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terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Free Fire suspende mais de 1,3 milhão de contas 'trapaceiras' do jogo no mundo

 

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Hackers usavam combinação de aplicativos de terceiros não autorizados, scripts ou macros

Usuário usam hack para efetuar disparos localizados na cabeça, dando uma maior pontuação no game
Legenda: Usuário usam hack para efetuar disparos localizados na cabeça, dando uma maior pontuação no game
Foto: Reprodução/YouTube

Jogar Free Fire é um desafio não só pela jogabilidade dos oponentes, mas também pela presença de hackers. Usuários em emuladores usam programas com 'trapaças' para melhorar mira ou mesmo voar no game. Para acabar com perfis maliciosos, de 24 de janeiro a 6 de fevereiro de 2021, a equipe anti-trapaças do jogo suspendeu mais de 1,3 milhão de contas.

Os usuários foram diagnosticados usados scripts e aplicativos de terceiros para ter vantagem no jogo. "Esse tipo de atitude desonesta não tem espaço no nosso querido Free Fire. As contas trapaceiras estão suspensas permanentemente. Ou seja, não há como reaver o acesso à conta uma vez que tenha sido suspensa por trapaça", declarou a Garena, empresa responsável pelo jogo..

A produtora do game alerta ainda que usuários que continuarem usando a combinação de aplicativos de terceiros não autorizados, scripts ou macros, terão a suspensão das contas. "Continuem denunciando os trapaceiros ao final da partida e vamos juntos construir um Free Fire melhor e mais justo para todos", orienta a desenvolvedora. 

Chuvas - açudes com volume entre 70 a 100%.

 O município de Saboeiro registrou 105 mm no posto de Flamengo e 92 mm no posto de Saboeiro, de acordo com dados da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) entre as 7h de segunda-feira (15) e as 7h desta terça-feira (16). 

As regiões do Sertão Central e InhamunsIbiapabaLitoral NorteCariri e Centro-Sul do Ceará tiveram chuvas intensas no mesmo período. 

  • Germinal (89,46%)
  • Gavião (86,12%)
  • Arneiroz II (83,29)
  • São Vicente (78,7%)
  • Jenipapo (77,49%)
  • Aracoiaba (77,31%)
  • Araras (76,62%)
  • Mundaú (76,42%)
  • Ubaldinho (75,33%)
  • Broco (73,55%)
  • Forquilha (72,87%)
  • Jatobá II (72,44%)
  • Santo Antônio de Aracatiaçu (71,67%)
  • Malcozinhado (70,79%)
  • Rosário (70,88%)
  • Arrebita (70,25%)

Ceará está com a capacidade hídrica em 24,3%, com volume de 4.515 hm³. 

Há 55 açudes com volume inferior a 30%.

*Com informações de Honório Barbosa

Açude Caldeirões, em Saboeiro, é primeiro reservatório a sangrar em 2021 no Ceará

 

Reservatório é o único do Estado com volume armazenado acima dos 90%

foto
Legenda: Açude Caldeirões é primeiro a

Morre vereador Luciram Girão aos 68 anos - Política - Diário do Nordeste O vereador Luciram Girão (PDT) morreu no final da tarde desta segunda-feira (6), em Fortaleza. O parlamentar estava internado no Hospital São Carlos. A informação foi confirmada pelo irmão do vereador, o deputado estadual Lucílvio Girão (PP). Diário do Nordeste

 

Luciram, que estava no quarto mandato de vereador, sofria de diabetes e insuficiência cardíaca

Legenda: O vereador estava no quarto mandato em Fortaleza

Vacina - Ministério da Saúde assina compra de 54 milhões de doses da CoronaVac com Instituto Butantan Contrato foi fechado após pressão da instituição, que entregará 100 milhões de vacinas até setembro

Vacina CoronaVac é preparada para ser aplicada, no Rio.
BRASÍLIA — O Ministério da Saúde informou que assinou, na noite desta segunda-feira, o contrato com o Instituto Butantan para a compra de mais 54 milhões de doses da CoronaVac, imunizante contra a Covid-19 desenvolvido pela chinesa Sinovac Biotech em parceria com a instituição, vinculada ao governo paulista. Desde o fim de janeiro, o Butantan tem pressionado pela assinatura e informado ao governo federal de que essas vacinas seriam disponibilizadas a outros compradores caso o acordo não fosse oficializado.


Com a nova remessa garantida, o total de doses da CoronaVac chegará a 100 milhões até setembro, segundo o ministério. A Saúde não informou, por outro lado, quando novas doses de vacina serão distribuídas aos estados, num momento em que diversas prefeituras têm interrompido a campanha de vacinação por falta do imunizante.

O ministério informou apenas que 9,3 milhões de doses da CoronaVac e 4 milhões de doses da Fiocruz/Astrazeneca serão entregues ainda em fevereiro.


“Enviamos o contrato à Fundação (Butantan) na quinta-feira passada e trabalhamos no ministério todo o final de semana, e sem feriado também, esperando o contrato assinado”, disse em nota o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco.

Além da Coronavac, o Ministério da Saúde diz que receberá até dezembro mais 42,5 milhões de doses de vacinas fornecidas pelo Consórcio Covax Facility, organizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Outro fornecedor de imunizantes contra o novo coronavirus é a Fundação Oswaldo Cruz, com quem estão contratadas mais 222,4 milhões de doses.


“O Ministério da Saúde deverá assinar nos próximos dias contratos de compra com a União Química, que deverá entregar 10 milhões de doses da vacina Sputnik V, entre março e maio, e com a Precisa Medicamentos, que poderá trazer no mesmo período ao país mais 30 milhões de doses da Covaxin”, diz a pasta.

O uso das doses da Sputnik V e da Covaxin ainda dependem da autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. “A pasta ainda negocia com outros laboratórios para ampliar, ainda em 2021, as 364,9 milhões de doses que o Brasil tem atualmente contratadas, fora outras 10 milhões que poderá vir a confirmar com os fornecedores da Sputnik V e da Covaxin”.

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revisão de decreto estadual, Em ofício, Eduardo Girão pede a Camilo

‘Consequências devastadoras’: O senador Eduardo Girão (Podemos) enviou, nesta sexta-feira (5), ofício ao governador Camilo Santana (PT) em que solicita a revisão do limite de horário imposto por decreto estadual a estabelecimentos como bares e restaurantes em Fortaleza. O parlamentar argumenta que medidas do tipo podem “gerar consequências devastadoras, como causa de aumento do desemprego”.

Fortaleza já tem na segunda onda 82% do total de casos de Covid registrados na primeira. A alta incidência da doença pode ter diversos fatores, como relaxamento no cumprimento das medidas sanitárias, circulação de novas variantes mais transmissíveis e ser ainda sequelas de eventos e aglomerações, nos últimos meses.

Assim como ocorre com outras doenças, a segunda onda da pandemia de Covid já era esperada. Mas, a atual dinâmica epidemiológica gera alerta. Na primeira onda - entre março e setembro de 2020 - quando havia mais desconhecimento, o número de casos em Fortaleza foi elevado e chegou ao pico em maio. Na segunda - a partir de outubro de 2020 -, mesmo com medidas de proteção estabelecidas e mais orientações disponíveis, o número de contaminações vem crescendo.

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 42 bairros da Capital têm mais casos de Covid na segunda onda do que no primeiro momento da epidemia

Na Capital, desde outubro,  já foram confirmados 48.919 novos casos de Covid. Isso representa 82,36% dos 59.392 registrados na chamada primeira onda, conforme dados extraídos do Integrasus, plataforma da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) até as 14h desta terça-feira (16).  

Não há um dia preciso no qual pode-se dizer que ali teve início a segunda onda da Covid em Fortaleza, mas boletins epidemiológicos da Prefeitura  (cuja publicação é semanal, sendo a mais recente a do dia 12 de fevereiro) consideram que o aumento do número de casos iniciado no início do mês de outubro, indicam uma segunda fase ou onda do ciclo epidêmico.

Desse modo, o balanço dos casos feito pelo Diário do Nordeste, leva em conta que a primeira onda da epidemia na Capital ocorreu de  março (registro oficial dos primeiros casos) até o final de setembro, e a segunda começou em outubro de 2020 e perdura até o atual momento. 

Segundo o Integrasus, até o dia 15 de fevereiro, a Capital contabilizou 108.311 confirmações da doença. Desses,  54,9% das contaminações ocorreram na primeira onda - ou seja, no decorrer de cerca de 7 meses. Outros  45,1% foram de infecções confirmadas nos últimos períodos, em menos de 5 meses. 

Registros do Integrasus evidenciam que o incremento de novos casos têm ocorrido de maneira contínua e escalonada a cada mês. Um indicativo é que enquanto em outubro foram 5,4 mil novas confirmações da doenças na Capital, em janeiro o total foi de 15,2 mil novos contaminados pela Covid.  

Em Fortaleza, conforme levantamento feito pelo Diário do Nordeste com base nos boletins epidemiológicos da Prefeitura, dos 122 bairros, há 42 que atualmente já têm mais casos de Covid registrados na segunda onda do que no primeiro ciclo da epidemia. 

O que pode afetar uma maior incidência?

Esse crescimento “mais rápido” pode ter diversos fatores. Pode ser o indicativo que há uma velocidade de contaminação maior nesse momento atrelada possivelmente às novas variantes do coronavírus em circulação na Capital, a  exemplo da detectada inicialmente em Manaus e constatada em Fortaleza;  ou ser efeito de um maior relaxamento no cumprimento das medidas sanitárias e até mesmo ser sequelas dos eventos disseminadores como as festas de fim de ano. 

A titular da Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza, Ana Estela Leite, reforça que tem sido observado, nas três últimas semanas, “uma mudança na velocidade de aumento de casos dos atendimentos nos postos por síndrome gripal, nas UPAs e, sobretudo, uma demanda de internação”.

“A nossa preocupação é porque na primeira onda a população estava muito mais temerosa do que podia acontecer. Muito em isolamento. A população (agora) está cansada, por isso, temos que reforçar essas medidas. O momento é de muita cautela. É de alerta. Nós estamos todos preocupados com o que pode vir nos próximos dias", ressalta a secretária. 

O infectologista e presidente da Sociedade Cearense de Infectologia (SCI), Guilherme Henn, reitera que a incidência de casos de Covid na segunda onda “é algo multifatorial que devem estar concorrendo para justificar esse número tão grande de casos”.

O médico menciona que, na atual etapa da epidemia, parte da população ignora as medidas de distanciamento social. “Coisa que não víamos tanto na primeira onda. Hoje as pessoas estão saindo, trabalhando, se aglomerando”, completa. 

Guilherme diz que estão sendo percebidas duas mudanças epidemiológicas em relação à primeira onda. “O maior número de casos tem se concentrado nos bairros com o IDH mais alto. Não entendemos bem a justificativa para isso. Os hospitais particulares estão muito mais lotados do que os públicos".

Além disso, completa ele "temos visto o número maior de pessoas jovens e com poucas comorbidades tendo formas mais graves da doença. Não sabemos se é por uma questão de exposição, se tem  a ver com uma variante nova ou se é porque tanto pacientes, como médicos, tem tomado medidas que podem prejudicar a evolução do paciente, como o uso de corticoides nos primeiros dias, o que é formalmente contraindicado”.

Vereadores da Câmara Municipal de Sobral ano 2021

 MESA DIRETORA

VEREADORES

Câmara Municipal de Sobral CONVITE A POPULAÇÃO SOBRALENSE Audiência Pública para tratar do Programa de regularização fiscal de Sobral (REFISOL)

 Publicado em: 16/02/2021

A Comissão Permanente de Finanças, Justiça e Redação, através de seu Presidente, conforme Art. 50 da Lei Orgânica do Município, convida a população interessada para uma audiência pública, a ser realizada no Plenário 05 de Julho da Câmara Municipal de Sobral, no dia 18/02/2021, às 17h, para tratar o Projeto de Lei nº 02/2021, mensagem 811 de 02/02/2021, Programa de regularização fiscal de Sobral (REFISOL).

Chuva de 132 milímetros faz via em obras ceder em Tauá

 

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Legenda: Obra serviria para complementação de abastecimento
Foto: VC Repórter/WhatsApp

Lista de auxílios emergenciais estaduais e municipais liberados. A nova prorrogação do Auxílio Emergencial promete ajudar mais de 40 milhões de famílias neste inicio de 2021. Porém, por enquanto à sua liberação ainda levará algumas semanas até que o governo federal possa bater o martelo com a volta do benefício.

 Dentro desse cenário, governadores e prefeitos estão optando por criar seus próprios programas de distribuição de renda, afim de reduzir os impactos da pandemia. No geral, pelo menos 14 estados brasileiros em trabalho conjunto com seus governos locais estão oferecendo benefícios a cerca de 1,8 milhão de pessoas.

Auxílio emergencial estadual e municipal

Confira à seguir a lista com alguns dos principais municípios com suas vertentes de auxílio emergencial. Vale lembrar que o formato bem como o número de pessoas beneficiadas variam conforme vigência, valor e regras dos municípios e estados. Existem ações e projetos nas cidades São Paulo, Salvador, Manaus, Cuiabá e Goiânia, bem como em localidades do interior, como Canoas (RS), Bela Vista de Goiás (GO) e Gaxupé (MG).

Apesar de serem medidas contra a pandemia de coronavírus, o formato dos auxílios e o número de pessoas beneficiadas variam em questão de vigência e valor. Observe:

Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Programa Bora Belém (PA)

A prefeitura de Belém no Pará em parceria com o governo e estado, oferta um benefício no valor de R$ 450 mensais para 9 mil famílias.

Programa social de Bela Vista de Goiás (GO)

O programa Bela Vista de Goiás vai oferecer R$ 300 por seis meses a famílias com renda mensal de até R$ 89. A proposta no entanto ainda aguarda apreciação de vereadores.

Programa Bolsa Rolândia (SP)

A prefeitura de Rolândia no Estado de São Paulo oferecerá um benefício no valor de R$ 300 pelo prazo de três meses, sendo março, abril e maio. Cerca de 1.636 famílias serão beneficiadas.

Programa Auxílio Manauara (AM)

O governo do estado do Amazonas pretende beneficiar famílias manauaras com o benefício no valor de R$ 200 mensais durante seis meses, sendo passível de prorrogação por outros seis. Em sua totalidade, 40 mil famílias serão contempladas com os recursos.

Programa social de São Paulo (SP)

O prefeito da cidade de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), pretende retomar com o pagamento que pagou no ano passado a quantia de R$ 300, divida em três parcelas de R$ 100. A volta do benefício foi aprovado em primeira votação e deve ser sancionado em plenário na Câmara dentre os próximos dias. A estimativa é de que 1,3 milhão de pessoas estejam aptas a receber a ajuda.

Programa emergencial de Salvador (BA)

Diferente do que ocorre com a São Paulo, o prefeito eleito de Salvador, Bruno Reis (DEM), decidiu continuar sem interrupção a ajuda emergencial no valor de R$ 270. A iniciativa tem previsão para durar até março, a vantagem é que no mês de março o Auxílio Emergencial deve retomar seus pagamentos.

Programa Renda Família de Goiânia (GO)

A prefeitura de Goiânia aprovou a liberação do programa que vai pagar R$ 300 reais por mês a famílias de baixa renda pelo período de seis meses. No total 24 mil famílias devem ser beneficiadas com um cartão social, que poderá se utilizado exclusivamente para a compra de alimentos em supermercados e estabelecimentos da capital.

Programa Auxílio Macapá (AP)

A prefeitura de Macapá oferece o chamado “auxílio alimentação”, que paga um benefício no valor de R$ 300. A medida, que teve sua aprovação em dezembro, foi pensada como uma solução financeira urgente enquanto a nova rodada de pagamentos do auxílio emergencial não for liberada.