindo o pessimismo de Wall StreetPessoas olham para um quadro eletrônico que mostra o gráfico das flutuações recentes dos índices de mercado no pregão da Bolsa de Valores da BM&F Bovespa no centro de São Paulo, BrasilREUTERS

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