Israel rejeita categoricamente o "parecer consultivo" da CIJ, que era totalmente previsível desde o início, em relação à UNRWA.
Esta é mais uma tentativa política de impor medidas políticas contra Israel sob o pretexto do "Direito Internacional".
O parecer consultivo da CIJ de hoje deveria ter denunciado a atividade terrorista do Hamas dentro da UNRWA ocorreu antes do massacre de 7 de outubro, durante o massacre e depois do massacre. Israel forneceu à ONU amplas evidências comprovando a infiltração do Hamas na UNRWA, mas a ONU nunca investigou a extensão total dessa infiltração. Até hoje, a UNRWA ainda emprega mais de 1.400 agentes do Hamas. Israel não cooperará com uma organização infestada de atividades terroristas.
Israel cumpre integralmente suas obrigações sob o Direito Internacional. Israel rejeita totalmente a politização do Direito Internacional, que busca produzir resultados políticos e impor medidas destinadas a prejudicar o Estado de Israel.

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