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terça-feira, 16 de fevereiro de 2021
Motoristas que optarem por pagar multa pelo Sistema de Notificação Eletrônica terão direito ao benefício. Uma das principais mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o desconto obrigatório de 40% no pagamento das multas de trânsito começará a valer em abril deste ano. Com a mudança, o motorista poderá pagar apenas 60% do valor, caso faça a quitação pelo aplicativo do Sistema de Notificação Eletrônica (SNE).
Free Fire suspende mais de 1,3 milhão de contas 'trapaceiras' do jogo no mundo
Escrito por Redação,
Hackers usavam combinação de aplicativos de terceiros não autorizados, scripts ou macros

Jogar Free Fire é um desafio não só pela jogabilidade dos oponentes, mas também pela presença de hackers. Usuários em emuladores usam programas com 'trapaças' para melhorar mira ou mesmo voar no game. Para acabar com perfis maliciosos, de 24 de janeiro a 6 de fevereiro de 2021, a equipe anti-trapaças do jogo suspendeu mais de 1,3 milhão de contas.
Os usuários foram diagnosticados usados scripts e aplicativos de terceiros para ter vantagem no jogo. "Esse tipo de atitude desonesta não tem espaço no nosso querido Free Fire. As contas trapaceiras estão suspensas permanentemente. Ou seja, não há como reaver o acesso à conta uma vez que tenha sido suspensa por trapaça", declarou a Garena, empresa responsável pelo jogo..
A produtora do game alerta ainda que usuários que continuarem usando a combinação de aplicativos de terceiros não autorizados, scripts ou macros, terão a suspensão das contas. "Continuem denunciando os trapaceiros ao final da partida e vamos juntos construir um Free Fire melhor e mais justo para todos", orienta a desenvolvedora.
Chuvas - açudes com volume entre 70 a 100%.
O município de Saboeiro registrou 105 mm no posto de Flamengo e 92 mm no posto de Saboeiro, de acordo com dados da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) entre as 7h de segunda-feira (15) e as 7h desta terça-feira (16).
As regiões do Sertão Central e Inhamuns, Ibiapaba, Litoral Norte, Cariri e Centro-Sul do Ceará tiveram chuvas intensas no mesmo período.
- Germinal (89,46%)
- Gavião (86,12%)
- Arneiroz II (83,29)
- São Vicente (78,7%)
- Jenipapo (77,49%)
- Aracoiaba (77,31%)
- Araras (76,62%)
- Mundaú (76,42%)
- Ubaldinho (75,33%)
- Broco (73,55%)
- Forquilha (72,87%)
- Jatobá II (72,44%)
- Santo Antônio de Aracatiaçu (71,67%)
- Malcozinhado (70,79%)
- Rosário (70,88%)
- Arrebita (70,25%)
O Ceará está com a capacidade hídrica em 24,3%, com volume de 4.515 hm³.
Há 55 açudes com volume inferior a 30%.
*Com informações de Honório Barbosa
Açude Caldeirões, em Saboeiro, é primeiro reservatório a sangrar em 2021 no Ceará
Reservatório é o único do Estado com volume armazenado acima dos 90%

Morre vereador Luciram Girão aos 68 anos - Política - Diário do Nordeste O vereador Luciram Girão (PDT) morreu no final da tarde desta segunda-feira (6), em Fortaleza. O parlamentar estava internado no Hospital São Carlos. A informação foi confirmada pelo irmão do vereador, o deputado estadual Lucílvio Girão (PP). Diário do Nordeste
Luciram, que estava no quarto mandato de vereador, sofria de diabetes e insuficiência cardíaca

Vacina - Ministério da Saúde assina compra de 54 milhões de doses da CoronaVac com Instituto Butantan Contrato foi fechado após pressão da instituição, que entregará 100 milhões de vacinas até setembro
Vacina CoronaVac é preparada para ser aplicada, no Rio.
revisão de decreto estadual, Em ofício, Eduardo Girão pede a Camilo
‘Consequências devastadoras’: O senador Eduardo Girão (Podemos) enviou, nesta sexta-feira (5), ofício ao governador Camilo Santana (PT) em que solicita a revisão do limite de horário imposto por decreto estadual a estabelecimentos como bares e restaurantes em Fortaleza. O parlamentar argumenta que medidas do tipo podem “gerar consequências devastadoras, como causa de aumento do desemprego”.
Fortaleza já tem na segunda onda 82% do total de casos de Covid registrados na primeira. A alta incidência da doença pode ter diversos fatores, como relaxamento no cumprimento das medidas sanitárias, circulação de novas variantes mais transmissíveis e ser ainda sequelas de eventos e aglomerações, nos últimos meses.
Assim como ocorre com outras doenças, a segunda onda da pandemia de Covid já era esperada. Mas, a atual dinâmica epidemiológica gera alerta. Na primeira onda - entre março e setembro de 2020 - quando havia mais desconhecimento, o número de casos em Fortaleza foi elevado e chegou ao pico em maio. Na segunda - a partir de outubro de 2020 -, mesmo com medidas de proteção estabelecidas e mais orientações disponíveis, o número de contaminações vem crescendo.Covid-19: em um mês, número de pacientes internados quase dobra em leitos de enfermaria no Ceará
42 bairros da Capital têm mais casos de Covid na segunda onda do que no primeiro momento da epidemia
Na Capital, desde outubro, já foram confirmados 48.919 novos casos de Covid. Isso representa 82,36% dos 59.392 registrados na chamada primeira onda, conforme dados extraídos do Integrasus, plataforma da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) até as 14h desta terça-feira (16).
Não há um dia preciso no qual pode-se dizer que ali teve início a segunda onda da Covid em Fortaleza, mas boletins epidemiológicos da Prefeitura (cuja publicação é semanal, sendo a mais recente a do dia 12 de fevereiro) consideram que o aumento do número de casos iniciado no início do mês de outubro, indicam uma segunda fase ou onda do ciclo epidêmico.
Desse modo, o balanço dos casos feito pelo Diário do Nordeste, leva em conta que a primeira onda da epidemia na Capital ocorreu de março (registro oficial dos primeiros casos) até o final de setembro, e a segunda começou em outubro de 2020 e perdura até o atual momento.
Segundo o Integrasus, até o dia 15 de fevereiro, a Capital contabilizou 108.311 confirmações da doença. Desses, 54,9% das contaminações ocorreram na primeira onda - ou seja, no decorrer de cerca de 7 meses. Outros 45,1% foram de infecções confirmadas nos últimos períodos, em menos de 5 meses.
Registros do Integrasus evidenciam que o incremento de novos casos têm ocorrido de maneira contínua e escalonada a cada mês. Um indicativo é que enquanto em outubro foram 5,4 mil novas confirmações da doenças na Capital, em janeiro o total foi de 15,2 mil novos contaminados pela Covid.
Em Fortaleza, conforme levantamento feito pelo Diário do Nordeste com base nos boletins epidemiológicos da Prefeitura, dos 122 bairros, há 42 que atualmente já têm mais casos de Covid registrados na segunda onda do que no primeiro ciclo da epidemia.
O que pode afetar uma maior incidência?
Esse crescimento “mais rápido” pode ter diversos fatores. Pode ser o indicativo que há uma velocidade de contaminação maior nesse momento atrelada possivelmente às novas variantes do coronavírus em circulação na Capital, a exemplo da detectada inicialmente em Manaus e constatada em Fortaleza; ou ser efeito de um maior relaxamento no cumprimento das medidas sanitárias e até mesmo ser sequelas dos eventos disseminadores como as festas de fim de ano.
A titular da Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza, Ana Estela Leite, reforça que tem sido observado, nas três últimas semanas, “uma mudança na velocidade de aumento de casos dos atendimentos nos postos por síndrome gripal, nas UPAs e, sobretudo, uma demanda de internação”.
“A nossa preocupação é porque na primeira onda a população estava muito mais temerosa do que podia acontecer. Muito em isolamento. A população (agora) está cansada, por isso, temos que reforçar essas medidas. O momento é de muita cautela. É de alerta. Nós estamos todos preocupados com o que pode vir nos próximos dias", ressalta a secretária.
O infectologista e presidente da Sociedade Cearense de Infectologia (SCI), Guilherme Henn, reitera que a incidência de casos de Covid na segunda onda “é algo multifatorial que devem estar concorrendo para justificar esse número tão grande de casos”.
O médico menciona que, na atual etapa da epidemia, parte da população ignora as medidas de distanciamento social. “Coisa que não víamos tanto na primeira onda. Hoje as pessoas estão saindo, trabalhando, se aglomerando”, completa.
Guilherme diz que estão sendo percebidas duas mudanças epidemiológicas em relação à primeira onda. “O maior número de casos tem se concentrado nos bairros com o IDH mais alto. Não entendemos bem a justificativa para isso. Os hospitais particulares estão muito mais lotados do que os públicos".
Além disso, completa ele "temos visto o número maior de pessoas jovens e com poucas comorbidades tendo formas mais graves da doença. Não sabemos se é por uma questão de exposição, se tem a ver com uma variante nova ou se é porque tanto pacientes, como médicos, tem tomado medidas que podem prejudicar a evolução do paciente, como o uso de corticoides nos primeiros dias, o que é formalmente contraindicado”.
Câmara Municipal de Sobral CONVITE A POPULAÇÃO SOBRALENSE Audiência Pública para tratar do Programa de regularização fiscal de Sobral (REFISOL)
Publicado em: 16/02/2021

Chuva de 132 milímetros faz via em obras ceder em Tauá
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