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domingo, 3 de janeiro de 2021

Vacina Associação de clínicas particulares articula compra de 5 milhões de doses de vacina indiana contra a Covid-19 Setor privado brasileiro acredita que, no cenario mais otimista, produto será aprovado para uso emergencial junto a Anvisa e estará à venda em março O Globo 03/01/2021 - 19:00 / Atualizado em 03/01/2021 - 20:15 Médico segura uma seringa com Covaxin, imunizante indiano aprovado em seu país para uso emergencial este domingo (3) Foto: AMIT DAVE/REUTERS/26-11-2020 Médico segura uma seringa com Covaxin, imunizante indiano aprovado em seu país para uso emergencial este domingo (3) Foto: AMIT DAVE/REUTERS/26-11-2020 Newsletters RIO - A Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (ABCVAC) informou neste domingo (3) que busca a importação de 5 milhões de doses do imunizante Covaxin, aprovado para uso emergencial na Índia contra a Covid-19. A ABCVAC, cujas associadas representam 70% do mercado nacional, está negociando a compra com o laboratório indiano Bharat Biotech. A entrada do produto no mercado brasileiro dependeria de autorização da Agência Brasileira de Vigilância Sanitária. Leia mais: Vacinas de Oxford devem chegar ao Brasil ainda este mês, mas seu uso ainda não foi autorizado pela Anvisa A aprovação emergencial da vacina na Índia, que ocorreu este domingo, foi criticada por especialistas, já que ela se encontra na fase 3 de pesquisas e sua taxa de eficácia não é conhecida. Até agora, porém, os estudos não demonstraram danos colaterais significativos. Em entrevista à Globo News, Geraldo Barbosa, presidente da ABCVAC, afirmou esperar que os testes da vacina sejam concluídos na Índia ainda em janeiro. Se isso ocorrer, o laboratório deve entrar com pedido de registro definitivo na Anvisa em fevereiro, e a vacina pode estar disponível nas clínicas particulares brasileiras a partir da segunda quinzena de março. Pandemia: Mundo registra mais de 1,1 milhão de novos casos de Covid-19 em 2021, segundo Johns Hopkins Segundo Barbosa, ainda não há previsão do custo do imunizante, já que não há detalhes sobre a logística e distribuição do imunizante para o Brasil e as clínicas associadas. O presidente da ABCVAC destaca que a tecnologia do vírus inativo permite que o acondicionamento da vacina seja realizado entre 2 a 8 °C. O presidente da ABCVAC destaca que a compra de vacinas por clínicas particulares não vai interferir na aquisição de imunizantes pelo poder público, ressaltando que a prioridade é o cumprimento do Plano Nacional de Imunização apresentado pelo governo federal. — A gente já vem buscando saídas para o mercado privado e surgiu a possibilidade dessa vacina indiana, que é muito promissora. Como o mercado todo já estava comprometido com as demandas do governo – corretamente, porque eu acho que tem que ser prioridade –, a gente tentou uma saída alternativa — explicou Barbosa a Globo News. — E essa indústria indiana se disponibilizou a oferecer parte da produção para o mercado privado brasileiro. Então, é uma venda adicional que não vai interferir no quantitativo que o governo pediu. Mellanie Fontes-Dutra, pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, destaca que, em todo o mundo, a administração das vacinas tem sido realizada pelos governos — portanto, a entrada do setor privado neste processo pode ser "complicada". Outro fator potencialmente crítico é a falta de informações sobre a eficácia da Covaxin. — Em breve conheceremos dados sobre a fase 3 da vacina, o número de eventos e o perfil dos pacientes: de que idade são, como é o seu fundo genético — explica. De acordo com Barbosa, os dados sobre a Covaxin estão há cerca de 40 dias em processo de submissão continuada na Anvisa. A agência, então, está recebendo dados de cada etapa do estudo à medida em que elas são concluídas. O procedimento foi criado pelo governo federal para agilizar a análise de potenciais imunizantes contra a Covid-19. Fontes-Dutra concorda que a submissão continuada é o modelo é o mais adequado para instruir a Anvisa sobre a viabilidade da Covaxin, considerando a avançada evolução da pandemia no país: — Dada a situação que nos encontramos e nos encontraremos, a submissão da aprovação por uso emergencial é muito benéfica. Assim teremos o número suficiente de dados para já colocar uma vacina à disposição da população. Procurada pelo GLOBO, a Anvisa informou que não recebeu informações das clínicas sobre a Covaxin. MAIS LIDAS NO GLOBO 1. Prefeitura do Rio quer iniciar vacinação este mês com 2,6 milhões de pessoas, mas aguarda calendário do Ministério da Saúde Luiz Ernesto Magalhães 2. Trump liga para republicano da Geórgia e pede que ele 'encontre' votos para reverter vitória de Biden O Globo e agências internacionais 3. O que as festas de fim de ano lotadas dizem sobre a nossa sociedade Bolívar Torres 4. Vacina de Oxford pode levar cerca de um mês para ser disponibilizada no Brasil Carolina Brígido 5. Traficantes que se dizem evangélicos fecham pacto com milícia para expandir 'Complexo de Israel' Rafael Soares MAIS DE VACINA VER MAIS Para comentar é necessário ser assinante Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. 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Médico segura uma seringa com Covaxin, imunizante indiano aprovado em seu país para uso emergencial este domingo (3) Foto: AMIT DAVE/REUTERS/26-11-2020
RIO - A Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (ABCVAC) informou neste domingo (3) que busca a importação de 5 milhões de doses do imunizante Covaxin, aprovado para uso emergencial na Índia contra a Covid-19.

A ABCVAC, cujas associadas representam 70% do mercado nacional, está negociando a compra com o laboratório indiano Bharat Biotech. A entrada do produto no mercado brasileiro dependeria de autorização da Agência Brasileira de Vigilância Sanitária.

A aprovação emergencial da vacina na Índia, que ocorreu este domingo, foi criticada por especialistas, já que ela se encontra na fase 3 de pesquisas e sua taxa de eficácia não é conhecida. Até agora, porém, os estudos não demonstraram danos colaterais significativos.

Em entrevista à Globo News, Geraldo Barbosa, presidente da ABCVAC, afirmou esperar que os testes da vacina sejam concluídos na Índia ainda em janeiro. Se isso ocorrer, o laboratório deve entrar com pedido de registro definitivo na Anvisa em fevereiro, e a vacina pode estar disponível nas clínicas particulares brasileiras a partir da segunda quinzena de março.


Segundo Barbosa, ainda não há previsão do custo do imunizante, já que não há detalhes sobre a logística e distribuição do imunizante para o Brasil e as clínicas associadas. O presidente da ABCVAC destaca que a tecnologia do vírus inativo permite que o acondicionamento da vacina seja realizado entre 2 a 8 °C.

O presidente da ABCVAC destaca que a compra de vacinas por clínicas particulares não vai interferir na aquisição de imunizantes pelo poder público, ressaltando que a prioridade é o cumprimento do Plano Nacional de Imunização apresentado pelo governo federal.

— A gente já vem buscando saídas para o mercado privado e surgiu a possibilidade dessa vacina indiana, que é muito promissora. Como o mercado todo já estava comprometido com as demandas do governo – corretamente, porque eu acho que tem que ser prioridade –, a gente tentou uma saída alternativa — explicou Barbosa a Globo News. — E essa indústria indiana se disponibilizou a oferecer parte da produção para o mercado privado brasileiro. Então, é uma venda adicional que não vai interferir no quantitativo que o governo pediu.

Mellanie Fontes-Dutra, pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, destaca que, em todo o mundo, a administração das vacinas tem sido realizada pelos governos — portanto, a entrada do setor privado neste processo pode ser "complicada". Outro fator potencialmente crítico é a falta de informações sobre a eficácia da Covaxin.

— Em breve conheceremos dados sobre a fase 3 da vacina, o número de eventos e o perfil dos pacientes: de que idade são, como é o seu fundo genético — explica.

De acordo com Barbosa, os dados sobre a Covaxin estão há cerca de 40 dias em processo de submissão continuada na Anvisa. A agência, então, está recebendo dados de cada etapa do estudo à medida em que elas são concluídas. O procedimento foi criado pelo governo federal para agilizar a análise de potenciais imunizantes contra a Covid-19.

Fontes-Dutra concorda que a submissão continuada é o modelo é o mais adequado para instruir a Anvisa sobre a viabilidade da Covaxin, considerando a avançada evolução da pandemia no país:

— Dada a situação que nos encontramos e nos encontraremos, a submissão da aprovação por uso emergencial é muito benéfica. Assim teremos o número suficiente de dados para já colocar uma vacina à disposição da população.

Procurada pelo GLOBO, a Anvisa informou que não recebeu informações das clínicas sobre a Covaxin.

Apagão: bairros de Teresina estão há mais de 60 horas sem luz Após temporal no dia 31 de dezembro, que derrubou parte da rede elétrica, moradores sofrem com a falta de energia na capital

SP volta para fase amarela do plano de flexibilização nesta segunda (4) Por decisão do governo, no dia 31 de dezembro, os 645 municípios do estado voltaram à fase 1-vermelha, a mais restritiva do plano

365 DIAS E A ERA DOS ELÉTRICOS

+Mini Countryman: SUV reforça time de elétricos com requinte e conectividade

+ O BMW i3 foi o primeiro carro 100% elétrico vendido oficialmente no Brasil, chegou em 2014, período em que falar de carro eletrificado gerava mais curiosidade do que crença em ver muitos modelos desses em nossas ruas. Mas a verdade é que de lá pra cá surgiram concorrentes, como Renault Zoe, JAC IEV40 e Chevrolet Bolt, pra citar alguns mais recentes.

Com esse novo cenário, a situação complicou um pouco pra ele, que segue praticamente igual a quando chegou e continua bem caro. Mas isso também não significa que o BMW i3 tenha perdido suas qualidades e, muito menos, as exclusividades.

O visual bem futurista e ainda chamativo é um bom exemplo, depois tem a proposta que inclui uso de materiais reciclados e recicláveis, com direito a acabamento em madeira reciclada e fibra de côco no painel e portas, carroceria feita com plástico reforçado com fibra de vidro e alguns pontos com fibra de carbono.

As medidas são de um típico modelo compacto - 4,01 metros de comprimento e 2,57 metros de entre-eixos - por isso é um carro muito bom para o uso urbano. Pode levar quatro pessoas com conforto, tem espaço bem distribuído, boa altura para a cabeça e soluções diferentes, como as portas que ficam meio que escondidas no desenho do carro e que se abrem invertidas, tipo porta de armário.

O porta-malas é mais modesto, tem capacidade para 260 litros, mas está na média oferecida pelos hatchs compactos. É muito bem equipado, com direito a itens como controlador de velocidade adaptativo e estacionamento automático.

Agora com autonomia para pequenas viagens

A BMW não alterou o conjunto de propulsão na última atualização do i3, feita um ano atrás. Ele segue com o mesmo motor elétrico de 170 cv e 25,4 kgfm de torque, transmissão automática do tipo CVT e, como manda a tradição da marca, a tração é traseira. Aí entra aquele componente empolgante de todo modelo 100% elétrico, que é a resposta instantânea do motor por contar com todo o torque e potência disponíveis em qualquer rotação.

Junte o tamanho compacto, a direção com assistência elétrica bem direta, suspensão firme e temos um comportamento típico de carro esportivo. Mas a boa notícia é que agora a autonomia do BMW i3 aumentou, o que abre espaço até pra encarar pequenas viagens, esse um problema indiscutível de todos os modelos 100% elétricos, ainda mais aqui, com a quase inexistência de postos de recarga rápida nas rodovias.

Além do propulsor elétrico, o i3 se diferencia por oferecer como opcional o REX - sigla em inglês de Range Extender - ou alcance estendido em tradução direta - que traz um motor de dois cilindros de 647 centímetros cúbicos movido a gasolina que só atua para carregar as baterias quando a carga baixa muito; na prática, esse pequeno motor funciona como um gerador.

Com ele o i3 ganha mais 150 km de autonomia, ou seja, somados aos 290 Km do motor elétrico, o pequeno alemão pode rodar até 440 km, informa a fabricante. Mas lembre que isso exige um comprometimento do motorista com a condução eficiente.

Recarga em casa ainda é lenta e preço limita popularização

O i3 traz o cabo de carregamento num compartimento sob o capô já devidamente adaptado para ligar em tomada residencial comum; o processo é simples, exatamente como fazemos com qualquer eletrodoméstico.

O problema é o tempo de carregamento, que supera as 6 horas em tomada comum 220V. No entanto, se o processo é feito em um eletroposto ou utilizando o i wallbox, carregador rápido vendido pela BMW, esse tempo cai para 1h42m.

Resumo da história, aqui falamos de um carro muito interessante, com desenho ainda moderno e exclusivo, muito comprometido com o meio ambiente e bastante luxuoso. Ótimas credenciais para fazer sucesso no Brasil também; mas isso é algo que, infelizmente, não tem como acontecer e por dois motivos.

Primeiro porque o modelo alemão segue com um preço alto, hoje beirando os R$ 300 mil; e segundo, porque a BMW não disfarça que o i3 não vai ganhar uma nova geração.

Parece que ele já cumpriu bem sua missão, que foi a de abrir as portas para os carros movidos a bateria dentro da BMW. Enquanto isso, a gente fica esperando o nosso governo criar um projeto de incentivo para automóveis elétricos no país, já que a indústria vem mostrando que esse será o caminho.

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Jericoacoara tem 5 estabelecimentos interditados e 2 notificados por descumprimento de decreto. No sábado (2), fiscalização flagrou o descumprimento decreto estadual e fechou por três dias os estabelecimentos comerciais na vila. Os proprietários terão que pagar multas que podem chegar até R$ 50 mil.

Em restaurantes, os frequentadores não mantinham o distanciamento de segurança para evitar a transmissão do novo coronavírus
Durante as comemorações de fim de ano na Vila de Jericoacoara, no litoral oeste do Ceará, o desrespeito às normas de prevenção da Covid-19, como o uso obrigatório de máscaras e o distanciamento social, ocasionou a interdição de cinco estabelecimentos pela Secretaria Municipal de Saúde no último sábado (2). Esses locais devem ficar fechados por três dias e pagar uma multa em valores que podem chegar até R$ 50 mil cada. Outros dois estabelecimentos também foram notificados pelo descumprimento do Decreto Estadual nº 33.845.
O documento publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), no dia 11 de dezembro de 2020, estabelece medidas preventivas direcionadas ao controle da disseminação da Covid-19 durante as festas de fim de ano. 
Medidas preventivas direcionadas ao controle da disseminação da Covid-19 durante as festas de fim de ano possibilitaram aumento da fiscalização
Já a Prefeitura Municipal de Jericoacoara, publicou decreto na última quarta-feira (30), para determinar a instalação de barreira sanitária no acesso à vila entre os dias 30 de dezembro e 4 de janeiro de 2021, no intuito de evitar a transmissão do coronavírus entre as pessoas durante as festas de réveillon. O decreto municipal foi prorrogado até dia 10 de janeiro.
As ações de fiscalização intensiva em Jericoacoara foram realizadas por agentes da Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Infraestrutura e Planejamento, Autarquia de Jericoacoara (ADEJERI) e do Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur), da Polícia Militar do Ceará. 

Em nota, a Prefeitura do Município solicita a colaboração de moradores e turistas para o cumprimento das medidas, apontando realizar diariamente o “trabalho de conscientização junto aos proprietários de hotéis e pousadas a fim de que estes cumpram a legislação vigente e adotem os protocolos de prevenção à Covid-19 em seus respectivos estabelecimentos”.
Agentes da Secretaria de Saúde de Jijoca de Jericoacoara realizam a fiscalização intensiva no local para multar e interditar estabelecimentos que geravam aglomeração
Prefeitura de Jijoca de Jericoacoara
Ao longo da pandemia, a vila de Jericoacoara foi alvo de flagrantes de aglomeração e descumprimento das medidas de prevenção da Covid-19. No Réveillon de 2021, a Polícia Militar do Ceará (PMCE) destinou sete viaturas e uma aeronave para fiscalizar as medidas de segurança, registrou irregularidades na utilização de máscaras, aglomerações, desrespeito à lei do Silêncio e queima de fogos na Praia de Jericoacoara.

O retorno gradual das atividades teve início a partir de 8 de agosto na Vila de Jericoacoara, sendo autorizado reservas em hotéis, pousadas e meios de hospedagem. No entanto, era necessário seguir rígidamente os protocolos sanitários, que nem sempre tem sido respeitados

Em setembro, a rede hoteleira do município, com 7.500 leitos entre hotéis e pousadas, registrou 100% de sua capacidade ocupada. Porém, muitos visitantes não utilizavam máscaras, nem respeitavam o distanciamento social.

Teste para covid-19 com saliva chega a farmácias por R$ 150 Exame tem eficácia equivalente ao PT-PCR, segundo fabricante; teste pode ser feito em casa e resultado sai em 24 horas

 


O teste de saliva está disponível em 300 farmácias da Grande São Paulo e no Rio

O teste de saliva está disponível em 300 farmácias da Grande São Paulo e no Rio

ERIC GAILLARD/REUTERS - 22.09.2020

O teste para detectar a covid-19 em sua fase ativa por meio da saliva desenvolvido pelo laboratório Mendelics em parceria com o Hospital Sírio-Libanês chegou a mais de 300 farmácias da capital e das cidades de Guarulhos, Osasco e Barueri. Para evitar aglomerações, o exame pode ser agendado por telefone e o resultado fica pronto em 24 horas. Ele também está disponível no Rio, onde o resultado sai em 48 horas.

"Este é um teste com valor mais acessível que o RT-PCR, mas é equivalente a ele, com especificidade de 100% e sensibilidade de 80%", diz David Schlesinger, CEO da healthtech meuDNA e da Mendelics. O RT-PCR, que é considerado o padrão ouro para detectar a infecção, é mais invasivo e chega a custar R$ 470.

Leia também: Mundo registrou 1,1 milhão de novos casos de covid em 2021

Ofertado inicialmente em hospitais e empresas, o meuDNA Covid também pode ser feito em casa por R$ 169. Nas farmácias das redes Droga Raia e Drogasil, custa R$ 150.

Segundo Schlesinger, mais de 300 mil pessoas já fizeram o teste e, entre a segunda metade de novembro e as duas primeiras semanas de dezembro, o número de casos positivos aumentou em cinco vezes.

O exame com saliva usa o método PCR-Lamp (sigla em inglês de amplificação isotérmica mediada por loop), que identifica o RNA do vírus nas células da pessoa com o vírus.

Em caso de contato com pessoa infectada ou situação de risco, como ficar sem máscara em um local com aglomeração, Schlesinger recomenda fazer o teste após o contato e repetir após cinco dias, além de fazer isolamento.

"Quem tem alto risco de ser infectado tem uma janela de duas semanas para ainda ser um risco. Se teve contato com uma pessoa com o vírus ou ficou em um local fechado, também deve ficar isolada durante um período de 14 dias. Se tem sintomas, deve se testar e, sendo positivo, tem de avisar para quem entrou em contato com a pessoa nas últimas 48 horas."

O CEO da Mendelics explica que os interessados devem fazer o agendamento por telefone, ir no horário agendado, fazer um cadastro e cuspir no frasco, que será etiquetado e enviado para o laboratório. Em 24 horas, o resultado será encaminhado para o e-mail cadastrado ou por SMS.

No Rio, há 14 farmácias das redes realizando o teste nos bairros de Copacabana, Ipanema, Flamengo e Leblon. Se for feito até as 18 horas, o resultado fica pronto em 48 horas.

"Se demorar uma semana para sair o resultado, as pessoas já passaram o vírus para frente e você não consegue interromper a cadeia. O teste é fundamental para dar uma segurança maior para todo mundo, mas é importante ressaltar que as duas principais medidas têm sido não se aglomerar, principalmente em locais fechados, e usar máscara."

CEO da RD - fusão entre Droga Raia e a Drogasil, Marcilio D'Amico Pousada diz que as duas redes têm 2.300 lojas em 23 Estados. O teste está sendo oferecido em mais de 300 unidades em São Paulo, Guarulhos, Osasco e Barueri. O objetivo é ampliar.

"O plano é conseguir expandir, ter mais lojas e atender melhor o consumidor."

USP lançou teste com saliva em dezembro

No dia 1º de dezembro, a Universidade de São Paulo (USP) começou a ofereceu um teste que identifica o coronavírus pela saliva. Criado pelo Centro de Estudos do Genoma Humano e Células-Tronco do Instituto de Biociências, em parceria com o Instituto de Química, o teste RT-Lamp detecta casos de covid-19 em até 24 horas. Na fase inicial, ele estará disponível apenas na capital paulista para 90 pessoas por dia, entre atendimentos presenciais e quem solicitar o kit para fazer o teste em casa.

O preço é de R$ 90 para a coleta presencial e R$ 150 para receber o kit de autocoleta. O agendamento pode ser feito pelo site: www.genomacovid19.ib.usp.br e o resultado fica pronto em 24 horas.

Testes com saliva têm sido desenvolvidos em outros países, como os Estados Unidos. Até agosto, a Food and Drugs Administration (FDA), agência regulatória de medicamentos e alimentos americana, já tinha autorizado o desenvolvimento de cinco testes que utilizavam saliva como amostra para o teste.

Serviço:

Farmácias Drogasil e Droga Raia

Agendamento por telefone: (11) 3004-8007 - opção 7 (Drogasil) e (11) 3003-7242 - opção 6 (Droga Raia)

Valor: R$150

Disponível em mais de 300 unidades em São Paulo, Guarulhos, Osasco, Barueri e no Rio

Coleta em casa

Agendamento pelo site: https://meudna.com/teste-covid

Valor: R$ 169

Disponível em São Paulo, Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Osasco e Guarulhos

USP

Agendamento pode ser feito pelo site: www.genomacovid19.ib.usp.br

Valores: R$ 90 para a coleta presencial e R$ 150 para receber o kit de autocoleta

Aproveitável - Neste início de ano vem repercutindo bastante as posses e fim de mandatos de diversos políticos pelo país, o fim da gestão do prefeito Sérgio Meneguelli de Colatina – Espirito Santo. Ademais, o prefeito do município Colatina viralizou nas redes sociais em seu longo período a frente da prefeitura de Colatina.

Ele se tornou um fenômeno por conta de sua simplicidade e humildade frente a prefeitura do município. Assim, durante seus 4 anos de mandato o prefeito cativou não só os colatinenses, mas também todos os brasileiros.

Dessa forma, o prefeito conseguiu inúmeros seguidores em suas redes sociais, em especial no Facebook; sua fanpage conta atualmente com um total de 2 milhões de seguidores fora os grupos que está com um total de 600 mil membros.

Sendo contra a ideia de reeleição o prefeito de Colatina-ES encerra seu mandato de 4 anos. Em conclusão, com o início do ano muitos mandatos chegaram ao fim e com Meneguelli não foi diferente. Então, o prefeito podia simplesmente tentar uma reeleição, mas negou por ser contra a ideia de se reeleger decidindo assim passar a gestão para outra pessoa.

Portanto, em sua despedida da prefeitura ficou claro do porquê o prefeito ser tão amado. Em síntese, durante sua saída da prefeitura o prefeito fez questão discursar para os funcionários que esteve trabalhando junto com ele em seu mandato.

Ademais, sempre se mostrando humilde e carinhoso o prefeito desejou um feliz 2021 e usava o mesmo uniforme que os funcionários da prefeitura. Enfim o prefeito concluiu com: “Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi.”

MAIS E MAIS DOS 365 DIAS - ECONOMIA

+ 3 países da América Latina com a maior previsão de crescimento em 2021, Peru, Bolívia e Panamá. A Cepal projetou uma queda histórica de 7,7% na economia regional em 2020. Para 2021, espera crescimento de 3,7%. 
A queda nas economias latino-americanas em 2020 foi tão forte, em meio à pandemia de coronavírus, que recuperações históricas são esperadas para 2021. isso não significa um grande crescimento econômico que indica um período de vacas gordas pela frente.

sábado, 2 de janeiro de 2021

 Países europeus estão sob fortes restrições com a continuidade da 2ª onda da pandemia ==> http://glo.bo/38TIc33 #G1

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