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terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Maioria da bancada cearense indicou apoio a Rossi na eleição da Câmara dos Deputados; Veja placar


Eleição da Presidência da Câmara
Voto declarado da bancada cearense

Posicionamentos em lista:
Votos em Baleia Rossi

André Figueiredo (PDT)
Aníbal Gomes (DEM)
José Guimarães (PT)
Moses Rodrigues (MDB)
Denis Bezerra (PSB)
Idilvan Alencar (PDT)
José Airton (PT)
Eduardo Bismarck (PDT)
Rachel Marques (PT)
Leônidas Cristino (PDT)

Votos em Arthur Lira
AJ Albuquerque (PP)
Capitão Wagner (Pros)
Domingos Neto (PSD)
Jaziel Pereira (PL)
Pedro Bezerra (PTB)
Junior Mano (PL)

Voto em Marcel Van Hattem

Heitor Freire (PSL)

Não se posicionaram
Danilo Forte (PSDB)
Genecias Noronha (SD)
Robério Monteiro (PDT)
Vaidon Oliveira (Pros)

Não votou por diagnóstico de Covid-19
Célio Studart (PV)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Câmara dos Deputados elegeu o novo presidente Arthur Lira (PP-AL), eleito em primeiro turno com 302 votos lançado por bloco de 11 partidos, com 236 deputados ao todo;nesta segunda-feira; Presidência será definida para o biênio 2021-2022

Câmara dos Deputados escolheu nova presidência
A Câmara dos Deputados escolhe, nesta segunda-feira (1º), quem assume a Presidência da casa no biênio 2021-2022. A sessão que antecede a votação começou às 19h45. Além de presidente, foram escolhidos dois vice-presidentes, quatro secretários e seus suplentes.

Primeiro a discursar, Alexandre Frota (PSDB-SP) retirou a candidatura. Ele criticou Jair Bolsonaro (sem partido) e foi vaiado ao dizer "que não venderia o voto", citando Arthur Lira (PP-AL), candidato do presidente. 
"Eu quero abrir mão de minha candidatura. Estou renunciando para anunciar meu apoio a Baleia Rossi (MDB-SP)", disse.

Frota abriu mão da candidatura
Foto: Michel Jesus/ Câmara dos Deputados

Em seguida, discursaram General Peternelli (PSL-SP), Fábio Ramalho (MDB-MG) e André Janones (Avante-MG). A sequência das falas foi determinada por sorteio. 

O quarto a discursar, Arthur Lira, foi aplaudido ao falar que “respeita as dezenas de milhões de vozes” que os deputados representam.

“Temos que retirar o super poder da presidência e devolver ao seu único e legítimo dono: o plenário da Câmara dos Deputados”, disse. 

 Arthur foi o quarto a discursar na noite desta segunda-feira (1º)
Foto: Agência Câmara de Notícias

Em seu discurso, Luiza Erundina (Psol-SP) disse que gostaria de "estar como candidata de todos os campos progressistas e de esquerda". "Um partido de esquerda não deve transigir suas convicções políticas mesmo com o preceito de reduzir danos", afirmou. 

 Luiza Erundina (Psol-SP) foi a quinta candidata a discursar nesta noite
Foto: Nilson Bastian/Agência Câmara

Baleia Rossi (MDB-SP) destacou a independência da Casa. “Por que a Câmara independente assusta tanto? Unimos partidos com ideologias diferentes, mas a diferença nos fortaleceu. Não podemos abrir mão da defesa da nossa democracia”, disse. 

Uma “Câmara independente" foi a tônica do discurso de Baleia Rossi.

O candidato Marcel van Hattem (Novo-RS) acusou o Governo Federal de interferir na eleição da Mesa Diretora com a liberação de R$ 3 bilhões em obras para parlamentares.

"Que vergonha que vejo acontecer nestas eleições. O mesmo que o presidente Bolsonaro criticava lá atrás. Bolsonaro se rende aos mesmos artifícios que o PT utilizava para montar sua base", pontuou.


Legenda: Marcel van Hattem acusa governo de interferir na eleição
Foto: Agência Câmara de Notícias

O deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) afirmou que tem uma candidatura de protesto com pauta única: a defesa do impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

Kataguiri fez várias críticas ao presidente. Destacou que, quando concorreu à presidência da Câmara na legislatura passada, Jair Bolsonaro criticou a atuação do Poder Executivo na época, mas agora, como presidente, faz o mesmo.

“O Executivo sempre interfere [na eleição para a Mesa Diretora], mas não podemos ter uma Câmara que não cria leis, que não representa os anseios do povo, que é submissa ao Judiciário”, leu o deputado, reproduzindo Bolsonaro.

Kim Kataguiri acusou Bolsonaro de trair os eleitores
Foto: Agência Câmara de Notícias

Candidatos:

  1. Arthur Lira (PP-AL), eleito em primeiro com 302 votos lançado por bloco de 11 partidos, com 236 deputados ao todo;
  2. Baleia Rossi (MDB-SP), 145 votos lançado por bloco de dez partidos, com 210 deputados;
  3. André Janones (Avante-MG);
  4. Fábio Ramalho (MDB-MG);
  5. General Peternelli (PSL-SP);
  6. Kim Kataguiri (DEM-SP);
  7. Luiza Erundina (Psol-SP);
  8. Marcel van Hattem (Novo-RS).

A votação

A sessão foi conduzida pelo atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Cada candidato teve dez minutos para defender suas propostas.

O processo de votação foi presencial e secreto, com 21 urnas eletrônicas distribuídas pelo Plenário e pelos salões Verde e Nobre, espaços que ficarão restritos aos parlamentares.

Iniciado o processo de votação, cada urna receberá até cinco deputados por vez, de forma a evitar aglomerações e manter o distanciamento. Cada parlamentar registrará os 11 votos de uma só vez na urna eletrônica.

Apuração

A apuração foi realizada por cargo, começando pelo presidente. Eleito, o candidato precisa da maioria absoluta dos votantes em primeira votação ou ser o mais votado no segundo turno. Após eleito o novo presidente, são apurados os votos dos demais integrantes da Mesa.

Senado: saiba como votaram os cearenses na eleição que definiu Pacheco como presidente> Apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o senador mineiro venceu a colega Simone Tebet (MDB-MS), que contou com a desistência de três candidatos em seu favor e com o voto de dois dos três senadores cearenses



Senadores cearenses, Cid Gomes (PDT) apoiou o senador mineiro, enquanto Tasso Jereissati (PSDB) e Eduardo Girão (Podemos) manifestaram voto para Tebet.

BRASÍLIA — Com 57 dos 78 votos, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), candidato apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro, foi eleito nesta segunda-feira o novo presidente do Senado. Ele derrotou Simone Tebet (MDB-MS), que teve 21 votos. Advogado de formação, Pacheco está no primeiro mandato como senador. Antes, atuou como deputado federal por quatro anos. Para romper a fama de novato, a articulação costurada com governistas e oposicionistas por seu antecessor, Davi Alcolumbre (DEM-AP), foi fundamental.

Em discurso feito momentos antes da votação, Pacheco afirmou que terá uma gestão independente em relação aos outros poderes e que não haverá "nenhum tipo de pressão externa". Segundo ele, "governabilidade não significa ser subserviente ao governo". Pacheco também assumiu um compromisso pela defesa intransigente do Estado Democrático de Direito.

Em cédula de papel, o Senado Federal elegeu o Senador Rodrigo Pacheco (57 votos de 81 possíveis) para presidir a Casa no biênio 2021/22
Apoiado por Bolsonaro e PT, Rodrigo Pacheco vence eleição no Senado
Senador mineiro disse que a sua gestão, formada com alianças de diferentes correntes ideológicas, pode ser uma oportunidade de "pacificação" das relações políticas
Julia Lindner e André de Souza
01/02/2021 - 18:58 / Atualizado em 01/02/2021 - 20:24Rodrigo Pacheco (DEM-MG) foi eleito presidente do Senado Foto: 
Davi Alcolumbre (DEM-AM). Presidiu de 2019 a 2021 020Eunício Oliveira (MDB-CE). Presidiu de 2017 a 2019  018Renan Calheiros (MDB-AL). Presidiu de 2013 a 2017 017José Sarney (MDB-AM). Presidiu de 2009 a 2013 Foto: 09Garibaldi Alves Filho (MDB-RN). Presidiu de 2007 a 2009 Tião Viana (PT-AC).interinamente de out a dez de 2007 Renan Calheiros (MDB-AL). Presidiu de 2005 a 2007 José Sarney (MDB-AM). Presidiu de 2003 a 2005 Ramez Tebet (MDB-MS). Presidiu de 2001 a 2003 Edison Lobão (MDB-MA). Presidiu interinamente por nos dias 19 e 20 de setembro de 2001, quando pertencia ao PFL, atual DEM 


Ao mesmo tempo, o senador mineiro disse que a sua gestão, formada com alianças de diferentes correntes ideológicas, pode ser uma oportunidade de "pacificação" das relações políticas:

— Vamos fazer disso uma grande oportunidade, uma grande oportunidade singular de pacificação das nossas relações políticas e institucionais porque é isso que a sociedade brasileira espera de nós.


Defensor de uma nova rodada do auxílio emergencial durante a pandemia do novo coronavírus, Pacheco disse que é preciso tentar conciliar o teto de gastos públicos com a área da assistência social.


— Nos primeiros instantes, caso vossas excelências me outorguem o mandato de presidente, nós vamos inaugurar um diálogo pleno, efetivo e de resultados, porque isso é para ontem, para que se possa conciliar o teto de gastos públicos com assistência social num dialogo junto com a equipe econômica do governo federal — declarou.

Nos primeiros anos de sua carreira pública, Pacheco ganhou rápida notoriedade no Congresso ao ocupar a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, em 2017. O então deputado era filiado ao MDB. Ele teve a sua atuação no colegiado elogiada até mesmo pela oposição ao conduzir as denúncias contra o ex-presidente Michel Temer, na época seu correligionário.

Como mostrou o GLOBO, Pacheco continua atuando como advogado criminalista em Minas Gerais em casos que envolvem a defesa de suspeitos por corrupção passiva, extorsão mediante sequestro, homicídio qualificado e lavagem de dinheiro. Agora eleito, ele terá de deixar a advocacia temporariamente, porque a atividade é considerada incompatível, mesmo que em causa própria, para o chefe do Poder Executivo e membros da Mesa do Poder Legislativo e seus substitutos legais.
Articulação

Na véspera da eleição desta segunda, Pacheco ainda tentava contemplar interesses de todos os aliados, que juntos representam mais de dez partidos. Na reta final, ele dividiu e conquistou votos até mesmo na sigla de sua principal adversária, Simone Tebet (MDB-MS), que acabou sem apoio dos emedebistas e optou por manter a candidatura de forma independente.


Encabeçada pelo atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a estratégia de campanha de Pacheco foi se antecipar aos movimentos dos adversários. Assim, ele saiu na frente ao conquistar o apoio de partidos expressivos, como PSD e PT, antes mesmo dos emedebistas decidirem quem seria o seu representante na eleição.

Além disso, após o MDB lançar a candidatura de Simone, Pacheco iniciou uma ofensiva sobre os possíveis aliados da emedebista. A estratégia contou com a influência do Palácio do Planalto em momentos decisivos, entre eles o anúncio do PSDB de que iria liberar a bancada na eleição, sem se comprometer com nenhuma candidatura. Dias antes, tucanos garantiam que iriam endossar o nome do MDB.


Outro momento simbólico que pesou a favor de Pacheco recentemente foi conquistar o apoio da Rede, legenda que possui apenas dois senadores, mas que se coloca contra a gestão Jair Bolsonaro e tem certo alinhamento com Simone. Em nota, o senador Fabiano Contarato (ES) justificou o voto ao dizer que não há candidatura de oposição na disputa que pudesse propor "uma alternativa de clara objeção ao governo federal".

Em entrevista ao GLOBO, há uma semana, Simone negou a existência de qualquer ameaça à democracia no momento, evitou se comprometer com um eventual processo de impeachment de Bolsonaro e destacou que apoiou mais propostas do Executivo do que o próprio Pacheco. No discurso, a parlamentar seguiu orientações de caciques do MDB, que defendiam um tom de moderação em relação ao Planalto.


Na semana que antecedeu a eleição, aliados de Pacheco deram a cartada final na corrida pela presidência ao fazer com que o MDB, maior partido da Casa, com 15 senadores, desistisse de manter candidatura própria. Simone, no entanto, decidiu seguir com a candidatura avulsa, com o apoio formal do Podemos, Cidadania e PSB. Até dois dias antes do pleito, entretanto, emissários de Pacheco e Alcolumbre ainda tentavam convencer a parlamentar a desistir por avaliar que a presença da senadora causa 'constrangimento', mas ela indicava estar irredutível por avaliar que precisa marcar posição.

Com o embarque do MDB na campanha, mesmo que sem apoio oficial, Pacheco também passou os últimos dias buscando uma forma de incluir os emedebistas na sua gestão. Eles devem assumir a vice-presidência da Casa, representados por Veneziano Vital do Rêgo (PB), e outros cargos. A eleição para a composição da Mesa Diretora está prevista para ocorrer nesta terça-feira.

impeachment de Bolsonaro pesquisa pelo Instituto Paraná Pesquisas

 A maioria dos brasileiros é contra o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. É isso que indica uma pesquisa, publicada no sábado (30/01/2021), que apontou que 56,4% são contrários ao impedimento do atual chefe do Executivo, enquanto 38,8% dos consultados são favoráveis. Outros 4,8% dos entrevistados não souberam ou não opinaram. O levantamento, feito pelo Instituto Paraná Pesquisas, apontou que o nível de aprovação ao impeachment é maior entre os entrevistados mais jovens, alcançando 53,3% na faixa de 16 a 24 anos. Na faixa de 25 a 34 e também na dos 35 a 44 anos, por sua vez, o percentu...

Brasil chegou a 9.204.731 casos confirmados de covid-19 desde o início da pandemia, segundo o boletim do Ministério da Saúde com a situação epidemiológica do país no dia de 31/01/2021..

Foram registrados 27.756 novos casos e há 8.027.042 recuperados. Segundo o boletim, nas últimas 24 horas foram registradas 559 novas mortes, totalizando 224.504 óbitos. Há ainda 953.185 casos confirmados. Em geral, os registros de casos e mortes são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de saúde aos fins de semana.

Justiça Eleitoral notifica Sarto e Élcio Batista em caso de suspeita de abuso de poder econômico. A ação investiga se eles teriam se beneficiado de impulsionamentos de publicações em rede sociais com ofensas a um adversário na disputa majoritária das Eleições 2020.

Os dois são investigados por suposto abuso de poder na eleição de 2020
O prefeito de Fortaleza, Sarto Nogueira (PDT), seu vice Élcio Batista (PSB) e a coordenadora especial de Participação Social, Natália Rios (PDT), terão que prestar esclarecimentos à Justiça Eleitoral em uma ação que apura a suposta prática de abuso de poder político e econômico no pleito do ano passado. O juiz eleitoral da 113ª zona de Fortaleza, Wotton Ricardo Pinheiro, acatou a ação do Ministério Público do Ceará (MPCE) e determinou a notificação das partes para que suas defesas sejam apresentadas. O processo busca investigar se Sarto e Élcio teriam se beneficiado enquanto candidatos de impulsionamentos em redes sociais feitos por Natália Rios, à época candidata a vereadora pelo PDT, com ofensas a adversários ao Executivo da Capital.



Assembleia Legislativa do Ceará - concurso para novos servidores, discurso de posse, Evandro Leitão garante

No dia 1º de abril de 2020, a AL-CE iniciou inscrição virtual com abertura de 100 vagas distribuídas em 16 áreas profissionais

Suspenso desde abril de 2020, Evandro Leitão prometeu realizar o concurso público da Assembleia ainda dentro da sua gestão.
O novo presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado Evandro Leitão (PDT), afirmou, em seu primeiro discurso, que vai dar continuidade ao concurso público da Assembleia iniciado em 2020 e suspenso por conta da pandemia do novo Coronavírus. No dia 1º de abril de 2020, a AL-CE iniciou inscrição virtual com abertura de 100 vagas distribuídas em 16 áreas profissionais. Deste total, 30 vagas serão destinadas para nível médio (técnico legislativo) e 70 para nível superior (analista legislativo).

"Esta Mesa Diretora dará continuidade ao concurso público iniciado na legislatura anterior. Esta é uma maneira de fortalecer o nosso parlamento, integrando aos quadros próprios profissionais qualificados através de concurso público", disse Leitão durante a cerimônia de posse do cargo de presidente que foi realizada na manhã desta segunda-feira (1º).
Inscrições

Sem data definida para acontecer desde que foi suspenso no fim de abril, o concurso da AL contou com cerca de 33 mil inscritos, segundo informou à época o ex-presidente da Casa, José Sarto.

Aracati proíbe festas, aglomerações e funcionamento de bares e clubes no Carnaval Decreto também proíbe aglomeração de pessoas em calçadas, ruas e praças. Consumo de álcool em praças, calçadões, vias ou na praia também não será


Multidão acompanha os trios no Carnaval de Aracati em 2020; em 2021, cena não se repetirá. 

Decreto do prefeito de Aracati, Bismarck Maia (PTB), proíbe festas de Carnaval no Município que tradicionalmente realiza a maior folia do litoral do Estado.

O decreto proíbe festas no período de 11 a 17 de fevereiro. A proibição "se estende a todo e qualquer evento independente da natureza, promovidos por iniciativa pública ou particular, tanto em lugares fechados como abertos."

São também proibidos o funcionamento de bares e clubes, festas de quaisquer tipos em barracas de praia, restaurantes hotéis e outros estabelecimentos fechados ou abertos e comércio de bebidas alcoólicas ambulante ou em banca ou estrutura provisória.

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A punição por descumprimento é de multa às pessoas que forem identificadas no evento, aos organizadores e aos integrantes da diretoria de bloco que sair.

Também é proibida, no mesmo período, a aglomeração de pessoas em calçadas, ruas, praças ou equipamentos públicos. Também não é permitido o uso de paredões de som, mesmo em locais privados. O descumprimento deixa o equipamento sujeito a apreensão pelo período de vigência do decreto, sem prejuízo de multa.

Consumo de álcool em praças, calçadões, vias ou na praia também será proibido. É permitido apenas o consumo enquanto o cliente estiver sendo atendido em restaurante, e nos limites do espaço do estabelecimento.
Funcionamento de estabelecimentos

Também foi estabelecido que deverão fechar até as 20 horas restaurantes, barracas de praia, praças de alimentação, lojas de conveniência, comércio de rua, supermercados, lojas de autosserviço em postos.

Além disso, os restaurantes e barracas de praia poderão atender com até 40% de capacidade.
Restrição nos transportes

No período, será proibida a entrada no Município de excursões de ônibus e vans nas praias. Somente seguirá liberado o transporte interurbano.

Festas em áreas comuns de condomínios residenciais, de lazer e mistos também estão vedadas.

Caminhoneiros bloqueiam duas pistas na Castello Branco e fazem protesto Caminhoneiros fazem protesto na Castello Branco

   01/02/2021 08h40 

Caminhoneiros interromperam na manhã de hoje o fluxo de duas pistas da Rodovia Castello Branco, na altura de Barueri (SP), e protestaram contra o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). O bloqueio começou por volta das 6h (de Brasília) no km 30, sentido capital, e ocorre em um dia em que setores da categoria prometem greve pelo Brasil. Após cerca de 40 minutos em busca de adesão, eles iniciaram uma caminhada pelas duas pistas da direita da rodovia...

Sob pressão com decisão do DEM, Maia diz a aliados ter parecer e que avalia impeachment Partidos do bloco de Baleia Rossi pressionam presidente da Câmara a aceitar processo contra Bolsonaro